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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

CITAÇÕES: Mário Soares Dezembro de 2008

    «Acho que a ministra [Maria de Lurdes Rodrigues], que tem sido muito criticada, é uma pessoa que tem uma orientação e tem um sentido de responsabilidade e até uma coragem que é invulgar. E eu aprecio as pessoas de coragem», afirmou Mário Soares, em declarações aos jornalistas no Parlamento, à saída da cerimónia de entrega do Prémio Direitos Humanos, informa a agência Lusa.

IOL Diário - Soares elogia «coragem invulgar» da ministra da Educação 10 de Dezembro de 2008

                                    

«Para tanto, é preciso dialogar com eles [os portugueses?] e, sobretudo, ouvi-los, com espírito de solidariedade.(...)

Para tanto o diálogo e a solidariedade institucional e interpartidária, com sindicatos, as diferentes associações de classe e com os cidadãos, em geral, devem constituir uma prioridade absoluta - e permanente - do Governo, ainda que precise de engolir alguns sapos, se quiser ser visto como verdadeiramente nacional, como a crítica situação em que estamos parece exigir.» 

O ANO EM QUE TUDO ACONTECEU Mário Soares 23 de Dezembro de 2008

 

                                                          

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 

Golfo do Aden: Pirataria e imperialismo

     A ONU autorizou as missões que EUA e a UE enviaram para o Golfo do Aden. A cobertura é o combate à pirataria na costa marítima da Somália, mas os objectivos de fundo vão bem mais longe. 

A resolução 1851, adoptada terça-feira, dia 16, pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas permite aos «Estados que cooperam com o governo de transição somali estender os seus esforços contra a pirataria a eventuais operações no solo e no espaço aéreo», argumentam os EUA muito embora o texto não autorize explicitamente a realização de bombardeamentos pelas forças de diversos países que rumam em direcção à costa da Somália. 

Apesar desta diferença de interpretação, pouco ligeira, diga-se, no fundamental as reivindicações norte-americanas, das grandes potencias capitalistas e da burguesia transnacional em matéria de combate à pirataria no Golfo do Aden foram atendidas pelas Nações Unidas, que desde Junho já adoptaram quatro resoluções sobre a questão.  

O mandato de um ano corresponde à disposição manifestada recentemente por Washington de «passar à ofensiva», como disse o vice-almirante Bill Gortney, citado pela Lusa, numa reunião ocorrida em Manamá, capital do Bahrein, no passado dia 12. Acolhidos ficam também os interesses da União Europeia, que avançou com a missão naval «Atalante». Nela se incluem meios militares da Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Grécia, Holanda, Reino Unido e Suécia.

                                               

Ler Texto Integral

                        

Pensamento de 25 de Dezembro de 2008

   O que está em curso e o que se prepara não é nenhuma mudança de paradigma, ou seja, uma qualitativamente nova realidade no sistema de relações económicas e sociais, como se pretende anunciar com as noções de refundação do capitalismo, agora sobre a designação de “democrático” ou outra, mas o esforço dos mesmos responsáveis políticos que assumiram o essencial do programa neoliberal, para retomar a dinâmica especulativa e o processo de acumulação capitalista, no quadro de uma tentativa de concertação entre as grandes potências de partilha de poder e para promoverem uma nova rearrumação do sistema financeiro internacional.

                                                          

Jerónimo de Sousa

         

Pensamento de 24 de Dezembro de 2008

    O século XX fica assinalado para sempre pela revolução russa de 1917, pelo poder político do proletariado e pela construção duradoura, a primeira vez na história, de uma sociedade sem exploradores nem explorados.

Tinham-se registado anteriormente insubordinações, rebeliões e revoltas. Dos escravos, dos servos da gleba, das classes exploradas e oprimidas. Mas em nenhum caso essas lutas tinham o objectivo (ou sequer a admissão da possibilidade) de construir uma sociedade nova libertadora.

                                                     

Álvaro Cunhal

        

Todos con el Sahara

E o Sahara Ocidental aqui tão perto...


                                

  • Colecção de Videos AQUI 

     Video con la web www.todosconelsahara.com, para la firma del manifiesto de Javier Barden, y resto de actores y gente del cine que tras el festival de cine celebrado en el campo de refuigados de Dajla han montado una plataforma para pedir al gobiernmo español atencion sobre la situacion de este pueblo olvidado.  

  

     

Página web de la Coordinadora Estatal de Asociaciones Solidarias con el Sahara

CEAS - SAHARA

 

Por la descolonización y la Independencia del Sahara Occidental

 

Para Ver e Ouvir:

   O Blog da Paz

                                                          

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                    

                                                            

Parlamento Europeu chumba 65 horas semanais - Vitória dos trabalhadores

     para visualizar clique aqui

    

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O pior está para vir…

Texto de José Paulo Gascão

     O autor debruça-se sobre a presente e devastadora crise estrutural do capitalismo, os seus efeitos em Portugal, e a incapacidade do governo PS liderado por José Sócrates os atenuar, também pela opção de classe subjacente às medidas tomadas: servir o capital monopolista.

O título deste artigo pode parecer alarmista. Não o é. 

Mesmo entre defensores do capitalismo é cada vez mais alargado o consenso de que esta crise terá consequências mais devastadoras que a de 29. 

Hoje, diferentemente de 1929, a globalização do capital imperialista em busca de um «crescimento económico» que tem como fim absoluto o lucro e não o Homem, ignorou os limites dos recursos e das leis da Natureza, o que provocou, entre outras consequências: a exploração delapidadora dos recursos até níveis absurdos, como se fossem inesgotáveis; o abuso do meio ambiente, bem patente na intenção de transformar as emissões de CO2 em objecto de compra e venda entre países, e pretexto para intervenção neocolonialista nos países não industrializados; a regressão de valores civilizacionais, que escorre até à base da pirâmide social; a oligopolização do comércio mundial de sementes e cereais, que já levou à duplicação, e mais, dos seus preços, num mundo onde é crescente o número de famintos; o abandono da actividade agrícola e a retirada de alimentos e terras e água para o desenvolvimento de novas fontes de energia alternativas (biocombustíveis) ao petróleo, são factores que põem em risco a própria Civilização, tal como hoje a entendemos. 

Se tivermos presente que o processo crise de 29 teve em 1934 nos EUA o seu pior ano, concluiremos que o título escolhido não é alarmista: o pior está para vir.

                      

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Pensamento de 23 de Dezembro de 2008

   Mas vemo-lo também na ofensiva ideológica e na farsa que por cá e por essa Europa fora se encena com o inviável retorno ao velho mito do capitalismo regulado como solução para a crise, mas efectivamente prosseguir a velha política sob novas formas e dar cobertura a novos processos de usurpação de soberania ao Estado-nação para novas instâncias de concertação supranacional compatíveis com os processos de concentração do capital em desenvolvimento com a crise.

                                                          

Jerónimo de Sousa

       

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Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Sahara Ocidental (2)

     El Muro de Berlín era la noticia de cada día. De la mañana a la noche leíamos, veíamos, escuchábamos: el Muro de la Vergüenza, el Muro de la Infamia, la Cortina de Hierro... 

Por fin, ese muro, que merecía caer, cayó. Pero otros muros han brotado, siguen brotando, en el mundo, y aunque son mucho más grandes que el de Berlín, de ellos se habla poco o nada. 

Poco se habla del muro que Estados Unidos está alzando en la frontera mexicana, y poco se habla de las alambradas de Ceuta y Melilla. 

Casi nada se habla del Muro de Cisjordania, que perpetúa la ocupación israelí de tierras palestinas y de aquí a poco será 15 veces más largo que el Muro de Berlín. 

Y nada, nada de nada, se habla del Muro de Marruecos, que desde hace 20 años perpetúa la ocupación marroquí del Sáhara occidental. Este muro, minado de punta a punta y de punta a punta vigilado por miles de soldados, mide 60 veces más que el Muro de Berlín. 

¿Por qué será que hay muros tan altisonantes y muros tan mudos? ¿Será por los muros de la incomunicación, que los grandes medios de comunicación construyen cada día? 

En julio de 2004, la Corte Internacional de Justicia de La Haya sentenció que el Muro de Cisjordania violaba el derecho internacional y mandó que se demoliera. Hasta ahora, Israel no se ha enterado. 

En octubre de 1975, la misma Corte había dictaminado: "No se establece la existencia de vínculo alguno de soberanía entre el Sahara Occidental y Marruecos". Nos quedamos cortos si decimos que Marruecos fue sordo. Fue peor: al día siguiente de esta resolución desató la invasión, la llamada Marcha verde, y poco después se apoderó a sangre y fuego de esas vastas tierras ajenas y expulsó a la mayoría de la población. 

Y ahí sigue. 

Mil y una resoluciones de las Naciones Unidas han confirmado el derecho a la autodeterminación del pueblo saharaui. 

    ¿De qué han servido esas resoluciones? Se iba a hacer un plesbiscito, para que la población decidiera su destino. Para asegurarse la victoria, el monarca de Marruecos llenó de marroquíes el territorio invadido. Pero al poco tiempo, ni siquiera los marroquíes fueron dignos de su confianza. Y el rey, que había dicho sí, dijo que quién sabe. Y después dijo no, y ahora su hijo, heredero del trono, también dice no. La negativa equivale a una confesión. Negando el derecho de voto, Marruecos confiesa que ha robado un país. 

¿Lo seguiremos aceptando, como si tal cosa? ¿Aceptando que en la democracia universal los súbditos sólo podemos ejercer el derecho de obediencia? 

¿De qué han servido las mil y una resoluciones de las Naciones Unidas contra la ocupación israelí de los territorios palestinos? ¿Y las mil y una resoluciones contra el bloqueo de Cuba? 

El viejo proverbio enseña: 

La hipocresía es el impuesto que el vicio paga a la virtud. 

El patriotismo es, hoy por hoy, un privilegio de las naciones dominantes. 

Cuando lo practican las naciones dominadas, el patriotismo se hace sospechoso de populismo o terrorismo, o simplemente no merece la menor atención. 

Los patriotas saharauis, que desde hace 30 años luchan por recuperar su lugar en el mundo, han logrado el reconocimiento diplomático de 82 países. Entre ellos, mi país, el Uruguay, que recientemente se ha sumado a la gran mayoría de los países latinoamericanos y africanos. 

Pero Europa, no. Ningún país europeo ha reconocido a la República Saharaui. España, tampoco. Este es un grave caso de irresponsabilidad, o quizá de amnesia, o al menos de desamor. Hasta hace 30 años el Sahara era colonia de España, y España tenía el deber legal y moral de amparar su independencia. 

¿Qué dejó allí el dominio imperial? Al cabo de un siglo, ¿a cuántos universitarios formó? En total, tres: un médico, un abogado y un perito mercantil. Eso dejó. Y dejó una traición. España sirvió en bandeja esa tierra y esas gentes para que fueran devoradas por el reino de Marruecos. Desde entonces, el Sahara es la última colonia del Africa. Le han usurpado la independencia.  

    ¿Por qué será que los ojos se niegan a ver lo que rompe los ojos? 

¿Será porque los saharauis han sido una moneda de cambio, ofrecida por empresas y países que compran a Marruecos lo que Marruecos vende aunque no sea suyo? 

Hace un par de años, Javier Corcuera entrevistó, en un hospital de Bagdad, a una víctima de los bombardeos contra Irak. Una bomba le había destrozado un brazo. Y ella, que tenía ocho años de edad y había sufrido once operaciones, dijo: 

-Ojalá no tuviéramos petróleo. 

Quizás el pueblo del Sahara es culpable porque en sus largas costas reside el mayor tesoro pesquero del océano Atlántico y porque bajo las inmensidades de arena, que tan vacías parecen, yace la mayor reserva mundial de fosfatos y quizá también hay petróleo, gas y uranio. 

En el Corán podría estar, aunque no esté, esta profecía:

Las riquezas naturales serán la maldición de las gentes. 

Los campamentos de refugiados, al sur de Argelia, están en el más desierto de los desiertos. Es una vastísima nada, rodeada de nada, donde sólo crecen las piedras. Y sin embargo, en esas arideces, y en las zonas liberadas, que no son mucho mejores, los saharauis han sido capaces de crear la sociedad más abierta, y la menos machista, de todo el mundo musulmán.

Este milagro de los saharauis, que son muy pobres y muy pocos, no sólo se explica por su porfiada voluntad de ser libres, que eso sí que sobra en esos lugares donde todo falta: también se explica, en gran medida, por la solidaridad internacional. 

Y la mayor parte de la ayuda proviene de los pueblos de España. Su energía solidaria, memoria y fuente de dignidad, es mucho más poderosa que los vaivenes de los gobiernos y los mezquinos cálculos de las empresas.

Digo solidaridad, no caridad. La caridad humilla. No se equivoca el proverbio africano que dice: La mano que recibe está siempre debajo de la mano que da.

Los saharauis esperan. Están condenados a pena de angustia perpetua y de perpetua nostalgia. Los campamentos de refugiados llevan los nombres de sus ciudades secuestradas, sus perdidos lugares de encuentro, sus querencias: El Aaiún, Smara...

Ellos se llaman hijos de las nubes, porque desde siempre persiguen la lluvia.

Desde hace más de 30 años persiguen, también, la justicia, que en el mundo de nuestro tiempo parece más esquiva que el agua en el desierto.

 

Eduardo Galeano

In "La Jornada" - Edição de 24 de Abril de 2006

Para ver e ouvir Eduardo Galeano a dizer este texto, clicar AQUI, AQUIAQUI e AQUI

 

 

Seminário: «África – desafios do desenvolvimento, do progresso e da soberania»

                                                                                   
    (...) Como o PCP já salientou publicamente relativamente à Cimeira UE-África, pela sua História e pelos laços que unem o povo português a várias povos africanos, Portugal teria condições para contribuir para uma real mudança nas relações entre os países que integram União Europeia e os países africanos e a União Africana. Como referimos, bastaria que a política externa do Governo português se baseasse nos princípios estabelecidos na Constituição da República Portuguesa para que Portugal contribuísse para uma agenda da Cimeira que desse resposta urgente e efectiva às necessidades e problemas com que se confrontam os povos destes dois continentes. Uma agenda que implementasse as medidas urgentes de solidariedade e cooperação para assegurar os mais elementares direitos e imediatas necessidades de milhões de seres humanos como a alimentação, a saúde, o acesso à água, o alojamento, a educação. Direitos consagrados na Carta das Nações Unidas e referenciados nos tão propalados e instrumentalizados "Objectivos do Milénio". Uma agenda assente no respeito pela soberania e independência nacionais, na não ingerência nos assuntos internos de cada país e na solução pacífica dos conflitos internacionais. Uma agenda respeitadora do inalienável direito dos povos à sua autodeterminação que ponha fim à hipocrisia que objectivamente pactua com situações de colonialismo de que, em África, o exemplo mais gritante é a ilegal ocupação do Sahara Ocidental por Marrocos. E aqui, permitam-me uma especial saudação de solidariedade aos nossos amigos da Frente Polisário e à sua heróica luta pela independência do seu país.

(...)

 

                                                          

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                  

Quando os Lobos Uivam

    Quando os Lobos Uivam (Aquilino Ribeiro)

 

Edição comemorativa do 50.º aniversário da 1.ª edição
Prefácio inédito de Álvaro Cunhal
20 Ilustrações de João Abel Manta

«O romance teve um sucesso fulminante. Quando a polícia correu a apreendê-lo, dos 9000 exemplares da primeira tiragem restavam apenas 32 nas livrarias. Os fascistas não se contentaram porém com impedir nova edição. Aquilino foi processado e enviado ao mesmo "odioso" Tribunal Plenário, que corajosamente desmascarara no seu romance.»

Álvaro Cunhal in Prefácio

             

In Edições «Avante!»

 

 

Mensagem dos presos políticos do Forte de Peniche a Aquilino Ribeiro


«Senhor Aquilino Ribeiro
 

Neste ano de 1963, em que perfaz meio século de labor literário, queira escutar mais esta voz que se vem juntar ao coro amigo que o saúda – voz que chega do fundo duma prisão, falando pela boca de mais de uma centena de portugueses encarcerados, há longos anos, pelo único crime de muito amarem a liberdade do seu povo, o progresso da sua Pátria, a Paz no mundo. 

Outros dirão dos méritos do escritor, da pujança do seu estilo, da verdade das personagens que criou, da seiva espessa que lhe sobe das raízes mergulhadas no povo e na terra, e vai florescer em fecunda alegria de viver nas páginas dos eus livros, Outros dirão ainda do acordo exemplar entre o homem e o artista, e da íntima comunhão da sua vida com as vicissitudes da vida nacional nos últimos 50 anos. Outros dirão – e nós estamos também entre os que celebram a glória do escritor, sem dúvida uma das figuras cimeiras da nossa história literária. 

Mas outra é a especial saudação que o nosso coração e o nosso pensamento nos ditam e aqui lhe trazemos. 

Queremos saudar o cidadão corajoso e íntegro, que não se vendeu nem dobrou aos poderosos e aos tiranos, que denunciou com desassombro a torpe mentira dos tribunais políticos e a ferocidade da repressão policial, que exaltou a revolta popular, e que soube fazer frente, com o cajado firme da sua pena de escritor, aos lobos fascistas que assolam os povoados da nossa terra. 

Queremos saudar o intelectual generoso e lúcido, que tantas vezes soube erguer alto a sua voz em defesa da paz, contra o furor dos fautores da guerra. Queremos saudar o homem viril e fraterno, pela sua inabalável confiança nas forças populares e no destino dos homens, nas suas conquistas científicas e no seu progresso moral, e confiança que o leva, em meio da noite fascista e ao cabo de setenta anos duma vida tantas vezes dura, a saber ainda olhar em frente, olhar para o sol, e apontar aos companheiros a visão estimulante do futuro radioso da humanidade. 

Senhor Aquilino Ribeiro: Longa vida lhe desejamos! Para que possa prosseguir por muitos anos ainda no seu belo trabalho criador. Para que a sua figura altiva de lutador se possa manter presente na frente de combate pela Democracia, a Justiça e a Paz.

E para que, sobretudo, em breve possa ver o sol esplendoroso da Liberdade brilhar de novo e para sempre sobre o nosso querido Portugal.»

 
Os presos políticos do Forte de Peniche

                                                 

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