Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Penalva do Castelo: Intervenção lida na Assembleia Municipal de 25 de Fevereiro

    Senhor Presidente da Assembleia Municipal, senhoras e senhores deputados municipais, senhor Presidente da Câmara, senhores vereadores, público,

Infelizmente a actuação da maioria PSD/CDS deste executivo já não me surpreende.

Esta Assembleia Municipal reúne em plena crise. Crise que começou por ser financeira. Que, continuando a ser financeira, passou a económica. Que, sendo económica e financeira, passou igualmente a ser social. E que, sendo financeira, económica e social, há-de ser inevitavelmente política também. Uma crise que, pelas suas dimensões e abrangência planetária, é sem igual.

E o que faz a maioria? Esconde a cabeça como a avestruz. É incapaz de trazer a esta Assembleia uma proposta, qualquer que ela seja, que minimize os impactos da crise no nosso concelho.     

E no entanto o diagnóstico social está feito. Pesem embora algumas lacunas, mesmo de ordem técnica, é – deveria ser – um bom instrumento de trabalho.

Pergunta-se:

O que fez a maioria do executivo para combater a elevada taxa de desemprego e sub emprego no concelho?

Qual o seu contributo para diminuir as situações de carência económica e de dificuldades de gestão financeira das famílias multiproblemáticas de Penalva do Castelo?

Que acções desenvolveu contra a toxicodependência e o alcoolismo?

Onde está o combate ao analfabetismo – recordemos que 25%, ou seja, 1 em cada 4 adultos do concelho é analfabeto -, chaga social impensável neste século XXI, ao insucesso e ao abandono escolar?

Qual a sua contribuição para uma integração sócio-familiar, económica e cultural dos idosos, evitando a sua marginalização e isolamento?

Como em tudo a maioria PSD/CDS comporta-se como é seu apanágio – diz que faz, que vai fazer, mas não faz.

Comecei por afirmar que infelizmente a actuação da maioria PSD/CDS deste executivo já não me surpreende.

De facto assim é. Mais de 7 anos para concluir a revisão do PDM – e o processo continua.

Mais de 7 anos para implementar zonas empresariais no concelho – e até agora nem vê-las. 

Mais de 7 anos para a construção da Barragem dos Cantos – que nem em projecto está.

Mais de 7 anos para concluir o abastecimento de água a toda a população do concelho – outra situação impensável no século XXI.

Mais de 7 anos para assegurar a qualidade da água da rede pública – basta ler os relatórios das análises para ver quão longe estamos desse objectivo.

Mais de 7 anos para proceder a uma profunda reformulação das fossas de diversas localidades, de forma a transformá-las progressivamente em verdadeiras estações de tratamento de águas residuais.

Tudo promessas eleitorais não cumpridas e aqui citadas propositadamente.

Não é promessa eleitoral, mas já levam mais de 1 ano para corrigir situações manifestamente ilegais sobre a mobilidade, nomeadamente a acessibilidades para deficientes, no centro da vila – e a saga prossegue.

E podíamos continuar aqui o resto da tarde que o panorama seria sempre o mesmo.

Como nos podemos pois surpreender por este dolce fare niente da maioria do executivo que pelos vistos se transmite a muitos, que não a todos, os membros desta Assembleia Municipal?

Já pensaram, por exemplo, que o dinheiro gasto em almoços em feiras dava, e ainda sobrava, para manter um gabinete técnico de apoio (como fazem muitas das autarquias CDU) aos produtores de queijo e de maçã? Gabinete que os auxiliasse quer nos processos de certificação, quer no apoio a candidaturas a fundos agrícolas?

Já pensaram, por exemplo, em criar Empresas de Inserção Social cujo fim fosse a transformação da maçã excedentária (refugo), em compotas, concentrados e outras formas?    

Como aqui já repetidamente afirmei, e provei com propostas concretas que caíram sempre em saco roto, as alternativas existem. Mas só com outros protagonistas.

                                             
António Vilarigues

                                   

 

                                                      

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Pensamento de 25 de Fevereiro de 2009

   Não contem com o PCP para abdicar da sua proposta de ruptura com estas políticas, para claudicar na sua luta e das suas propostas, de ser portador dum projecto e de um combate por mais justiça social, mais progresso, mais soberania e mais crescimento económico.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

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O inverno do nosso desamparo / Uma cidade em crise (uma reportagem da CBS)

     The town of Wilmington, Ohio has been devastated by the economic crisis and, as Scott Pelley reports, DHL, the town's largest employer, is shutting its domestic operation.

Duas Versões:

Texto:

(...)

«Are we going to lose our home? Are we going to be able to pay our property taxes? What are we gonna do for insurance? What are we gonna do for food? You know, and these are questions that you'd never think that we'd ask yourself. And now they're discussions in the home,» says Mike O'Machearley, who is losing the job that helped support four children and a grandson.

(...)

«You're losin' a lot more than a job,» Pelley remarks.

«Our friends. It's crazy. You'll never understand it. But we loved it,» Rider says.

«I remember people with scarves breathin' through ice in just unreal…eyelashes frozen and I started in '81. And when you worked, you worked. Why weren't we bailed out?» Morris Deufemia asks.

(...)

                                                                       

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                       

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Encontro Nacional sobre as Eleições em 2009

     O PCP realizará no dia 28 de Fevereiro (sábado), a partir das 10h30, em Almada, na Academia Almadense, um Encontro Nacional sobre as Eleições em 2009. Este Encontro, que decorrerá sob o lema «Mais Força à CDU para uma Vida Melhor» e que reunirá cerca de 1100 participantes, tem como objectivo central preparar a intervenção do PCP nos próximos actos eleitorais para o Parlamento Europeu, Assembleia da República e Autarquias Locais.

                                                                                                    

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publicado por António Vilarigues às 11:15
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Isto é uma choldra e Darwin é uma besta!...

(...)

E o que justamente seduzia Carlos na medicina era essa vida «a sério», pratica e útil, as escadas de doentes galgadas à pressa no fogo de uma vasta clínica, as existências que se salvam com um golpe de bisturi, as noites veladas à beira de um leito, entre o terror de uma família, dando grandes batalhas à morte. Como em pequeno o tinham encantado as formas pitorescas das vísceras - atraiam-no agora estes lados militantes e heróicos da ciência.

Matriculou-se realmente com entusiasmo. Para esses longos anos de quieto estudo o avô preparara-lhe uma linda casa em Celas, isolada, com graças de cotage inglês, ornada de persianas verdes, toda fresca entre as árvores. Um amigo de Carlos (um certo João da Ega) pôs-lhe o nome de «Paços de Celas», por causa de luxos então raros na Academia, um tapete na sala, poltronas de marroquim, panóplias de armas, e um escudeiro de libré.

Ao principio este esplendor tornou Carlos venerado dos fidalgotes, mas suspeito aos democratas; quando se soube porém que o dono destes confortos lia Proudhon, Augusto Comte, Herbert Spencer, e considerava também o país uma choldra ignóbil - os mais rígidos revolucionários começaram a vir aos Paços de Celas tão familiarmente como ao quarto do Trovão, o poeta boémio, o duro socialista, que tinha apenas por mobília uma enxerga e uma Bíblia.

(...)

Carlos ria-se desta ideia do Ega. Três mulheres de gosto e de luxo, em Lisboa, para adornar um cenáculo! Lamentável ilusão de um homem de Celorico! O marquês de Souzela tinha tentado, e para uma vez só, uma coisa bem mais simples - um jantar no campo com actrizes. Pois fora o escândalo mais engraçado e mais característico: uma não tinha criada e queria levar consigo para a festa uma tia e cinco filhos; outra temia que, aceitando, o brasileiro lhe tirasse a mesada; uma consentiu, mas o amante, quando soube, deu-lhe uma coça. Esta não tinha vestido para ir; aquela pretendia que lhe garantissem uma libra; houve uma que se escandalizou com o convite como com um insulto. Depois, os chulos, os queridos, os pulhas, complicaram medonhamente a questão; uns exigiam ser convidados, outros tentavam desmanchar a festa; houve partidos, fizeram-se intrigas, - enfim esta coisa banal, um jantar com actrizes, resultou em o Tarquínio do Ginásio levar uma facada...

- E aqui tens tu Lisboa.

- Enfim, exclamou o Ega, se não aparecerem mulheres, importam-se, que é em Portugal para tudo o recurso natural. Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, indústrias, modas, maneiras, pilhérias, tudo nos vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssima com os direitos da alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas... Nós julgamo-nos civilizados como os negros de S. Tomé se supõem cavalheiros, se supõem mesmo brancos, por usarem com a tanga uma casaca velha do patrão... Isto é uma choldra torpe. Onde pus eu a charuteira?

Desembaraçado da majestade que lhe dava a peliça o antigo Ega reaparecia, perorando com os seus gestos aduncos de Mefistófeles em verve, lançando-se pela sala como se fosse voar ao vibrar as suas grandes frases, numa luta constante com o monóculo, que lhe caía do olho, que ele procurava pelo peito, pelos ombros, pelos rins, retorcendo-se, deslocando-se, como mordido por bichos. Carlos animava-se também, a fria sala aquecia; discutiam o Naturalismo, Gambeta, o Nihilismo; depois, com ferocidade e à uma, malharam sobre o país...

    Mas o relógio ao lado bateu quatro horas; imediatamente Ega saltou sobre a peliça, sepultou-se nela, aguçou o bigode ao espelho, verificou a pose, e, encouraçado nos seus alamares, saiu com um arzinho de luxo e de aventura.

- John, disse Carlos que o achava esplêndido e o ia seguindo ao patamar, onde estás tu?

- No Universal, esse santuário!

Carlos abominava o Universal, queria que ele viesse para o Ramalhete.

- Não me convém...

- Em todo o caso vais hoje lá jantar, ver o avô.

- Não posso. Estou comprometido com a besta do Cohen... Mas vou lá amanhã almoçar.

Já nos degraus da escada, voltou-se, entalou o monóculo, gritou para cima:

- Tinha-me esquecido dizer-te, vou publicar o meu livro!

- O quê! está pronto? exclamou Carlos, espantado.

- Está esboçado, à brocha larga...

O Livro do Ega! Fora em Coimbra, nos dois últimos anos, que ele começara a falar do seu livro, contando o plano, soltando títulos de capítulos, citando pelos cafés frases de grande sonoridade. E entre os amigos do Ega discutia-se já o livro do Ega como devendo iniciar, pela forma e pela ideia, uma evolução literária. Em Lisboa (onde ele vinha passar as férias e dava ceias no Silva) o livro fora anunciado como um acontecimento. Bacharéis, contemporâneos ou seus condiscípulos, tinham levado de Coimbra, espalhado pelas províncias e pelas ilhas a fama do livro do Ega. Já de qualquer modo essa noticia chegara ao Brasil... E sentindo esta ansiosa expectativa em torno do seu livro - o Ega decidira-se enfim a escrevê-lo.

Devia ser uma epopeia em prosa, como ele dizia, dando, sob episódios simbólicos, a história das grandes fases do Universo e da Humanidade. Intitulava-se Memórias dum Átomo, e tinha a forma duma autobiografia. Este átomo (o átomo do Ega, como se lhe chamava a sério em Coimbra) aparecia no primeiro capítulo, rolando ainda no vago das Nebulosas primitivas: depois vinha embrulhado, faisca candente, na massa de fogo que devia ser mais tarde a Terra: enfim, fazia parte da primeira folha de planta que surgiu da crosta ainda mole do globo. Desde então, viajando nas incessantes transformações da substância, o átomo do Ega entrava na rude estrutura do Orango, pai da humanidade - e mais tarde vivia nos lábios de Platão. Negrejava no burel dos santos, refulgia na espada dos heróis, palpitava no coração dos poetas. Gota de água nos lagos de Galileia, ouvira o falar de Jesus, aos fins da tarde, quando os apóstolos recolhiam as redes; nó de madeira na tribuna da Convenção, sentira o frio da mão de Robespierre. Errara nos vastos anéis de Saturno; e as madrugadas da terra tinham-no orvalhado, pétala resplandecente de um dormente e lânguido lírio. Fora omnipresente, era omnisciente. Achando-se finalmente no bico da pena do Ega, e cansado desta jornada através do Ser, repousava - escrevendo as suas Memórias... Tal era este formidável trabalho - de que os admiradores do Ega, em Coimbra, diziam, pensativos e como esmagados de respeito:

- É uma Bíblia!

In Eça de Queirós, Complete works, Capítulo IV  

(...)

Bêbado! Ele? Ora essa!... Era coisa que não podia, era empiteirar-se. Tinha feito o possível, bebido tudo, até água-ráz. Nunca! Não podia...

- Olha, vou pôr aquela garrafa à boca, tu verás... E fico frio, fico impossível. A discutir filosofia... Queres que te diga o que penso de Darwin? É uma besta... Ora aí tens. Dá cá a garrafa.

Mas Craft recusou-lha; e, um momento Ega ficou oscilando, a olhar para ele, com a face lívida.

(...)

In Eça de Queirós, Complete works ,Capítulo IX

(...)

- Este Tomás! exclamava Ega, pousando-lhe a mão no ombro com carinho. Não há outro, é único! O bom Deus fê-lo num dia de grande verve, e depois quebrou a fôrma.

Ora, histórias! murmurava o poeta radiante. Havia-os tão bons como ele. A humanidade viera toda do mesmo barro como pretendia a Bíblia - ou do mesmo macaco como afirmava o Darwin...

- Que, lá essas coisas de evolução, origem das espécies, desenvolvimento da célula, cá para mim... Está claro, o Darwin, o Lamarck, o Spencer, o Claudio Bernard, o Litré, tudo isso, é gente de primeira ordem. Mas acabou-se, irra! Há uns poucos de mil anos que o homem prova sublimemente que tem alma!

- Toma o cafésinho, Tomás! aconselhou o Ega, empurrando-lhe a chávena. Toma o cafésinho!

(...)

In Eça de Queirós, Complete worksCapítulo XVIII

                                                                                     

Mais leituras:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                      

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Pensamento de 24 de Fevereiro de 2009

    Todos estes aspectos da ofensiva atingem um nível nunca antes atingido e fazem parte do processo de integração mundial das forças do imperialismo na sua ofensiva “global.

Como perspectiva, o imperialismo proclama imparável e irreversível a ofensiva e anuncia, a título definitivo, a estabilidade e a estabilização final do sistema. No plano ideológico anuncia a universalização do pensamento, o fim das ideologias e o “pensamento único.

                    

Álvaro Cunhal       

                       

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Sim, é possível uma vida melhor. Mais força ao PCP

    Video da campanha «Sim é possivel, uma vida melhor.» com imagens das iniciativas no distrito de Évora e excertos da sessão pública no Monte Alentejano - Rossio de S. Brás, em Évora.


                                                                                                         

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Leitura Obrigatória (CXXXVI)

     Escrito na Cela (Fernando Miguel Bernardes)

«Parece-me ser este o mérito maior da obra do escritor Fernando Miguel Bernardes: transmitir ao leitor, com especialidade ao jovem leitor, através da efabulação das vivências reais da sua experiência de resistente antifascista, os atropelos e sevícias perpetrados pelos marginais que se profissionalizaram, com o bem-haja dos governos ditatoriais de Salazar e Caetano, na repugnante função de torcionários do povo. «Porque é disto realmente que se trata no livro Escrito na Cela (Testemunho e Narrativa).

O livro de Fernando Miguel Bernardes é uma valiosa achega para o conhecimento verídico do que foi o martírio dos presos nas cadeias políticas do tempo do fascismo em Portugal.»

Alexandre Cabral

                                                                                                         

In Edições «Avante!»   

                                          

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Pensamento de 23 de Fevereiro de 2009

   Quem os ouve a apelar à unidade das forças partidárias para fazer face à crise achará que é uma ideia simpática ao ouvido. Mas como se expressa e concretiza? Que unidade é essa e em torno de que política? Fechar os olhos ao proteccionismo e aos lucros abissais do grande capital económico e financeiro e aceitar com resignação a pobreza, os baixos salários, baixas reformas e pensões, as alterações gravosas do Código do Trabalho? Alinhar com a socialização dos prejuízos dos banqueiros e calar face às privatizações de empresas, de serviços públicos da saúde, da educação? Considerar com fatalidade e em unidade contemplativa a destruição do aparelho produtivo e da produção nacional na agricultura, nas pescas, na pequena indústria e no pequeno comércio e consequentemente o desemprego inevitável? Ou seja, os apologistas da concertação e, particularmente, o que o Presidente da República e José Sócrates propõem não é a unidade para salvar o país da crise! O que propõem é unidade para salvar, manter e branquear a mesma política e os mesmos partidos políticos que têm graves responsabilidades na situação actual. Isso não é unidade! É resignação!

No fundo o que querem é o povo a dar “pau e costas” para defender uma política de direita.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

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Tom Paxton: George W. Told The Nation

George W Told the Nation


I got a letter from old George W.,
It said, "Son, I hate to trouble ya,
But this war of mine is going bad.
It's time for me to roll the dice;
I know you've already been there twice,
But I am sending you back to Baghdad."

Chorus:
Hey! George W. told the nation,
"This is not an escalation;
This is just a surge toward victory.
Just to win my little war,
I'm sending 20,000 more,
To help me save Iraq from Iraqis.

And, so, I made it to Iraq
In time for one more sneak attack,
And to my old battalion I was sent.
We drive around in our Humvees,
Listening to The Black-Eyed Peas
And speaking fondly of the president. (To Chorus)

Celebrities all come to see us,
Grateful they don't have to be us,
Politicians show their best face card.
Where is Bubba? Where's our leader?
Where's our favorite lip reader?
AWOL from the Texas National Guard

If you're hunkered in Fallujah
Wondering who it was who screwed ya,
Wondering what became of "Shock and Awe!"

(more)
You are feeling semi-certain
It has to do with Halliburton,
Dick Cheney's why you drew that fatal straw.
Tom Paxton
                                                                                         
In Tom Paxton song, "George W Told the Nation" - Democratic Underground

Para ver e ouvir Tom Paxton a cantar «George W. Told the Nation» clicar AQUI e AQUI

                                                                       

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                       

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