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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Pensamento de 27 de Junho de 2009

    Nós temos toda a confiança na força e vitalidade do nosso Projecto e é bom que lhes digamos que nós estamos preparados para assumir todas as responsabilidades, assim o queira o nosso povo.

Não para fazer a mesma política de sempre, mas para abrir um novo caminho, com uma nova política alternativa para devolver a esperança e a confiança no futuro aos trabalhadores e ao povo.

                                

Jerónimo de Sousa

                                

Faleceu o Professor Ruy Eugénio Pinto

   

«O bioquímico português Ruy Eugénio Pinto, considerado um dos pais da primeira licenciatura em Bioquímica do País, morreu ontem aos 84 anos em Lisboa, vítima de doença prolongada.
O cientista e professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa eraum espírito livre e uma pessoa sem fronteirascontou ao Ciência Hoje Miguel Castanho, professor e presidente da Sociedade Portuguesa de Bioquímica».

O Professor Ruy Eugénio Pinto era um antifascista de longa data e militante do Partido Comunista Português nos últimos 35 anos

                                                                                                                                

Leitura Obrigatória (CLVII)

    São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

«No dia 15/06/2009 realizou-se na Assembleia da República um colóquio parlamentar sobre a Alta Velocidade (AV) em que fomos convidados pela Comissão das Obras Públicas a fazer uma intervenção sobre a sua sustentabilidade económica e financeira. São os aspectos mais importantes dessa intervenção que divulgamos neste estudo. Mas tão grave ou ainda mais do que a AV, é a continuação do investimento maciço em Auto-Estradas que só agrava a dependência do País ao exterior e a grave distorção do sistema de transportes assente fundamentalmente no rodoviário. Mas disso ninguém fala. É estranho que só agora os "28 conceituados economistas", tenham descoberto que é necessário aprofundar os estudos dos grandes projectos, quando há bem pouco tempo muitos deles defendiam precisamente o contrário, e têm-se mantidos mudos sobre a continuação da construção de mais auto-estradas. Mas é melhor tarde do que nunca.

A primeira conclusão que se tira da análise dos estudos feitos sobre a Alta Velocidade, é que o cenário macroeconómico utilizado não tem qualquer correspondência com a realidade. Eles assentam num crescimento do PIB de 2% no período 2003-2010; de 2,3% no período 2010-2020 e de 2% no período de 2020-2030. No entanto, o crescimento económico no período 2003-2010 deverá ser apenas 0,8% (40% do previsto nos estudos). A quebra que se está a verificar no PIB torna ainda mais difícil que seja atingida as previsões de procura previstas nos mesmos estudos. »

 

Pensamento de 26 de Junho de 2009

    Nós, comunistas portugueses, assim como defendemos, no nosso próprio país, a unidade de todos os democratas e patriotas, assim defendemos, na esfera internacional, a unidade de todas as forças anti-imperialistas e a participação em iniciativas comuns ou convergentes das mais variadas e vastas forças sociais, políticas e religiosas na luta em defesa da paz mundial.

                         

Álvaro Cunhal       

                           

Amália Rodrigues canta Cecília Meireles e Alain Oulman: Canção / Naufrágio

Canção

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar

Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.

Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas
.

Alain Oulman e AQUI / Cecília Meireles

 

Para ver e ouvir Amália Rodrigues a cantar « Canção» de Cecília Meireles e Alain Oulman:

 

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Pensamento de 25 de Junho de 2009

     Se a estabilidade governativa que os trabalhadores precisam é aquela que promove a desestabilização da lei da selva nas relações laborais com as suas propostas de alteração do Código de Trabalho.

Não! Não é esta a estabilidade governativa que os portugueses e o país precisam!

                                

Jerónimo de Sousa

                                

Paco Ibañez canta: Romance del Conde Niño

     Romance del Conde Niño                                  

(Anónimo espanhol - Séculos XV-XVI)

                                                                  

Conde Niño, por amores
es niño y pasó a la mar;
va a dar agua a su caballo
la mañana de San Juan.
Mientras el caballo bebe
él canta dulce cantar;
todas las aves del cielo
se paraban a escuchar;
caminante que camina
olvida su caminar,
navegante que navega
la nave vuelve hacia allá.
La reina estaba labrando,
la hija durmiendo está:
-Levantaos, Albaniña,
de vuestro dulce folgar,
sentiréis cantar hermoso
la sirenita del mar.
-No es la sirenita, madre,
la de tan bello cantar,
si no es el Conde Niño
que por mí quiere finar.
¡Quién le pudiese valer
en su tan triste penar!
-Si por tus amores pena,
¡oh, malhaya su cantar!,
y porque nunca los goce
yo le mandaré matar.
-Si le manda matar, madre
juntos nos han de enterrar.
Él murió a la media noche,
ella a los gallos cantar;
a ella como hija de reyes
la entierran en el altar,
a él como hijo de conde
unos pasos más atrás.
De ella nació un rosal blanco,
de él nació un espino albar;
crece el uno, crece el otro,
los dos se van a juntar;
las ramitas que se alcanzan
fuertes abrazos se dan,
y las que no se alcanzaban
no dejan de suspirar.
La reina, llena de envidia,
ambos los mandó cortar;
el galán que los cortaba
no cesaba de llorar;
della naciera una garza,
dél un fuerte gavilán
juntos vuelan por el cielo,
juntos vuelan a la par.

In Romance del Conde Niño - Anónimo - Ciudad Seva

Para ver e ouvir Paco Ibañez a cantar «Romance del Conde Niño»:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

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