Sábado, 13 de Março de 2010

Colômbia: Um sindicalizado assassinado a cada três dias

     A Central Única dos Trabalhadores da Colômbia (CUT) revela que, desde 1986, mais de 10 mil dirigentes e membros de estruturas sindicais foram alvo de atentados à vida, à liberdade e à integridade. Um a cada três dias foi morto.

No relatório «A morte não é muda», realizado pela Escola Nacional Sindical da CUT com apoio da Comissão Colombiana de Juristas e apresentado no final da semana passada, fica demonstrado que, do primeiro dia de Janeiro de 1986 até ao início de Agosto de 2009, foram assassinados 2704 trabalhadores afectos ao movimento sindical unitário e que outros 190 encontram-se desaparecidos.

Do total de 10 364 dirigentes sindicais e membros daquelas estruturas representativas dos trabalhadores alvo de atentados à vida, à liberdade e à integridade nos últimos 23 anos, 237 foram vítimas de atentados, 4418 receberam ameaças de morte e 1611 viram-se na contingência de abandonar as comunidades onde viviam e trabalhavam, diz a CUT.

A situação durante o mandato do actual presidente Álvaro Uribe revela uma escalada da violência. Desde que assumiu a presidência do país, 503 trabalhadores sindicalizados foram executados (mais de 18,6 por cento do total) e 3912 foram alvo da repressão, isto é, nos últimos sete anos o regime uribista acumula 37,9 por cento das agressões registadas desde meio dos anos 80.

Para quem reclama justiça, a situação também não é animadora. Os números apurados no documento evidenciam que 98,3 por cento dos casos levados a tribunal ficaram por resolver. Nos casos de tortura, invasão de domicílio e rapto e desaparecimento, a impunidade é total.

Recorde-se que no final do mês de Fevereiro, a Unidade de Justiça e Paz do Ministério Público colombiano divulgou que os paramilitares das Autodefesas Unidas da Colômbia assumiram a responsabilidade pela morte de quase 30 500 pessoas e pelo desaparecimento de cerca de 2500 opositores durante a sua existência.

(sublinhados meus)

Ler Texto Integral

                                       

Para Ler:

Para estes a comunicação social dominante não tem tempo nem espaço...

                                                                                                                                          

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Sábado, 6 de Março de 2010

Venezuela repudia acusações espanholas

     A Venezuela considera «inaceitáveis» e de «natureza e motivação política» as acusações da Audiência Nacional espanhola sobre uma suposta cooperação do executivo de Hugo Chávez com as FARC e a ETA, visando a realização de atentados contra altos funcionários do governo colombiano em território espanhol.

Em comunicado emitido segunda-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), o governo bolivariano diz ter tido conhecimento do auto emitido nesse mesmo dia por um juiz espanhol (Eloy Velasco), no qual se tecem «considerações inaceitáveis, de natureza e motivação política sobre o governo venezuelano» e «se toma a liberdade de fazer reiteradas referências desrespeitosas ao presidente de todos os venezuelanos, Hugo Chávez, proferindo acusações tão tendenciosas quanto infundadas».

O MNE da Venezuela responde, desta forma, ao texto assinado por um magistrado da mais alta instância judicial de Espanha, no qual se acusa a República Bolivariana de facilitar a cooperação entre os dois grupos armados. Velasco processa seis presumíveis membros da ETA e sete das FARC e sustenta que as organizações tinham como alvos em território espanhol o actual presidente colombiano, Álvaro Uribe, o ex-presidente daquele país, Andrés Pastrana - que reside em Madrid e terá mesmo sido vigiado, diz -, e, entre outras personalidades, acrescenta ainda, o actual vice-presidente da Colômbia e mais que provável candidato da direita colombiana às próximas eleições, Francisco Santos.

Ler Texto Integral

                                   

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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Colômbia, a porta de entrada dos EUA na América do Sul

La cremallera de América. Antonio Medina

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Os soldados dos EUA na Colômbia têm imunidade diplomática... também para violar crianças

Rúkleman Soto

                                                                                                         

Cuestionan investigación de EEUU por violación de niña en Colombia

«El gobierno de Estados Unidos hizo mínimos y errados esfuerzos para investigar a un sargento del Ejército estadounidense y a un contratista civil de nacionalidad mexicana denunciados en Colombia como sospechosos de la violación de una niña de 12 años en agosto del 2007, según una investigación de El Nuevo Herald.

Los implicados, el sargento Michael Coen y el contratista César Ruiz, fueron sacados de Colombia porque gozaban de inmunidad diplomática y hoy no afrontan ningún cargo criminal en Estados Unidos por la violación de la menor en una habitación de la base Germán Olano de la Fuerza Aérea Colombiana (FAC), en Melgar, a 100 kilómetros al occidente de Bogotá.

(...)

Basándose en testimonios y pruebas materiales, la fiscalía libró órdenes de captura contra Coen y Ruiz, pero las órdenes no fueron ejecutadas a consecuencia de la inmunidad diplomática, de acuerdo con la fiscalía regional que manejaba el caso. La investigación quedó truncada».

Las bases militares de EEUU en Colombia 

«Violaciones las ha habido y las hay a granel, y a las víctimas no las salvan ni su corta edad; así han agredido hasta niñas de 12 años. En ningún caso la justicia actuó. Han filmado pornografía, han traficado con drogas, también lo han hecho con armas para irregulares. No ha habido delito que no cometieran. Ninguno de estos delincuentes fue procesado. En algunos momentos no han faltado figuras de peso en el Estado colombiano que reclamaran esa impunidad, que no inmunidad, pero no se hallaron los oídos necesarios ni las decididas instituciones para actuar».

                                                                  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Vender a Colômbia, por Alfredo Martirena

Alfredo Martirena

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                                                                           

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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Noam Chomsky: «Falar de soberania colombiana é uma graçola»

    Bases dos EUA na Colômbia. As legendas são da responsabilidade exclusiva de quem fez o mapa. Todavia, este serve para ilustrar a frase de Noam Chomsky: «Hay un pretexto, y el pretexto es la guerra contra el narcotráfico, pero es solo un pretexto y no se puede tomar en serio».

Noam Chomsky

(...)

Hablar de soberanía colombiana es un chiste. El Plan Colombia, creado por Clinton, es una intervención agresiva en los asuntos internos de Colombia, que ha tenido consecuencias. Hay un pretexto, y el pretexto es la guerra contra el narcotráfico, pero es solo un pretexto y no se puede tomar en serio. Y el establecimiento de las bases militares en Colombia es una reacción al hecho de que EE.UU. ha perdido su posición militar en otros países. Ecuador desactivó la base en Manta, que le daba a EE.UU. gran capacidad de vigilancia aérea en la región. Paraguay era una especie de base militar estadounidense, y eso ya se acabó. Tenían que reconstruirla en otra parte y Colombia es el único país donde podían hacerlo. El golpe en Honduras es parte de otro proceso. Centroamérica había sido tan devastada por las guerras contra el terrorismo de Reagan que no era parte de la tendencia de la llamada marea rosa, hacia la integración latinoamericana. Honduras estaba en el camino de la integración, y bueno ahora ya no, ellos creen, y en realidad se ha expandido en Centroamérica. Nicaragua es otro caso. Todo esto me parece que es un intento de recuperar la posición tradicional incluso antes, hace 10 ó 15 años el entrenamiento de oficiales ha aumentado rápidamente, y ha cambiado, ahora el entrenamiento es en tácticas de infantería. La idea es crear fuerzas paramilitares, no están entrenando policías de tránsito. El control de la “ayuda” oficial ha cambiado del Departamento de Estado, ahora está en manos del Pentágono, que es un cambio relevante. Cuando estaba bajo el Departamento de Estado tenía al menos en teoría supervisión del Congreso, que quiere decir que había condiciones que había que cumplir sobre derechos humanos por ejemplo, que no se implementaban mucho, pero eran una limitación a posibles abusos, pero bajo el control del Pentágono, no hay reglas, todo es válido.

N. Chomsky, Entrevista a Noam Chomsky durante su primera visita a Venezuela (I)

Hablar de soberanía colombiana es un chiste

                                                                  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Alvaro Uribe e o terrorismo de Estado

Lacoste

 

- Presidente Uribe, estão a preparar uma marcha contra o terrorismo de Estado no nosso país para o dia 6

- Não sei a que propósito vem essa marcha se nós sempre temos estado pela paz... Hip!

Neste Blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Quem disse que o actual presidente da Colômbia «trabalhou para o cartel de Medellin»?

texto completo é o seguinte:

«Alvaro Uribe Velez--a Colombian politician and senator dedicated to collaboration with the Medellin cartel at high government levels. Uribe was linked to a business involved in narcotics activities in the U.S. His father was murdered in Colombia for is connection with narcotic traffickers. Uribe has worked for the Medellin cartel and is a close personal friend of Pablo Escobar Gaviria. He has participated in Escobar's political campaign to win the position of assistent parliamentarian to Jorge {(Ortega)}. Uribe has been one of the politicians, from the Senate, who has attacked all forms of the extradition treaty»

 

U.S. President Barack Obama meets with Colombian President Alvaro Uribe in the Oval Office of the White House June 29, 2009 in Washington, DC. The two leaders were expected to discuss various issues including the U.S.-Colombia Free Trade Agreement.

 

A pergunta deste concurso de verão é sobre quem disse isto. As respostas devem ser justificadas.

Quem acertar e fizer uma redacção sobre o assunto poderá receber inúmeros prémios que incluem uma estadia no Hotel Bagram recentemente remodelado.

                                                                  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

Não digam nada a ninguém, mas a solução está AQUI
                                                                                                      

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Novas bases militares dos EUA na Colômbia

Soberanía militar

    Isto tudo está muito bem explicadinho aqui Colombia bases USA pelo Ministro da Defesa, general Freddy Padilla de León.

«Fue justamente Padilla quien manifestó que en los próximos meses, militares estadounidenses y contratistas del Pentágono que están en Manta, Ecuador, ocuparían un lugar en las instalaciones de las bases de Malambo, Atlántico; Palanquero, Cundinamarca; y Apiay en el Meta, aunque también se tendrán en cuenta las bases militar es de Tolemaida y Larandia, e inclusive la bahía Málaga en el Pacífico».

Resumindo, tomem lá 3-bases-3 que, na realidade até são mais!

     Frases do general Freddy Padilla de León que bem mostram a «bondade» da cedência das bases militares: 

  • «Estados Unidos no tendrá áreas o instalaciones para su uso exclusivo (...), no pagarán por un alquiler porque no les estamos cediendo nuestro territorio, se colaborará sin ningún tipo de contraprestación económica, sino para incrementar nuestra capacidad».
  • «Sólo si otro país nos solicita nuestro apoyo, con base en nuestra experiencia, habiendo aclimatado esas instalaciones, será más fácil transferirlas, como podría ser el caso de México».
  • «no autoriza al Gobierno de Estados Unidos para el uso de la fuerza en territorio colombiano. Tampoco lo autoriza para que proyecte desde Colombia fuerza de ataque hacia otro lugar».

Que coerência! Que honestidade! Que generosidade!

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

A Colômbia chumbou no exame da ONU

    No passado dia 10 de Dezembro realizou-se em Genebra, na Suiça, a terceira Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Em 2008 iniciou-se a aplicação do mecanismo do Exame Periódico Universal (EPU). Trata-se de um mecanismo para analisar a situação dos direitos humanos em todos os Estados membros do Conselho. Os 192 países, à média de 48 por ano, serão objecto do EPU. O que significa que cada estado será examinado de 4 em 4 anos. 

1. A Colômbia foi um dos países em exame em 2008. Contrapondo-se à visão do governo deste país mais de 1.200 organizações sociais e ONG de direitos humanos apresentaram um extenso relatório. Nele se faz um balanço demolidor aos 6 anos de regime de «segurança democrática» do Presidente Álvaro Uribe. Os factos e os números falam por si. 

Desde 2002 mais de 1 milhão e 750 mil colombianos foram deslocados à força, num total de 4 milhões de deslocados internos. Entre Julho de 2002 e Dezembro de 2007, pelo menos 13.634 civis (7 por dia…) perderam a vida, à margem de quaisquer combates, em consequência da violência sociopolítica. Destas 13.634 pessoas, 1.477 «desapareceram» de forma violenta. Em 8.049 casos o autor das violações é conhecido: 75,4 por cento são responsabilidade do Estado. Seja por actuação directa dos seus agentes – 1.411 vítimas, 17,53 por cento. Seja por tolerância ou apoio às violações cometidas por paramilitares – 4.658 vítimas, 57,87 por cento. O número de desaparecidos ronda os 30 mil. 

Os atentados à vida, à liberdade e à integridade física dos sindicalistas na Colômbia atingiram o número de 2.402. O assassinato de mais de 430 dirigentes sindicais só na vigência do actual governo, demonstra que não existe uma mudança estrutural na violência anti-sindical. O país é campeão do mundo em assassinatos de sindicalistas e de jornalistas: mais de metade dos sindicalistas assassinados em todo o mundo. Mantém-se a violência política contra os povos indígenas. Mais de 1.750 vítimas membros das suas comunidades são a prova.

A situação de pobreza afecta 66 por cento da população colombiana. A indigência atinge outros 8 milhões de pessoas. A Colômbia ocupa o terceiro lugar nos índices de maior desigualdade na América Latina, depois do Haiti e do Brasil. 

2. As notícias mais recentes não alteram o quadro neste país da América Latina com uma superfície ligeiramente inferior à de Angola e com mais de 45 milhões de habitantes.

O Presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, enfrenta há meses uma crise política grave. Sessenta parlamentares da sua base de apoio estão presos ou incriminados num escândalo de corrupção, ligações com o narcotráfico e os paramilitares. Tem um primo e conselheiro político, Mário Uribe, preso pelos mesmos motivos. O Supremo Tribunal contesta a legalidade de sua reeleição em 2006, obtida mediante a compra de votos confirmado pela confissão da ex-parlamentar Ydis Medina.

Mais recentemente o Presidente não conseguiu abafar outro escândalo provocado pela revelação de que o Alto Comando do Exército esteve envolvido no assassínio de jovens camponeses. Os seus cadáveres tinham sido apresentados à comunicação social como sendo guerrilheiros abatidos em combate. Soube-se depois que, numa tétrica e miserável encenação, lhes tinham sido vestidos uniformes das FARC. A indignação popular foi enorme. Os seus ecos chegaram ao Congresso. O comandante-chefe do Exército, general Mário Montoya, bem como 27 oficiais e sargentos implicados no crime, foram forçados a demitir-se.

Como já aqui escrevi, dizer que o governo Uribe é o mais à direita da América Latina dá apenas uma pálida imagem do seu posicionamento político e ideológico. O EPU das Nações Unidas confirmou-o.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                    

In jornal "Público" - Edição de 26 de Dezembro de 2008

                                                                                                  

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