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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Pensamento de 2 de Agosto de 2009

    Não há inevitabilidades e nada está perdido. Com a luta e com o voto dos portugueses é possível derrotar não apenas a vergonhosa política do governo do PS, mas a própria política de direita e restantes executores.

                               

Jerónimo de Sousa

                                

José (Zeca) Afonso: 80 anos!

2 de Agosto de 1929 - 23 de Fevereiro de 1987

AO VIVO NO COLISEU (1983): 

  • À Proa (José Afonso)

  • Balada do Mondego (Artur Paredes)

  • Senhora do Almortão (tradicional - José Afonso)

  • Dor na Planície (Octávio Sérgio) 

  • Canção de embalar (José Afonso) 

  • Natal dos Simples (José Afonso) 

 

  • Um Homem Novo Veio da Mata (José Afonso) 

  • O Anel que Tu Me Deste (tradicional) 

  • Murinheira (tradicional) 

  • Utopia (José Afonso)

 

 

Vídeos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

Explicações para rainha ouvir

     «Em resumo, Sua Majestade, a incapacidade de prever o momento, a amplitude e a severidade da crise e de preveni-la, entre muitas outras causas, deveu-se principalmente a uma falha da imaginação colectiva de muitas pessoas brilhantes, tanto no nosso país como a nível internacional, para compreender os riscos do sistema na sua totalidade»

                

Pensamento de 1 de Agosto de 2009

    [A revolução de Outubro] Significou, pela sua influência e relações de solidariedade recíproca, uma nova e poderosa dinâmica do movimento operário internacional e suas conquistas.   

                         

Álvaro Cunhal       

                           

Penalva do Castelo: Não entramos na maledicência, na intriga, na calúnia...

    Dizia-me um amigo, em tom de crítica construtiva, que este blog ligava pouco ou nada a alguns acontecimentos em Penalva do Castelo. Referia-se a alguns factos envolvendo a a maioria do executivo PPD/PSD-CDS/PP presidido por Leonídio Monteiro.

A minha, a nossa, resposta foi dada na apresentação dos cabeças de lista da CDU à Câmara e Assembleia Municipal:

«Esta candidatura da CDU não entra em jogos baixos típicos de um certa forma de fazer política. Não entramos na maledicência, na intriga, na calúnia, na crítica pela crítica, nos ataques pessoais. 

A nossa visão da política é a de uma actividade nobre, que, no respeito pelo adversário, discute propostas e faz críticas construtivas. Que apresenta propostas alternativas àquilo que é criticado. Que exige a prestação regular de contas às populações que nos elegeram. Que procura manter um diálogo vivo e constante com as populações e os interesses vivos do município (associações, empresários, trabalhadores, populações).

Os candidatos da CDU cultivam uma maneira própria de estar na política que se caracteriza por não se servirem dos cargos para que são eleitos, mas antes pelo contrário, usam esses cargos para defender intransigentemente o interesse das populações.»

Ler Texto Integral

                         

Duas Crises

    Uma das maiores instituições financeiras – e também um dos maiores viveiros de governantes – dos EUA é a Goldman Sachs. No ano passado recebeu 10 mil milhões de dólares de dinheiros públicos. Agora, proclama lucros recorde no segundo trimestre de 2009, e decidiu distribuir 6,65 mil milhões de dólares em gratificações aos seus 29 400 funcionários (Bloomberg, 14.7.09). Alguns indivíduos vão meter ao bolso milhões de dólares, só neste trimestre. Escreve a Bloomberg: a Goldman Sachs «está a reverter para um modelo de negócios que os analistas consideraram irremediavelmente falido durante a crise de crédito global», aumentando as suas actividades de risco. Isto é, os multimilionários de Wall Street continuam a fazer o que sempre fizeram – e que disseram ser a causa da crise. Agora tentam-nos fazer crer que a crise está a abrandar. Querem o business as usual. Aliás, para alguns a crise nem chegou a começar. O ex-CEO da Porsche, Wendelin Wiedeking foi despedido depois de uma tentativa fracassada de comprar a Volkswagen, que deixou a Porsche com uma dívida de 10 mil milhões de euros. Mas na despedida Wiedeking recebeu uma compensação de 50 milhões de euros (Bloomberg, 23.7.09), sem contar com a remuneração de 77 milhões de euros que recebera no ano anterior, quando andava entretido a afundar a Porsche. Vários grandes bancos estão a aumentar os salários dos seus quadros dirigentes (Financial Times, 24.7.09). São factos para recordar quando vierem com a cantiga de que «todos temos que aceitar sacrifícios para sair da crise».

(sublinhados meus)

                                                                          

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