Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017

A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional

Administração Trump.jpg

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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017

23 de Janeiro de 1898 – Nasce Sergei Eisenstein

Sergei Eisenstein

Revolucionário, professor, escritor, cineasta, encenador, realizador, Sergei Mikhailovich Eisenstein é um dos maiores e mais inovadores cineastas de todos os tempos e o cineasta por excelência da revolução soviética.

Nascido em Riga, na Letónia, Eisenstein (1898-1948) desenvolveu novas técnicas na forma de filmagem que mantêm toda a actualidade e são motivo de estudo em todo o mundo.

No seu primeiro filme, «A Greve», sobre a revolução fracassada de 1905, a última sequência é inesquecível: mostra em paralelo um massacre de bovinos e o de trabalhadores pela polícia.

Segue-se o «Couraçado Potemkin», um estrondoso sucesso internacional que permanece um clássico do cinema.

Após um breve interregno nos EUA, onde roda «Que viva o México!», Eisenstein regressa à URSS e realiza mais duas obras-primas: Alexander Nevsky e Ivan o Terrível.

Este último, uma trilogia inacabada devido à súbita morte de Eisenstein, de ataque cardíaco, é um verdadeiro hino à nação russa.

AQUI

 

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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2017

A NATO em carne viva

20 Novembro 2010_paz9

 

Agentes militares de países da NATO surpreendidos em plena actividade de apoio a organizações terroristas e um auditor da NATO que aparece morto quando investigava ligações terroristas têm, pelo menos, dois assuntos em comum: NATO e terrorismo.

 

No dia 18 de Dezembro as forças libertadoras da zona Leste de Alepo, na Síria, prenderam pelo menos 14 agentes da NATO encafuados num bunker de onde dirigiam os chamados «rebeldes» sírios, isto é, os bandos da Al-Qaida que também tutelam operacionalmente uma miríade de grupinhos terroristas, entre os quais os insignificantes «moderados». As informações mais púdicas evitam citar a NATO a propósito dos infiltrados estrategos da invasão e ocupação terrorista, limitando-se a associá-los à «coligação internacional» chefiada pelos Estados Unidos, o que vai dar no mesmo.

É provável que os leitores não tenham tomado conhecimento desta notícia, digna de primeira página, em qualquer recanto ou murmúrio sequer da comunicação social portuguesa, onde a NATO continua a ser tratada como organização impoluta e benfeitora, incapaz de cometer qualquer malfeitoria e acima de qualquer crítica. Aliás, as normas oficiais na bem comportada comunicação mainstream exigem que quando se citam fontes sírias se use como aposto ou continuado a informação de que estas qualificam os «rebeldes» como «terroristas». Isto é, assume-se que entidades criminosas como a Al-Qaida ou o Estado Islâmico são mesmo os «rebeldes», a «oposição síria».

(...)

e aqui

 

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Domingo, 11 de Dezembro de 2016

Lénine: «Resultados e significado das eleições presidenciais na América» de... 1912

Lenin last underground_1917

                                                             Lénine na clandestinidade 1917

 

Em todos os países burgueses, os partidos que defendem o ponto de vista do capitalismo, i.e., os partidos burgueses, formaram-se há muito tempo e são tanto mais sólidos quanto maior é a liberdade política.

Na América essa liberdade é a mais completa. E dois partidos burgueses distinguiram-se aqui por uma notável solidez e força, ao longo de todo um meio século – depois da guerra civil por causa da escravatura, em 1860-1865. O partido dos antigos proprietários de escravos é o chamado «Partido Democrático». O partido dos capitalistas, que defendia a libertação dos negros, veio a ser o «Partido Republicano».

Depois da libertação dos negros, as diferenças entre os dois partidos tornaram-se cada vez menores. A luta entre estes partidos era travada predominantemente em torno do nível mais ou menos elevado dos direitos aduaneiros. Esta luta não tinha qualquer significado relevante para as massas populares. Os dois partidos enganavam o povo, desviavam-no dos seus interesses vitais, através dos seus duelos espectaculares e vazios de conteúdo.

Este chamado «sistema de dois partidos», que reinou na América e na Inglaterra, foi um dos meios mais poderosos para impedir a formação de um partido operário independente, i.e., realmente socialista.

 

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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016

Um por cento dos adultos possui 51% da riqueza mundial

csuisse_2016_1

 

Um por cento dos adultos do mundo possui 51% de toda a riqueza mundial, ao passo que a metade dos adultos da base possui apenas 1%. Na verdade, os 10% dos adultos do topo possuem 89% de toda a riqueza mundial! Este é o novo número obtido para 2016 pelo relatório anual sobre a riqueza global do Credit Suisse . A cada ano o Credit Suisse apresenta este relatório, assinado pelo Professor Tony Shorrocks, James Davies e Rodrigo Lluberas, os quais costumavam fazê-lo para a ONU. Informo sobre os resultados todos os anos e habitualmente este é um dos artigos mais populares que escrevo.

Da última vez que discuti os resultados do Credit Suisse, os 1% do topo tinham 48% da riqueza mundial . Assim, no último ano e meio, a desigualdade mundial aumentou outra vez. As fatias dos 1% e 10% do topo quanto à riqueza mundial caíram entre 2000 e 2007. Exemplo: a fatia do percentil do topo declinou de 50% para 46%. Contudo, esta tendência foi revertida após a crise financeira e as fatias do topo retornaram aos níveis observados no princípio do século.

Os investigadores do Credit Suisse consideram que estas mudanças reflectem principalmente a importância relativa dos activos financeiros na carteira familiar, os quais subiram de valor desde 2008 e elevaram a riqueza de muitos dos países mais ricos, e das pessoas mais ricas, por todo o mundo. Embora a fatia dos activos financeiros caísse este ano, as fatias dos grupos de riqueza do topo continuaram a subir. No outro extremo da pirâmide global da riqueza, a metade debaixo dos adultos possuía colectivamente menos de 1% da riqueza total.

Ler texto integral

 

csuisse_2016_4

 

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Sábado, 3 de Dezembro de 2016

A confiança dos que lutam

A Paixão de Sacco e Vanzetti

 

«Eles agora vão morrer e não resta nenhuma esperança.» De facto, Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti, dois italianos que partiram para os Estados Unidos da América em busca de trabalho e melhores condições de vida, morreram na cadeira eléctrica, em 1927, sete anos depois do crime de que foram acusados.

«Enquanto houver vida há esperança – respondeu o comunista.» Nos EUA e por todo o mundo, desencadearam-se intensas campanhas de solidariedade. Em Outubro de 1921, O Comunista, órgão do PCP, dava notícia dos «protestos, moções, telegramas contra o iníquo assassinato» que caíam sobre os consulados americanos.

«Sei que aqueles homens estão inocentes, e contudo têm de morrer. A minha fé na decência humana morrerá com eles.» A forma como decorreu o julgamento pôs em causa o sistema de justiça. O juiz, o governo, a universidade, todos alinharam pelos mesmos preconceitos contra os trabalhadores, contra socialistas, comunistas e anarquistas, contra imigrantes. Forjaram-se testemunhos e provas de forma a encaixarem na história, ao mesmo tempo que se desvalorizaram os argumentos da defesa.

«– A sua fé morre facilmente – disse o comunista.» Artistas de todo o mundo sensibilizaram-se com o caso, tanto na altura, envolvendo-se na campanha pela libertação de Sacco e Vanzetti, como depois, lembrando a injustiça da sentença e o laço que liga o destino desses dois homens aos trabalhadores de todo o mundo. Por isso, ainda hoje as figuras de Sacco e Vanzetti aparecem em peças de teatro, filmes, séries de televisão, músicas, pinturas, jogos de computador, e em livros, muitos livros.

«– Acha? A sua fé é mais forte? Onde reside a sua fé, senhor?» «– Nos trabalhadores da América – respondeu o comunista.» Um desses artistas foi Howard Fast, que publicou dezenas de livros mas se destacou sobretudo pelo seu papel incontornável na divulgação do romance histórico. Vários dos seus livros tiveram adaptações para o cinema, dos quais sobressai Spartacus, realizado por Stanley Kubrick e com interpretações de Kirk Douglas e Laurence Olivier. Também aí, Howard Fast mostra a universalidade da luta dos trabalhadores, onde todos são Spartacus.

«– E os trabalhadores… onde estão?» «– Em toda a parte.» Howard Fast, à semelhança de outros militantes comunistas americanos, foi chamado a depor perante o Comité das Actividades Anti-Americanas, onde se recusou a fornecer nomes, sendo por isso condenado a três meses de prisão. Foi, aliás, nesse período na prisão que escreveu Spartacus. Dois anos depois publicaria este A Paixão de Sacco e Vanzetti, que as Edições «Avante!» lançam agora na colecção Biblioteca Avante!. Neste livro, onde os personagens – à excepção de Sacco e Vanzetti, os seus familiares e Celestino Medeiros (um emigrante português que confessou o crime e foi também executado) – não têm nome, o leitor acompanha o dia da execução, o ânimo dos condenados, o medo dos carrascos, a confiança dos que lutam.

«–Os comunistas?» «– Não, os comunistas não. Os trabalhadores. E aqueles que assassinam Sacco e Vanzetti odeiam os comunistas somente porque sabem que os comunistas estão ligados com os trabalhadores.»

(sublinhados meus)

AQUI

 

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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016

Hasta la victoria siempre!

Hasta la victoria siempre

Hasta la victoria siempre1

 

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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016

Fidel Castro deixa legado de firmeza revolucionária

Fidel Castro_PCP

Revolução é sentido do momento histórico;

é mudar tudo o que deve ser mudado;

é igualdade e liberdade plenas;

é ser tratado e tratar os demais como seres humanos;

é emanciparmo-nos por nós próprios e com os nossos próprios esforços;

é desafiar poderosas forças dominantes dentro e fora do âmbito social e nacional;

é defender valores nos quais se acredita acima de qualquer sacrifício;

é modéstia, desinteresse, altruísmo, solidariedade e heroísmo;

é lutar com audácia, inteligência e realismo;

é não mentir jamais nem violar princípios éticos;

é convicção profunda de que não existe força no mundo capaz de soterrar a força da verdade e das ideias.

Revolução é unidade, é independência, é lutar pelos nossos sonhos de justiça para Cuba e para o mundo, que são a base do nosso patriotismo, do nosso socialismo e do nosso internacionalismo.

 

Venceremos!

 

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Sábado, 26 de Novembro de 2016

Fidel Alejandro Castro Ruz (13 de agosto de 1926 / 25 de novembro de 2016)

Fidel Castro13

 

Perante o falecimento do camarada Fidel Castro, o Comité Central do Partido Comunista Português expressa os seus sentimentos de profundo pesar e transmite ao Comité Central do Partido Comunista de Cuba e por seu intermédio a todos os comunistas, ao povo de Cuba, ao camarada Raúl Castro e restante família de Fidel os sentidos pêsames e a solidariedade dos comunistas portugueses.

Neste momento de tristeza para os comunistas, revolucionários e progressistas de todo o mundo, o PCP presta homenagem à sua excepcional figura de patriota e de revolucionário comunista evocando o exemplo de uma vida inteiramente consagrada aos ideais da liberdade, da paz e do socialismo em que, com os seus companheiros de armas, numa epopeia que passou por Moncada e pela heróica guerrilha da Sierra Maestra, libertou Cuba de uma cruel ditadura e que, enfrentando a agressão e o bloqueio dos EUA, uniu e mobilizou a energia criadora dos trabalhadores e do povo na construção de uma nova sociedade liberta da exploração e da opressão imperialista, uma sociedade socialista, solidária com a luta libertadora de todos os povos do mundo. A luta, a acção e a palavra inspirada de Fidel animaram e continuarão a animar a luta das forças progressistas e revolucionárias de todos os continentes.

Fidel deixa-nos num momento em que, depois de importantes avanços de soberania e progresso social na América Latina e Caraíbas, inseparáveis do exemplo e da solidariedade internacionalista de Cuba, o imperialismo e a reacção passaram à contra-ofensiva, procurando a todo o custo reverter conquistas e recuperar posições perdidas. Mas é nossa profunda convicção de que, confiando no papel das massas populares e da sua luta organizada, e inspirados pelo exemplo de Fidel e da Revolução Cubana, os projectos imperialistas serão derrotados.

A melhor forma de honrar a memória do camarada Fidel Castro, é prosseguir a luta pelos ideais e o projecto a que se consagrou até ao fim da sua vida, é fortalecer a solidariedade com Cuba e a sua revolução socialista exigindo o incondicional respeito pela soberania da Ilha da Liberdade, o imediato fim do criminoso bloqueio norte-americano e a restituição ao povo cubano de Guantanamo.

Fidel Castro4

 

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Fidel Castro12

 

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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016

Quem decide é o grande capital

A eleição de Donald Trump coloca sem dúvida interrogações quanto a eventuais desenvolvimentos da política externa dos EUA.

A prática responderá a esta questão, que não é de menor importância, dadas as ambições da principal potência imperialista e o seu envolvimento directo em conflitos e processos negociais – da decisiva batalha de Alepo aos tratados ditos de livre comércio como o TTIP – de grande impacto nas relações internacionais.

Mas por mais iconoclasta e delirante que possa parecer o discurso do seu presidente, não é dele que dependem alterações significativas na política dos EUA pois finalmente quem decide é o grande capital financeiro e especulativo, é Wall Street, é o poderosíssimo complexo militar-industrial, é o punhado de grandes multinacionais de base norte-americana que sugam a parte de leão da mais-valia criada em todo o mundo.

 

Bandeira União Europeia_2011

«As eleições nos EUA são expressão da crise do sistema. Os seus resultados contribuirão para o ulterior aprofundamento dessa crise. Nos EUA e a nível mundial.

(...)

Uma coisa é certa: seja nos EUA ou na UE, a palavra de ordem é militarizar. Os povos nada têm a esperar dos defensores do grande capital, a não ser exploração, miséria e guerra.»

 

Não se diz uma só palavra sobre as causas socioeconómicas e ideológicas desta situação...

 

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