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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A situação na Colômbia e o projecto das FARC-EP

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Influentes media nos EUA manifestam preocupação face à situação socio-política e militar na Colômbia. Têm muitas razões para essa súbita preocupação: divergências no interior do regime; denuncia publica de envolvimento de chefes militares com a rede narco paramilitar; agravamento da crise económica; os efeitos dos Tratados de Livre Comercio impostos pelos EUA e pela União Europeia; o avolumar do descontentamento popular e, sobretudo, uma série de derrotas infligidas pelas FARC-EP a forças do Exército e da Polícia Nacional.

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«Os recentes acontecimentos de profunda repercussão nacional evidenciam que a imagem de uma Colômbia paradisíaca, que os últimos governos se encarregaram de difundir a nacionais e estrangeiros, não passa de uma criação mediática e virtual, inventada com o objectivo de atrair o capital de investimento transnacional em crise noutras latitudes, e é animada pelo objectivo deliberado de enriquecer uma elite local privilegiada, com grave prejuízo para os interesses das grandes maiorias colombianas e da nossa própria existência como nação soberana.»

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FARC: 48 anos de luta Revolucionária

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Não há precedente na história da América Latina para uma saga revolucionária comparável à das FARC. Fundada há quase meio século, a guerrilha das FARC luta contra o mais poderoso exército do Sul do Hemisfério, armado e financiado pelo imperialismo estado-unidense.

Sucessivos governos anunciaram ao longo dos anos em Bogotá o seu fim iminente. Mas não há calúnia nem discurso dos presidentes e generais da oligarquia colombiana que possa esconder o óbvio: as FARC-EP - guerrilha-partido marxista-leninista - prosseguem a luta por uma Colômbia independente, democrática e progressista.

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FARC - A luta continua

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O comunicado das FARC sobre a renúncia aos sequestros motivou uma chuva de comentários, interpretando a decisão como prólogo do fim da guerrilha. O andamento da história vai desmentir tais profecias. O comandante Timoleon Jimenez, seu actual comandante-chefe, já informou que a organização revolucionária continuará a sua luta por uma Colômbia livre, democrática e independente.

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Colômbia: O porquê da guerra

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Uma luta duríssima como a que as FARC-EP travam desde 1964 não podia subsistir sem um forte apoio popular e um programa que correspondesse aos anseios da população que lhes garante apoio, cobertura e a renovação de guerrilheiros e quadros.

Nesta resposta de Timóleon Jimenez, Comandante do Estado-Maior Central das FARC-EP, à carta-aberta que lhes foi dirigida pelo professor e académico colombiano Medófilo Medina, pode o leitor ver - sem a intermediação das agências ao serviço do imperialismo - o que é e por que luta a heroica guerrilha colombiana.

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Mais contributos para o assassinato da democracia

Timisoara, Roménia, no final de 1989: «Pela primeira vez na história da humanidade, cadáveres acabados de enterrar ou alinhados nas mesas das morgues foram desenterrados à pressa e torturados para, em frente das câmaras, simular o genocídio que devia legitimar o novo regime. O que o mundo inteiro teve debaixo dos olhos em directo nos ecrãs da televisão, como sendo verdade era a não verdade absoluta; e embora a falsificação por vezes fosse evidente, era de qualquer modo autenticada como uma verdade pelo sistema mundial dos meios de comunicação, para que se tornasse claro que a verdade passara a ser apenas um momento do movimento necessário da falsidade». Palavras de Giorgio Agamben, filósofo, que não é propriamente um crítico da ideologia dominante. O chamado «massacre de Timisoara» ficará nos anais da história como o exemplo de mais uma página vergonhosa da actuação da comunicação social dominante.

Mas a saga não pára! Sabemos que o que se silencia é, na maior parte das vezes, tão ou mais importante do que o que se publica. A palavra de ordem do momento é «o que não se sabe é como se não existisse».

Honduras 28 de Julho de 2009, um golpe de estado militar derruba o presidente democraticamente eleito Manuel Zelaya. Uma consulta sem força de lei foi transformada em referendo. A CNN e a BBC difundem para todo o mundo que o golpe era legal porque o referendo (que era consulta) era ilegal. Assunto encerrado e quanto menos se falar dele melhor. O bloqueio informativo estava montado. Desde o golpe, em 17 meses, foram assassinados mais de mil hondurenhos. Dos quais 10 eram jornalistas. Onde estava a comunicação social dominante?

Colômbia 2010, só durante os primeiros 75 dias de mandato do novo presidente, Juan Manuel Santos, 22 activistas políticos e sociais, um jornalista e um juiz foram assassinados no país. Em 2010, já foram assassinados 37 sindicalistas, 201 foram ameaçados, 5 encontram-se desaparecidos, 1 foi detido e 20 foram alvo de atentados. Cerca de 60 por cento dos sindicalistas assassinados no mundo são colombianos. A maior vala comum da América Latina foi encontrada neste país, em Macarena. Ali estavam depositados mais de 2 mil cadáveres. Suspeita-se que sejam de jovens aliciados para trabalhar e, posteriormente, executados pelo exército e apresentados à comunicação social como se de guerrilheiros das FARC se tratasse. Na Colômbia existem mais de 7500 presos políticos.

E se estes acontecimento tivessem ocorrido em Cuba, ou na Venezuela, ou na Bolívia, ou …?

Portugal 2010. Um órgão de comunicação social, dito de referência, não comparece em qualquer iniciativa do PCP entre as eleições autárquicas de 2009 e Abril 2010. Nem a uma! De silêncios e omissões é feita a discriminação do PCP na generalidade da comunicação social dominante. E nem o facto de 4 jovens raparigas, menores, militantes de JCP terem sido integralmente despidas numa esquadra da PSP em Lisboa parece alterar os «critérios jornalísticos» em prática.

No nosso país, mais de uma centena de órgãos de comunicação social estão nas mãos de cinco grandes grupos económicos. Será que o intrigante facto de nenhum órgão de comunicação social, nem os especializados em assuntos de economia, dissecar os agora omnipresentes e omnipotentes «mercados financeiros» tem alguma coisa a ver com este facto?...

Não lhes interessa o conteúdo e a forma do conceito que papagueiam acriticamente todos os dias? Porque não dão a conhecer os rostos e os nomes dos administradores e accionistas dos bancos, seguradoras, empresas de especulação financeira, aqueles que, de jure e de facto, constituem «os mercados»? E dos accionistas de referência dessas mesmas empresas? Porquê?

Nota final: para quem não sabe recorde-se que o PCP difunde mais de mil posições públicas por ano (só dos seus organismos centrais ou estruturas nacionais)…

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In jornal "Público" - Edição de 12 de Novembro de 2010

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Colômbia, o Israel da América (II)

Alvaro Uribe entrega a faixa presidencial a Juan Manuel Santos, Desenho de Carlos Latuff

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Para Ler:


Rebelión:

Publicado neste blog:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Colômbia, o Israel da América (I)

Alvaro Uribe, Desenho no novo sítio de Carlos Latuff

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Para Ler:


Rebelión:
Publicado neste blog:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Juan Manuel Santos: Narcotraficante de turno na Presidência da Colômbia

Com uma cara que não engana, Juan Manuel Santos é o membro destacado para a vida política activa de uma das mais poderosas famílias colombianas. Ligada à comunicação social desde a compra de El Tiempo em 1913 (o único diário colombiano de circulação nacional), a família Santos domina ainda, entre outros negócios fora da comunicação social, 4 semanários, 1 TV, 1 TV por subscrição, o serviço informativo e de entretenimento dos possuidores de telemóveis da rede da Vivemovil, 11 revistas e 8 portais de internet.

Sobrinho-neto de Eduardo Santos, presidente da Colômbia em 1938-1942, a saga de Juan Manuel Santos e da família confunde-se com a história da exploração desenfreada, da repressão e da tortura, do assassínio político, do crescimento exponencial do narcotráfico e do paramilitarismo nos últimos 80 anos da Colômbia.

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Colômbia, notícias silenciadas: Matem à vontade, que eu pago!

Foi nisto que se converteu uma instrução secreta de Uribe datada de 2005. Agora, o Comité de Direito Humanos da ONU questiona-a porque resultou na execução extrajudicial de mais de mil inocentes. Em nome do Comité, Fabian Savioli quer saber se a «Colômbia vai abandonar os incentivos económicos (... ) e tirar conclusões dos chamadosfalsos positivos’ (...) são muito casos (...) de execuções sumárias que foram camufladas para receber uma recompensa». O governo uribista argumenta que instruções de 2008 e 2009 substituíram a de 2005. Entretanto, os mortos continuam.

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Para estas notícias divulgadas neste blog, a comunicação social dominante não tem tempo nem espaço...

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