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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Notas de uma campanha

     1. Nunca é demais reafirmá-lo. Realizou-se no passado dia 23 de Maio a maior iniciativa política alguma vez realizada em Portugal. Uma multidão imensa respondeu à chamada da CDU e encheu as avenidas de Lisboa desde o Campo Pequeno até ao Marquês de Pombal. Foram mais de 85.000.

A Marcha deu expressão ao protesto e indignação que percorre Portugal de lés a lés. Disse alto e bom som que basta de injustiças. Exigiu uma ruptura e uma mudança. Afirmou com determinação e confiança que, com mais força à CDU, sim, é possível uma vida melhor.

A Marcha reforçou a convicção de que, como noutros momentos importantes da história e da vida do nosso país, a força de um povo unido na sua luta pode mudar muita coisa. E o dia 7 de Junho será um importante momento para avançar na construção da mudança necessária e urgente.

Urgente porque é necessário pôr cobro, quanto antes, à grave crise que vivemos. Para impedir o agravamento, ano após ano, mês após mês, dia após dia, das condições de vida. Uma crise que, em Portugal, é o resultado de trinta e três anos de políticas de sucessivos governos PS e PSD com ou sem o CDS. Políticas que provocaram o agravamento das condições de vida dos trabalhadores e do povo, a contínua degradação da situação económica e a justificada inquietação de todos os democratas quanto ao futuro do país.

A dura realidade que estamos a viver prova que a CDU tinha razão. Mais de 30 anos de política de direita e mais de 20 anos de integração capitalista de Portugal na União Europeia são a origem da crise. Uma crise do sistema capitalista, que, agora, os seus causadores querem que sejam os mesmos de sempre a pagar – os trabalhadores, os mais desfavorecidos, os micro e pequenos empresários, agricultores e pescadores.

As eleições para o Parlamento Europeu, no próximo dia 7 de Junho, são a primeira oportunidade para dizer que a CDU faz toda a diferença. Que a CDU é a alternativa de que Portugal e a Europa necessitam.

2. Estranhamente, ou talvez não, 35 anos depois do 25 de Abril de 1974 e outros tantos actos eleitorais depois, ainda há autarcas que desconhecem as mais elementares regras do processo democrático eleitoral. Autarcas que se comportam como pequenos ditadores, convencidos de que tudo querem, tudo podem, tudo mandam. 

Autarcas que actuam como autênticos fora-da-lei. Autarcas que recusam credencias dos outros. Autarcas que não publicam editais. Autarcas que não convocam reuniões. Autarcas que assumem funções que não são as suas. Autarcas que agridem representantes de outros partidos ou de outras forças políticas. Autarcas que mandam expulsar o mandatário distrital da CDU (o que seria se tivesse sido com José Junqueiro…). Autarcas que ignoram e não cumprem as leis que regem os processos eleitorais em Portugal.

E não se pense que esses comportamentos são exclusivos de alguns eleitos do PSD. Também contagiam eleitos socialistas. E não se fique com a ideia que visam apenas os representantes da CDU. Chegada a hora tudo (ou quase) que não seja da sua cor é tratado da mesma forma.

Também aqui os comportamentos da CDU marcam a diferença. Indiquem uma junta de freguesia presidida pela CDU onde tais actos se tenham verificado. Afinal quem respeita e pratica a democracia, esteja no poder ou na oposição? A resposta é inequívoca.

                                                                                     

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                      

In "Jornal do Centro" - Edição de 29 de Maio de 2009

                                                                                         

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