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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sobre o contributo de Max para o marxismo (Sérgio Ribeiro)

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(...) cada ser humano é único, insubstituível e tem o seu, único e insubstituível, contributo para o fluir da História, independentemente da importância que se dê, ou venha a dar a esse contributo, em termos de Humanidade (ou de humanização).

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Últimas novidades do Congresso Internacional Marx em Maio

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O Congresso Internacional Marx em Maio, perspectivas para o séc.XXIorganizado pelo Grupo de Estudos Marxistas, terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos próximos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2012. Congresso multidisciplinar, incluindo participantes das áreas da filosofia, da história e da economia, mas também das ciências naturais, das artes plásticas, da política e do mundo sindical, o seu fio condutor será a actualidade e fertilidade do pensamento marxista enquanto instrumento fundamental de análise crítica. Num contexto de crise generalizada, pautada pela desconsideração do papel da racionalidade, da teoria e da cultura como elementos fundamentais de transformação, individual e colectiva, o Congresso Marx em Maio procurará contribuir para o aprofundamento de problemáticas centrais dos nossos dias e para o estímulo de um pensamento científico guiado por uma racionalidade crítica e dialéctica.

PARA MAIS INFORMAÇÕES: grupodeestudosmarxistas@gmail.com

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Congresso Internacional Marx em Maio

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O Congresso Internacional Marx em Maio, perspectivas para o séc.XXIorganizado pelo Grupo de Estudos Marxistas, terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos próximos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2012. Congresso multidisciplinar, incluindo participantes das áreas da filosofia, da história e da economia, mas também das ciências naturais, das artes plásticas, da política e do mundo sindical, o seu fio condutor será a actualidade e fertilidade do pensamento marxista enquanto instrumento fundamental de análise crítica. Num contexto de crise generalizada, pautada pela desconsideração do papel da racionalidade, da teoria e da cultura como elementos fundamentais de transformação, individual e colectiva, o Congresso Marx em Maio procurará contribuir para o aprofundamento de problemáticas centrais dos nossos dias e para o estímulo de um pensamento científico guiado por uma racionalidade crítica e dialéctica.

PARA MAIS INFORMAÇÕES: grupodeestudosmarxistas@gmail.com

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Desmontagem da «democracia representativa»

     Salem – Élection Piège à Cons? – Que Reste-t-il De La Démocratie? é uma contribuição valiosa para a desmontagem do mito da chamada democracia representativa. Em apenas 104 páginas, o autor consegue imprimir força de evidência a um conjunto de questões que condicionam o futuro da humanidade.

Salem, professor de História da Filosofia na Sorbonne, conhecedor profundo do pensamento dos materialistas gregos, consegue numa linguagem muito acessível encaminhar os leitores para a reflexão sobre problemas inseparáveis da crise global que está encaminhando a humanidade para o abismo.

No seu livro Lénine et la Révolution, recorrendo a seis teses do grande revolucionário russo, demonstrou que elas não perderam actualidade na luta contra a barbárie capitalista.

Neste ensaio ilumina as engrenagens da falsa democracia, desmonta os mecanismos do circo eleitoral e alerta para o papel que a manipulação mediática representa hoje na estratégia de poder do grande capital.

Ler Texto Integral

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«O filósofo marxista Jean Salem publicou recentemente um novo livro: «Eléctions, piége à cons?». Publicamos a Introdução desse importante texto, que coloca uma questão central: nos dias de hoje, em tantos lugares da Europa, é através dos mecanismos eleitorais das democracias burguesas que forças fascistas e de extrema-direita vêm assumindo uma importante parcela do poder político

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Conversas com livros - José Barata-Moura

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A Editorial «Avante!» em parceria com o Grupo de Estudos Marxistas (GEM) e a Biblioteca-Museu República e Resistência, tem prazer de a(o) convidar a estar presente na apresentação deste livro que se realiza no dia 28 de Novembro, segunda-feira, às 18,30 h, na Biblioteca-Museu República e Resistência — Cidade Universitária, Rua Alberto Sousa, 10A em Lisboa.

A Sessão conta com a presença do autor e de João Fagundes do (GEM) que apresenta a obra.

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O meu Marx é diferente

     A propósito da actual crise económica e financeira do sistema capitalista a obra de Karl Marx ganhou um novo relevo. Mas muito do que se escreve e diz revela um desconhecimento (ou ignorância) atroz. Falam de Marx, mas aparentemente nunca o leram. Quanto mais estudarem-no. O resultado é uma deturpação objectiva do seu pensamento. Uma caricatura ridícula da realidade da sua acção.

É caso para dizer que o «meu» Marx é diferente.

O meu Marx é o que converteu a utopia em pensamento político e este em acção revolucionária. O que descobriu as leis objectivas do desenvolvimento social e provou cientificamente a inevitabilidade da superação do capitalismo e do triunfo do socialismo. O que analisou a vida social como algo que está em permanente movimento. O Marx determinista, mas não fatalista.

O meu Marx é o que reelaborou criticamente todas as melhores conquistas do pensamento humano no domínio da filosofia. O que considerou que na sociedade, como na natureza, existem nas situações e nos fenómenos relações objectivas de causa e efeito. É o Marx da afirmação: «Os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes, a questão é transformá-lo». Ou de «A nossa teoria não é um dogma, mas um guia para a acção». Ou, ainda, o da constatação cem por cento actual de que «as ideias dominantes de um tempo foram sempre apenas as ideias da classe dominante». É o Marx da dialéctica como método de conhecimento e transformação do mundo. Da prática como fundamento e fim do conhecimento. Do conhecimento como reflexo do mundo objectivo.

O meu Marx é o da análise do capitalismo e das leis fundamentais da reprodução do capital que se revelam de uma evidente modernidade. Como a lei do valor e a teoria da mais-valia, que esclarece os mecanismos da exploração capitalista. Como a lei da baixa tendencial da taxa de lucro, que o capital tudo faz para contrariar e que determina a financeirização crescente da economia. Como a lei da pauperização relativa, que desvenda as causas de fundo inultrapassáveis pelo capitalismo das crises de sobreprodução.

É o Marx da «globalização» teorizada em 1848: «A necessidade de um mercado em constante expansão para os seus produtos persegue a burguesia por todo o globo terrestre. Tem de se fixar em toda a parte, estabelecer-se em toda a parte, criar ligações em toda a parte.» Ou: «A burguesia, pela sua exploração do mercado mundial, deu uma forma cosmopolita à produção e ao consumo de todos os países

O meu Marx é o da a teoria do socialismo científico. O da missão histórica e papel dirigente da classe operária na transformação revolucionária da sociedade, pondo fim à milenária exploração do homem pelo homem e abrindo caminho à história verdadeiramente humana de todos os homens. O da teoria da luta de classes: «a história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes». O de «o moderno poder de Estado é apenas uma comissão que administra os negócios comunitários de toda a classe burguesa». O de «as proposições teóricas dos comunistas de modo nenhum repousam sobre ideias, sobre princípios, que foram inventados ou descobertos por este ou por aquele melhorador do mundo. Elas são apenas expressões gerais de relações efectivas de uma luta de classes existente, de um movimento histórico que se processa ante os nossos olhos.»

Como Marx refere, no prefácio à primeira edição de O Capital, «a sociedade actual não é nenhum cristal fixo, mas um organismo capaz de transformação e constantemente compreendido num processo de transformação».

Espero ter demonstrado que o meu Karl Marx (e Friedrich Engels) é efectivamente diferente das vulgatas que por aí se vão «vendendo». E que teriam levado Marx a afirmar, de novo, «se isso é marxismo, então eu não sou marxista»...

                                                                                    

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                           

In jornal "Público" - Edição de 20 de Fevereiro de 2009

                                                                                          

Leitura Obrigatória (C)

    Materialismo e Subjectividade - Estudos em Torno de Marx (José Barata-Moura)

Preâmbulo (extracto)

[...] Os textos que formam o presente livro foram sendo escritos, e ditos, ao longo de um decénio, entre 1983 e 1992. Corresponderam a solicitações avulsas de intervenção. São textos, se não «datados», pelo menos, seguramente «com data».

A menção franca deste circunstancialismo poderá fortificar porventura, na propensão actualística de alguns, a ideia (espero que inadequada) de que aqui apenas se reunem fragmentos revolutos e desvitalizados de uma memória que se arroga presumida perpetuação.

Entregando — aberta — ao espírito crítico do leitor a questão de ajuizar se estes escritos mereciam, ou não, pelo seu teor substantivo, a honra de um reaquecimento editorial, gostaria, no entanto, de assinalar, com humildade não afectada, que a materialização de uma pensar não deixa, muitas vezes, de se encontrar exposta às, e nas, vicissitudes da interpelação contingente. É caminhando que se faz o caminho, mesmo quando os resultados a que se aporta são, bem feitas as contas, modestos. [...]

                                     

In Edições «Avante!»

                                     

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