Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A estratégia dos «bombardeamentos de terror»

-

Tóquio (esquerda) e Hiroshima (direita)

-

Dentro do contexto da época as bombas atómicas eram entendidas pela Administração dos EUA como «apenas» um refinamento de uma «arte» existente: o bombardeamento em massa de cidades.

Este «bombardeamento de terror», como às vezes era chamado, atingiu a sua forma mais elevada sob a liderança de Curtis LeMay no teatro do Pacífico, onde formações massivas de aviões B-29 efectuaram repetidamente ataques noturnos a baixa altitude contra sessenta e sete cidades japonesas. Lançaram explosivos, napalm e termite sobre as ruas de casas de madeira, criando enormes incêndios inextinguíveis que sugavam o ar para fora dos abrigos e queimavam pessoas vivas.

As bombas incendiárias foram especialmente desenvolvidos para a destruição de casas japonesas: as pequenas bombas foram projetadas para romper os tectos, parar no primeiro andar e espalhar um cone de chamas de gasolina gelatinosa no interior. A termite e o magnésio foram adicionados para que os fogos atingissem temperaturas demasiado elevadas de forma a manterem-se confinados às habitações.

Durante duas longas noites de Março 1945, mais de 300 B-29 foram enviados para queimar a mega metrópole de Tóquio. As estimativas variam quanto aos números exactos, mas cerca de 100 mil pessoas foram mortas, mais de um milhão feridas e outro milhão ficaram sem abrigo. O sucesso foi medido, antes de mais, em percentagens da área total destruída...

-

Publicado neste blog:-

Hiroshima 2 anos depois (1947)

-

Agosto 1947. Fotógrafo: Carl Mydans. Life Images

-

Hiroshima e Nagasaki 69 anos depois.
Da Palestina à Ucrânia - a actualidade da luta pela paz

-

-
Hiroshima (esquerda) e Nagasaki (direita)

-

Publicado neste blog:

-

A 10ª avaliação da troika e a sua articulação com as medidas que o governo quer impor

     Quase dois anos e meio depois da entrada da Troika em Portugal, a situação do país é de tal forma grave que já nem mesmo os maiores entusiastas e promotores dessa opção, se atrevem hoje a designar o chamado memorando de entendimento de “ajuda externa”.

Tal como o PCP sempre afirmou, o acordo estabelecido entre o PS, o PSD e o CDS com a União Europeia, o BCE e o FMI foi, e é de facto, um Pacto de Agressão em que o principal objectivo, em nome da dita consolidação das contas públicas, foi o do agravamento da exploração e do empobrecimento do povo português para satisfazer os interesses e os lucros do grande capital nacional e transnacional.

E tal como sucedeu com cada uma das avaliações anteriores, a chamada 10ª avaliação da troika que está em curso, num processo de mistificação, encenação e chantagem, visa abrir caminho a novas medidas da parte do governo contra os trabalhadores, o povo e o país.

Ler texto integral

-

A Crise do Sistema Capitalista: 2014 - os três últimos sustentáculos do dólar entram em colapso

-

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-

-

Hiroshima

-

Ao lançar a bomba atómica sobre as populações das cidades japonesas de Hiroshima, a 6 de Agosto de 1945, e de Nagasaki, três dias depois, o imperialismo norte-americano cometeu um dos maiores crimes que a história regista. Trata-se de uma tragédia que não pode cair no esquecimento. Particularmente quando, perante a crise estrutural profunda em que o capitalismo se debate, vivemos tempos em que avança velozmente o militarismo, se agudizam as contradições entre as grandes potências, se manifesta de modo cada vez mais inquietante a natureza agressiva do imperialismo.

Mas será que, como é frequentemente considerado mesmo entre combatentes da paz, se tratou «apenas» de um «crime de guerra gratuito» dado que, como está historicamente estabelecido, o Japão já estava militarmente derrotado? Pensamos que não. Tratou-se sim de um crime friamente calculado e dirigido, não contra o militarismo japonês, mas contra as forças anti-fascistas e progressistas de todo o mundo para afirmar os EUA, então o único país detentor da arma atómica, como potência hegemónica no plano mundial. Essa a principal razão da entrada dos EUA na II Guerra Mundial ao lado da URSS. Estava declarada a «guerra fria» mesmo antes de formalmente anunciada por Churchill no seu célebre discurso de Fulton em 6 de Março do ano seguinte.

Mas esta monstruosa demonstração de força – a que se seguiram múltiplos planos e ameaças de novo recurso à arma atómica – não conseguiu impedir o fluxo revolucionário que acompanhou (e teve também expressão em Portugal) a derrota do projecto nazi de domínio mundial que o imperialismo norte-americano agora chamava a si. Não impediu o avanço impetuoso da luta libertadora em toda a Ásia, de que o triunfo da revolução chinesa quatro anos depois, em 1 de Outubro de 1949, é a principal realização. Não impediu o nascimento de uma nova ordem jurídica internacional assente na Carta da ONU pacífica e anti-fascista, ordem que tem vindo a ser afrontada e destruída, com a ambição de a substituir por uma outra, totalitária e hegemonizada pelos EUA mas que a luta dos trabalhadores, dos povos e dos países progressistas tem impedido de concretizar em toda a sua extensão. Não impediu o avanço do campo dos países socialistas, avanço que ulteriores derrotas não podem fazer esquecer, e que chegou a estender-se a um terço da população mundial e a alcançar realizações de dimensão histórica. Não conseguiu sequer impedir que a União Soviética, desvastada e sangrada por mais de 20 milhões de mortes, se reerguesse a um ritmo vertiginoso e se dotasse ela também da arma atómica, feito de alcance histórico a juntar a tantos outros, que obrigou os EUA a encolher as garras agressivas e abriu espaço ao avanço universal da luta libertadora dos trabalhadores e dos povos.

É certo que o imperialismo conseguiu sobreviver à derrota dos seus círculos mais reaccionários e agressivos e que, depois de décadas de grandes avanços das forças do progresso social em que a revolução portuguesa se insere, conseguiu, com as dramáticas derrotas do socialismo, recuperar posições e retomar temporariamente a iniciativa, colocando de novo a Humanidade perante a ameaça de terríveis catástrofes. Ameaça que, embora inscrita na própria natureza do imperialismo, é possível afastar pela acção unida de todas as forças anti-imperialistas e amantes da paz. Mas para isso é necessário vencer primeiro a batalha da memória e contra o revisionismo histórico, batalha decisiva que se encontra hoje no primeiro plano do combate das ideias e da luta de classes.

-

-

Publicado neste blog:

-

Queremos ser como a Irlanda???!!!

-

Êxitos da Irlanda:

  • Desemprego – Em 2007, 4,7%. Em 2012 – oficial: 14,8%, com emigração massiva.

  • Investimento (FBCF) - Em 2007 – 46,7 mil M€; 2012 – 19 9 mil M€ (41,9% de 2007) (preços constantes)

  • PIB - Em 2007 – 156,9 mil M€; 2012 – 133,4 mil M€. (menos 15%) (preços constantes)

  • RN – Em 2007 – 144,2 mil M€; 2012 – 113,4 mil M€ (preços correntes). Em termos constantes a queda será de cerca de 40%. Resultado das políticas de deflação fiscal e livre circulação de capitais, que o governo de cá quer acelerar para “atrair capitais”.

  • Dívida pública - Em 2007 – 47,2 mil M€; 2012 – 191 mil M€. Sempre a crescer, com a AMECO a prever para 2014 – 207,4 mil M€.
  • RN/capita - Em 2007 – 36,9 mil €; 2012 – 28,1 mil € (preços correntes).
  • Ah! Mas a balança de bens e serviços, passou de um excedente 17,1 mil M € em 2007; para 39,5 mil M € em 2012.

Base de dados AMECO (Comissão Europeia)

Os resultados estão à vista e o sucesso é para a especulação e as transnacionais que fazem da Irlanda entreposto, com empobrecimento acelerado da população.

Este o futuro que o governo quer vender aos portugueses...

-

Conselho Europeu: a inexistência de qualquer linha política e económica

-

1 - As conclusões do Conselho Europeu não iludem o indisfarçável aprofundamento da crise social, económica, política e institucional em que a União Europeia está mergulhada. Simultaneamente, evidenciam, na linha de anteriores reuniões, a inexistência de qualquer linha política e económica que, de facto, possa contrariar o rumo de desastre em curso.

À excepção da proposta de aprofundamento da União Económica e Monetária, em termos práticos, estas conclusões mais não são do que um mero e já várias vezes repetido enunciado de objectivos, orientações e medidas que, para além de não resolverem nenhum dos problemas existentes, estão na origem da crise e a aprofundam a cada passo dado.

-

No 67º aniversário do lançamento das bombas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki

 As questões da paz mundial no 67º aniversário do lançamento das bombas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki

-

-

 Publicado neste blog:

-

A destruição do sistema público de transportes - Grupo TAP, Grupo ANA e NAV

-

No transporte aéreo, não deixam de ser reveladores os números divulgados esta semana pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) sobre o sector aéreo nacional: um sector que gerou 2300 milhões de euros em Portugal (cerca de 1,4% do PIB), que garantiu 59 mil postos de trabalho (24 mil dos quais de forma directa), que contribui com mais 3300 milhões de euros através do sector do turismo, e com um valor acrescentado bruto por trabalhador que é o dobro da média nacional. Se acrescentarmos a estes dados o papel da TAP como primeiro exportador nacional e os quase 200 milhões de euros que as empresas do sector aéreo garantem à Segurança Social por ano, ficamos com uma ideia da importância estratégica deste sector para a economia. Um sector que assenta em três empresas públicas - Grupo TAP, Grupo ANA e NAV – e que as multinacionais das troikas se preparam para passar a controlar ameaçando a sua existência futura.

-

Os senhores do planeta: 147 multinacionais controlam riqueza mundial

-

Menos de um por cento das multinacionais controla cerca de 40 por cento da riqueza mundial, segundo revela um recente estudo de investigadores suíços que analisaram as ligações de 43 060 corporações transnacionais.

O estudo, datado de 28 de Julho (disponível AQUI), chegou na semana passada à imprensa, através da revista britânica NewScientist. As suas conclusões confirmam a ideia generalizada de que um pequeno grupo de corporações, maioritariamente bancos, controla a vida económica (e, por via desta, política) do planeta. Porém, nunca antes se tinha chegado a apurar o número preciso deste restrito círculo, nem a real dimensão do seu poder.

-

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

  •  
  • A

    B

    C

    D

    E

    F

    G

    H

    I

    J

    K

    L

    M

    N

    O

    P

    Q

    R

    S

    T

    U

    V

    W

    X

    Y

    Z

    Arquivo

    1. 2023
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2022
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2021
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2020
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2019
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2018
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2017
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2016
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2015
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2014
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2013
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2012
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2011
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D
    170. 2010
    171. J
    172. F
    173. M
    174. A
    175. M
    176. J
    177. J
    178. A
    179. S
    180. O
    181. N
    182. D
    183. 2009
    184. J
    185. F
    186. M
    187. A
    188. M
    189. J
    190. J
    191. A
    192. S
    193. O
    194. N
    195. D
    196. 2008
    197. J
    198. F
    199. M
    200. A
    201. M
    202. J
    203. J
    204. A
    205. S
    206. O
    207. N
    208. D
    209. 2007
    210. J
    211. F
    212. M
    213. A
    214. M
    215. J
    216. J
    217. A
    218. S
    219. O
    220. N
    221. D