Terça-feira, 21 de Abril de 2015

Terá o marxismo sido derrotado?

Marx Engels Lenine

«Pois bem. Os ataques ao marxismo são feitos numa ampla frente. Cada um de vós, seguramente, conhece estas invectivas numa ou noutra variante, por isso não vou ocupar tempo a referi-las em pormenor. Espero que todos compreendam também o objectivo destes ataques. Estamos em estado de guerra informativa-intelectual, a qual está longe de ter terminado, somos vítimas de uma agressão psicológica; o inimigo necessita de nos retirar das mãos precisamente a nossa arma intelectual, de uma forma durável, garantida, digamos.

Ao longo do último século, essa arma foi o marxismo-leninismo. Por conseguinte, se conseguissem obrigar-nos a reconhecer a inconsistência, a «não cientificidade» do marxismo, então teríamos simplesmente que capitular incondicionalmente na guerra informativa-intelectual: ou seja, concordar com o facto de que tudo o que foi construído ao longo de mais de 70 anos na União Soviética, não passou de construções na areia; lamentar a derrocada de tudo isto seria estúpido, e continuar a lutar com uma arma que à partida consideramos inútil, seria absurdo.»

 

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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2015

Sobre a autoridade

Friedrich_Engels.jpg

Engels distingue duas formas de autoridade: uma que submete os indivíduos nas sociedades onde há exploração do homem pelo homem, e outra que, implicando inevitavelmente «subordinação» à vontade de alguém, é imprescindível à vida em sociedade e ao trabalho colectivo. Como salienta Engels, «a organização social do futuro restringirá a autoridade até o limite estrito em que as condições da produção a tornam inevitável».

 

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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2014

Um salário justo por um dia de trabalho justo

Friedrich_Engels.jpg

Um salário justo para um dia de trabalho justo? Mas o que é um salário justo, e o que é um dia de trabalho justo? De que forma são determinados pelas leis, sob as quais a sociedade moderna existe e se desenvolve? Para responder a esta pergunta, não podemos apelar à ciência da moral ou ao direito e à equidade, nem mesmo a qualquer sentimento de humanidade, de justiça, ou até de caridade. O que é justo do ponto de vista da moral ou mesmo do direito, pode estar longe ser justo do ponto vista social. A justiça ou injustiça social só podem ser determinadas por uma única ciência: a ciência que lida com os factos materiais da produção e da distribuição – a ciência da economia política.

 

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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

Actualidade do Manifesto Comunista

   Talvez com uma única excepção, burguesias arrogantes controlam os governos europeus. Os políticos que as representam são neoliberais, social-democratas domesticados, ou saudosistas do fascismo. Neste contexto histórico tão sombrio, ao reler o Manifesto Comunista, concluí que não perdeu actualidade.

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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

Manifesto do Partido Comunista

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Manifesto do Partido Comunista

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Comemorar 150 anos do Manifesto Comunista de Marx e Engels é falar de um documento que - pelas suas análises, o seu conteúdo ideológico, o objectivo e a possibilidade que aponta de construir uma sociedade nova - lançou e promoveu uma luta revolucionária de alcance universal: a luta dos comunistas, que marcou e determinou as principais realizações e conquistas de transformação social desde então até aos dias de hoje.

(...)

O Manifesto Comunista é um extraordinário libelo acusatório contra o capitalismo.
Não apenas indicando a situação da classe operária e das massas trabalhadoras: os salários injustos, o desemprego, o tempo e intensidade de trabalho, as discriminações e falta de direitos da mulher, o trabalho infantil, os problemas da habitação e da saúde, o alastramento da pobreza e da miséria. Não apenas apontando medidas necessárias de carácter imediato. Mas também desvendando a natureza e as leis do capitalismo e apontando a necessidade e possibilidade histórica de superá-lo.

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Álvaro Cunhal  

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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013

Leitura Obrigatória: «O Capital» Livro Terceiro

  «O Capital», Livro Terceiro, Tomo VI, Karl Marx 

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«No Livro Primeiro, foram investigados os fenómenos que o processo capitalista de produção, tomado por si, oferece como processo imediato de produção; aí abstraiu-se ainda de todas as influências secundárias sobre ele [operadas] por circunstâncias alheias. Mas este processo imediato de produção não esgota o curso de vida do capital. No mundo real, ele é complementado pelo processo de circulação, e este formou o objecto das investigações do Livro Segundo. Aí se mostrou — nomeadamente, na terceira secção, aquando da consideração do processo de circulação como [processo] da mediação do processo social de reprodução — que o processo capitalista de produção, considerado no [seu] todo, é unidade de processo de produção e de processo de circulação. Neste Livro Terceiro, aquilo de que se trata não pode ser de fazer reflexões gerais acerca dessa unidade. Trata-se antes, de encontrar e de expor as formas concretas que crescem a partir do processo de movimento do capital, considerado como [um] todo. No seu movimento real, os capitais enfrentam-se em formas concretas tais que para elas a figura do capital no processo imediato de produção, tal como a sua figura no processo de circulação, apenas aparecem como momentos particulares. As configurações do capital, tal como as desenvolvemos neste Livro, aproximam-se, portanto, progressivamente, da forma em que elas próprias ocorrem à superfície da sociedade, na acção dos diversos capitais uns sobre os outros, na concorrência e na consciência habitual dos próprios agentes da produção.»

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In Edições «Avante!»

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Terça-feira, 16 de Outubro de 2012

A introdução e difusão do marxismo em Portugal: Armando de Castro

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

A introdução e difusão do marxismo em Portugal: Bento de Jesus Caraça

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Domingo, 30 de Setembro de 2012

Atenção: começa já amanhã

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Domingo, 24 de Abril de 2011

O proletariado toma o poder

Assinalar os 140 anos da Comuna de Paris de 1871 representa mais do que a celebração de uma data de significado universal. Na primeira tentativa de instauração de um Estado proletário residem importantes ensinamentos que contribuíram para o enriquecimento da teoria que arma a classe operária e os trabalhadores de todo o mundo na luta pela superação revolucionária do capitalismo.

«Com a Comuna de Paris, a luta da classe operária com os capitalistas e o seu Estado entrou numa nova fase. Corra a coisa como correr no imediato, está ganho um novo ponto de partida de importância histórico-mundial», considerou na altura Karl Marx.

O caminho aberto pelos communards franceses teve na Revolução de Outubro de 1917 brilhante consequência. Na Rússia de Lénine, triunfou um Estado verdadeiramente democrático, a ditadura do proletariado, base do projecto que continua a ser o futuro da humanidade, o Socialismo e do Comunismo.

Communards em armas defendem o Estado proletário nas barricadas

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