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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Pensamento de 30 de Abril de 2009

   Perante a evolução mais recente das taxas de juro, cada vez mais elevadas apesar da evolução descendente da Euribor e da concessão de crédito às micro, pequenas e médias empresas e às famílias, cada vez mais inacessível apesar das facilidades concedidas pelo Governo ao sistema financeiro, ressalta a importância de um sistema público de crédito para o desenvolvimento da nossa economia, em contraponto à lógica de acumulação do sistema de crédito privado que busca, por todos os meios, o lucro máximo ao serviço dos respectivos grupos financeiros e económicos, ao serviço da distribuição de chorudos dividendos dos seus principais accionistas e não ao serviço do país e do seu desenvolvimento económico e social.

                            

Jerónimo de Sousa

                                

Luís Cília canta Georges Brassens: Pobre Martinho

Pauvre Martin

Avec une bêche à l'épaule
Avec, à la lèvre, un doux chant
Avec, à la lèvre, un doux chant
Avec, à l'âme, un grand courage
Il s'en allait trimer aux champs

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Pour gagner le pain de sa vie
De l'aurore jusqu'au couchant
De l'aurore jusqu'au couchant
Il s'en allait bêcher la terre
En tous les lieux, par tous les temps

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Sans laisser voir, sur son visage
Ni l'air jaloux ni l'air méchant
Ni l'air jaloux ni l'air méchant
Il retournait le champ des autres
Toujours bêchant, toujours bêchant!

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Et quand la mort lui a fait signe
De labourer son dernier champ
De labourer son dernier champ
Il creusa lui-même sa tombe
En faisant vite, en se cachant

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Il creusa lui-même sa tombe
En faisant vite, en se cachant
En faisant vite, en se cachant
Et s'y étendit sans rien dire
Pour ne pas déranger les gens

Pauvre Martin, pauvre misère
Dors sous la terre dors sous le temps
Pauvre Martin, pauvre misère
Dors sous la terre dors sous le temps
Pauvre Martin, pauvre misère
Dors sous la terre dors sous le temps

Georges Brassens

 

Para ver e ouvir  «Pauvre Martin (Pobre Martinho)» de Georges Brassens:

  • 1972 - Luís Cília - "Pobre Martinho"  (1972 - Luís Cília na TV francesa canta "Pauvre Martin" de George Brassens, em português, na presença do próprio Brassens e de Paco Ibañez que o apresenta) 

 

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

Pensamento de 29 de Abril de 2009

     Estes acontecimentos não significam que partidos comunistas, com a sua identidade própria, não façam falta à sociedade. Pelo contrário. Com as características fundamentais da sua identidade, partidos comunistas são necessários, indispensáveis e insubstituíveis, tendo em conta que assim como não existe um “modelo” de sociedade socialista, não existe um “modelo” de partido comunista.

                           

Álvaro Cunhal       

                        

Catherine Sauvage canta Louis Aragon e Léo Ferré: L' Affiche Rouge

L'Affiche rouge

Para ver e ouvir Catherine Sauvage a cantar «L' Affiche Rouge» de Louis Aragon e música de Léo Ferré clicar AQUI    

Publicado neste blog (do mais antigo para o mais recente):

Manouchian e os seus camaradas quando da sua execução

                                                                    

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                       

Pensamento de 28 de Abril de 2009

   Uma situação tão mais preocupante quanto se estima uma desvalorização de pelo menos 30% nas aplicações destes fundos de pensões nos últimos dois anos (2007 e 2008) e que só os fundos de pensões do BCP, BES e BPI, estavam avaliados no final de 2007 em cerca de 10,4 mil milhões de euros, ou seja, já valiam mais do que os respectivos grupos financeiros em bolsa.

                            

Jerónimo de Sousa

                                

Rafael Alberti: Balada para los poetas andaluces de hoy

     Em 27 de abril de 1977, após trinta e oito anos de exílio – vinte quatro na Argentina e quatorze na Itália -, RAFAEL ALBERTI regressa por primeira vez à Espanha. Suas primeiras palavras ao descer do avião foram: «Saí da Espanha com o punho fechado e agora volto com a mão aberta, em sinal de paz e fraternidade entre todos os espanhóis».

Sua mítica vida está ligada, durante quase um século, aos acontecimentos culturais, políticos e sociais mais destacados da Espanha. Desde sua afiliação ao Partido Comunista, seu trabalho na Aliança de Intelectuais Antifascistas durante a Guerra Civil, sua colaboração durante a disputa junto a Maria Teresa León e outros intelectuais no salvamento de importantes obras de arte do patrimônio cultural espanhol - «Las Meninas» de Velázquez, «Carlos V» de Tiziano -, até sua presidência honorária com Dolores Ibárruri nas primeiras Cortes Democráticas... Tudo isso faz de Alberti um personagem singular da história espanhola mais recente. 

Com seus versos, Rafael Alberti preencheu as páginas mais importantes da poesia contemporânea. Pertencer à mítica Geração de 27 o liga ao grupo de maior esplendor poético do século XX, e sua ética e dignidade exemplares foram reconhecidas com numerosos prêmios, entre os quais se destacam: o prêmio Nacional de Literatura, o Lênin da Paz, o Nacional de Teatro e o Cervantes de Literatura.

In vida e obra


Balada para los Poetas Andaluces de Hoy
                               (Rafael Alberti)


¿Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
¿Qué miran los poetas andaluces de ahora?
¿Qué sienten los poetas andaluces de ahora?

Cantan con voz de hombre, ¿pero dónde los hombres?
con ojos de hombre miran, ¿pero dónde los hombres?
con pecho de hombre sienten, ¿pero dónde los hombres?

Cantan, y cuando cantan parece que están solos.
Miran, y cuando miran parece que están solos.
Sienten, y cuando sienten parecen que están solos.

¿Es que ya Andalucía se ha quedado sin nadie?
¿Es que acaso en los montes andaluces no hay nadie?
¿Que en los mares y campos andaluces no hay nadie?

¿No habrá ya quien responda a la voz del poeta?
¿Quién mire al corazón sin muros del poeta?
¿Tantas cosas han muerto que no hay más que el poeta?

Cantad alto. Oiréis que oyen otros oídos.
Mirad alto. Veréis que miran otros ojos.
Latid alto. Sabréis que palpita otra sangre.

No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo.
encerrado. Su canto asciende a más profundo
cuando, abierto en el aire, ya es de todos los hombres

Música: Manolo Diaz - Aguaviva (banda)

Para ver e ouvir várias interpretações da «Balada para los poetas andaluces de hoy» de Rafael Alberti:

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                          

Rafael Correa foi reeleito presidente do Equador logo na primeira volta

Rafael Correa, izquierda, celebra con su compañero de candidatura Lenin Moreno los primeros sondeos

El actual presidente de Ecuador renovará su mandato después de ganar las elecciones con algo más del 50% de los votos. Rafael Correa ha obtenido una mayoría de 61 escaños de los 124 con lo que cuenta la Asamblea Nacional. Correa ha agradecido el apoyo de los ecuatorianos por respaldar lo que ha llamado "su proyecto de revolución ciudadana" para atender a los más pobres. En España, viven casi 500.000 ecuatorianos. Más de 100.000 han ido a las urnas y, también aquí, han apoyado en su mayoría al candidato socialista.

Vídeos:

Notícias: 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                 

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