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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Agressão imperialista à Síria: Química da guerra

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   As Nações Unidas ilibam o governo liderado por Bashar al-Assad do uso de armas químicas na guerra provocada por grupos armados que prossegue na Síria. A declaração surge depois de Israel ter bombardeado o território.

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   Os ataques de Israel contra a Síria, apoiados pela Administração Norte-americana, inserem-se em toda a operação de ingerência e agressão contra este país – levada a cabo pelas principais potências imperialistas da NATO em aliança com as ditaduras monárquicas do Golfo Pérsico – e constituem uma provocação que visa a escalada do conflito no Médio Oriente. Ataques que ocorrem quando se assiste a uma campanha que pretende dar cobertura a uma intervenção directa estrangeira em larga escala na Síria.

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O ataque de Israel contra a Síria confirma que Israel é um foco permanente de guerra, agressão e ocupação contra todos os povos da região. Israel comporta-se como o instrumento e principal aliado da estratégia de tensão e guerra dos EUA no Médio Oriente. Israel viola da forma mais ostensiva os direitos dos povos do Médio Oriente, com a ilegal ocupação da Palestina, de territórios da Síria (os Montes Golã) e do Líbano (as Quintas de Shebaa) e as sucessivas agressões contra os países, como o Líbano, o Iraque e agora a Síria.

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   Os recentes ataques aéreos de Israel contra a Síria introduzem dados qualitativamente novos na tragédia do Médio-Oriente. Israel é o mais agressivo e melhor armado peão militar do imperialismo na região. Mas entre as interrogações que estes ataques levantam está a da relação entre esse peão e os EUA, entre o expansionismo sionista e a estratégia geral do imperialismo. Poderão existir diferenças tácticas. Mas existe uma identidade essencial na criminosa acção levada a cabo.

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Síria: verdades e factos sobre o conflito

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Procurando contrariar as mentiras divulgadas pela torrente de contra informação acerca do que se passa e do que está em causa na Síria, o Conselho Português para a Paz e Cooperação produziu o documento que publicamos. É um importante contributo para a alargada e urgente denúncia da agressão que EUA e seus aliados da NATO e na região infligem ao povo sírio.

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Está em curso uma operação militar israelita de agressão na Palestina

«A escalada de violência no Médio Oriente é o resultado da actuação das principais potências imperialistas, nomeadamente os EUA e países da União Europeia, como a França que, em aliança com a Arábia Saudita, o Qatar e outras monarquias ditatoriais do mundo árabe e usando o sionismo de Israel como ponta de lança, visa assegurar por via da guerra e da submissão de países soberanos o domínio imperialista sobre os abundantes recursos naturais e energéticos da região

«Quase três anos passados sobre o início da criminosa incursão militar israelita contra a população palestiniana da Faixa de Gaza (17 de Dezembro de 2009), Israel desencadeia mais uma criminosa acção militar, de proporções e objectivos ainda não completamente conhecidos, com efeitos devastadores para o povo palestiniano e com perdas de vidas humanas entre a população civil, incluindo crianças.

Esta acção criminosa é mais uma a juntar às inúmeras provocações e acções contra o povo palestiniano, levadas a cabo pelo governo de Israel com apoio dos USA e de países europeus comprometidos com o militarismo sionista (...)»

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Atribuição do Prémio Nobel da Paz à União Europeia: 3 declarações

«A realidade da acção e dos propósitos enunciados pela União Europeia muito se distanciam dos valores e princípios proclamados e estabelecidos pela histórica Conferência de Helsínquia, realizada em 1975, como: o respeito da soberania; o não recurso à ameaça ou uso da força; o respeito pela integridade territorial dos Estados; a resolução pacífica dos conflitos; a não ingerência nos assuntos internos dos Estados; o respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais; o direito à autodeterminação dos povos; e a cooperação entre os Estados – valores e princípios inscritos na Carta das Nações Unidas.»

«A CGTP-IN considera a atribuição do Prémio Nobel da Paz à U.E. uma profunda afronta aos trabalhadores e povos que sofrem no seu dia a dia as consequências das políticas e medidas crescentemente anti-laborais, anti-sociais e anti-populares desenvolvidas pelas estruturas dirigentes da União Europeia e por uma grande parte dos governos que a constituem. Não é aceitável que se atribua este galardão ressaltando “a luta pela paz e reconciliação, pela democracia e pelos direitos humanos”, ao mesmo tempo que se omite a profunda deriva de uma U.E. crescentemente neoliberal e orientada por princípios e práticas que lesam os interesses dos trabalhadores e dos povos, sobretudo dos países economicamente mais débeis

«Trata-se de uma inaceitável decisão, tão mais hipócrita quanto a União Europeia, pilar europeu da NATO, assume nestes dias um destacado papel nas operações de ingerência, chantagem e agressão militar na região do Médio Oriente, nomeadamente com as ameaças de agressão à Síria e a outros países soberanos da região. Simultaneamente constitui uma operação de branqueamento da história da União Europeia - marcada pela sua militarização e pela sua participação em algumas das principais guerras de agressão imperialista nos últimos 20 anos – e um vergonhoso atentado à memória dos milhões de seres humanos que deram a vida para libertar a Europa da guerra e do jugo do nazi-fascismo.»

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Síria: Máquina mortal prepara-se

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Os acontecimentos na Síria e a posição do governo português

O PCP condena a posição assumida pelo governo português face aos acontecimentos na Síria e apela aos trabalhadores e ao povo português, e aos movimentos unitários pela paz e pela defesa dos direitos nacionais dos povos, que se mobilizem em defesa da resolução pacífica dos conflitos, contra a guerra, pela paz e a cooperação entre os povos.

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Portugal está obrigado pela sua Constituição a bater-se pelos valores da paz e do respeito pela soberania dos povos e pelo direito internacional. Mas o que o actual governo está a fazer é precisamente o contrário, com a sua intolerável subserviência e sujeição aos criminosos interesses económicos e políticos que hoje comandam a ofensiva contra a Síria.

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