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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O Manifesto - 160 anos de um documento actual

Texto de Sérgio Ribeiro

    O Manifesto do Partido Comunista é «dos mais significativos documentos programáticos do comunismo fundado em bases científicas, que contém uma exposição coerente das bases da grande doutrina de Marx e Engels.». Este tributo nos 160 anos da sua apresentação confina-se a bordejar dois temas, após uma observação geral introdutória.


Observação introdutória

Ler o Manifesto é rever «matéria dada», encontrando sempre algo novo que ajuda a entender o que se passa hoje e aqui, e dá «armas» para a resposta a situações que se confrontam. Sublinhe-se que tal não acontece por conter «receitas», «fatos feitos» para os factos. Entre as suas virtudes, avisa que é documento que «satisfaz uma encomenda» e cumpre a tarefa de redigir, para publicação, um «programa teórico e prático pormenorizado do Partido» (prefácio à edição alemã de 1872).
                                                    
Ler Texto Integral
                             

Anónimo Século XXI

    Gostaria de ter escrito isto:

«Pelo meu lado, não resisto a referir 4 aspectos que, sobre a gravidade da situação económica e social, quis levar ao debate [reunião CC do PCP], com a intenção de reforçar argumentos que ajudem a transformar descontentamento e sofrimento e desespero em tomada de consciência e disposição de luta:
1. os salários não são só um custo para as empresas e o funcionamento da economia, a partir de critérios de competitividade, os salários são, sobretudo, o rendimento dos trabalhadores por venderem a sua força de trabalho;
2. o desemprego é, cada vez mais, o stock da mercadoria força de trabalho, variável estratégica do capitalismo;
3. a demencial escalada do crédito, para compensar os baixos salários face à promoção de tantas novas e algumas artificiais necessidades e de chamados produtos financeiros, está na origem de gravíssimas situações pessoais e familiares, algumas em vésperas de explosão;
4. o ataque à centenária conquista dos limites e regras dos horários de trabalho provoca inaceitável retrocesso civilizacional, humanitário, pois, como dizia Marx, sem o constrangimento das horas de trabalho se recua da exploração a partir dos mecanismos da compra da mercadoria força de trabalho e apropriação da mais-valia para o uso do homem e de todo o seu tempo de vida como força produtiva mercantil, isto é, escravo

                                                                                         

In Blog "Anónimo séc. XXI"

                                                    

Leitura Obrigatória (XVIII)

    Salário, Preço e Lucro (Karl Marx)

O presente escrito é o texto do relatório lido por Marx nas reuniões do Conselho Geral da Primeira Internacional em Junho de 1865. Marx expôs aqui pela primeira vez publicamente as bases da sua teoria da mais-valia. Directamente dirigido contra as concepções erradas de Weston. membro da Internacional, o qual afirmava que o aumento dos salários não poderia melhorar a condição dos operários e que era preciso considerar perniciosa a acção das Trade Unions, este relatório vibrou, ao mesmo tempo, um golpe nos proudhonianos, e também nos lassallíanos, que tinham uma atitude negativa quanto à. luta económica dos operários e aos sindicatos. Nele Marx combate resolutamente os apelos à passividade e à resignação dos proletários perante o capital que os explora, fundamenta teoricamente o papel e importância da luta económica dos operários e sublinha a necessidade de a subordinar ao objectivo final do proletariado: a supressão do sistema de trabalho assalariado. O texto do relatório, conservado em manuscrito, foi publicado pela primeira vez em Londres em 1898 pela filha de Marx, Eleanor, com o título Value, Price and Profit (Valor, Preço e Lucro) e um prefácio de Eduard Aveling, seu marido. São de Aveling os títulos da introdução e dos primeiros seis capítulos, que não os tinham no manuscrito. A presente edição conserva-os, com excepção do título geral.


In Edições «Avante!»

 

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