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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Importante VITÓRIA!

Mais de duas mil assinaturas recolhidas em pouco mais de 15 dias em defesa das nossas reivindicações sobre o Centro de Saúde.

Abaixo-assinado entregue em mão a 18 de Março na maior manifestação realizada em Penalva do Castelo depois do 25 de Abril.

Plenário da população onde foi aprovada por unanimidade e aclamação uma moção reafirmando as nossas reivindicações:

  • Aumento do número de médicos;
  • Reabertura do Serviço de Atendimento Permanente;
  • Melhoria dos procedimentos.

Deslocação desta Comissão, acompanhada de outros utentes, a Coimbra à Administração Regional de Saúde do Centro.

Aí foi-nos transmitido o seguinte:

  • Os quatro clínicos assumem o atendimento dos doentes que não têm médico de família, e passam a acompanhá-los como se pertencessem ao seu próprio ficheiro de utentes;
  • Os procedimentos, nomeadamente marcação de consultas e passagem de receitas serão melhorados.

Significa isto que, fruto da nossa luta expressa no abaixo-assinado, na manifestação, no plenário e na concentração em Coimbra, obtivemos uma importante vitória. Estaremos atentos ao cumprimento integral dos compromissos assumidos. E dispostos à luta se os mesmos forem esquecidos.

Provou-se mais uma vez que: «Quem luta pode ganhar ou perder, mas quem não luta perde sempre».

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VALEU A PENA LUTAR!

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Penalva do Castelo, 29 de Agosto de 2011

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

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Os líbios conhecem bem a «amizade» europeia...

Mussolini: Gli anni del colonialismo italiano in Libia

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Avião italiano

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Avião italiano

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Hitler e Mussolini

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Hitler e Mussolini

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Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Notícias AQUI, AQUI e AQUI

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Redução da TSU: um favor ao grande capital, um rombo na Segurança Social

 

O anúncio do Governo PSD/CDS de proceder à redução da taxa social única - medida inscrita no Programa de submissão e agressão externa que o PS, o PSD e o CDS acordaram com o FMI e a União Europeia – constitui, para lá do que comporta de alteração em sentido negativo do modelo de financiamento da segurança social, uma transferência directa da riqueza produzida para os bolsos dos grupos económicos e financeiros e uma preocupante quebra de receitas para a segurança social.

Ao contrário do que dizem, o Governo ou aqueles que pretendem embolsar milhões de euros à custa dos trabalhadores, a redução da taxa social única não introduz qualquer ganho de competitividade no tecido económico nacional – que aliás em breve sofrerá as consequências dos brutais agravamentos do IVA sobre a energia eléctrica e o gás – como implicará, se a contrapartida for o aumento ou a reclassificação das taxas do IVA, um aprofundamento da contracção do mercado interno e do quadro recessivo em que Portugal se encontra e uma dupla contribuição dos trabalhadores para a segurança social, seja por via dos descontos directos, seja por via do IVA.

O PCP opõe-se à redução da taxa social única. Trata-se de uma medida que terá repercussões na degradação da situação financeira do regime contributivo dos trabalhadores tornando-o mais permeável às consequências da actual crise (desemprego, baixos salários, elevada evasão contributiva) e do seu mais que provável agravamento. Trata-se de subtrair receitas decisivas para garantir o direito à protecção social das novas gerações no âmbito do Sistema Público de Segurança Social. Trata-se de iludir a real causa dos níveis de competitividade da nossa economia e de atirar para cima dos ombros dos trabalhadores, dos reformados e do povo português um novo agravamento dos impostos e do custo de vida.

Ler Texto Integral

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Tropas italianas na LÍBIA!

Italo Balbo al centro fra Benito Mussolini ed un altro gerarca, durante una serata di gala in Libia

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E mais comentários, para quê?

Entretanto, a «esquerda combativa», demarcando-se do Leninismo - e até achamos bem que se demarquem... - continua a apoiar a intervenção imperial. Mas, isto já não é novidade...

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Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Os recentes desenvolvimentos na Líbia

«Como o PCP a seu tempo alertou, e como a realidade o está a confirmar, o que está em causa com a guerra de invasão e ocupação da Líbia não são os direitos do seu povo ou qualquer desejo de liberdade e democracia. Pelo contrário, o que está em causa, mais uma vez na História e a exemplo das guerras do Iraque, Jugoslávia e Afeganistão é a satisfação dos interesses estratégicos das principais potências da NATO quanto ao controle de importantes riquezas naturais, o saque dos fundos soberanos Líbios e a imposição do domínio imperialista na região do Norte de África e Médio Oriente.

A guerra contra o povo Líbio é indissociável do quadro internacional de aprofundamento da crise estrutural do capitalismo, da resposta de força imperialista aos processos populares que tiveram lugar no Mundo Árabe, bem como das crescentes contradições inter-imperialistas. Denunciando a hipocrisia e as campanhas mediáticas de mentira e desinformação que sustentam a estratégia agressiva das principais potências imperialistas, o PCP alerta para o facto de que a guerra de ocupação da Líbia, as crescentes ameaças de uma intervenção imperialista na Síria e as renovadas provocações israelitas contra o povo palestino, são perigosos elementos adicionais de tensão numa situação já muito marcada pela instabilidade e pelo real perigo de generalização de conflitos.»

«Ao fim de seis meses de insurreição, cinco dos quais apoiados por persistentes bombardeamentos da NATO, os contra-revolucionários tomaram a capital da Líbia. No assalto a Tripoli, a Aliança Atlântica e os mercenários e fundamentalistas islâmicos afectos ao Conselho Nacional de Transição (CNT) mataram tantas pessoas como as vítimas civis estimadas pelo governo líbio durante todo o conflito.»

  • Os abutres (Avante!, Edição N.º 1969, 25-08-2011)

«Procuram agora que a ONU branqueie a operação de ocupação de facto que se prepara»

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