Domingo, 28 de Agosto de 2016

28 de Agosto de 1963 – Marcha sobre Washington

28 Agosto 1963 – Marcha sobre Washington

Mais de 250 mil pessoas, oriundas de todas as partes do país, concentraram-se em Washington para exigir trabalho, liberdade, justiça social e o fim da segregação racial contra a população negra dos EUA.

Organizada, entre outros, pelo activista dos direitos humanos e pacifista Martin Luther King, a manifestação foi determinante para a aprovação das leis de direitos civis e direito de voto, em 1964 e 1965.

Foi nesta impressionante manifestação de massas que Luther King fez o discurso com a frase que ficou célebre em todo o mundo: «I Have a Dream!» (Eu tenho um sonho!).

Distinguido em 1964 com o Prémio Nobel da Paz, Martin Luther King foi assassinado em 4 de Abril de 1968, em Memphis, Tennessee.

Mais de meio século depois da Marcha, o racismo nos EUA está longe de ter sido erradicado.

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Sábado, 27 de Agosto de 2016

Nacional 1-3 Benfica

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

 
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27 de Agosto 1859 – Nasce a indústria petrolífera

Petróleo Edwin Drake

A primeira perfuração bem-sucedida de um poço de petróleo, a uma profundidade de cerca de 21 metros, ocorreu em Titusville, Pensilvânia, nos Estados Unidos, graças ao engenho de Edwin Drake.

Percebendo que a mineração de petróleo a partir das exsudações naturais era muito lenta, Drake, um maquinista aposentado, lembrou-se de cavar o solo para acelerar o processo, mas o resultado foi decepcionante, já que as escavações eram facilmente inundadas por água.

Resolveu então tentar a perfuração, com um método que já se utilizava para obter sal (produzindo água salina e deixando-a evaporar).

Juntamente com William A. Smith, operador de sonda experiente, Drake desenvolve o seu sistema de perfuração, então considerado por muitos como a «Loucura de Drake» («Drake’s Folly»).

Após vários falhanços, no dia 27 de Agosto de 1859 a perfuratriz (máquina que realiza perfurações em solo ou rochas) atingiu um reservatório e começou a produzir 10 barris por dia.

A quantidade, inesperada, obrigou ao armazenamento em barris de uísque e na banheira.

Nascia a indústria petrolífera.

Cinco anos mais tarde, 543 companhias dedicadas à actividade já actuavam nos EUA.

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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016

Os desafios futuros que se colocam à nova administração da CGD

cgd_sede_lisboa

 

 

«O conselho de administração da CGD que esteve em funções no período 2010/2016 vai ser substituído por uma nova administração que brevemente tomará posse.

Parece-nos ser este o momento adequado para fazer um balanço da gestão da administração que agora finda o seu mandato, e como base nele identificar os principais desafios que se colocam à nova administração, a qual será naturalmente avaliada pela capacidade que revelar em os enfrentar e resolver.

É o que vamos procurar fazer, embora de uma forma sintética, utilizando dados dos relatórios e contas do período que vai de 2010 ao fim do 1º semestre de 2016, com os quais se construiu o quadro 1, que se encontra em anexo.»

 

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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016

A pedofilia como arma de guerra

Mahmoud Raslan (na fotografia em primeiro plano)

 

A foto e o vídeo de Omron, garoto de cinco anos da cidade de Alepo (Síria), têm corrido mundo e enchido as primeiras páginas e espaços nobres da comunicação social.

Por que razão o drama de Omron mereceu destaque especial entre a torrente de episódios semelhantes?

«(...)

Qualquer jornalista com uma réstia de brio profissional que sobreviva à voz de comando dos donos poderia investigar as razões pelas quais o drama do pequeno Omron mereceu destaque especial entre a torrente de episódios semelhantes. Bastar-lhe-iam um pouco de curiosidade profissional e algumas horas de trabalho.

O que aprenderia então esse jornalista?

Que, na altura em que foi tirada a fotografia e captado o vídeo, a criança não estava a ser socorrida por profissionais de saúde mas sim nas mãos de uma dita «organização não-governamental», a White Helmets (escudos brancos), uma das muitas entidades por esse mundo fora, neste caso na ocupada cidade de Alepo, que servem de cobertura a actividades da CIA, dos serviços britânicos de espionagem MI6 e dos seus congéneres holandeses IDB.

Que a White Helmets é um braço de uma empresa designada Innovative Comunications & Strategies (InCoStrad), com escritórios em Washington e Istambul, uma agência de comunicação e propaganda do MI6 e da NATO criada para o conflito sírio. Esta empresa é autora, por exemplo, dos logotipos da maior parte dos bandos de mercenários e grupos terroristas em acção na Síria, dos «moderados» ao próprio Estado Islâmico, ou Daesh, ou Isis.

Que o oportuno autor do instantâneo foi Mahmoud Raslan (Rslan, grafia usada na sua página de Facebook), um jihadista simpatizante do Estado Islâmico, membro do grupo terrorista «moderado» Harakat Nour Din al-Zenki, protegido pela Turquia e que foi um dos contemplados pela CIA com armas antitanque BGM-71.

Que o Mahmoud Raslan e o seu grupo são realmente amigos de crianças. Há pouco mais de um mês, em 16 de Julho, o «fotógrafo» e membros do seu grupo terrorista promoveram uma cerimónia de sangue na qual foi decapitado na caixa traseira de uma camioneta vermelha, em pequenos e sincopados golpes de arma branca, o garoto palestiniano Abdullah Tayseer al-Issa, de 12 anos. Fora «julgado» e «condenado» pelos «moderados» de Raslan por pertencer supostamente às «Brigadas Al-Quds». A cabeça ensanguentada da criança foi depois exibida efusivamente, como histórico troféu, cena documentada em vídeos que qualquer pessoa – nem precisa de ser jornalista – descobrirá em rede, se tiver estômago para tal.

(...)»

Guerra na Siria_1

«Como denuncia o Off-Guardian, é a agenda desta gente que a imprensa considerada «de referência» alimenta.

O bombardeamento de uma escola no Iémen, as denúncias da Unicef sobre a proliferação do trabalho infantil no Iraque após a invasão em 2003 ou a morte de um jovem palestiniano pelo Exército israelita não fizeram capas. Foi a imagem de propaganda de um dos mais mortíferos grupos terroristas a operar na Síria que deu várias voltas pelo globo e está a ser usada para justificar a guerra.»

 

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Cada braço é uma alavanca

Avante 2230     para visualizar clique aqui

 

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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016

Silas Coutinho Cerqueira (8 de Setembro de 1929 / 22 de Agosto de 2016)

Silas Cerqueira

 

Silas Coutinho Cerqueira era membro do Partido Comunista Português desde a década de cinquenta. 

É, inquestionavelmente, uma das figuras mais destacadas do movimento da paz e da solidariedade em Portugal, ao qual está ligado praticamente desde a sua criação, na viragem da década de 40 para a de 50 do século XX.

Oriundo do Porto, de uma família baptista, cedo integrou o movimento antifascista, nomeadamente, o Movimento de Unidade Democrática – Juvenil (MUD – Juvenil).

Estudou Teologia e Filosofia das Religiões em Louisville e na Universidade de Columbia em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

O seu envolvimento na luta pela paz valeu-lhe a prisão, em finais de 1952. O seu «crime»? Colocar um ramo de flores num monumento aos combatentes da Grande Guerra, iniciativa tradicional do movimento da paz nesses negros anos de opressão. Esta prisão desencadeou uma imensa contestação por parte da comunidade baptista e dos sectores democráticos portuenses. Em 1955 seria detido no Porto com mais de uma centena de outros jovens dos quais 52 seriam julgados em 1957, entre eles Silas Cerqueira e sua mulher Antónia Lapa. Voltaria a ser preso várias vezes, designadamente em 1953, 1954 e 1958.

Em finais dos anos cinquenta radicou-se em França onde se tornou investigador na área das Ciências Sociais e Políticas no Centre de Relations Internationales (CERI) da Fondation Nationale de Sciences Politiques em Paris bem como na Universidade de Besançon e no Institut des Hautes Études d’Amérique Latine. Aí prosseguiu uma diversificada actividade política unitária tendo sempre como principal referência a situação em Portugal. Simultâneamente empenhou-se na solidariedade com outros povos, com destaque para o povo do Vietname, em luta contra a agressão do imperialismo norte-americano, e os povos submetidos ao jugo colonial português e respectivos movimentos de libertação nacional. Participou activamente na luta contra a repressão fascista e pela libertação dos presos políticos portugueses.

De regresso a Portugal e sob o impulso da Revolução de Abril e com a sua activa contribuição, tiveram lugar em Portugal importantes Conferências Internacionais de Solidariedade como a “Conferência Mundial de Solidariedade com o Povo Árabe e a sua Causa Central: a Palestina” em que participou a OLP como única e legítima representante do povo palestiniano, a “Conferência Internacional de Solidariedade com os Estados da Linha da Frente” que teve importante papel na luta dos povos da África Austral pela liquidação do apartheid, e outras iniciativas marcantes como a Conferência de solidariedade com a Revolução Sandinista da Nicarágua.

Desempenhou um papel de relevo na luta pelo desarmamento, em particular o desarmamento nuclear em que é de destacar o Movimento ZLAN, Zonas Livres de Armas Nucleares, envolvendo numerosos municípios portugueses.

Silas Cerqueira foi membro da Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação durante dezenas de anos e integrava actualmente a sua Presidência. Era também membro da Direcção Nacional do Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente, MPPM, de que foi um dos fundadores.

Intelectual prestigiado, Silas Cerqueira interveio como conferencista em numerosas iniciativas, tendo-se licenciado em ciências histórico-filosóficas pela Universidade de Coimbra, especializou-se em ciências políticas e relações internacionais na Universidade de Paris. Foi professor da Universidade do Minho na área das ciências políticas e leccionou em Angola no quadro da solidariedade com o MPLA.

 

Recordo com saudade o camarada e amigo que entre em 1971, quando da minha passagem à clandestinidade, nos acolheu em sua casa em Villejuif, nos arredores de Paris, até ao nascimento da minha filha Sofia.

O camarada e amigo que durante uma greve do Metro de Paris, passou 5 horas no carro para levar a mãe das minhas filhas a uma consulta pré-natal.

Um camarada e amigo que teve a paciência de disponibilizar a um jovem, então com 17 anos, o seu arquivo e ensiná-lo muito do que hoje sabe sobre a história do PCP e da resistência antifascista.

Um camarada e amigo com quem me fui cruzando várias vezes ao longo dos anos em diferentes actividades do Movimento da Paz e Solidariedade.

 

O Silas gostaria que seguíssemos o seu exemplo de combatente pela paz e pela construção de uma sociedade sem exploradores e sem explorados, prosseguindo a luta pela justa causa à qual dedicou toda a sua vida.

 

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Terça-feira, 23 de Agosto de 2016

23 de Agosto de 1927 – Sacco e Vanzetti são executados nos EUA

23 Agosto 1927 – Sacco e Vanzetti

Os trabalhadores imigrantes italianos Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti, assumidos anarquistas, foram presos, julgados e condenados pela morte de dois homens na sequência de um assalto a uma fábrica de sapatos.

Na época, os sindicatos ganhavam força na luta contra a exploração, o que era visto nos EUA como uma ameaça comunista.

Sacco e Vanzetti, que sempre se afirmaram inocentes, foram vítimas – como afirmou anos depois o jurista Edmund Morgan – de «uma sociedade preconceituosa, chauvinista e perversa».

A condenação à morte dos dois anarquistas, após um processo cheio de irregularidades, sem provas e sem ouvir as testemunhas de defesa, provocou uma onda de protestos em todo o mundo.

O reconhecimento da inocência de ambos ocorreu 50 anos depois, quando o governador de Massachusetts, Michael Dukakis, assume a injustiça cometida pelo tribunal e reabilita o nome dos dois italianos.

Bartolomeo Vanzetti-Nicola Sacco1 1923

Bartolomeo Vanzetti - Nicola Sacco 1923

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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2016

Geração com futuro incerto: um quinto dos jovens não estuda nem trabalha

17 Novembro 2010 en_sup7.jpg

Quase cinco milhões de jovens entre os 20 e os 24 anos não estudam nem trabalham, de acordo com um estudo do Eurostat relativo a 2015.

O relatório «Educação, trabalho, ambos ou nenhum? O que andam a fazer os jovens da UE?», divulgado dia 11, na véspera do Dia Internacional da Juventude, revela que perto de um quinto (17,3%) dos jovens dos diferentes estados-membros vive numa espécie de limbo: saíram do sistema de ensino e não conseguiram entrar no mercado de trabalho.

A situação não só não é nova como se tem mantido «relativamente estável» entre 2006 e 2015, assinala o Eurostat.

Mas nalguns estados-membros, em particular a Itália, Grécia e Espanha, países afetados por duros programas de austeridade, os números agravaram-se. Aqui cerca de um quarto dos jovens não estudava nem trabalhava.

A Itália lidera esta lista negra, com 31,1 por cento dos jovens nesta situação, seguindo-se a Grécia (26,1%), Croácia (24,2%), Roménia (24,1%), Bulgária (24%), Espanha e Chipre (22,2% cada).

No extremo oposto sobressaem a Holanda com apenas 7,1 por cento de jovens inactivos, o Luxemburgo (8,8%), Dinamarca, Alemanha e Suécia (9,3% cada), Malta e Áustria (9,8% cada) e República Checa (10,8%).

Manif Juventude 2012-03-31_2

Portugal foi um dos países onde que a taxa de jovens inactivos entre 20 e 24 anos mais cresceu na última década (de 2006 a 2015), passando de 12,6 por cento para 17,5 por cento, sendo o 12.º estado-membro com piores indicadores.

Dos restantes, 42,3 por cento estavam a estudar e 31,7 por cento trabalhavam. Apenas 8,5 por cento acumulavam as duas actividades.

A percentagem de jovens portugueses «exclusivamente a trabalhar» registou uma queda acentuada no referido período (de 49% para 31,7%).

Ao nível da UE, ainda sobre a mesma faixa etária, 33 por cento dos jovens estudam exclusivamente, um pouco mais do que os que trabalham unicamente (32,6 por cento), enquanto 16,9 por cento fazem ambas as coisas.

Em 2015, a maioria dos jovens entre os 15 e os 19 anos estava a estudar, enquanto a faixa etária dos 25 aos 29 se dedicava sobretudo ao trabalho.

«A proporção de jovens que não estão a trabalhar nem a estudar nem a receber formação aumenta consideravelmente com a idade», observa o Eurostat.

A União Europeia tem 90 milhões de pessoas com idades entre os 15 e os 29 anos, representando 17 por cento da sua população total.

(sublinhados meus)

 

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Domingo, 21 de Agosto de 2016

Benfica 1-1 Vitória de Setúbal

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