Domingo, 28 de Dezembro de 2008

Harold Pinter sobre a guerra no Iraque (2005)

     Nobel Prize-winning playwright Harold Pinter, who has died at the age of 78, strongly opposed the war in Iraq, calling it ''a bandit act.'' In a speech he gave in Sweden, he said President George W Bush and UK Prime Minister Tony Blair should be tried as war criminals for instigating the invasion.

Ver vídeo e ler:              

  • Notícia da BBC                              

 

Transcrição:

The invasion of Iraq was a bandit act, an act of blatant state terrorism, demonstrating absolute contempt for the concept of international law. The invasion was an arbitrary military action inspired by a series of lies upon lies and gross manipulation of the media and therefore of the public; an act intended to consolidate American military and economic control of the Middle East masquerading - as a last resort - all other justifications having failed to justify themselves - as liberation. A formidable assertion of military force responsible for the death and mutilation of thousands and thousands of innocent people. 

We have brought torture, cluster bombs, depleted uranium, innumerable acts of random murder, misery, degradation and death to the Iraqi people and call it 'bringing freedom and democracy to the Middle East'.  

How many people do you have to kill before you qualify to be described as a mass murderer and a war criminal? One hundred thousand? More than enough, I would have thought. Therefore it is just that Bush and Blair be arraigned before the International Criminal Court of Justice. But Bush has been clever. He has not ratified the International Criminal Court of Justice. Therefore if any American soldier or for that matter politician finds himself in the dock Bush has warned that he will send in the marines. But Tony Blair has ratified the Court and is therefore available for prosecution. We can let the Court have his address if they're interested. It is Number 10, Downing Street, London.

(...)

Early in the invasion there was a photograph published on the front page of British newspapers of Tony Blair kissing the cheek of a little Iraqi boy. 'A grateful child,' said the caption. A few days later there was a story and photograph, on an inside page, of another four-year-old boy with no arms. His family had been blown up by a missile. He was the only survivor. 'When do I get my arms back?' he asked. The story was dropped. Well, Tony Blair wasn't holding him in his arms, nor the body of any other mutilated child, nor the body of any bloody corpse. Blood is dirty. It dirties your shirt and tie when you're making a sincere speech on television.

 

Em francês:

L'invasion de l'Irak était un acte de banditisme, un acte de terrorisme d'État patenté, témoignant d'un absolu mépris pour la notion de droit international. Cette invasion était un engagement militaire arbitraire inspiré par une série de mensonges répétés sans fin et une manipulation flagrante des médias et, partant, du public ; une intervention visant à renforcer le contrôle militaire et économique de l'Amérique sur le Moyen-Orient et se faisant passer – en dernier ressort – toutes les autres justifications n'ayant pas réussi à prouver leur bien-fondé – pour une libération. Une red outable affirmation de la force militaire responsable de la mort et de la mutilation de milliers et de milliers d'innocents.

Nous avons apporté au peuple irakien la torture, les bombes à fragmentation, l'uranium appauvri, d'innombrables tueries commises au hasard, la misère, l'humiliation et la mort et nous appelons cela « apporter la liberté et la démocratie au Moyen-Orient».

Combien de gens vous faut-il tuer avant d'avoir droit au titre de meurtrier de masse et de criminel de guerre ? Cent mille ? Plus qu'assez, serais-je tenté de croire. Il serait donc juste que Bush et Blair soient appelés à comparaître devant la Cour internationale de justice. Mais Bush a été malin. Il n'a pas ratifié la Cour internationale de justice. Donc, si un soldat américain ou, à plus forte raison, un homme politique américain, devait se retrouver au banc des accusés, Bush a prévenu qu'il enverrait les marines. Mais Tony Blair, lui, a ratifié la Cour et peut donc faire l'objet de poursuites.Nous pouvons communiquer son adresse à la Cour si ça l'intéresse. Il habite au 10 Downing Street, Londres.

(...)

Aux premiers jours de l'invasion une photo a été publiée à la une des journaux britanniques ; on y voit Tony Blair embrassant sur la joue un petit garçon irakien. « Un enfant reconnaissant » disait la légende. Quelques jours plus tard on pouvait trouver, en pages intérieures, l'histoire et la photo d'un autre petit garçon de quatre ans qui n'avait plus de bras. Sa famille avait été pulvérisée par un missile. C'était le seul survivant. « Quand est-ce que je retrouverai mes bras ? » demandait-il. L'histoire est passée à la trappe. Eh bien oui, Tony Blair ne le serrait pas contre lui, pas plus qu'il ne serrait dans ses bras le corps d'un autre enfant mutilé, ou le corps d'un cadavre ensanglanté. Le sang, c'est sale. Ça salit votre chemise et votre cravate quand vous parlez avec sincérité devant les caméras de télévision.

 

O discurso completo:

                                                       
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 

Notícias AQUI

 

Adenda em 28/12 às 16h45m:

                               

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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

Harold Pinter sobre a guerra da NATO na Sérvia: «We are bandits guilty of murder»

     «THE Nato war is a bandit action, committed with no serious consideration of the consequences, confused, ill thought, miscalculated, an act of deplorable machismo. Yet, according to opinion polls most British people support this war, believing we may have a moral duty to intervene and the moral authority to do so.   

What is moral authority? Where does it come from? How do you achieve it? Who bestows it upon you? How do you persuade others that you possess it? You don't. You don't have to bother. What you have is power. Bombs and power. And that's your moral authority. »

 

Ler Texto Integral

                                                       
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 

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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

Faleceu Harold Pinter


Ler texto do discurso:

Notícias:

                                                       
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 

Adenda em 28/12 às 16h45m:

                          

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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Alexander Soljenítsin: Rússia

   Podíamos escrever sobre o apoio de Alexander Soljenítsin ao ditador fascista chileno Augusto Pinochet. Ou sobre o seu revisionismo histórico dos pogroms na Rússia czarista. Mas os posts anteriores testemunham das razões porque Soljenítsin desapareceu cada vez mais dos discursos públicos durante os seus 18 anos de exilio nos EUA e uma das causas por que os governos capitalistas não lhe deram total apoio político. Para os capitalistas foi uma benção dos céus poder utilizar um homem como Soljenítsin na guerra suja de propaganda contra o socialismo, mas tudo tem os seus limites. Na nova Rússia capitalista o que decide o apoio do chamado mundo ocidental aos grupos politicos é pura e simplesmente a possibilidade de fazer bons negócios com bons lucros ao abrigo da política desses grupos. O fascismo como alternativa política para a Rússia não é considerado como politica que estimule os negócios. Por isso o projecto político de Soljenítsin para a Rússia foi letra morta no que diz respeito a apoio do chamado mundo ocidental. Alexander Soljenítsin queria como futuro político para a Rússia a volta do regime autoritário dos Czares em ligação com a igreja tradicional russa-ortodoxa! Nem os imperialistas mais arrogantes estavam interessados em apoiar uma estupidez política destas.

                                                     

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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Alexander Soljenítsin: Em apoio do fascismo de Franco

    Depois da morte de Franco em 1975 o regime fascista espanhol começou a perder o controle da situação politica e no começo de 1976 os acontecimentos em Espanha tomaram um novo carácter. Greves e demonstrações exigiam democracia e liberdade e o herdeiro de Franco, o rei Juan Carlos, foi obrigado a iniciar uma liberalização do regime.Neste momento importante para a vida politica espanhola, aparece Alexander Soljenítsin em Madrid e dá uma entrevista ao programa «Directíssimo» um sábado à noite, em 20 de Março, na melhor hora televisiva (jornais ABC e Ya de 21 de Março de 1976). Soljenítsin que tinha recebido as perguntas previamente, utilizou a oportunidade para fazer todo o tipo de declarações reaccionárias. A sua intenção não foi de dar um apoio à chamada liberalização do rei. Pelo contrário. Soljenítsin prevenia as pessoas contra as reformas democráticas!

Na sua intervenção na televisão declarou que «Cento e dez milhões de russos morreram vítimas do socialismo» e comparou «a escravidão a que estavam submetidos os soviéticos à liberdade que se desfrutava em Espanha». Soljenítsin acusou também os «círculos progressistas» de «utópicos» por considerarem Espanha como uma ditadura. Os progressistas, entenda-se, eram toda a oposição democrática de liberais a social-democratas e comunistas. «No Outono passado» disse Soljenítsin, «a opinião pública mundial estava preocupada com a sorte dos terroristas espanhóis [Os cinco antifascistas condenados à morte e executados pelo regime de Franco]. Cada vez mais a opinião pública progressista exige reformas políticas imediatas, ao mesmo tempo que apoia os actos terroristas». «Os que querem reformas democráticas rápidas, saberão o que virá a suceder amanhã ou depois de amanhã? A Espanha, amanhã poderá ter democracia, mas depois de amanhã, saberá não cair no totalitarismo depois da democracia?» Às perguntas cuidadosas dos jornalistas se tais declarações não podiam ser vistas como um apoio a regimes de países onde não existia liberdade respondeu Soljenítsin que «Eu conheço somente um sítio onde não há liberdade, esse sítio é a Rússia». As declarações de Soljenítsin na televisão espanhola foram um apoio directo ao fascismo espanhol.

                                  

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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Alexander Soljenítsin: União Soviética

   Como referimos o ponto principal dos discursos de Alexander Soljenítsin era sempre a guerra contra o socialismo. Os jornalistas americanos que tinham ousado escrever sobre paz entre os EUA e a União Soviética eram acusados por Soljenítsin nos seus discursos como sendo traidores potenciais. Soljenítsin fazia também propaganda por um aumento da capacidade militar dos EUA contra a União Soviética, que ele dizia ser mais poderosa em «tanques e aviões, de cinco a sete vezes mais que os EUA» e em armas atómicas que «em breve» seriam «duas, três e por fim cinco» vezes mais potentes que as dos EUA. Os discursos de Solzhenitsyn nos EUA eram a voz da extrema-direita, mas ele iria ainda mais longe, mais à direita, em apoio público ao fascismo.     

                                                       

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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

Alexander Soljenítsin: Vietname

   O ponto principal dos discursos de Soljenítsin nos EUA (e não só) era sempre a guerra contra o socialismo. Entre outras coisas bateu-se por novos ataques ao Vietname depois da vitória deste sobre os EUA. Defendeu a suposta existência de  dezenas de milhares de americanos presos e escravizados no Vietname do Norte! Foi esta ideia de Soljenítsin de americanos utilizados como escravos no Vietname do Norte que deu origem aos filmes Rambo sobre a guerra do Vietname.

                                                                                             

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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Alexander Soljenítsin: Portugal

   Nos Estados Unidos, Soljenítsin foi convidado muitas vezes para fazer intervenções em reuniões importantes. Ele foi por exemplo o principal orador no congresso dos sindicatos AFL-CIO em 1975 e em 15 de Julho de 1975 foi convidado para fazer um discurso sobre a situação no mundo no Senado dos EUA. Os discursos de Soljenítsin eram de uma agitação violenta e provocatória, argumentando e fazendo propaganda pelas ideias mais reaccionárias. Um exemplo: depois de 48 anos de fascismo em Portugal, quando os oficiais do Movimento das Forças Armadas, tomaram o poder na revolução popular de 1974, Soljenítsin começou a fazer propaganda por uma intervenção militar dos EUA em Portugal, que, dizia ele, iria ser membro do tratado de Varsóvia se os EUA não interviessem! Nos seus discursos, Soljenítsin  lamentava sempre a libertação das colónias portuguesas em África.

                                                                         

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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Alexander Soljenítsin: II Guerra Mundial

   Segundo Soljenítsin a luta contra a Alemanha nazi na segunda guerra mundial tinha sido uma luta desnecessária e todos os sofrimentos impostos ao povo soviético pelos nazis podiam ter sido evitados se o governo soviético tivesse feito um compromisso com Hitler. Soljenítsin acusou também o governo soviético e Stáline de serem ainda piores que Hitler e, como ele dizia, pelos terríveis resultados da guerra para o povo da União Soviética. Soljenítsin não escondia a sua simpatia pelos nazis.

                                                         

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Segunda-feira, 14 de Julho de 2008

Enrique Morente canta Pablo Neruda: Quienes se amaron como nosotros


                                       

SONETO XCV

Quiénes se amaron como nosotros? Busquemos
las antiguas cenizas del corazón quemado
y allí que caigan uno por uno nuestros besos
hasta que resucite la flor deshabitada.

Amemos el amor que consumió su fruto
y descendió a la tierra con rostro y poderío:
tú y yo somos la luz que continúa,
su inquebrantable espiga delicada.

Al amor sepultado por tanto tiempo frío,
por nieve y primavera, por olvido y otoño,
acerquemos la luz de una nueva manzana,

de la frescura abierta por una nueva herida,
como el amor antiguo que camina en silencio
por una eternidad de bocas enterradas.

                                                           
SONETO XCVI

Pienso, esta época en que tú me amaste
se irá por otra azul sustituida,
será otra piel sobre los mismos huesos,
otros ojos verán la primavera.

Nadie de los que ataron esta hora,
de los que conversaron con el humo,
gobiernos, traficantes, transeúntes,
continuarán moviéndose en sus hilos.

Se irán los crueles dioses con anteojos,
los peludos carnívoros con libro,
los pulgones y los pipipasseyros.

Y cuando esté recién lavado el mundo
nacerán otros ojos en el agua
y crecerá sin lágrimas el trigo.

                  

1959

                                                                     

 

                                                                        

Para ouvir (em MP3) Enrique Morente no álbum "Neruda en el corazón" a cantar «Quienes se amaron como nosotros» de  Pablo Neruda clicar AQUI          

Para ver e ouvir Estrella Morente a cantar «Quienes se amaron como nosotros» de  Pablo Neruda clicar AQUI         

                                          

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publicado por António Vilarigues às 12:42
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