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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Festa do «Avante!» 2008 - Programa Auditório 1º de Maio

                                                        

    A Festa do Avante! é feita de muitas músicas e de muitos palcos, abrangendo variadas expressões musicais, das mais populares às mais vanguardistas. Centenas de artistas, profissionais e amadores, estão envolvidos nos espectáculos que os visitantes da Atalaia têm à sua disposição.

Auditório 1º MAIO

 
Sexta-feira
Sábado
Domingo
14:30
 
Skalibans
Faith Gospel Choir
15:30
Fado Morse
Mu
16:30
Navegante
com AméliaMuge,Mimo Epifani (Itália), João Afonso, Rui Júnior e Ttukunak (P. Basco)
Xaile
18:00
Tucanas
 
19:00
Krissy Mathews
19:30
 
André Fernandes Quarteto com Mário Laginha
20:00
Chad Dughi
 
20:30
 
David Binney Quintet com Mark Turner
21:00
André Cabaço
Telectu com Jonas Runa e Steve Noble
 
22:00
Eneida Marta
Júlio Resende Quarteto
23:00
Tabanka Djaz
Pedro Jóia
0:00
 
Camané

                             

                                                             

Ver AQUI todos os espectáculos

                                                                 

Festa do «Avante!» 2008 - Programa Palco 25 de ABRIL

                                                        

     A Festa do Avante! é feita de muitas músicas e de muitos palcos, abrangendo variadas expressões musicais, das mais populares às mais vanguardistas. Centenas de artistas, profissionais e amadores, estão envolvidos nos espectáculos que os visitantes da Atalaia têm à sua disposição.

Palco 25 de ABRIL

 
Sexta-feira
Sábado
Domingo
14:30
   
Terrakota
15:00
X-Wife
 
15:30
 
Wraygunn
16:00
Mind Da Gap
 
16:30
 
Moncada (Cuba)
17:00
Galandum Galundaina e Toques do Caramulo
 
17:30
 
18:00
Comício
18:30
Kumpania Algazarra
 
19:00
 
19:30
Coal Porters
Big Bang Hot Club
20:00
   
20:30
Nuno Mindelis
Xutos & Pontapés Rock & Roll Big Bang
21:00
Grande Gala de Ópera
   
21:30
Vieux Farka Touré
22:30
Júlio Pereira
23:30
Da Weasel

                                         

                                                       

Festa do «Avante!» 2008 - Abertura/Comicio

                                                        

    Os primeiros visitantes que franquearem as portas da Festa, normalmente pelas 18 horas, ainda vão poder ver dezenas de camaradas que numa pressa de última hora dão os últimos retoques à decoração, afixam preçários e arrumam mercadorias, dispõem cadeiras e fazem as limpezas finais. 

Para trás estão meses de trabalho que vão agora ser recompensados com a afluência de muitos milhares de visitantes que prometem pelo menos mais três dias e três noites de esforçado labor, com poucos momentos para recuperar forças.

    O início oficial de da Festa do «Avante!» é assinalado com natural emoção, normalmente pelas 19 horas, na Praça da Paz, por centenas de militantes com tarefas no terreno, para além de muitos visitantes que já se encontram no recinto.

Depois de lançados os primeiros foguetes, ao som de uma Banda, subirá ao pequeno palco o secretário-geral do PCP, que fará uma breve intervenção onde dará as boas-vindas a todos.

Está aberta a Festa do Avante!

    No domingo, normalmente pelas 18 horas, a Festa culmina com mais uma grande iniciativa política - o Comício -, que galvanizará milhares de militantes e simpatizantes comunistas e que constituirá igualmente um momento de grande animação.  

As bandas e as fanfarras, grupos de zés-pereiras e outras animações partem de vários locais da Festa em direcção ao Palco 25 de Abril.

No Palco estarão os membros do Comité Central e representantes de partidos e organizações estrangeiras. As intervenções no Comicio da Festa do «Avante!» 2008 serão de Carina Castro, da Comissão Política da Direcção Nacional da JCP, de José Casanova,  o director do jornal «Avante!» e da Comissão Política do CC do PCP e de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.

                                        

                                                                                             

Festa do «Avante!» 2008 - Desporto

                                                        

    A Corrida da Festa - cuja participação tem registado, anualmente, mais de mil inscrições individuais e dezenas de inscrições colectivas - continua a ser o ex-libris do desporto na festa.

A Festa do «Avante! caracteriza-se também por uma linha de intervenção que visa divulgar a prática do desporto como «elemento indispensável para a saúde e o equilíbrio». E apresentar-se como «um convite à participação e ao convívio entre os atletas».
Folheto Corrida 2008

     Todos os anos a Festa do Avante! recebe milhares de atletas que participam em provas desportivas ou em exibições. Ao mesmo tempo, são cada vez mais os visitantes que não se limitam apenas a assistir, mas aceitam o convite que lhes é feito para participar nas várias modalidades presentes. Este sempre foi um objectivo da organização que procura todos os anos alargar a oferta desportiva.
Dezenas de modalidades, centenas de atletas e com um público numeroso fazem uma autêntica festa do desporto durante três dias na Atalaia, para a qual contribuem normalmente dezenas de clubes, colectividades, e diferentes instituições de vários concelhos.
    Na Quinta da Atalaia realizam-se torneios e exibições de andebol, futebol, basquetebol, ginástica, aeróbica, artes marciais, tiro com chumbo, de damas, xadrex, Mah-Jong, basquetebol 3x3 e de voleibol na Relva, boxe, triatlo, chinquilho e outros jogos tradicionais, para além de saraus de ginástica e danças desportivas de salão. Nos desportos radicais, destacam-se a prova de Slide e a Parede de Escalar.

Modalidades

Regulamentos e Calendários de Provas

                                         

                                                                                             

Festa do «Avante!» 2008 - O País na Festa

                                                            

    As diversas Organizações Regionais do Partido levam à Festa as realidades e vivências concretas de todas as zonas do País, erguendo no recinto da Atalaia uma amostra completa dos quotidianos, hábitos e culturas de que Portugal é feito. 

Uma vasta quadrícula de pavilhões oferece ao visitante os produtos do trabalho e do talento dos portugueses onde quer que vivam, seja através duma impressionante panóplia de artesanatos, manufacturas e criações artísticas, seja pela apresentação das mais variadas iguarias e invenções gastronómicas, tudo confluindo numa completa exposição do carácter multifacetado e criador de um povo.

As exposições políticas de cada uma das representações completa o bilhete de identidade de cada região, mostrando os seus problemas concretos, anseios, exigências e lutas. 

    As representações regionais são uma das traves mestras da Festa do Avante! e os seus pavilhões uma passagem obrigatória para os visitantes, que ali têm, numa contiguidade à distância de alguns passos, ora o queijo de Nisa ora o cabreiro da Serra da Estrela, aqui a sopa de pedra de Almeirim ali o javali da Guarda, num sítio os bordados de Amarante e noutro mais além os tapetes de Arraiolos, agora um bom tinto alentejano mas daí a pouco o convite para um verdelho açoreano, num momento a tentação pelas cristas de galo de Trás-os-Montes e no outro o desafio dos bolos de mel da Madeira, para não falar das hesitações e tentações entre os barros de Júlia Ramalho ou os do Redondo, os bordados de Viana de Castelo ou a tapeçaria de Bragança, para apenas darmos alguns exemplos.

                                         

                                  

Festa do «Avante!» 2008 - Festa do livro / disco

 

                                                        

   Quem vai à Festa acaba quase sempre por regressar a casa com sacos cheios de compras. E o caso não é para menos já que dificilmente se resiste às inúmeras propostas, oportunidades e pechinchas que surgem numa visita despreocupada aos diferentes pavilhões.

É um «risco» que se corre voluntariamente e que aumenta quando nos aproximamos do espaço do livro e do disco. Entramos ligeiros, mas mal saímos o desejo é de encontrar a bagageira mais próxima para depositarmos as novas, e pesadas, aquisições. Mas como resistir?...

    Do romance, ensaio, ficção científica, policial, ciência e tecnologia, música, desporto, literatura infanto-juvenil... tudo isto está na grande Feira do Livro da Festa, que propõe ainda uma secção especial para os mais novos com jogos e brinquedos.

A quantidade da oferta é sempre sedutora, assegurada pela presença de um elevado número das mais prestigiadas editoras nacionais. Depois os preços são surpreendentes, com os descontos a variar entre os 20 e os 40 por cento. Mas há ainda a feira de saldos com livros.

                                          

                                        

Festa do «Avante!» 2008 - Espaço Mulher

                                                        

    O Pavilhão da Mulher Comunista aborda sempre as temáticas sobre as lutas e os direitos das mulheres.No Espaço do Bar a/o visitante da Festa encontrará uma zona de convívio e de (re)encontro, onde poderão encontrar bebidas frescas (sangria, chás)e diversos petiscos preparados no momento.

                                          

                                  

                            

Festa do «Avante!» 2008 - Espaço Criança

                                                        

    O Espaço Criança tem os seus brinquedos para as crianças,  momentos de animação e as pinturas de cara,  que dão ainda mais cor à Festa do Avante!.  As gomas, os doces e as saborosas baguetes também lá estarão, no Bar Pioneiral. Aparece e vem mostrar que «somos o mundo que se muda nos sonhos que sonham as crianças».

                                        

                               

Festa do «Avante!» 2008 - Espaço Imigração

                                                        

    No pavilhão da Imigração na Festa do Avante!, o convívio solidário entre todos os camaradas e amigos, imigrantes ou não, é o principal cartão de visita que faz deste um espaço obrigatório de paragem.  Atendendo à crescente e diversificada presença de comunidades imigrantes no nosso país, o PCP tem-se destacado na defesa dos direitos destes trabalhadores e pela sua unidade na luta com os autóctones. Somos o partido com maior e mais qualificada intervenção política nesta área, e o facto reflecte-se na exposição que a Organização da Imigração  apresenta este ano, onde são tratadas matérias como a defesa dos direitos, a acção nos parlamentos, o nacional e o europeu, e as especificidades das comunidades de origem africana, do Leste da Europa ou do Brasil . 

                                          

                                   

Apontamentos sobre os espectáculos na Festa do «Avante!» 2008

                                                        

    Entre as numerosas polémicas que ao longo de anos e anos atravessam a história e a crítica da música, conta-se a discutível análise de Wagner sobre a obra de Beethoven, defendendo que a evolução das nove sinfonias que constituem parte fulcral da música europeia correspondiam a um processo de apuramento de construção formal que conduzira Beethoven a reconhecer a voz humana como o paradigma final de criação sonora. Os majestosos edifícios sonoros crescentemente mais complexos das nove sinfonias beethovanianas teriam conduzido o compositor à progressiva complexidade da composição até, ao atingir a sua última obra, a IX Sinfonia, nela ter finalmente integrado lado a lado com a riqueza orquestral a multiplicidade dos timbres da voz humana com coro e solistas a darem outra forma aos versos de Schiller no «Hino à Alegria» - segundo muitos e convincentes investigadores efectivamente um Hino à Liberdade, de nome alterado pelas imposições censórias da época…

A velha polémica wagneriana surge inevitavelmente quando, após ter marcado uma viragem reconhecida nos grandes festivais de ar livre em Portugal ao introduzir na sua programação uma orquestra sinfónica em 1994 exactamente com uma sinfonia de Beethoven – a 7ª, interpretada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Miguel Graça Moura – a Festa dá este ano novo passo trazendo ao maior palco português uma programação que inclui das mais complexas e apaixonantes expressões musicais: a ópera.

O público habitual das sextas-feiras de Atalaia recorda naturalmente o êxito conquistado em 1995 com o espectáculo da Metropolitana pela primeira vez no Palco «25 de Abril», interpretando obras de Tchaikowsky, com destaque para a sempre espectacular Abertura 1812: na realidade, fora a experiência realizada no ano anterior no Auditório «1º de Maio» com a mesma formação e uma programação baseada em Beethoven e que encerrava com a 7ª que abriu caminho a criarem-se as complexas condições técnicas para o ciclo aberto em 95.

Depois disso, passaram pelo palco «25 de Abril» Gerswhin e Shostakovich, Lopes-Graça e Haendel, Bach e Leonard Bernstein, Benjamim Britten e Bartok – e Beethoven! Quando se realizou a 25ª Festa, a programação correu o risco que o público entusiasticamente saudou de trazer exactamente – a IX Sinfonia de Beethoven!  Já lá vão portanto mais de seis anos que a Festa apresentou o panorama integral das sonoridades da música erudita, do completo naipe de instrumentos sinfónicos à voz humana a solo e em coro.

    Mas faltava, de facto, a ópera! A junção, como tão bem a definiu Lopes-Graça, de todas as artes cénicas, do teatro à música, da dança à riqueza da encenação. As dificuldades a enfrentar eram conhecidas: a ópera tem exigências quando apresentada como uma peça integral que requerem situações especiais: a existência de uma estrutura narrativa dada por um libreto cantado e declamado, a necessária expressividade dramática a conceder ao enredo, a importância expressiva das encenações e dos cenários associaram a ópera ao recinto teatral fechado, com todas as suas capacidades e exigências técnicas e acústicas. Desta condicionante, mas do desejo de proporcionar a mais vastas audiências as criações operáticas – na composição e sobretudo na interpretação, crescentemente importante – levaram ao surgimento da Gala de Ópera, no fundo uma espécie de antologia de grandes momentos musicais das composições, prescindindo do enredo dramático e das suas exigências cénicas para valorizar sobretudo os momentos musicais – árias, aberturas, coros – que autores e público elegeram como momentos estruturantes e especialmente estimados.

As evoluções tecnológicas na captação e amplificação sonora tornaram crescentemente possível trazer aos grandes palcos de massas a riqueza interpretativa das grandes vozes e as suas combinações com grandes massas orquestrais: a Gala de Ópera é hoje possível ao ar livre, ao mesmo tempo que as últimas décadas transformaram completamente o panorama musical português vendo surgir intérpretes de uma qualidade e de uma apaixonada entrega à sua arte.

De Rossini a Verdi, de Mozart a Bizet, o número de convidados da música clássica no Palco «25 de Abril» da Festa do «Avante!» cresceu este ano como nunca.

Vamos à Ópera! (ver AQUI)

Quanto ao resto da programação dos espectáculos, a Festa continua a assegurar a qualidade e a transversalidade que são uma marca que fazem dela o evento cultural de massas único que é há mais de três décadas.

(sublinhados meus)

 

Ruben Carvalho

                                                       

                                                                              

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