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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Informação aos associados do Montepio nº 2/2015

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«Foi marcada para o dia 25 de Junho de 2015, uma assembleia extraordinária da Associação Mutualista em que podem participar todos os associados, e votar os que têm pelo menos dois anos de inscrição. A sua convocatória está no "site" do Montepio em lugar de difícil acesso e foi publicada, como é habitual, em apenas dois jornais diários que são pouco lidos pelos associados. Tal facto tem determinado que a esmagadora maioria dos associados não saiba da realização das assembleias. Muitos têm-me enviado o seu protesto por não serem informados.

A "técnica" utilizada para dominar a assembleia é não informar os associados da sua realização através da Revista ou do Newsletter Montepio como tenho pedido ao presidente do Montepio e ao padre Melícias, presidente da Mesa da Assembleia-Geral. Este não tem dado andamento ao pedido, limitando-se cumprir o mínimo que a lei dispõe (publicação do anuncio da realização das assembleias gerais em dois jornais que a maioria dos associados não lê), o que determina que a esmagadora maioria dos associados nem tenha conhecimento da realização das assembleias. Isto tem permitido que as assembleias sejam dominadas por associados fiéis ao presidente, nomeadamente pelas chefias do Montepio.»

 

Informação aos associados do Montepio nº 1/2015

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«Nesta Informação analiso, com base nos dados constantes dos relatórios e contas, a situação da Associação Mutualista e das empresas do grupo Montepio, nomeadamente da Caixa Económica-Montepio Geral.

Na próxima informação aos associados explicarei o autêntico “golpe de estado” que está em curso no Montepio levado a cabo pelo seu presidente que, aproveitando uma imposição do Banco de Portugal de separar os órgãos sociais da Associação Mutualista dos da Caixa Económica-Montepio Geral, pretende fazer uma alteração nos Estatutos da Caixa Económica com o objetivo de excluir dos órgãos de supervisão/fiscalização da Caixa Económica os associados que não sejam da sua confiança, e substitui-los por elementos que tenham o seu acordo.

O primeiro que tem em mente naturalmente sou eu porque me tenho “atrevido” a criticar a atual gestão.»

 

Só há liberdade a sério quando houver…

     Só há liberdade a sério quando houver/A paz, o pão/habitação/saúde, educação/Só há liberdade a sério quando houver/Liberdade de mudar e decidir/quando pertencer ao povo o que o povo produzir (Sérgio Godinho – 1974).

Estes versos datados de 1974 aplicam-se que nem uma luva aos aspectos dominantes e determinantes da realidade portuguesa neste ano de 2010.

1. Analisemos a distribuição do Rendimento Nacional. Em 1953 esta distribuição era de 55% para o capital e 45% para o trabalho. Entre 1974 e 1976 a distribuição foi de 59,5 para o trabalho e 40,5% para o capital. Em 2005, segundo os últimos números disponibilizados, a distribuição foi de 59,4% para o capital e de 40,6% para o trabalho. Pergunta-se: o país está mais justo, mais igual e menos dependente?

Existem em Portugal 139 grandes grupos económicos. Dos quais 77,6% criados nos últimos 20 anos em resultado directo do processo de privatização (cerca de 50.000 milhões de euros entraram nos últimos 25 anos para os cofres do Estado, oriundos das privatizações) e consequente restauração dos grandes grupos monopolistas. Este conjunto de Grupos Económicos – ao mesmo tempo que a nossa economia crescia a um ritmo médio de apenas 1,3% entre 2004 e 2007 –, viu os seus lucros aumentarem de 75%, atingindo os 6,8 mil milhões de euros – 4,2% do PIB. A banca arrecadou em 2009, cerca de 5 milhões de euros por dia. A EDP voltou a atingir mais de mil milhões de euros de lucros no ano passado. O país está mais justo, mais igual e menos dependente?

O PIB em 2008 foi cerca de 97,2 vezes superior ao PIB de 1973. Em contrapartida o valor das remunerações, sem incluir as contribuições para a Segurança Social e CGA, de 2008 foi apenas 69,8 vezes superior às remunerações, também sem contribuições, de 1973. Incluindo as contribuições este último valor sobe para 89 vezes. Para onde foi a diferença? No nosso país um gestor executivo de uma empresa do PSI 20 ganha, em média, mais de 50 mil euros brutos mensais (1666 euros por dia). O país está mais justo, mais igual e menos dependente?

2. Eu sei que é um fait divers. Mas lá que diverte, diverte.

Regulamento de Disciplina do PSD.
«Constituem infracções disciplinares as violações dos deveres dos militantes constantes no artigo 7º dos Estatutos quando revistam as seguintes formas:
(…) d) tornar conhecidos, seja por que forma for, factos ou decisões referentes à vida interna do Partido e dos quais tenha sabido no exercício de cargos, funções ou missões, para que tenha sido designado; (…) f) manifesto desrespeito pelas deliberações emitidas pelos órgãos competentes do Partido, designadamente através dos órgãos de comunicação social; (…) n) estabelecer polémica com outros membros do Partido, fora dos quadros ou órgãos partidários desde que a discussão incida sobre deliberações dos respectivos órgãos estatutários e seja susceptível de pôr em causa a eficácia daquelas directrizes (…).»

Estatutos do PS.
«Artigo 15º São deveres dos militantes do Partido Socialista: (…) d. Guardar sigilo sobre as actividades internas e posições dos órgãos do Partido com carácter reservado. Artigo 94º: (…) 4. Fora do caso previsto no número anterior, a pena de expulsão só pode ser aplicada por falta grave, nomeadamente o desrespeito aos princípios programáticos e à linha política do Partido, a inobservância dos Estatutos e Regulamentos e das decisões dos seus órgãos, a violação de compromissos assumidos e em geral a conduta que acarrete sério prejuízo ao prestígio e ao bom nome do Partido; 5. Considera-se igualmente falta grave a que consiste em integrar ou apoiar expressamente listas contrárias à orientação definida pelos órgãos competentes do Partido, inclusive nos actos eleitorais em que o PS não se faça representar.»

Afinal PS e PPD/PSD andam a discutir o quê?

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In jornal "Público" - Edição de 19 de Março de 2010

                                                                                     

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