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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Isto é um assalto!

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A proposta de Orçamento do Estado para 2012 é o maior ataque contra os direitos dos trabalhadores e os rendimentos do trabalho a que já se assistiu desde o 25 de Abril de 1974. Para o Governo PSD/CDS, a tão falada «competitividade» resolve-se com mais horas de trabalho, e os problemas estruturais da economia nacional com mais privatizações e com a flexibilização do mercado de trabalho. As medidas fortemente restritivas para a evolução do consumo das famílias, do Estado e do investimento – de que aqui se dá conta – coloca Portugal na antecâmara da falência económica.

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Notícias AQUIAQUI

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Não ao apelo à resignação feito pelo Conselho de Estado!

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(...) a posição assumida apenas confirma que, pela sua composição, o Conselho de Estado é sobretudo uma câmara de eco daqueles que defendem o rumo de declínio, de empobrecimento dos portugueses, de saque dos recursos do país, de desastre nacional. Um rumo ao serviço dos interesses dos grupos económicos, da banca, dos especuladores, do grande capital e das grandes potências da União Europeia que tem de ser derrotado.

(...)

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A situação em Portugal a caminho da grega

 São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

«Uma das mensagens que este governo e a “troika” FMI-BCE-CE que o controla, assim como os seus defensores nos media, têm procurado fazer passar junto da opinião publica é a da credibilidade técnica, e que a situação em Portugal é diferente da Grécia. Em relação à insensibilidade social do duo governo/troika, são tais as malfeitorias que têm feito ou pretendem fazer em relação aos rendimentos de trabalho e de pensões que mesmo os seus defensores mais empedernidos nos media mantém-se mudos.

No entanto, é suficiente uma análise comparativa dos documentos produzidos por este governo e pela troika” FMI-BCE-CE para mostrar que, à semelhança do que acontece na Grécia, em Portugal também já mudam continuamente as medidas e as estimativas, e sempre para pior porque as anteriores já não são suficientes. As diferenças que se verificam nos diferentes documentos do duo governo/troika - Memorando de entendimento”, Documento de Estratégia Orçamental 2011-2015, Grandes Opções do Plano 2012-2015, e proposta de Orçamento de Estado para 2012 do governo/troika – produzidos num curto período de tempo são tão grandes que não merecem qualquer credibilidade.»

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O PCP e as subvenções vitalícias

A propósito das notícias sobre a atribuição das subvenções vitalícias a detentores de cargos públicos e da campanha que ardilosamente tem sido promovida no sentido de amalgamar atitudes e responsabilidades, o PCP esclarece, independentemente das motivações que estão por detrás da actualidade dada a essa questão, que:

1. O PCP não pode deixar de recordar que foi desde sempre contra a instituição das subvenções vitalícias, tendo assumido e expresso essa posição isoladamente em mais que uma ocasião. Na verdade, foi pela mão de PS e PSD, com o voto contra do PCP, que esta subvenção foi criada.

2. O facto dos eleitos comunistas não prescindirem de acederem a essa subvenção enquanto estiver em vigor, não ilude o facto de ser orientação do PCP a não utilização dessa verba em proveito pessoal e de esta ser colocada ao serviço dos trabalhadores e do povo português, do seu esclarecimento e da sua luta.

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Para que não restem dúvidas...

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Notícias AQUIAQUI, AQUI


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