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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Orçamento aprovado na Assembleia, mas chumbado pelo País!

(...)

Este Orçamento do Estado é o maior ataque às condições de vida dos trabalhadores e do povo alguma vez desencadeado em democracia. É um Orçamento ao serviço dos especuladores e contra os reais interesses do povo e do país. É um Orçamento põe em evidência o total falhanço das políticas do PS e do PSD, com ou sem a muleta do CDS.

(...)

Este Orçamento é um Orçamento de mentira. São impostos sacrifícios para supostamente “acalmar” os “mercados internacionais”, quando já se percebeu perfeitamente que não é a cedência à chantagem que “acalma” os especuladores.

(...)

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Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Os muros da Europa

Los muros de Europa, J. R. Mora

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«Según el informe de UNITED se cuentan desde 1993 casi 14.000 muertes en los muros de Europa. Los refugiados mueren, por ejemplo, porque tanto entre los puestos fronterizos, entre los estados europeos y en el mar se les va mandando de un sitio a otro hasta que al final mueren de inanición o ahogados.
Los refugiados que se rescatan en territorio europeo son retenidos. Los “ilegales” mueren en los centros de detención de los estados miembros de Schengen o al ser expulsados.
Las personas consideradas cargas sociales se pueden ver rápidamente dentro de Europa como “masa prescindible”, como se puede comprobar en las expulsiones de gitanos en Francia. Familias que viven desde hace mucho tiempo en Alemania, cuyos hijos ni siquiera pueden hablar ya el idioma materno de sus padres, son expulsadas a sus “países de origen
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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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A ladainha da Brigada do Reumático (II)

(continuação)

Quem, tendo vivido os derradeiros momentos do fascismo, não se recorda dessa antológica cena de ópera bufa envolvendo o encontro dos altos comandantes das Forças Armadas com o então presidente do Conselho de Ministros, Marcelo Caetano, pomposa cerimónia que entrou na gíria popular como sendo a da «Brigada do Reumático»?

Passados cerca de 36 anos, com novos actores, em circunstâncias políticas diferentes e a pretexto da actual situação do país, mas repetindo o mesmo guião «operático-reumatismal», assiste-se, no Palácio de Belém, ao encontro entre o Presidente da República e um vasto conjunto de ex-ministros das Finanças, todos eles com vastos currículos políticos, académicos e profissionais.

(…)

Nenhum deles, e muito menos o anfitrião, tiveram qualquer culpa na situação actual. Longe disso, afirmam também a pés juntos as conhecidas e consabidas vozes do dono.

Não carregam com o peso de nenhuma responsabilidade. Nenhuma.

(…)

Com efeito, incluindo o actual Presidente da República:

(...)

Nenhum deles pactuou com o compadrio envolvido na transformação de terras agrícolas, avaliadas a patacos, em terrenos urbanizáveis avaliados em milhões sem que tivesse revertido para o orçamento do Estado as referidas mais-valias cuja dimensão, no contexto por vezes mafioso, explica muitas das grandes fortunas existentes em Portugal.

Nenhum deles deixou, insistentemente, de estudar a natureza do nosso comércio internacional e de pugnar por medidas práticas tendentes à substituição das importações por produção nacional, favorecendo, entre nós, o emprego e evitando o endividamento externo.

Nenhum deles apoiou a ganância da oligarquia financeira na fixação especulativa das taxas e serviços bancários à revelia dos seus custos reais, na medida em que sabiam que, desse comportamento, haveria uma colossal transferência de meios monetários das empresas e das famílias para os bolsos dos accionistas do sistema financeiro.

Nenhum deles contribuiu para a criminosa política do BCP, do BES, do BPI, da CGD e restante banca na destruição da poupança nacional, quer por via de taxas de juros inferiores ao valor da inflação no que se refere à remuneração dos depósitos, quer por via do desenfreado consumismo do compre agora e pague depois.

Nenhum deles fomentou a abusiva disseminação do chamado «dinheiro de plástico» e na abertura de linhas de crédito não solicitadas pelos clientes, na medida em que sabiam que isso iria provocar o endividamento externo e, por conseguinte, colocar a nossa dependência nas mãos dos credores no que concerne ao investimento na economia e à própria liquidez da banca.

(Abre-se-se aqui um parêntesis para dizer que, recentemente, o actual presidente do conselho de administração do BCP, batendo com a mão no peito, declarou que a banca, no que concerne à concessão de crédito, foi «imprudente». Imprudente? O tanas! Crime lesa-pátria era o que ele devia ter dito).

(continua)

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Quem disse que «a NATO foi concebida em espelho com o Pacto de Varsóvia»?

Para ajudar os nossos leitores aqui vai a frase completa:

«Realmente, realmente, esta organização [a NATO] devia ter acabado quando acabou o Pacto de Varsóvia. Ou seja, a NATO foi concebida em espelho com o Pacto de Varsóvia, portanto, o pacto dos países de leste, quando ainda tínhamos o chamado socialismo real. E a NATO sempre se proclamou como organização de defesa do ocidente e com um raio de acção que era o da defesa dos países do ocidente».

Para responderem à pergunta do título, não adianta procurarem através daqueles «motores de busca» muito jeitosos.

Mas, basta ir a qualquer fonte, manhosa que seja, para descobrir que o Pacto de Varsóvia foi assinado nessa cidade a 14 de Maio de 1955, e a NATO, por vezes chamada Aliança Atlântica, foi constituída em Washington a 4 de Abril de 1949.

Assim, a frase do título constitui uma grosseira falsificação histórica, sem dúvida produto da ignorância do «especialista» que é, aliás, uma pessoa conhecedora e inteligente...

E quem for muito, mas mesmo muito!, curioso pode ouvir a frase AQUI!

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Grande jornada de luta: mais de 3 milhões trabalhadores envolvidos na Greve Geral

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Hoje por todo o país os trabalhadores fizeram ouvir a sua voz.

A Greve Geral de 24 de Novembro convocada pela CGTP-IN, uma das mais importantes jornadas de luta realizada em Portugal depois do 25 de Abril, constituiu uma poderosa resposta à brutal ofensiva do Governo PS e do PSD, e de todos aqueles, como é o caso do Presidente da República, que têm patrocinado o rumo de desastre nacional imposto ao país.

Uma grande Greve Geral que ficará inscrita na história da luta dos trabalhadores e do povo português que teve o envolvimento de mais de 3 milhões de trabalhadores. Uma vitória sobre a resignação e o conformismo. Uma jornada que, pela sua dimensão, reafirmou o valor maior da luta.

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A ladainha da Brigada do Reumático (I)

Quem, tendo vivido os derradeiros momentos do fascismo, não se recorda dessa antológica cena de ópera bufa envolvendo o encontro dos altos comandantes das Forças Armadas com o então presidente do Conselho de Ministros, Marcelo Caetano, pomposa cerimónia que entrou na gíria popular como sendo a da «Brigada do Reumático»?

Passados cerca de 36 anos, com novos actores, em circunstâncias políticas diferentes e a pretexto da actual situação do país, mas repetindo o mesmo guião «operático-reumatismal», assiste-se, no Palácio de Belém, ao encontro entre o Presidente da República e um vasto conjunto de ex-ministros das Finanças, todos eles com vastos currículos políticos, académicos e profissionais.

(…)

Nenhum deles, e muito menos o anfitrião, tiveram qualquer culpa na situação actual. Longe disso, afirmam também a pés juntos as conhecidas e consabidas vozes do dono.

Não carregam com o peso de nenhuma responsabilidade. Nenhuma.

(…)

Com efeito, incluindo o actual Presidente da República:

Nenhum deles pugnou pela descaracterização da nossa Constituição designadamente na parte em que havia um projecto racional, progressista e patriótico para o nosso modelo de desenvolvimento, em oposição à irracionalidade vigente, cujos efeitos imediatos e cujas prolongadas consequências estão à vista de todos.

Nenhum deles estimulou e/ou criou condições para essa grande negociata que foi a privatização do sector empresarial do Estado, parte do qual está na posse de accionistas estrangeiros, por via de um esquema em que os accionistas nacionais foram meros intermediários num negócio entre o propositado baixo preço inicial da venda do nosso património e a sua posterior revenda, a preços de mercado, possibilitando a todos aqueles a quem foi atribuído um lugar na manjedoura do Estado uma enorme acumulação de capital.

Nenhum deles esbanjou o dinheiro proveniente das privatizações, antes pelo contrário, investiram tais verbas na dinamização e modernização do nosso tecido produtivo, conferindo-lhe um confortável valor acrescentado.

Nenhum deles concordou com a forma fraudulenta como foram alienadas várias instituições bancárias do sector empresarial do Estado (quem não se lembra, entre outros, do caso Fonsecas & Burnay?), bem como da cumplicidade do sistema financeiro do Estado no financiamento a privados no assalto destes às empresas que haviam, no processo revolucionário, sido nacionalizadas.

Nenhum deles defendeu e propôs o abate da frota pesqueira, o abandono da agricultura, a alienação da marinha mercante e a desindustrialização, na justa medida em que sabiam de tais consequências no desequilíbrio da nossa balança comercial e no stock acumulado da dívida externa.

(continua)

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Com o Sahara! (4)

El gran Mohamed VI. Gran tocapelotas, digo., Padylla

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Diplomacia, (Territorio Vergara)

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Otra vez el Sahara..., (El blog de JotaJota)

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Rebelión

Publicado neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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