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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Canoagem: João Ribeiro Vice-Campeão do Mundo em K4 1 000m

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O quarteto composto pelo benfiquista, João Ribeiro, Fernando Pimenta, Emanuel Silva e David Fernandes conquistou, este Domingo, a Medalha de Prata em K4 1.000 metros dos Mundiais de Canoagem, a ter palco em Moscovo.

A tripulação lusa percorreu a distância em 2.46,939 minutos, somente mais 0,214 segundos do que a equipa vencedora, a checa (Daniel Havel, Josef Dostal, Lukas Trefil e Jan Sterba), que assim juntou o título mundial ao europeu, conquistado em Julho, na Alemanha. A vice-campeã olímpica em Londres 2012, Hungria, fechou o pódio.

Portugal tinha já conquistado quatro medalhas em Mundiais de Canoagem de velocidade, mas sempre em distâncias não olímpicas. Esta Medalha de Prata em K4 1.000 metros nos Mundiais de Moscovo torna-se na primeira do palmarés português, em distâncias olímpicas em Mundiais.

Parabéns ao João Ribeiro e ao seu clube, o SL Benfica

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Ponta do iceberg

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3- Alguns jornalistas, sempre louva minhas em relação ao governo e ao poder económico, têm revelado a ligações de políticos do Bloco Central e homens de negócios ao BES, agora que o Padrinho está na mó de baixo. Ricardo que tinha um iate no mediterrânio e oferecia umas férias a comentadores e jornalistas bem podia em nome da transparência ou do conflito de interesses revelar alguns desses nomes sonantes.
E a imprensa dita de referência também podia  fazer uma investigação  sobre estas relações . A opinião pública agradecia....Ou será que também aqui o compadrio determina a lei do silêncio.

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A destruição da capacidade produtiva do país

«Um ponto importante, muitas vezes referido, que cria grandes preocupações até porque tem efeitos nefastos a nível de criação de emprego e de aumento da produtividade e competitividade, é a quebra acentuada que se tem verificado desde 2008 no investimento em Portugal, situação esta que foi agravada pelo politica de austeridade recessiva imposta ao país pela “troika” e agora também continuada pelo governo PSD/CDS.

No entanto, um aspeto que tem passado despercebido aos media e também à opinião pública é que o investimento realizado nos últimos anos nem tem sido suficiente para compensar o desgaste sofrido pelo “stock” de investimento, ou seja, para compensar o “consumo do capital fixo” como mostra o quadro 1 construído com dados divulgados pelo INE.»

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Matemática aprisionada

«Isto é Matemática» é um programa promovido pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), exibido na SIC desde Outubro de 2012, com o apoio do COMPETE, da Agência Ciência Viva, do QREN e do FEDER. Além destes financiamentos, tem tido outro tipo de patrocínios, sendo constante, desde o início, o da «Lacoste». O apresentador tem aparecido, de uma forma ostensiva, com roupa e, segundo creio, outros «adereços» desta marca.

(...)

Tudo isto me faz lembrar algumas cenas do bem conhecido filme «O Padrinho, II». Passam-se no Nevada e envolvem um senador corrupto e a família Corleone. Na primeira cena, no meio de uma festa, o senador anuncia ostensivamente que tem na sua posse um cheque, dado pelos Corleone, para a universidade local. Na cena seguinte, em ambiente privado, o senador exige uma exorbitância para as licenças de jogo nos casinos de que os Corleone pretendem apoderar-se. O chefe da família nega e diz que nada pagará. Finalmente, uns tempos depois, o senador é apanhado pela teia mafiosa ao acordar num dos hotéis dos Corleone ao lado de uma prostituta morta… Conto isto para formular a seguinte pergunta: o leitor gostaria de estudar, trabalhar ou, de alguma forma, fazer parte de uma instituição científica que recebesse financiamentos da máfia?

Muitas pessoas, inclusivamente nos meios científicos, dirão, encolhendo os ombros, que tudo isto é «normal», no sentido em que é prática generalizada nestes «novos» tempos, e que não há nada a fazer. Poderá ser «normal», mas é imoral e se não pusermos um travão definitivo a estas práticas, se abdicarmos do direito de dizer «não», as novas gerações nunca perdoarão a nossa inacção.

Ler texto integral

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Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã

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Ao longo dos séculos, os descendentes dos filisteus (os palestinos), viveram sempre em paz com os judeus residentes na Palestina, que constituíam uma minoria.

Em 1917, sob pressão das organizações sionistas, o governo britânico publicou a Declaração de Balfour (nome do MNE de então). Estava criado, em meia dúzia de linhas, o mais delicado e complexo problema dos nossos dias! 

«O Governo de Sua Majestade é favorável ao estabelecimento de um lar nacional judaico na Palestina, e empregará todos os seus esforços para facilitar a realização deste objectivo, ficando claro que nada será feito no sentido de prejudicar quer os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas da Palestina, quer os direitos e o estatuto político que os judeus usufruem noutros países».

Recorde-se que o Estado de Israel tem um dos melhores - em capacidade, competência e experiência - exércitos do mundo. Os palestinos não têm exército, só polícia. O Estado de Israel tem uma poderosa e eficaz força aérea. Os palestinos não têm força aérea. O Estado de Israel tem um dos mais competentes e eficazes serviços secretos do mundo: Os palestinos não.  Israel é um Estado soberano. A Palestina não.

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Hiroshima 2 anos depois (1947)

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Agosto 1947. Fotógrafo: Carl Mydans. Life Images

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Hiroshima e Nagasaki 69 anos depois.
Da Palestina à Ucrânia - a actualidade da luta pela paz

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Hiroshima (esquerda) e Nagasaki (direita)

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Publicado neste blog:

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Taxa real de desemprego foi de 22,5% no 2º trimestre

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Os dados divulgados pelo INE não permitem a leitura optimista que Governo e partidos da maioria se apressaram a fazer. Bom seria que assim fosse!

Algumas notas sobre estes resultados:
  • Não há correspondência entre a redução do número de desempregados e o número de empregos criados entre os segundos trimestres de 2013 e 2014. Enquanto o desemprego se reduziu em 134 700, a criação líquida de emprego foi de 90 mil, ou seja, 44 700 trabalhadores portugueses deixaram de ser considerados desempregados, mas nem por isso encontraram emprego. Como neste período, também de acordo com o INE, a população residente baixou em 62 900, não é difícil perceber que a esmagadora maioria destes trabalhadores terá emigrado. Se assim não fosse, eles manter-se-iam desempregados e o desemprego subiria para, pelo menos, 14,8%.
  • Por outro lado, a taxa de desemprego calculada pelo INE não é imune aos chamados ocupados do IEFP (trabalhadores desempregados em estágios e cursos de formação), a que este Governo tem recorrido como nenhum antes. Só no 2º trimestre deste ano eram 171 528 os trabalhadores nesta situação, mais 65 350 trabalhadores que há um ano. Se não se subtraíssem das estatísticas do desemprego estes e aqueles que deixaram de ser desempregados mas que não encontraram emprego, isso bastaria para que a taxa de desemprego fosse já de 16,1%.
  • O que estes dados não deixam de demonstrar é que a taxa de desemprego jovem é de 35,6%, que o trabalho precário representa 29,1% do trabalho por conta de outrem, que há 256 600 inactivos disponíveis para trabalhar mas que não estão no mercado de trabalho, que há 252 200 trabalhadores que não conseguem um trabalho a tempo completo e são obrigados a trabalhar a tempo parcial, que há 660 mil trabalhadores isolados a trabalhar a recibo verde e que a esmagadora maioria do emprego criado é precário e de salários muito baixos. Por todas estas razões, a taxa de desemprego real é ainda muito superior aos 13,9% agora apresentados e atinge de acordo, com estes dados, os 22,5%.

Um desenvolvimento económico sustentado capaz de dinamizar um mercado interno e de criar emprego qualificado e com direitos é, do nosso ponto de vista, incompatível com a acção deste Governo e com uma política subordinada aos critérios da troika e da União Europeia.

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A espoliação dos pequenos acionistas do BES

«Carlos Costa, antigo diretor do BCP no tempo de Jardim Gonçalves, e agora governador do Banco de Portugal, acabou de tirar da cartola a "solução milagrosa" para o caso BES apresentando como aquela que garante os depósitos aos clientes, assegura a continuidade do negócio,e evita que o Estado "meta um centavo" no BES. O governo e os seus defensores nos media, a começar por Marques Mendes e Rebelo de Sousa, numa gigantesca operação de manipulação da opinião pública repetem até à exaustão o mesmo – talvez convencidos que uma mentira repetida muitas vezes transforma-se numa verdade. Por isso interessa analisar com a objetividade e com os dados disponíveis, que ainda são poucos, esta questão até porque ela preocupa os portugueses, e também porque já ouvimos muitas vezes a mesma cantiga que depois se transforma num pesadelo para os contribuintes.»

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É tempo de dizer basta!

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Recorde-se e sublinhe-se que esta operação militar desencadeada pelo governo de Benjamin Nétanyahou teve como pretexto «vingar» a morte de 3 jovens israelitas.
Foram presos e identificados como autores materiais do crime 3 palestinianos. Alguém sabe se foram apresentados a julgamento?
Sei que os criminosos sionistas gostam pouco de comparações sobre as semelhanças entre a sua actuação e as dos nazis-fascistas responsáveis pelo Holocausto de 6 milhões de judeus. Estive na aldeia mártir de Lídice - totalmente destruída e a grande maioria de seus habitantes assassinados pelos alemães como vingança pela morte de seu comandante e segunda maior autoridade nas SS, Reinhard Heydrich. Goste-se ou não, a similitude é quase total!
Morreram, desde 08 de julho, mais de 1700 palestinianos e 64 soldados israelitas. Destruíram-se milhares de habitações e arruinou-se ainda mais uma economia já de rastos, segundo números de diversos organismos internacionais.
De acordo com um balanço das autoridades da Saúde locais, mais de 1.700 palestinianos foram mortos. A Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu verificar a identidade de 1.117 mortos, 926 dos quais eram civis (83 por cento). A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) contabilizou pelo menos 296 menores. Os números mais recentes do ministério da Saúde palestiniano apontam para 8.920 feridos.
Israel perdeu 64 soldados, o maior número de baixas sofrido desde a sua guerra contra o Hezbollah libanês, em 2006. Três civis, um dos quais tailandês, foram mortos por um dos 3.032 'rockets' disparados pelo Hamas, segundo uma contagem do exército israelita.
Segundo a ONU, 280.000 pessoas estão alojadas nos seus centros e nos das autoridades locais, ou seja, 15 por cento da população de Gaza.
Juntamente com aqueles que encontraram guarida em casa de familiares, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima em 400.000 o número de deslocados - o equivalente a se 1,85 milhões de nova-iorquinos ou 500.000 parisienses se vissem obrigados a abandonar as suas casas.

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Alguém acredita que tudo isto foi para vingar a morte de 3 jovens israelitas?...

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