Domingo, 24 de Março de 2013

Estudo da MERCER distorce a realidade

«Mais uma vez os trabalhadores da Função Pública foram objeto de uma campanha com o objetivo de virar a opinião pública contra eles. Agora o pretexto utilizado foi que auferiam remunerações superiores aos trabalhadores do setor privado. Para isso foi utilizado um estudo encomendado pelo governo a uma multinacional MERCER que distorce a realidade e contém erros graves.

Em 2006, o governo de Sócrates encomendou à multinacional CAPGEMINI a realização de um ". Esse estudo mostrou que a generalidade dos trabalhadores da Função Pública ganhavam menos do que os do setor privado para idênticas funções. Segundo este estudo, em 2006, a remuneração de um diretor geral na Administração Pública era inferior entre -46% e 61,5% à do setor privado; a dum analista informático era inferior entre -23% e -28%; a de um jurista era inferior entre -27% e -31%; a de um economista era inferior entre -10% e -16%; a de um engenheiro era inferior entre -40% e-43%; a de um médico era inferior em -16,6%; e a de um enfermeiro era inferior em -36,1%; a de um assistente técnico (administrativo) era inferior entre -42,5% e-47,6%; no grupo de assistentes operacionais, a de um eletricista era inferior na Administração Pública entre -13,4% e -47,6%; a de uma telefonista era inferior em -13,6%; e a de um motorista entre -37,9% e -38,8%.»

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Sábado, 23 de Março de 2013

Governo quer obrigar pequenos agricultores a colectarem-se para os fichar nas finanças

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Na sequência da aplicação do Orçamento de Estado para este ano, as Finanças e o Governo aprestam-se para impor novas regras de fiscalidade que, se aplicadas, vão eliminar os Pequenos Agricultores e afectar milhares de Famílias Rurais.

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Sexta-feira, 22 de Março de 2013

Óscar Luso de Freitas Lopes (2 de Outubro de 1917 / 22 de Março de 2013)

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Quinta-feira, 21 de Março de 2013

Uma doutrina que explica o mundo e indica como transformá-lo

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«O caminho da libertação dos trabalhadores e dos povos foi descoberto e é definido e iluminado pelo marxismo-leninismo. O marxismo-leninismo é um sistema de teorias que explicam o mundo e indicam como transformá-lo.

«Os princípios do marxismo-leninismo constituem um instrumento indispensável para a análise científica da realidade, dos novos fenómenos e da evolução social e para a definição de soluções correctas para os problemas concretos que a situação objectiva e a luta colocam às forças revolucionárias.

«A assimilação crítica do património teórico existente e da experiência revolucionária universal é arma poderosa para o exame da realidade e para a resposta criativa e correcta às novas situações e aos novos fenómenos.

«O marxismo-leninismo surgiu na história como um avanço revolucionário no conhecimento da verdade sobre o mundo real – sobre a realidade natural, sobre a realidade económica e social, sobre a realidade histórica, sobre a realidade da revolução e do seu processo.

«O marxismo-leninismo é uma explicação da vida e do mundo social, um instrumento de investigação e um estímulo à criatividade.

«O marxismo-leninismo, na imensa riqueza do seu método dialéctico, das suas teorias e princípios, é uma poderosa arma para a análise e a investigação que permite caracterizar as situações e os novos fenómenos e encontrar para umas e outros as respostas adequadas.

«É nessa análise, nessa investigação e nessas respostas postas à prova pela prática que se revela o carácter científico do marxismo-leninismo e que o PCP se afirma como um partido marxista-leninista.»

«O estudo dos textos não dispensa o estudo da vida. A teoria surge da prática e vale para a prática. É na prática que se pode tornar uma força material.

«Um marxista-leninista jamais pode opor os textos às realidades. Jamais pode desmentir uma realidade que lhe surge no caminho sob pretexto de que os mestres não a haviam previsto. Não pode, por exemplo, opor às revoluções libertadoras vitoriosas dos povos coloniais e ao ruir do colonialismo a tese de Lénine (inteiramente justificada na sua época) de que os povos oprimidos de África se não poderiam libertar antes da revolução libertadora do proletariado dos países opressores. Se se revela uma contradição entre o texto clássico e a nova realidade, a tarefa do marxista-leninista é examinar, aprender, explicar essa realidade, utilizando para tal as poderosas armas teóricas que lhe dão os mestres do comunismo.

«Não se é marxista-leninista só porque se dão vivas ao marxismo-leninismo e se afirma a fidelidade aos princípios, se estes são compreendidos como petrificados e alheios à realidade em que se luta. Tão importante como um partido afirmar-se marxista-leninista é sê-lo de facto.»

«O marxismo-leninismo é, por um lado, intrinsecamente antidogmático: é, por outro lado, contrário à elucubração teórica que não tem como fundamento sólido a prática e a experiência.

«O marxismo-leninismo é uma doutrina em movimento, constantemente enriquecida pelo avanço da ciência, pelos novos conhecimentos, pelos resultados da análise dos novos fenómenos, pela riquíssima e variada experiência do processo revolucionário.

«Tendo passado 102 anos desde a morte de Marx e 61 anos desde a morte de Lénine, o marxismo-leninismo foi enriquecido, no que respeita às ciências sociais, pela contribuição dada pelos mais diversos partidos na crescente diversificação e complexidade do processo revolucionário.»

Álvaro Cunhal, O Partido com Paredes de Vidro,

Edições «Avante!», 6.ª ed., Lisboa, 2002, pp. 36-38 e 39-40

 

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A Crise do Sistema Capitalista: A Grande Névoa Estatística

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Síria: verdades e factos sobre o conflito

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Procurando contrariar as mentiras divulgadas pela torrente de contra informação acerca do que se passa e do que está em causa na Síria, o Conselho Português para a Paz e Cooperação produziu o documento que publicamos. É um importante contributo para a alargada e urgente denúncia da agressão que EUA e seus aliados da NATO e na região infligem ao povo sírio.

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Avaliação do povo é que conta

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Quarta-feira, 20 de Março de 2013

A natureza de classe do PCP

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«O Partido Comunista Português é o partido da classe operária e de todos os trabalhadores.

«Esta definição tem razões históricas que remontam à sua fundação e encontra confirmação constante ao longo dos anos na natureza de classe da sua política e da sua actividade.

«Dois factores determinantes intervieram na fundação do PCP.

«O primeiro foi o desenvolvimento do movimento operário português e as suas experiências de luta. A classe operária portuguesa, treinada numa prolongada luta social, tomara consciência de que nem o anarquismo, então predominante, nem o reformismo abriam caminho à emancipação dos trabalhadores. O anarquismo porque queimava as forças do movimento operário em lutas estéreis com objectivos e métodos esquemáticos, irrealistas e aventureiristas. O reformismo porque punha organizações e iniciativas operárias a reboque dos interesses da burguesia no Poder.

«O segundo factor para a fundação do PCP (decisivo nesse momento histórico) foi a vitória da Revolução de Outubro, com os exemplos exaltantes do partido dos bolcheviques e da instauração, na antiga e imensa Rússia dos tsares, do primeiro Estado de operários e camponeses.

«A experiência própria e a Revolução de Outubro permitiram à classe operária portuguesa tomar consciência, por um lado, da necessidade de dispor de um partido de vanguarda, por outro lado, do seu próprio papel histórico como força social dirigente do processo revolucionário que conduz à liquidação do capitalismo e à construção de uma sociedade libertada da exploração: a sociedade socialista.»

«A ligação com a classe operária e as massas populares é a essência e a substância da acção do Partido e a origem básica da sua força e da sua capacidade para sobreviver e resistir nas mais duras circunstâncias, para se desenvolver através das situações mais complexas e das mais variadas provas.

«As suas raízes e a sua natureza de classe constituem determinantes constantes dos hábitos de organização e de disciplina, da clareza de objectivos, da coesão, do espírito colectivo, da capacidade de organização, da combatividade e da solidariedade.

«O PCP é filho da classe operária. Se secassem as suas raízes de classe, estaria condenado a envelhecer, a definhar e a morrer. A classe operária é para o Partido a fonte da vida e do permanente rejuvenescimento.»

Álvaro Cunhal, O Partido com Paredes de Vidro,

Edições «Avante!», 6.ª ed., Lisboa, 2002, pp. 57-59

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O Euro e a dívida – défices estruturais

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Quero começar por saudar todos os presentes e sublinhar a importância que damos a estes encontros de reflexão do PCP com personalidades de vários quadrantes e de várias áreas do conhecimento, com o sentido de, na exposição, no debate e no contraditório, encontrar os melhores caminhos, propostas e soluções, com um objectivo central: retirar o país do fosso em que se encontra, numa perspectiva de desenvolvimento económico e social.

Como aqui foi salientado, continuam a procurar focar o âmago da crise no défice orçamental e na dívida pública, não havendo nunca qualquer referência à dívida privada, em especial à dívida da banca, e às responsabilidades do sistema financeiro na crise que estamos a viver!

A este respeito, uma primeira anotação: se bem que a dívida já vinha a aumentar, designadamente após a adesão ao euro, a verdade é que um ano antes de rebentar a crise (2006), a dívida pública portuguesa era inferior à de vários países da União Europeia (Itália, Bélgica,...) e estava ao nível da Alemanha e da França.

Então o que fez disparar a dívida pública?

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Faleceu Amadeu Baptista Ferro

Amadeu Baptista Ferro - Médico Veterinário, Homem de Cultura e Lutador pela Liberdade e a Democracia

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