Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

Sócrates, escuta, o povo está em luta!

CGTP-IN

-

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 18:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Avante, Avante P'lo Benfica - Hino Oficial do SLB silenciado pelo regime fascista

-

Avante, Avante P'lo Benfica - Hino Oficial do Sport Lisboa e Benfica
-

"Todos por um!" eis a divisa,
Do velho Clube Campeão,
Que um nobre esforço imortaliza,
Em gloriosa tradição.

Olhando altivo o seu passado,
Pode ter fé no seu futuro.
Pois conservou imaculado
Um ideal sincero e puro.

REFRÃO
Avante, avante p'lo Benfica,
Que uma aura triunfante Glorifica!
E vós, ó rapazes, com fogo sagrado,
Honrai agora os ases
Que nos honraram o passado!

Olhemos fitos essa Águia altiva,
Essa Águia heráldica e suprema,
Padrão da raça ardente e viva,
Erguendo ao alto o nosso emblema!

Com sacrifício e devoção
Com decisão serena e calma,
Dêmos-lhe o nosso coração!
Dêmos-lhe a fé, a alma!

Letra: Félix Bermudes

Música: Alves Coelho

Interpretação do Orfeão Sport Lisboa e Benfica

Composto por ocasião do vigésimo quinto aniversário do Clube (1929) e censurado pelo Estado Novo fascista em 1942.

A 16 de Abril de 1953 foi apresentado num sarau de angariação de fundos para a construção do Estádio da Luz, no Pavilhão dos Desportos, com a presença de cerca de 6 mil benfiquistas o tema "Ser Benfiquista" escrito por Paulino Gomes Júnior (letra e música) e interpretado pelo cristalino tenor Luís Piçarra, muitas vezes tomado, erradamente, pelo hino oficial do Clube.

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:00
link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito

Não há comunistas jovens

Juventude Comunista Portuguesa

-

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 06:06
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

As escolhas de José e Pedro

1. Questão prévia: em 31 de Dezembro de 2008 o défice orçamental do Estado estava em 2,8% e um ano depois disparava para 9,3%. Como foi possível que tivesse aumentado tão rapidamente? Múltiplos factores contribuíram para esta realidade.

Em primeiro lugar, o Estado e a banca pública tiveram de ir em socorro do sistema financeiro, nomeadamente dando garantias superiores a 20 mil milhões de euros (mais de 12,5% do PIB). Na altura os comunistas (e não só) advertiram: não venham depois apresentar a factura do regabofe do BPP, do BPN e do BCP aos mesmos do costume. Recorde-se, por exemplo, que o BPN era um banco que em 2007, reportou resultados positivos de 77 milhões de euros e, em 2006, de 86 milhões de euros. Mas que apresentou a 30 de Outubro de 2008 700 milhões de euros de prejuízos. Hoje o valor injectado ultrapassa os 4 mil milhões de euros (2,4% do PIB!!!).

Consequências? Contraiu-se a economia, caiu o PIB, cortaram-se as receitas, aumentou o desemprego, aumentaram os gastos com a subida do desemprego e com as ajudas aos banqueiros. E, claro, mantiveram-se as célebres derrapagens das contas públicas.

2. Há que obter dinheiro rápido e em força, dizem o José (Sócrates) e o Pedro (Passos Coelho) a uma só voz.

Cenário 1: Aumento do IVA em todos os produtos e em todas os níveis de taxas, incluindo na taxa sobre os bens de primeira necessidade. Redução de salários na administração pública. Agravamento do IRS com o congelamento da dedução específica e novas limitações das deduções à colecta com despesas de saúde e educação. Imposto adicional no IRS. Corte nas principais prestações sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego. Corte na maioria dos apoios sociais, como sejam o Rendimento Social de Inserção e o Complemento Social para Idosos e as pensões sociais do regime não contributivo da segurança social.

Novos cortes no investimento. Diminuição das comparticipações nos medicamentos. Congelamento das entradas no sector público. Imposição do aumento da idade da reforma na administração pública, dos 62,5 para os 65 anos. Novas e crescentes dificuldades impostas às actividades que vivem do mercado interno – às muitas milhares de micro, pequenas e médias empresas. O Estado a prescindir das alavancas fundamentais da economia que lhe restam em empresas fornecedoras de bens e serviços essenciais, perdendo recursos financeiros indispensáveis para o país.

3. Cenário 2: Tributar aqueles que, para não pagar impostos, tinham, só em 2008, 16 mil milhões de euros em offshores. E as SGPS e Fundos de Investimento que continuam isentos de tributação. E os grupos económicos e financeiros que entre 2004 e 2009 tiveram 32,8 mil milhões de euros de lucros líquidos. Garantir que a banca pague uma taxa efectiva de 25% de IRC sobre os seus lucros. Aplicar uma taxa extraordinária de IRC a empresas com lucros superiores a 50 milhões de euros. Aplicar um imposto sobre transacções na bolsa, incluindo sobre as mais-valias bolsistas.

Tributar os dividendos do capital em 30% e as grandes fortunas (as fortunas das quatro famílias portuguesas mais ricas totalizam 7,4 milhares de milhões de euros). Tributar os que apostam na economia paralela e clandestina que significará hoje cerca de 20% a 25% do PIB real. O que se traduziria na recolha, em impostos, de valores da ordem dos 16 mil milhões de euros/ano. Valor que, sublinhe-se, é várias vezes superior aos fundos comunitários.

4. A escolha do José e do Pedro foi a óbvia: o cenário 1. Aquele que assegura que os aumentos do IRS e do IVA vão representar 75% do acréscimo da receita. Enquanto que o IRC e o imposto sobre transacções em bolsa (apenas para os pequenos accionistas, diga-se) não chegarão aos 25%.

Por responder ficam algumas perguntas óbvias: como teremos mais receita sem haver crescimento? Como teremos crescimento económico se quebra o investimento, se, penalizando os salários e as reformas, o consumo interno não progride? Esta política não resolve o problema económico nem resolve o problema orçamental.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In jornal "Público" - Edição de 28 de Maio de 2010

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | favorito
Domingo, 30 de Maio de 2010

Artigo 38.º: Silêncios e preconceitos

«O Estado assegura a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social

perante o poder político e o poder económico.»

in Constituição da República Portuguesa.

-

Na semana passada, muitos militantes e amigos do PCP devem ter ficado surpreendidos com a quantidade de notícias e comentários envolvendo o Partido, devido à apresentação da moção de censura. Mas desengane-se quem pensar que isto vai ser sempre assim e que tal cobertura representa uma mudança de atitude e critérios por parte da generalidade da comunicação social – ou melhor, de quem nela manda. Aliás, mal tinha terminado a discussão da moção de censura e já tudo parecia voltar à normalidade...

A cobertura noticiosa do 9.º Congresso da JCP, realizado no sábado e no domingo, é já um exemplo disto mesmo. Durante dois dias, mais de 500 delegados debateram aprofundadamente a situação da juventude portuguesa e aprovaram as propostas da JCP para a educação, para o emprego, para a habitação – em resumo, para o seu futuro. Tratou-se de uma grande realização do Partido e de uma iniciativa ímpar no quadro das organizações juvenis portuguesas.

Mas a TVI, a TSF e a imprensa escrita não deram qualquer atenção a este grande Congresso – certamente para melhor poder alimentar o preconceito em torno de um partido que afirmam (e desejam) envelhecido e sem qualquer poder de atracção para a juventude, para dar consistência à tese presidencial de uma juventude alheada da luta pelos seus direitos e aspirações... A força demonstrada no grande desfile de sábado à noite, com largas centenas de jovens, somada à que emanou do Congresso, eram, por si só, suficientes para derrubar qualquer uma destas teses. Mas também aí a estação de Queluz de Baixo não esteve lá para ver, acompanhada, nesta ausência, pela estação pública.

Como já tinha acontecido noutras tomadas de posição sobre o mesmo assunto, a sessão pública sobre «Nacionalizações e Democracia Económica», realizada no dia 18 em Setúbal, não mereceu qualquer cobertura informativa. Talvez como nenhuma outra, a proposta do PCP de afirmar o controlo público dos sectores estratégicos da economia – banca, energia, telecomunicações, transportes… – é totalmente silenciada, certamente porque para os centros de decisão do grande capital, com a influência que têm naquilo que é publicado ou difundido, é tema que não interessa.

Não é difícil de imaginar como seria complicado justificar as novas privatizações se fosse claro para todos que, por exemplo, e como disse Jerónimo de Sousa, a dívida pública tivesse passado de 57,8 para 77,2 por cento do PIB dezoito anos depois da primeira vaga de privatizações...

Entretanto, Marcelo Rebelo de Sousa, o comentador oficial da política de direita, fez a sua reentré televisiva, agora na TVI, e não encontrou melhor do que defender e justificar a política do Governo e atacar o Partido que mais intransigentemente a combate, o PCP. Mas à falta de motivos sérios, fê-lo recorrendo a questões laterais e provocatórias da entrevista de Jerónimo de Sousa à TSF e ao DN, no caso sobre futebol. A continuar assim (como sempre foi, aliás) espera-lhe certamente uma longa vida de comentador de televisão.

O livro de Carlos Brito, que ainda nem foi lançado, tem merecido parangonas em jornais e revistas e vários minutos de televisão. Não falando do facto de se atacar quem já cá não está para se defender, isto prova sobretudo uma coisa: que o rótulo de ex-comunista é uma via segura para as luzes da ribalta.

_

In Jornal «Avante!» - Edição de 27 de Maio de 2010

_

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:04
link do post | comentar | favorito
Sábado, 29 de Maio de 2010

Hoje vou estar aqui!

CGTP-IN

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 06:06
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Não somos o país do «come e cala»

Há quem pense que devem ser os trabalhadores e o povo a pagar a crise. Crise, em relação à qual, sublinhe-se, não têm qualquer responsabilidade.

As direcções do PS e do PPD/PSD, José Sócrates e Pedro Passos Coelho, querem fazer deste país, um país do «come e cala». Um Portugal onde o povo estivesse disposto a aceitar tudo, resignado, sem protesto, sem luta e sem esperança.

Em 2008 o défice estava em 2,8% e hoje está em 9,3%. Porque é que aumentou tão rapidamente o défice do Estado? Será que o Estado resolveu aumentar exponencialmente as despesas nos serviços públicos? Será que os trabalhadores da Função Pública foram substancialmente aumentados? Será que houve uma política audaciosa de investimento?

Não. A realidade foi que o Estado e a banca pública tiveram de ir em socorro do sistema financeiro. Na altura o PCP advertiu: não venham depois apresentar a factura do regabofe do BPP, do BPN e do BCP aos mesmos do costume. Contraíram a economia, caiu o PIB, cortaram as receitas, aumentou o desemprego, aumentaram os gastos com a subida do desemprego e com as ajudas aos banqueiros. E, cereja em cima do bolo, mantiveram-se as célebres derrapagens das contas públicas.

Porque será que agora já ninguém fala no BCP, no BPP e no BPN, nem nas dificuldades de outros Bancos no auge da crise financeira? Sejamos claros: os défices públicos aumentaram não pelos desmandos do sector público, mas sim pelos desmandos do sector privado, designadamente do sector financeiro.

O mundo não mudou nos últimos quinze dias. A realidade é que temos uma governação ao sabor das circunstâncias. E um poder político que assume ser um instrumento nas mãos dos grandes monopólios financeiros, dos grandes grupos económicos e dos interesses das grandes potências europeias. Quanto engano, quanta falsidade, quanta mentira estava patente no discurso das promessas de um mundo melhor dos partidos que têm estado no governo em todos estes anos.

Por isso estaremos sábado, dia 29, em Lisboa, a demonstrar que não nos calamos!

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 28 de Maio de 2010

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

E agora é preciso acabar com as medidas anticrise para a crise não piorar...

Bartoon, jornal «Público» - Edição de 28 de Maio de 2010

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 19:07
link do post | comentar | favorito

Folha Informativa da Junta de Freguesia de Real - Maio 2010

Folha Informativa da Junta de Freguesia de Real

-

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:02
link do post | comentar | favorito

A Crise do Sistema Capitalista: «Bezerro de ouro» - sacerdotes e lacaios

Na história abundam «deuses», de criação humana, feitos à imagem dos preconceitos e desígnios de uma realidade e temporalidade concreta, e cujo saldo de percurso na super-estrutura social e nas misérias do mundo é hediondo.

É o caso do episódio bíblico do «bezerro de ouro», recém recuperado por José Saramago no romance Caim, que mostra como a adoração dum totem, obviamente falso, a que se sacrificam os princípios, na esperança de todas as riquezas do mundo, termina no morticínio sangrento de milhares de inocentes.

É o caso do «bezerro de ouro» desta fase de domínio imperialista do mundo, o deus «mercado» - dito omnipresente, omnisciente e omnipotente -, ou seja, o capital financeiro multinacional «globalizado» a quem se imolam as economias mais débeis, como a nossa.

O resultado é a destruição da produção, das pequenas empresas e do mercado interno, o roubo do património do país, dos salários, direitos e prestações sociais, o desemprego, o assalto aos serviços públicos e funções sociais do Estado, a imolação dos dinheiros públicos – cujo défice é pretexto da rapina - e da soberania nacional.

À média de duas vezes por semana, o deus «mercado» ameaça e chantageia com terríveis catástrofes e é «aplacado» com novos sacrifícios, sempre dos mais fracos. E lá estão os seus sumo-sacerdotes e lacaios para garantir o repasto à infindável gula do «mercado», com a promessa de que desta feita o sofrimento terminará.

Os sumo-sacerdotes do «bezerro de ouro» são figuras como Krugman, Prémio Nobel norte americano, para quem os salários dos países da periferia da UE precisam de cair 30%, relativamente à Alemanha, ou Trichet, Presidente do BCE, que garante não existir qualquer ataque especulativo, mas apenas países prevaricadores das contas públicas que é necessário sancionar, ou um tal Barroso, papagaio de Merkel, que não se engasga ao dar voz à proposta de censura prévia da Comissão Europeia aos orçamentos de (certos) estados-membros.

E os lacaios do «bezerro de ouro» são os Migueis de Vasconcelos, do PS, PSD, e não só, que entregam à morte a independência económica e a soberania nacional, no altar do capital financeiro sem pátria e das grandes potências do directório federalista do Euro. Numa verdadeira traição nacional. A que um dia se fará justiça.

In jornal « Avante!» - Edição de 27 de Maio de 2010

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 28 seguidores

.pesquisar

.Janeiro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
24
25
26
27
28
29
30
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. O Sistema de Saúde de Cub...

. Boletim nº 1/2019 da Comi...

. A verdade sobre a campanh...

. CTT – a degradação do ser...

. A verdade é só uma: a TVI...

. Manipulação, mentira e di...

. Viva Cuba!

. Empresa «Águas do Caramul...

. Labesfal discrimina traba...

. Cuba socialista. 60 anos ...

.arquivos

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Outubro 2018

. Julho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. álvaro cunhal

. assembleia da república

. autarquia

. avante!

. bce

. benfica

. blog

. blogs

. câmara municipal

. capitalismo

. caricatura

. cartoon

. castendo

. cds

. cdu

. cgtp

. cgtp-in

. classes

. comunicação social

. comunismo

. comunista

. crise

. crise do sistema capitalista

. cultura

. cultural

. democracia

. desemprego

. desenvolvimento

. desporto

. dialéctica

. economia

. economista

. eleições

. emprego

. empresas

. engels

. eua

. eugénio rosa

. exploração

. fascismo

. fmi

. futebol

. governo

. governo psd/cds

. grupos económicos e financeiros

. guerra

. história

. humor

. imagens

. imperialismo

. impostos

. jerónimo de sousa

. jornal

. josé sócrates

. lénine

. liberdade

. liga

. lucros

. luta

. manifestação

. marx

. marxismo-leninismo

. música

. notícias

. parlamento europeu

. partido comunista português

. paz

. pcp

. penalva do castelo

. pensões

. poema

. poesia

. poeta

. política

. portugal

. precariedade

. ps

. psd

. recessão

. revolução

. revolucionária

. revolucionário

. rir

. salários

. saúde

. segurança social

. sexo

. sistema

. slb

. socialismo

. socialista

. sociedade

. sons

. trabalhadores

. trabalho

. troika

. união europeia

. vídeos

. viseu

. vitória

. todas as tags

.links

.Google Analytics

blogs SAPO

.subscrever feeds