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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Grécia - barreira com a Turquia e prisões flutuantes

Greece: Wall to be built along Turkish border, Desenho de Carlos Latuff

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[O muro azul e branco é a bandeira da Grécia]

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George Papandreou: George Papandreou (em grego, Γεώργιος Παπανδρέου) é o primeiro-ministro grego.

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Para Ler, Ver e Ouvir :

«Grécia pretende instalar uma barreira na fronteira terrestre com a Turquia, principal ponto de entrada de imigrantes clandestinos na União Europeia.(...)

O projecto foi revelado no final de dois mil e dez pelo ministro grego da Imigração. Christos Papoutsis diz que “a sociedade grega atingiu o limite de acolhimento de imigrantes ilegais”.»

«En 2010 se registró en Grecia la entrada de más de 120.000 indocumentados. El Gobierno pensaba que un muro de 12,5 kilómetros con cámaras térmicas y sensores de movimiento sería la solución

«O ministro da Ordem Pública, Christos Papoutsis, disse, citado pela agência AFP, que as prisões flutuantes estão a ser consideradas a par de outras medidas, como a construção de um muro em parte da fronteira greco-turca e a utilização de antigas instalações militares como centros de detenção

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O ministro grego da Imigração, Christos Paputsis, confirmou, na terça-feira, 4, a intenção do seu governo de erguer uma barreira física na sua fronteira com a Turquia, com vista a impedir a imigração ilegal.

O projecto, que tem uma extensão de 12,5 quilómetros numa área em que não existem obstáculos naturais, foi criticado na véspera pela Comissão Europeia, segundo a qual «os muros ou vedações são medidas de curto prazo que não permitem resolver de maneira estrutural a imigração clandestina».

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Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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A Crise do Sistema Capitalista: 2011: o ano impiedoso – o cruzamento dos três caminhos para o caos mundial

Clicar na imagem para visualizar a ligação

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A Irlanda e as fatais necessidades de um grande império, versão 2011

Josetxo Ezcurra, Rebelión de 4 de Janeiro

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- Batata, minha velha amiga! Quem diria que nos voltaríamos a encontrar graças aos mercados?

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Publicado neste blog:

«Outra história melancólica é a da Irlanda. Quem não conhece as queixas seculares da Irlanda, da Verde Erin, terra de bardos e terra de santos, onde uma plebe conquistada, resto nobre de raça céltica, esmagada por um feudalismo agrário, vivendo em buracos como os servos góticos, vai desesperadamente disputando à urze, à rocha, ao pântano, magras tiras de terra, onde cultiva em lágrimas a batata?»

Para Ler:

O desenho baseia-se no quadro de Vincent Van Gogh, pintado em Abril 1885 em Nuenen, na Holanda, «Os comedores de batata»:

Publicado neste blog:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge
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José Sócrates: o cinismo (ou será mesmo canalhice?)

A história conta-se em poucas palavras.

A 8 de Dezembro de 2010, o primeiro-ministro José Sócrates recebia uma delegação da CGTP-IN liderada por Manuel Carvalho da Silva. Em cima da mesa as estratégias do governo para o crescimento da economia e para o emprego.

Apesar de instado pela CGTP-IN a concretizar as medidas propostas o governo refugiou-se em generalidades.

Dia 15 de Dezembro de 2010. Nova reunião com os mesmos protagonistas sobre a chamada Iniciativa para a Competitividade e o Emprego. Mais uma vez o primeiro-ministro recusa-se a concretizar as medidas propostas pelo governo.

A 16 de Dezembro de 2010 António Saraiva, o presidente da CIP, adianta-se em 3 horas (!!!) ao anúncio do Conselho de Ministros feito pela ministra do Trabalho Helena André. Por sua vez o secretário-geral da UGT João Proença apressa-se a anunciar a prévia existência de acordos tripartidos governo, UGT, Confederações Patronais!

Moral da história. Portugal tem um primeiro-ministro que, ao mesmo tempo que cozinha acordos com alguns dos parceiros da Concertação Social, se nega a informar outros. Com uns negoceia. Com ouros faz de conta. Que credibilidade merece um dirigente político que assim age? Hoje é com a CGT-IN. E amanhã quem será a «vítima»?

Quem me contou falou em, no mínimo, actuação cínica de José Sócrates.  Eu sou mais pela canalhice. Mas isso deve ser por causa do meu mau feitio...

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