Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011

A chamada «comunidade internacional» e as suas causas nobres: O petróleo da Líbia

Bartoon, jornal «Público» - Edição de 25 de Agosto de 2011

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Festa do «Avante!» 2011: Pavilhão Central

Pavilhão Central

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Um milhão vive abaixo do limiar de pobreza

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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

Benfica 3-1 Twente

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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publicado por António Vilarigues às 22:03
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A Líbia é o nosso futuro (o que a comunicação social dominante não informa...)

«A Líbia não é bombardeada para proteger a sua população civil. Nenhum povo é protegido lançando-lhe explosivos nem despedaçando-o com 4.300 ataques "humanitários" durante mais de cem dias. A Líbia é incinerada para lhe roubarem seu petróleo, suas reservas internacionais, suas águas subterrâneas. Se o latrocínio triunfa, todo país com seus recursos será saqueado. Não perguntes sobre quem caem as bombas: cairão sobre ti.»

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«A população civil líbia é a principal vítima do embargo e dos bombardeamentos da NATO contra o país, adverte o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICR).»

«Desenvolver a solidariedade activa com o povo líbio é uma forma de combater a política de direita»

«Em cerca de quatro de meses de guerra contra a Líbia, a NATO já bombardeou 1600 objectivos civis provocando um número de mortos difícil de determinar, mas que já andará próximo dos dois milhares, de acordo com os dados disponíveis.»

«A Aliança Atlântica bombardeou quatro canais de televisão líbios. Os ataques mataram três trabalhadores e ocorreram no contexto de divisões interna no sei dos amotinados.»

«Uma escola, um hospital e quatro armazéns de alimentos foram bombardeados pela NATO em Zliten, alvo de intensos bombardeamentos da Aliança Atlântica durante toda a semana.»

«Dito de outra forma, os amotinados de Bengasi já haviam esgotado os montantes doados, entre outros, pelas petro-monarquias árabes no início e no decurso da insurreição, diz o Los Angeles Times, e necessitavam de dinheiro fresco para pagar o combustível, as armas e as munições fornecidas pelas potências imperialistas

«O presidente da Líbia, Muammar Kahdafi, aceita não integrar eventuais negociações para pôr fim ao conflito armado no país, mas a Aliança Atlântica continua os bombardeamentos mostrando que só conhece o caminho da guerra

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Publicado na blogosfera (do mais recente para o mais antigo):

«Em menos de cinco meses, informa o Comando conjunto aliado de Nápoles, a NATO efectuou mais de 20 mil raids aéreos, dos quais 8 mil com ataques por bombas e mísseis

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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

Festa do «Avante!» 2011: Avanteatro

Avanteatro

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publicado por António Vilarigues às 12:08
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Os exércitos secretos da NATO - A guerra secreta em Portugal (III)

Nesta terceira e última parte do seu trabalho dedicado à rede Gládio em Portugal, Daniele Ganser (ver também AQUI e AQUI), recorda-nos que a sua existência nunca foi objecto de investigação pelas autoridades portuguesas. Contudo, os factos e declarações recolhidos pelo historiador suíço revelam uma intensa actividade da Aginter Press, que teve sede em Lisboa.

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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

Festa do «Avante!» 2011: Espaço Internacional

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publicado por António Vilarigues às 14:01
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Estas políticas têm de ser derrotadas

   Este governo PSD/CDS de Pedro Passos Coelho, como anteriormente o governo PS de José Sócrates, foge como o diabo da cruz da análise e discussão das causas desta crise. Percebe-se…

Esta crise tem causas e tem responsáveis.

Não obstante as grandes transformações por que passou o sistema capitalista, a análise marxista do capitalismo mantém uma extraordinária vitalidade. E as leis fundamentais da reprodução do capital formuladas por Marx e Engels revelam-se de uma flagrante actualidade. Tal como são válidas as teses de Lenine sobre o imperialismo, em particular da lei do desenvolvimento desigual do capitalismo.

A inevitabilidade das crises encontra-se no ADN do capitalismo. Como aqui escrevemos desde Novembro de 2008 as causas da crise actual do sistema capitalista (iniciada em Agosto de 2007) radicam por um lado, na contradição entre a sobreprodução e sobreacumulação de meios de produção. Por outro, na contracção dos mercados e níveis de consumo decorrentes das desvalorizações salariais e abismais assimetrias de rendimentos, agravadas pelas reduções das despesas públicas e pouca solvabilidade de inúmeros países.

Em 2009 afirmámos que iam continuar as políticas neoliberais e monetaristas. Que a factura dos custos da crise ia ser passada para os assalariados e para os contribuintes. Que um dos resultados ia ser o aumento substancial das dívidas públicas.

Onde estamos? A centralização e concentração do capital e da riqueza realizam-se a um ritmo sem precedentes. A financeirização da economia continua a acentuar-se com a explosão do crédito e do capital fictício. Intensifica-se a exploração dos trabalhadores com a extensão do uso da força de trabalho e a redução, por todos os meios possíveis, da sua remuneração. Aprofunda-se a polarização social, tanto dentro de cada país, como à escala mundial. Intensifica-se o ataque sistemático a funções sociais do Estado. Mercantilizam-se todas as esferas da vida social, numa lógica de privatizar tudo quanto possa gerar maiores lucros ao capital. Acentua-se a instalação no poder do crime organizado e o florescimento de todo o género de tráficos criminosos.

Numa palavra, os mandantes («Quem manda é quem paga»), os detentores do capital, os verdadeiros responsáveis pela crise, pretendem recuperar os milhares de milhões de capital fictício perdido. Seja a que preço for. As colossais dívidas soberanas de alguns países, que radicam na canalização de fundos para que o grande capital não declarasse bancarrota, aí estão para demonstrá-lo à saciedade. Só que a crise persistirá enquanto a procura (por parte da população) face à capacidade produtiva instalada continuar a ser insolúvel.

Em Portugal esta crise geral veio acrescentar mais crise à crise. A partir dos governos de Mário Soares e nos últimos 35 anos as políticas seguidas pelos sucessivos governos conduziram-nos à beira do abismo. Políticas contrárias ao desenvolvimento económico, à criação de emprego e ao combate às injustiças sociais. Políticas favoráveis à concentração e acumulação capitalistas, ao ataque às funções do Estado e aos serviços públicos, à liquidação de capacidade produtiva e agravamento da exploração e à soberania económica.

Portugal viu agravados todos os seus problemas e assistiu ao acumular dos seus défices crónicos e estruturais. O processo de desindustrialização e a amputação do aparelho produtivo e da produção nacional foram brutais.

A década que findou, que coincide com os primeiros anos de permanência na União Económica e Monetária, foi atravessada por uma persistente situação de estagnação económica com taxas médias de crescimento anual de 0,4%. Como resultado desta destruição dos sectores produtivos, o nosso défice da balança de mercadorias situa-se hoje nos 10% do PIB. Fruto desta evolução o país assistiu ao aumento exponencial da sua dívida externa.

A continuação destas políticas não é parte da solução. Bem pelo contrário. Prossegui-las só irá agravar todos os problemas. Há que romper com estes estado de coisas.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In jornal "Público" - Edição de 19 de Agosto de 2011

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Domingo, 21 de Agosto de 2011

Festa do «Avante!» 2011: 2ª Grande Gala de Ópera

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