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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O Zémilhazes

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

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«Tanto haveria que dizer do José Milhazes.

Ele é um ícone daquela espécie de jornalismo que nunca permite que a verdade estorve a sua visão dos factos - para isso distorce-a, subverte-a, manipula-a (enfim, submete-a a todo o género de sevícias mais ou menos repulsivas) com o objectivo de a tornar mais verosímil e aceitável pelo público. Chama-se jornalismo de merda.

O Zé Milhazes aplica o mesmo conceito, antigo como o cagar e muito em voga ainda nas redacções das televisões e dos jornais de referência, à História. Sim, porque o Milhazes agora é estoriador. Um estoriador de merda, claro.»

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O piropo

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

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«Tudo indica que a esquerda fracturante e o activismo feminil, certamente à míngua de causas neste paraíso isento de iniquidades, pretendem legislar sobre os costumes. Vão avançar com uma proposta de lei para equiparar o piropo ao assédio. Criminalizá-lo.

Como a ortodoxia conservadora que governa esta pobre choldra é bastante liberal em matéria de costumes (isto é, não se importa de ceder aos avanços das minorias mais folclóricas) e como a coisa chega por via anglo-saxónica não me admira que colha.»

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Independentes? Uma ova!!!...

     Analisemos os casos dos «independentes» de maior relevância:

É «independente» o Paulo Vistas, de Oeiras, sucessor do mesmo Isaltino que foi Presidente de Câmara eleito pelo PSD de 1985 a 2005?

É «independente» José Guilherme Aguiar, em Gaia, público e notório militante do PSD até outro dia e escolha directa da concelhia do PSD-Gaia, contra a vontade de Passos Coelho, que impôs Carlos Abreu Amorim?

É «independente» de quê Guilherme Pinto, Presidente da Câmara do PS em Matosinhos até este ano?

É «independente» a que título Rui Moreira, notoríssima figura da direita portuense, sucessor indigitado de Rui Rio, Presidente da SRU Porto Vivo nomeado por aquele Presidente de Câmara?

É «independente» desde quando Fernando Paulo, o candidato a Gondomar cuja lista foi barrada pelos tribunais, delfim de Valentim Loureiro, outro histórico do PSD?

Fátima Felgueiras tornou-se «independente» do PS por entregar o cartão?

Helena Roseta, foi «independente» na meia dúzia de dias que mediaram entre a sua candidatura nas intercalares de Lisboa em 2007 e a adesão ao executivo de António Costa?

E Paulo Cafofo, na Madeira, sem cartão de militante mas apoiado por seis partidos, é ou não «independente»?

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Eu não diria melhor...

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Um conjunto de resultados de inegável valor, importância e significado

     

Declaração de Jerónimo de Sousa:

1. A CDU saúda os milhares de candidatos, activistas e militantes do PCP, do PEV, da Intervenção Democrática, da juventude CDU e independentes que com a sua dedicação e a sua intervenção contribuíram para construir esta importante vitória eleitoral.

Uma vitória da confiança e da esperança sobre a desilusão e o conformismo, comprovando que os trabalhadores e o povo têm nas suas mãos e também no seu voto a possibilidade de com o apoio à CDU, juntar vontades e energias indispensáveis a uma empenhada e confiante intervenção na luta por um País mais justo, desenvolvido e soberano. Um resultado que dá mais força e confiança à luta por uma política alternativa que derrote o rumo de desastre imposto pela política de direita e abra perspectivas de uma política alternativa, patriótica e de esquerda.

CDU saúda todos aqueles que lhe confiaram o seu apoio e o seu voto reafirmando-lhes o firme compromisso de que encontrarão agora na acção dos milhares de eleitos da Coligação uma presença de trabalho e dedicação para a construção de uma vida melhor e para o progresso e desenvolvimento das suas freguesias e concelhos. E sublinha especialmente que o apoio e a confiança agora depositadas na CDU estará presente para dar voz e expressão, em todos os locais e em todos os momentos, à luta em defesa dos direitos, pelo emprego, a protecção social e a uma vida digna.

2. A expressiva votação alcançada com o significativo reforço da percentagem eleitoral, aumento do número de vereadores, a confirmação da generalidade das suas posições de maioria e a conquista de novas maiorias, como são os casos de Évora, Beja, Grândola, Alcácer do Sal, Alandroal, Cuba, Vila Viçosa, Monforte, Silves, com a possibilidade de vencer em mais municípios, nomeadamente Loures.

Este reforço representa uma sólida progressão da CDU que testemunha a ampla corrente de apoio e confiança de um número crescente de portugueses e portuguesas.

3.CDU sublinha o inegável valor, importância e significado do conjunto dos resultados hoje obtidos. Resultados que são expressão do reconhecimento da intervenção da CDU nas autarquias, do seu percurso de trabalho, honestidade e competência, de dedicação aos interesses populares e à causa pública.

Mas o importante progresso e avanço eleitoral, e o expressivo avanço da votação e posições obtidas traduz igualmente o reconhecimento da intervenção coerente e determinada das forças que integram a CDU – o PCP, o PEV, a Intervenção Democrática - na defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações e na resistência e combate à política de direita.

A votação obtida pela CDU constitui um factor de confiança e esperança de que é possível um outro caminho e um outro rumo, um estimulo à luta e ao que ela pode abrir de perspectivas e concretização de uma política alternativa, e um testemunho de que, como temos afirmado, está nas mãos dos trabalhadores e do povo com a sua acção, opções e voto derrotar os partidos da política de direita e dar mais força à CDU e à concretização de uma política patriótica e de esquerda.

4.CDU reafirma a sua convicção de que cada posição agora conquistada, cada um dos mais de três mil mandatos alcançados pela CDU constituirão um elemento mais de trabalho, intervenção e inteira entrega na defesa dos interesses das populações, na promoção das condições de vida local e na luta por um Portugal mais justo e desenvolvido.

Uma intervenção que terá continuidade já amanhã na luta de todos os dias – em que avulta essa grande acção de luta nacional a “Marcha Por Abril, Contra a exploração e o empobrecimento” já convocada pela CGTP para o próximo dia 19 de Outubro.

Uma intervenção para fazer avançar as propostas que assegurem a melhoria dos salários e pensões, o respeito pelos direitos de quem trabalha, o reforço da protecção social, a defesa e valorização dos serviços públicos, a aposta na produção nacional e na criação de emprego.

O avanço da CDU é um importante estímulo na intervenção activa e confiante para o reforço de posições nas eleições do Parlamento Europeu de 25 de Maio do próximo ano, na defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, da soberania e independência nacionais.

5. Independentemente da natureza, factores e dinâmica locais destas eleições, a expressiva perda de votação de PSD e CDS é indissociável de uma clara condenação dos trabalhadores e do povo português da política de ruína e de empobrecimento para que estão a arrastar o país e a vida dos portugueses.

As manobras já ensaiadas para procurar afastar leituras nacionais destas eleições não iludem que estes resultados traduzem uma expressão significativa o plano eleitoral do crescente isolamento político e social dos partidos do Governo que só reforçam a necessidade, possibilidade e urgência da sua demissão.

6. Os resultados obtidos pela CDU, e sobretudo a corrente de apoio às suas propostas e intervenção, a expressiva participação de jovens e independentes que fazem desta coligação um grande espaço de convergência, são um sólido elemento de confiança para as batalhas políticas futuras que continuaremos a travar por uma vida melhor, pela indispensável demissão do Governo, pela rejeição do Pacto de Agressão e pela derrota da política de direita, por uma política patriótica e de esquerda, que afirme os valores de Abril no futuro de Portugal.

(sublinhados meus)

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