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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Derrotar este Orçamento – com a luta temos de pará-lo!

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«Para os jovens, em particular, este Orçamento é mais uma machadada na sua justa aspiração de emancipação, de um presente e futuro de realização pessoal e colectiva. Na educação, no emprego, nos apoios sociais e nas mais diferentes áreas da sociedade, os cortes são brutais e – a concretizarem-se – significarão a miséria, o abandono escolar, o desemprego e/ou a emigração para a generalidade da juventude portuguesa

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Festa do «Avante!» 2012: Autocarro da Juventude Viseu / Celorico da Beira / Guarda

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Partida:

6º Feira ás 10h00 manhã (Viseu - Tribunal Novo);

- Chega a Celorico da Beira às 11h00 (Junto a Central de Camionagem);

- Chega a Guarda ás 11h30 (No parque urbano do Rio Diz) e segue para o Seixal.

Preço: 40€ - inclui a Entrada Permanente (EP) para os três dias da Festa!
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As «Jotas» não são todas iguais...

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A DN da JCP reafirma o compromisso dos jovens comunistas portugueses com a luta por uma ruptura e mudança de políticas para o país, e para os trabalhadores, o povo e a juventude de Portugal, que passará necessariamente pela derrota do pacto de agressão das troikas e a sua expressão em cada escola e em cada local de trabalho. O crescimento da ofensiva exige o aumento da resposta e estamos seguros que a juventude portuguesa encontrará os caminhos para o reforço da sua luta para, lado a lado com o povo e os trabalhadores, tomar nas suas mãos o destino das suas vidas. Organizar para lutar, resistir para vencer – a luta continua!

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Os Partidos NÃO são todos iguais!

E as «Jotas» também não...

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Um Partido que não se rende!

 

(...)

São grandes os perigos e ameaças que pesam sobre os trabalhadores, o nosso povo e o próprio regime democrático de Abril e que exigem um Partido cada vez mais preparado, mais forte, mais activo, mais interventivo, ainda mais ligado aos problemas, aos trabalhadores, às grandes massas, capaz de dinamizar e dar um novo ímpeto à luta.

Tempos em que os comunistas são chamados a redobrar o trabalho para cumprir o seu insubstituível papel ao lado dos trabalhadores e do povo, combatendo a exploração, as injustiças, as desigualdades, mas também a resignação, dinamizando a resistência e a luta.

Temos um Partido como nenhum outro, com uma história, força, valores e projecto sem igual. Um partido que não se rende, que assume sempre, mesmo nas mais difíceis condições a linha da frente do combate necessário.

Há quem já faça planos para mil anos a este governo e com este governo – o grande capital económico e financeiro - que tendo nas suas mãos os instrumentos de coordenação e domínio da opinião publicada lhes trata de garantir um estado de graça que não tarda se revelará ter “pés de barro”.

Foi assim no passado, será assim no futuro, porque tal como noutras ocasiões com governos de maiores e mais sólidas maiorias se quedaram, pela política que realizaram, perante a acção e a luta dos trabalhadores e do povo. E se alguns alimentam a esperança de que adocicando a palavra e tornando mole o ambiente com o elogio e a alusão ao Partido responsável e aos dirigentes razoáveis, talvez seja o momento adequado para lhes tornar a dizer e lembrar: não se iludam, jamais saltaremos a barreira, como outros, para o lado de lá. O nosso lugar será sempre deste lado e do lado da trincheira dos que não abdicam de construir uma sociedade alternativa liberta da exploração.

Os tempos que vivemos exigem muita coragem, mas coragem foi o que nunca faltou a este Partido Comunista Português, a este grande colectivo, aos militantes do Partido e da Juventude Comunista Portuguesa.

É com essa coragem e com a confiança que ela nos dá que vamos em frente com a luta pela democracia avançada, por um Portugal de progresso, tendo sempre no horizonte a perspectiva do socialismo.

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