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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Um Blog censurado pela Câmara Municipal de Penalva do Castelo

    A propósito deste post aqui de um vizinho algumas notas de um informático:

  • Começa a ser um hábito de muitas autarquias neste país usarem palavras-chave para impedirem o acesso a determinados conteúdos na Internet.

  • Isto passa-se quer nos PC's das Câmaras, quer no dos Espaços Internet.

  • Por exemplo, numa das maiores autarquias de Portugal era vedado o acesso a tudo o que fosse blogs.

  • Evidentemente isto é um pau de dois bicos.Usa-se a palavra SEXO para impedir o acesso a sitíos na Internet com conteúdos PORNOGRÁFICOS, mas também aos de SAÚDE.
  • E os exemplos podiam multiplicar-se: terror, terrorismo, palavrões (e não podemos ler Gil Vicente, Lobo Antunes, ou a maioria dos escritores, poetas, dramaturgos, etc., etc., etc.)
  • Acresce que depois surgem sempre os pequenos (grandes) censores.
  • Ficamos todos a saber: antes de utilizar os Espaços Internet convém perguntar que sítios têm o seu acesso bloqueado...

                             

Para a Câmara de Viseu a liberdade de propaganda termina com as eleições

Este repetido acto persecutório da Câmara de Viseu contra o PCP, constituiu uma grosseira violação da Constituição da República Portuguesa, nomeadamente do seu Artigo 37º, uma afronta aos Acórdãos do Tribunal Constitucional, nomeadamente o 636/95 e o 258/06, bem como de vários pareceres da Comissão Nacional de Eleições (CNE), e do tribunal da Relação de Coimbra (que ilibou os nossos jovens) que reafirmam que “A liberdade de propaganda política, tenha ou não cariz eleitoral ou de apelo ao voto, vigora, pois, tanto durante a campanha eleitoral como fora dela e os órgãos executivos autárquicos carecem de competência para regulamentar o exercício da liberdade de propaganda”, acrescentando que “Os órgãos executivos autárquicos não têm competência para regulamentar o exercício da liberdade de propaganda e não podem mandar retirar cartazes, pendões ou outro material de propaganda gráfica”.

                                      

Os resultados eleitorais no distrito de Viseu

    

A DORV DO PCP CONSIDEROU OS RESULTADOS ELEITORAIS DA CDU NO DISTRITO MUITO POSITIVOS E VALORIZOU O CICLO DE TRÊS ACTOS ELEITORAIS QUE CONFIRMAM A CDU COMO A GRANDE FORÇA DE ESQUERDA NAS AUTARQUIAS, EM MELHORES CONDIÇÕES DE LUTAR POR UMA RUPTURA E UMA ALTERNATIVA À ESQUERDA NO NOSSO PAÍS.

                                       

Um Balanço Necessário

    Regressado ao convívio dos leitores quase 3 meses depois da última «Conversa da Treta» impõe-se um breve balanço deste período. Decorreram duas eleições. Fechado um longo e complexo processo eleitoral importa reflectir sobre os seus resultados.

Nas eleições para o Parlamento Europeu, recorde-se, o resultado obtido pela CDU traduziu-se num crescimento da sua votação superior a 70 mil votos (correspondente a um aumento de 23% da sua massa eleitoral). No aumento de 1,6 pontos da sua percentagem eleitoral (de 9,1% em 2004 para 10,7% em 2009) e na confirmação da eleição dos dois deputados (no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais, que a não se ter verificado teria assegurado a eleição do terceiro deputado). Um resultado expressivo, acompanhado do crescimento em todos os distritos, regiões autónomas e emigração, e com a obtenção da condição de força mais votada nos distritos de Setúbal, Évora e Beja.

O distrito de Viseu não fugiu à regra. Antes pelo contrário: a CDU quase duplicou o número de votos (aumento de cerca de 82% da sua massa eleitoral).

Nas eleições para os deputados (e não para primeiro-ministro…) da Assembleia da República o resultado alcançado pela CDU significou mais um passo no sentido do crescimento sustentado que nos últimos anos vem registando. Crescimento esse que se traduziu, nestas eleições, num novo aumento da sua expressão eleitoral alcançando 446.179 votos (sem os círculos da emigração), uma percentagem de 7,9% e a eleição de 15 deputados. Este resultado constitui um factor de inegável significado, tanto maior quanto identificado com um projecto claro e distintivo de ruptura e mudança para o país.

No distrito de Viseu o crescimento significou um aumento de 28% da massa eleitoral da CDU.

Nas eleições para as autarquias locais a CDU apresentou candidaturas a 301 municípios e listas a 2275 freguesias, o que constituiu a mais expressiva presença de candidaturas desde 1989. Eram independentes cerca de 40% dos quase 40 mil candidatos apresentados.

A CDU obteve uma importante votação, com um resultado de 10,7% para as Assembleias Municipais e uma votação global de 593.000 votos. Manteve a maioria dos municípios onde detinha a presidência. Reforçou as suas  posições  em toda a península de Setúbal, afirmando a CDU como a força maioritária na Área Metropolitana de Lisboa. Conquistou os municípios de Alpiarça, Alvito e Crato. Alcançou mais de três mil mandatos directos.

O conjunto dos resultados obtidos traduziu-se num crescimento superior a 3 pontos percentuais e a mais de 150 mil votos quando comparados com os das Legislativas realizados quinze dias antes.

Esta expressão eleitoral não anula o carácter insatisfatório de um resultado que ficou aquém dos objectivos. Para isso contribuiu, entre outras razões, a proximidade destas eleições com as eleições legislativas realizadas há apenas duas semanas. O que não permitiu que o valor do trabalho, da obra e do projecto da CDU no poder local e o mérito que lhe é largamente reconhecido, se tivessem plenamente afirmado nestas circunstâncias.

No distrito de Viseu, apesar de uma imensa campanha mediática destinada a favorecer uma artificial bipolarização, a CDU regista um aumento de 25% da sua massa eleitoral na votação para as Assembleias de Freguesia. Quase que duplica o seu número de eleitos. Alarga significativamente o número de concelhos onde passa a ter representantes. Conquista duas freguesias.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 16 de Outubro de 2009

 

Responder ao imediato e às exigências dos próximos anos

    O Comité Central do PCP, reunido a 13 de Outubro de 2009, procedeu à análise dos resultados das eleições para as autarquias locais, a uma breve avaliação sobre o ciclo eleitoral agora concluído e debateu as principais iniciativas e tarefas que a actual situação impõe na sequência da indigitação do primeiro-ministro, da próxima formação do governo e apresentação do seu programa. O Comité Central apreciou as principais linhas de intervenção para o prosseguimento da luta pela necessária ruptura e mudança e fixou as orientações que a curto prazo se colocam à intervenção política do PCP. O Comité Central debateu e fixou ainda as principais linhas de trabalho com vista ao reforço do Partido.

              

Penalva do Castelo: O voto na CDU

A CDU – coligação eleitoral que reúne o Partido Comunista Português, o Partido Ecologista Os Verdes e a Associação Intervenção Democrática – é comprovadamente um espaço de participação de milhares de cidadãos e cidadãs independentes.

Pelo seu percurso e acção, pelos partidos que a integram e pela empenhada intervenção de milhares de homens e mulheres que lhe dão corpo e vida, a CDU é a força que dá segurança e garantia de uma política de verdade. Sempre presente e solidária com a luta em defesa dos direitos e aspirações das populações, dos trabalhadores e do povo. Sempre presente na defesa e afirmação do interesse e soberania nacionais.

Na CDU, e na intervenção dos seus eleitos locais, está presente um reconhecido património de trabalho e realizações. Uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias. Uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do país. Uma acção em defesa do poder local democrático. Um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção.
Na defesa intransigente dos interesses populares, na acção empreendedora de apresentação de propostas e soluções mas também, nas provas dadas pelo trabalho desenvolvido a CDU afirma-se como uma força portadora de um projecto de futuro com a energia, a capacidade e o saber indispensáveis à construção de uma vida melhor.

O que dizemos aos penalvenses, a todos os penalvenses, é que há que ter a coragem de mudar o sentido de voto.

Votem na CDU, e, depois, julguem-nos pelos nossos actos.

E questionem-nos sobre o cumprimento dos nossos compromissos.

Estamos certos de que chegarão à conclusão: valeu a pena a mudança!

A CDU trouxe melhor vida, mais progresso e desenvolvimento ao concelho de Penalva do Castelo.

 

In A Força que o concelho precisa!

 

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