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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

20 Medidas para Já!

Levar a luta da juventude até ao voto

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  1. Passagem a efectivos de todos os trabalhadores com contratos a prazo em funções de carácter permanente;

  2. Passagem imediata a contrato de trabalho de todos os falsos recibos verdes;

  3. A trabalho igual, salário igual”, fim da descriminação salarial dos jovens e das mulheres;

  4. Alargamento do acesso e período de atribuição do subsídio de desemprego;

  5. Imposição pela Caixa Geral de Depósitos de um spread máximo de 0,5% no crédito à habitação e desenvolvimento de uma politica pública de habitação;

  6. Educação Sexual de forma transversal e em todas as disciplinas;

  7. Passagem para o Estado das escolas públicas e extinção da Empresa Parque Escolar;

  8. Gratuitidade de todos os manuais escolares durante a escolaridade obrigatória;

  9. Valorização da avaliação continua e o fim dos exames nacionais;

  10. Mais funcionários e melhores condições para as escolas!

  11. Redução dos custos de frequência no ensino superior com a revogação da Lei de Financiamento e o fim das propinas;

  12. Aumento do número e dos valores das bolsas e alargamento da oferta e redução de preço dos apoios indirectos (cantinas, residências, etc.);

  13. Saída das empresas da gestão das Instituições, revogação do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior e saída de Portugal do Processo de Bolonha;

  14. Fim do apoio e presença nas guerras de ocupação;

  15. Fim das limitações e mais apoios à participação associativa, revogação da Lei do Associativismo Juvenil e da portaria 1276/2010;

  16. Redução das taxas do IVA de todos os produtos de fruição e produção cultural;

  17. Criação de espaços públicos e gratuitos para prática desportiva;

  18. Gestão pública dos transportes colectivos com preços socialmente justos e criação de um passe social para jovens com menos de 30 anos;

  19. Defesa da eficiência e poupança energéticas e investimento em energias renováveis e sustentáveis;

  20. Não ao nuclear.

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Cuba e a Revolução

Os média trataram o VI Congresso do Partido Comunista Cubano como um Congresso em que tudo está decidido à partida «pelo chefe», dando simultaneamente a ideia de um País que resiste desesperado economicamente à inexorável marcha do fim do socialismo. Mas a realidade é outra. O que sobressai destes dias de Congresso não é qualquer imobilismo, centralismo burocrático ou «entrincheiramento» desesperado.

O que sobressai deste Congresso é em primeiro lugar uma importantíssima e ampla participação e discussão colectivas. O VI Congresso foi o culminar de um extraordinariamente amplo debate envolvendo 1000 delegados ao congresso eleitos nos 61 000 núcleos do Partido, mais de 800 000 militantes do PCC e cerca de oito milhões de cubanos que num admirável processo de democracia participativa tiveram oportunidade de participar directamente na definição da política económica e social de Cuba.

Trata-se de facto de uma gigantesca discussão colectiva sobre a actualização do modelo económico e social do PCC e da Revolução socialista. Uma discussão que iniciou a sua fase decisiva em Novembro do ano passado e que resultou no assinalável facto de cerca de 70% das 291 teses postas à discussão terem sido alteradas, tendo algumas mesmo sido abandonadas de acordo com as opiniões recolhidas, assim com outras (36) acrescentadas com base em propostas apresentadas.

 

Para Ler, Ouvir e Ver:

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A proclamação do socialismo e a vitória em Playa Girón

«O que não podem nos perdoar os imperialistas é a dignidade, o valor, a firmeza ideológica, o espírito de sacrifício e o espírito revolucionário do povo de Cuba».

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Em 16 e Abril de 1961, os Estados Unidos desencadearam uma operação militar contra Cuba revolucionária que ficou na história como a invasão da Baía dos Porcos (ou Praia Giron).

Forças mercenárias contra-revolucionárias, organizadas e treinadas pela CIA e apoiadas pelas forças navais e aéreas norte-americanas, desembarcaram na ilha para tentar estabelecer uma testa-de-ponte, controlar um território «libertado», para aí criar um governo provisório que seria imediatamente reconhecido por Washington, desejoso de pôr fim à jovem revolução.

O plano imperialista começou a ser urdido logo em 1959, por iniciativa do então vice-presidente, Richard Nixon, que incumbiu a sua concepção aos irmãos Dules, Foster e Allen, respectivamente secretário de Estado e director da CIA.

Mas foi já com o «democrata» John F. Kennedy na Casa Branca que o «Project Cuba» avançou, resultando num enorme fracasso. O corpo intervencionista foi derrotado em três dias de combates. As forças cubanas fizeram mais de uma centena de baixas no inimigo e no final capturaram cerca de 1200 mercenários.

Nesses dias, o povo cubano defendeu a sua revolução e isto foi a maior derrota para o imperialismo que contava com uma quinta coluna inexistente. Meio século depois, no dia em que o Partido Comunista de Cuba iniciou os trabalhos do seu VI Congresso, o povo cubano voltou a sair à rua para comemorar a sua histórica vitória, reafirmando que, apesar do odioso bloqueio económico imposto como vingança, a revolução continua viva e a dar passos em frente.

Para Ouvir e Ver:

 

Para Ler:

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Povos do Árctico «saem perdedores» com o fim da antiga URSS

 

A maioria dos povos do Árctico russo «saem perdedores» com o fim da antiga União Soviética e têm «perspectivas extremamente negativas» do futuro considerou o antropólogo José Mendonça.

«São povos isolados, muitas vezes completamente desprotegidos, marginalizados. São perdedores com o fim da União Soviética, porque deixam de ter o apoio estatal, nomeadamente transportes subsidiados e apoio económico e técnico às actividades económicas»

(...)

Até meados dos anos oitenta, os transportes «tinham um custo irrelevante, hoje têm preços de mercado» e estas populações «não geram recursos suficientes para se suportarem», disse à margem da conferência.

«Ao perderem tudo isso, esses povos têm, muitas vezes, uma soberania precária. Têm perspectivas extremamente negativas», adiantou. São «povos com uma cultura e língua própria», «várias dezenas de pequenas populações, às vezes de 200/300 pessoas», disse ainda.

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O proletariado toma o poder

Assinalar os 140 anos da Comuna de Paris de 1871 representa mais do que a celebração de uma data de significado universal. Na primeira tentativa de instauração de um Estado proletário residem importantes ensinamentos que contribuíram para o enriquecimento da teoria que arma a classe operária e os trabalhadores de todo o mundo na luta pela superação revolucionária do capitalismo.

«Com a Comuna de Paris, a luta da classe operária com os capitalistas e o seu Estado entrou numa nova fase. Corra a coisa como correr no imediato, está ganho um novo ponto de partida de importância histórico-mundial», considerou na altura Karl Marx.

O caminho aberto pelos communards franceses teve na Revolução de Outubro de 1917 brilhante consequência. Na Rússia de Lénine, triunfou um Estado verdadeiramente democrático, a ditadura do proletariado, base do projecto que continua a ser o futuro da humanidade, o Socialismo e do Comunismo.

Communards em armas defendem o Estado proletário nas barricadas

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Iúri Alieksieievitch Gagárin: O primeiro cosmonauta

Iúri Alieksieievitch Gagárin (9 de Março de 1934 / 27 de Março de 1968)


Depois de sobrevoar a Terra numa nave-satélite, eu vi como é lindo o nosso planeta. Pessoal, vamos conservar e multiplicar esta beleza, e não destruí-la.

Gagárin

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