Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

27 de Janeiro de 1945: Soviéticos libertaram «Fábrica da Morte»

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Em Auschwitz chegou-se a aniquilar 6 mil seres humanos por dia

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Sábado, 6 de Agosto de 2011

66 anos depois de Hiroshima e Nagasaki

A actual premência da luta pela paz

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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

A Libertação de Auschwitz

A 27 de Janeiro de 1945 o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais conhecido campo de extermínio nazi. Coube à União Soviética, país que, com mais de 20 milhões de mortos, sofreu como nenhum outro os efeitos cruéis da agressão da Alemanha hitleriana, libertar a humanidade de um dos mais terríveis centros do terror, símbolo extremo da opressão e da irracionalidade de um sistema que de forma inequívoca demonstrou não haver limites para a barbárie quando a existência humana é submetida à lei do lucro.

Em Auschwitz tudo era financiado pelo Deutsche Bank, cuja direcção se encontrava representada na IG FarbeBayer, empresa beneficiária do trabalho escravo e fornecedora do Zyklon B, o gás da morte com que os prisioneiros considerados inaptos para trabalhar eram asfixiados. Também as contas dos SS, da Gestapo e da firma Topf, construtora dos crematórios, estavam sob o controlo daquele império financeiro. Não existe praticamente nenhum grande banco ou monopólio alemão que não tenha enriquecido com o nazismo e a escravidão dos prisioneiros dos campos de concentração. Siemens, Krupp, Opel, BMW, VW, Daimler, IG Farbe, Alianz, Flick, Deutsche, Dresdner e Commerz Bank, são apenas os nomes mais sonantes de dinastias do mundo empresarial e da finança cujo poder foi consolidado pelo terror do regime hitleriano. Só entre 1939 e 1944 o volume de negócios do Deutsche Bank aumentou de 4,2 para 11,4 mil milhões de «Reichsmark».

(sublinhados meus)

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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

A deportação dos ciganos por Sarkozy (2)

Deportation of Gypsies (Roma): The Sarkozy's Holocaust, Desenho de Carlos Latuff

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 26 de Setembro de 2010

A deportação dos ciganos por Sarkozy (1)

Deportation of Gypsies:The Sarkozy's Holocaust, Desenho de Carlos Latuff

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

A expulsão dos ciganos por Sarkozy

Expulsions de Roms: L'holocauste de Sarkozy, Desenho de Carlos Latuff

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

Racismo à francesa (e não só...)

Racismo a la francesa, (Territorio Vergara)

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- A notícia boa é que acaba de ser feita uma condenação unânime por parte de todos os países europeus...

- E a má notícia?

- É que quem condenam é a comissária Reding!

- Ai!...

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Para Ler:

«A luxemburguesa Viviane Reding foi obrigada a corrigir declarações em que evocava deportações da II Guerra Mundial»

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«Na concentração racista de 11 de Setembro em Nova Iorque discursou Geert Wilders, o chefe do terceiro maior partido na «tolerante» Holanda (15,4% dos votos em Junho passado). Também discursou o ex-embaixador dos EUA na ONU, e émulo do Dr. Estranhamor, John Bolton (BBC, 11.9.10). O (então) dirigente do Banco Central alemão e membro do SPD, Thilo Sarrazin, publicou há dias um livro a dar mais um passo na «legitimação» do racismo. No respeitável Der Spiegel (10.9.10) é possível ler colunistas a dar-lhe a mão. Na Europa, da Itália de Berlusconi à França de Sarkozy, da Holanda à Bélgica, da Alemanha ao Reino Unido, e no mediático Portugal do «arrastão», é cada vez mais frequente ouvir insinuar que a culpa de tudo é dos imigrantes, dos muçulmanos, ou dalgum outro bode expiatório. Há 80 anos, no auge da outra grande crise mundial do capitalismo, a conversa era igual, embora os alvos fossem os judeus e a «conspiração judaico-bolchevique». O racismo serviu de caldo de cultura para lançar a mais violenta e brutal resposta do capitalismo à sua crise – o nazi-fascismo e a guerra

Mais de 100 mil pessoas participaram, no sábado, 4, nas manifestações realizadas em123 cidades de França, contra a política de expulsão de ciganos do presidente Nicolas Sarkozy, convocadas pelas centrais sindicais, diversas associações e por todos os partidos da esquerda francesa. A maior acção decorreu em Paris, onde desfilaram cerca de 50 mil pessoas.

Lisboa e Porto, tal como outras cidades europeias, foram palco de manifestações de solidariedade com a população cigana e de protesto contra as medidas xenófobas do governo francês.

Estas iniciativas, que decorreram frente à embaixada de França em Lisboa e ao respectivo consulado no Porto, foram convocadas por um amplo conjunto de associações ciganas com o apoio da SOS Racismo.

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Sexta-feira, 6 de Agosto de 2010

65 anos depois de Hiroshima: a Cimeira da Nato em Lisboa, novos perigos para a paz

Há 65 anos o mundo testemunhou um dos mais hediondos crimes contra Humanidade. 6 e 9 de Agosto - os dias em que Hirsohima e Nagasaki foram reduzidas a cinzas após o lançamento, pela primeira vez na História, de duas bombas atómicas - são duas das mais negras páginas da História Mundial que não devem nem podem ser esquecidas.

O bombardeamento de Hiroshima e Nagasaki não foi uma obra do acaso, e muito menos uma necessária estratégia militar para garantir a vitória dos Aliados na II Guerra Mundial. O lançamento de duas bombas atómicas sobre populações civis foi uma premeditada e criminosa decisão do imperialismo norte-americano visando a demente afirmação da sua supremacia militar e tecnológica e a sinalização da sua política de crescente confrontação com a então União Soviética e de início da chamada “guerra fria”.

Ler Texto Integral

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PAZ SIM! NATO NÃO!

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publicado por António Vilarigues às 21:09
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

Não lhes perdoeis, senhor, que eles sabem o que fazem!

Nuclear Israel - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Andam chefes de estado, e primeiros-ministros, e ministros dos negócios estrangeiros, e diplomatas, a agir como fariseus.

E donos de impérios da comunicação social, directores de televisões, rádios jornais e revistas, chefes de redacção e editores, a comportarem-se como Pilatos.

Todos eles sabem,  mas escondem-nos, que em 1947 (não, não é gralha, é mesmo 1947), na sequência da 2ª Guerra, a ONU aprovou a criação, no território da Palestina, de dois Estados: um árabe e outro judeu.

Sabem, mas não nos dizem, que as leis básicas do Estado de Israel (não há uma Constituição escrita) proclamam o seu carácter teocrático, ou seja, que Israel existe porque Deus assim o quis e quer.

Sabem, mas escondem-nos, que há várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU obrigando Israel a retirar dos territórios ocupados na sequência da Guerra de 1967. Israel não desocupa.

Sabem, mas escondem-nos, que há igualmente várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU proibindo expressamente a Israel a construção de colonatos nesses mesmos territórios. Israel constrói.

Sabem e não actuam. Sabem e não denunciam. Neste planeta há um Estado, Israel, onde sucessivos governos se têm dado ao luxo de tripudiar sobre as resoluções da ONU perante a quase total e completa passividade e impunidade da chamada comunidade internacional. Que outro País se pode gabar do mesmo?

Onde estão os paladinos da liberdade e democracia? Denunciaram a situação? Aplicaram sanções? Bombardearam Israel? Desembarcaram as suas tropas?

NÂO!

Pactuam com sucessivos governos que, ao arrepio do Direito Internacional, rotineiramente bombardeiam e ocupam um país vizinho, o Líbano.

Convivem placidamente com quem se arvora ao mesmo tempo em advogado de acusação, juiz e carrasco, liquidando fisicamente, sem ao menos apresentar provas e levar a julgamento, quem diz serem os culpados dos atentados.

Não reagem quando, a um só tempo, se aniquilam as infra estruturas policiais da Autoridade Palestiniana e se lhes exige que persigam os autores dos atentados.

Assistem plácida e silenciosamente à utilização desproporcional de forças na repressão de manifestações (que outro país as reprimiria com helicanhões e tanques?).

Calam que Israel tem um dos melhores exércitos do mundo e que a Autoridade Palestiniana não só não tem exército, nem força aérea, como já pouco ou nada lhe resta de forças policiais.

Aceitam de bom grado chefes de governo que afirmam alto e bom som que primeiro há que matá-los (os palestinianos) para só depois negociar. Governos onde participam partidos, com vários ministérios, que pura e simplesmente negam TODOS os direitos aos palestinianos.

Neste contexto chegam a ser patéticos alguns apelos feitos aos palestinos. Alguém está a imaginar um presidente de uma nação a dizer algo de parecido com «cidadãos do meu país, por favor não se suicidem com bombas, não o façam!»? Cidadãos esses que acreditaram na Paz e que hoje não têm nada, nem mesmo o mais elementar: água, gaz, electricidade, comida, alojamento, emprego.

Contudo a esperança existe. É redentor saber, que, nesta situação, parte significativa da população de Israel considera que a única solução para a crise é a criação de um Estado Palestiniano. É redentor ver que, à direita, ao centro e à esquerda há quem, em todo o Mundo, exprima a sua indignação.

Felizmente que há quem, dentro e fora de Israel, desmascare os Vendilhões do Templo e esteja disposto a correr com eles.

Adaptação de um artigo meu editado no jornal «Público» na Páscoa de 2002

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publicado por António Vilarigues às 12:06
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Deportação para o Gueto de Gaza

Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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O letreiro diz em alemão: Zona de residência para palestinianos. Passagem proibida.

Nos guetos judeus impostos pelos nazis era frequente a existência de placas que diziam:

WOHNGEBIET DER JUDEN. BETRETEN VERBOTEN (Zona de residência para judeus. Passagem proibida).

IDF são as forças armadas de Israel (Israel Defense Forces)

Publicado no jornal «Avante!»:

«O governo israelita aprovou uma norma que permite capturar e deportar os cidadãos palestinianos da Cisjordânia. A ONU já condenou por diversas vezes esta política»

«Todos os palestinianos são considerados potenciais criminosos»

Publicado neste blog:

Um soldado israelita dispara gás lacrimogéneo durante confrontos com manifestantes palestinianos que protestavam contra os ataques aéreos a Gaza. Mais fotografias AQUI

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publicado por António Vilarigues às 12:05
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