Domingo, 10 de Outubro de 2010

O solo ou o subsolo Afegão?!...

Negociaciones de paz en Afganistán, (Territorio Vergara)

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- Não, nós não negociamos com terroristas! Por isso, não temos qualquer intenção de abandonar o subsolo afegão!

- Quer dizer solo afegão...

- Ui, claro! Em que estaria eu a pensar?...

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

NATO no Afeganistão: APARAFUSADOS!

US Army in Afghanistan: SCREWED!, Desenho de Carlos Latuff

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Para Ler, Ver e Ouvir:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Osama bin Laden no dia 11/09/2001 estava no hospital militar de Rawalpindi?!...

«Se a reportagem de Dan Rather na CBS é correcta e Osama foi na verdade admitido no hospital militar paquistanês a 10 de Setembro de 2001, por cortesia do aliado da América, com toda a probabilidade ele ainda estava no hospital em Rawalpindi no dia 11 de Setembro, quando se verificaram os ataques. Com toda a probabilidade, os seus paradeiros eram conhecidos de responsáveis estado-unidenses na manhã de 12 de Setembro, quando o secretário de Estado Colin Powell iniciou negociações com o Paquistão, tendo em vista prender e extraditar bin Laden

«A procura de Osama serve tanto objectivos militares como políticos. Os democratas e republicanos competem na sua resolução por extirpar o "terrorismo islâmico"

«A CBS News foi informada de que na noite anterior ao ataque terrorista do 11 de Setembro Osama bin Laden estava no Paquistão. Ele estava a receber tratamento médico com o apoio dos próprios militares que dias depois juraram apoiar a guerra americana ao terror no Afeganistão.»

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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

Soldados ocupantes substituídos por mercenários - A falsa retirada do Iraque

Os EUA confirmaram que o número de soldados presentes no Iraque é o menor desde o início da invasão do país, em 2003. O facto está a ser usado como manobra de propaganda com o objectivo de esconder a manutenção de uma força ocupante e a substituição de soldados por mercenários.

A declaração de Barack Obama, anunciando o fim da missão de combate naquele território e o início de «operações contraterroristas» levadas a cabo por uma «força de transição» até à retirada «das tropas norte-americanas em 2011», já havia feito as parangonas no início do mês de Agosto. Mas o que encheu com estrondo as manchetes dos meios de comunicação social dominante foi a confirmação de que os EUA mantinham no Iraque o menor número de soldados desde o início da guerra contra aquele país.

Ler Texto Integral

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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

«Perante as novas ameaças ao Atlântico Norte», Augusto Santos Silva vai mandar espiões para... o Afeganistão! (1)

Augusto Santos Silva regressou de férias retemperado. Está uma fera!

Critica asperamente o relatório do grupo liderado por Madeleine Albright que serve de base ao novo conceito estratégico da NATO: «A referência à América Latina e a África nesse relatório é muito lacunar comparada, por exemplo, com o peso atribuído à Geórgia. (...) Nós, que temos como preocupação assegurar a paz no Atlântico Norte, devemos olhar para sul». Lógico! Para assegurar a paz no norte há que ter o sul debaixo de olho!

De dedo em riste adverte que «a NATO tem níveis de eficiência abaixo do desejável e precisa de adequar a sua estrutura ao mundo de hoje». Gaita! A NATO tem níveis de eficiência baixas? Olha se as tivesse altas! Esta conversa faz pensar que o sociólogo ambiciona mais do que ser um obscuro ministro de um mau Governo.

Vem tudo numa recente entrevista dada a um jornal diário a propósito da cimeira da NATO que se vai realizar em Novembro em Lisboa: Portugal deverá ter espiões militares no Líbano.

O Mundo é varrido de lés a lés pela visão estratégica deste novo Dr. Estranhoamor.

Além da América Latina, da África (aqui ficam já “arrumados” dois continentes porque os EUA e o Canadá são do “nossos”) e da Geórgia, há ainda a Somália, o Afeganistão, Magrebe, Sahel (estes dois últimos já incluídos na África mas que requerem mais cautelas...), e, atenção!, «devemos estar atentos ao grande arco que vai do Magrebe até ao Paquistão». Estaremos atentos, senhor ministro, esteja descansado!

Depois o ministro faz notar que «a capital geograficamente mais próxima de Lisboa não é Madrid mas sim Rabat». Portanto, juizinho marroquinos!, que o Augusto está perto e de olho em vós!

[Um esclarecimento ao senhor ministro. Informa-nos o nosso especialista em assuntos geográfico-estratégicos que Lisboa dista cerca de 500 km de Madrid e cerca de 555 km de Rabat. Portanto, os madrilenos que se ponham a pau, que quando o Augusto souber isto...]

Mais adiante, faz ainda referência ao Líbano, país para o qual, juntamente com o Afeganistão, vai mandar «células de informações». Os tais «espiões»!...

Sobre a possibilidade de instalar o Africom (novo comando dos EUA para "tratar" dos “assuntos” africanos) nas Lajes refere que «essa é uma decisão que compete aos norte-americanos» que é algo que nós já suspeitávamos. E as outras decisões, competem a quem? A si, senhor ministro?

[É óbvio que a segurança dos africanos compete aos EUA... Quem pode duvidar disso?]

O problema é se todos estes povos que o nosso Dr. Estranhoamor refere (africanos, sul-americanos, asiáticos, etc.) acharem por bem colocar tropas e espiões em Portugal...


E mais ou menos a meio da entrevista diz o ministro sobre os «custos»: «Digo, e repito, que é um dinheiro muito bem gasto até ao último cêntimo. De todos os pontos de vista (...) não há um único recurso empregue nas forças destacadas de que se possa duvidar.» Se não podemos duvidar... Com as «forças destacadas» é gastar e calar. Já com a saúde e a educação, por exemplo, é outra a conversa...

Resta dizer que quando o jornalista lhe pergunta se os portugueses percebem tudo isto responde que acha «que percebem muito bem». Nós também achamos. Nós, pelo menos, percebemos muito bem!...

Uma última questão. E Luís Amado, está calado? Ou anda a tratar dos russos (vêm aí os russos!...) e dos chineses (o perigo amarelo!...)? É que o ministro Augusto Santos Silva não falou desses... Também não falou do Ártico (os tremendos ursos polares!) e da Antártida (os terríveis pinguins!)... Imperdoável, senhor ministro!

(continua)

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Vou para o trabalho e faço coisas más... vou para casa e vou à igreja...

Um ano depois os bombardeamentos repetem-se...

Um documentário da CBS:

"Drones": A Nova Força Aérea dos EUA

«Muitas pessoas conhecem-nos como "drones"; A Força Aérea [dos EUA] chama-lhes "veículos aéreos sem piloto". E, agora memo, há dúzias deles nos céus do Iraque e do Afeganistão [e do Paquistão], abatendo insurgentes, cada minuto de cada dia».

«São controlados por controle remoto, a partir de milhares de quilómetros de distância [nos EUA]».

«De facto estamos a comprar mais "drones" do que aviões pilotados pela primeira vez na história da Força Aérea [dos EUA]».

Para Ver e Ouvir :

«Increasingly, the U.S. military is relying on un-manned aircraft to track and destroy the enemy, sometimes controlled from bases thousands of miles away from the battlefront. Lara Logan reports».

Para Ler:

(CBS) «Every so often in the history of war, a new weapon comes along that fundamentally rewrites the rules of battle. This is a story about a revolution in unmanned aviation that is doing just that.

Most people know them as drones; the Air Force calls them "unmanned aerial vehicles." And right now, there are dozens of them in the skies over Iraq and Afghanistan, hunting down insurgents, every minute of every day.

They've become one of the most important planes in the United States Air Force - and yet, the pilot is nowhere near the aircraft or the battlefield. They are controlled by remote control, from thousands of miles away.

Many of the details of this weapons program are classified, but our 60 Minutes team was given secret clearance and unprecedented access to bring you this story».

(...)

The Air Force now has 28 Reapers, each one costing about $11 million. It can fly as high as 50,000 feet, sit over a target for 15 hours straight, and is as dangerous as a fighter jet.

The Reaper is the Air Force's newest and most lethal unmanned plane, carrying 500 lb. bombs and Hellfire missiles.
(...)

The Air Force also has 116 Predators. The Predator is smaller than the Reaper, but it can stay up in the air even longer, 24 hours at a time. It can be miles away from its target, flying undetected through the clouds, while zooming in on an unsuspecting enemy.

(...)

In spite of that clarity, unmanned planes and Air Force jets are criticized in Afghanistan for killing innocent civilians, including an incident just this week that is under military investigation.

Across the border in Pakistan, where the CIA operates, they're blamed for even more deaths.

(...)

"To go and work and do bad things to bad people is, and then when I go home and I go to church and try to be a productive member of society, those don't necessarily mesh well", Gough told Logan.

(...)

Chambliss told Logan he thinks the power of these unmanned planes is just beginning to be tapped. "Next year is gonna be a watershed year. We'll actually buy more unmanned aircraft than we buy manned aircraft for the first time in the Air Force’s history", he explained.»

(...)

Fatheya al-Jarah, a única sobrevivente da sua família do ataque de um "drone" israelita.

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 6 de Abril de 2010

O caminho da "entrega extraordinária" até à liberdade (The New York Times)

Vídeo em duas versões:

Muhammad Saad Iqbal was seized by the C.I.A. after 9/11, interrogated in a secret prison in Egypt, then sent on to Bagram Airbase and Guantanamo. This is a firsthand account of torture and rendition.

The New York Times


Para Ver e Ouvir:

As the US moves to shut down Guantanamo Bay, another detention facility at Afghanistan's Bagram airbase is being expanded amid fears that Washington is likely to press ahead with off-shore detention of "enemy combatants".

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adaptado de um e-mail enviado a 2009-02-24 pelo Jorge
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Domingo, 13 de Dezembro de 2009

Ajudando o Presidente Obama a acabar com os bombardeamentos

     Embora datado de 27 de Janeiro de 2009 este post está mais actual que nunca...

     Ora cá estamos nesta missão de ajudar o Presidente nas ciclópicas tarefas para as quais foi mandatado em 20 de Janeiro.

Não é que o senhor Presidente, uma semana volvida sobre a tomada de posse, já bombardeou dois países, o Afeganistão e o Paquistão? E matou pessoas inocentes, sabia? Se nada disto sabia, está aqui:

Pronto, pode procurar informar-se de todas as malfeitorias que têm sido feitas. De certeza que os seus colaboradores têm acesso a todos os dados e para o manter ao corrente é que são pagos.

     O senhor prometeu acabar com a tortura e com a prisão de Guantánamo e assinou uma papelada nesse sentido. A gente aplaudiu embora não se entenda para quando isso é, e como é. Talvez lhe possam sevir uns conselhos sobre estes temas. Veremos se há pachorra para tal.

     O senhor não prometeu acabar com os bombardeamentos... Mas, sabe uma coisa? Talvez seja um bocado antiquado, pouco modernaço, mas "bombardeamentos", nesta estranha poesia, rima com "crimes de guerra". Veja se quando assinar mais qualquer coisa não lhe sai sangue pela caneta. Ou, se quando fizer um assado nos jardins da Casa Branca, não é o cheiro das bombas que a brisa transporta até si. Stress de guerra, sabe? A gente começa a imaginar coisas.

Ninguém lhe pede a Lua! Que os soldados que lá estão - já que estão lá - se defendam, compreende-se. Mas bombardeamentos?

Imagine que o ladrão A entrava dentro da casa da pessoa B para a roubar. Esta, a pessoa B, tentava matar o ladrão. Se este se defendesse ninguém lhe podia levar a mal. Mas se o assaltante desatasse a destruir tudo, ferisse ou matasse o assaltado indefeso, e ainda fizesse estragos na vizinhança, que diríamos? Que era um facínora da pior espécie!

     Que dirão as suas filhas? Então o senhor presidente escreveu-lhes explicando que "por vezes, temos que mandar os nossos jovens para a guerra e outras situações perigosas para proteger o nosso país..." (1). Mais adiante diz que se preocupa com a segurança dos soldados, homens e mulheres. Depois fala nos "bravos Americanos", etc.

Vamos lá a ver, então. Isto não é uma conversa um pouquinho racista (desculpe a ironia)? E a segurança dos paquistaneses e dos afegãos? É gente de segunda, ou terceira? Bem dizem aqueles que você não é Luther King. Pense no julgamento que um dia as suas filhas poderão fazer de si.

    Luther King disse um ano antes de ser assassinado: "O que pensam eles quando nós experimentamos os nossas mais recentes armas neles, tal como os alemães faziam experiências com novos medicamentos e novas torturas nos campos de concentração da Europa?" (2) Medite, por favor, nesta frase de Luther King.

Ainda vai a tempo de recuar. Acabe com os bombardeamentos!

Olhe, se sentir mesmo uma grande vontade de bombardear qualquer coisa, bombardeie o rancho do Bush! Mas cuidado para não matar ninguém, nem sequer uma vaca!

Não tem que agradecer.


(1) Sometimes we have to send our young men and women into war and other dangerous situations to protect our country-but when we do, I want to make sure that it is only for a very good reason, that we try our best to settle our differences with others peacefully, and that we do everything possible to keep our servicemen and women safe. And I want every child to understand that the blessings these brave Americans fight for are not free-that with the great privilege of being a citizen of this nation comes great responsibility. 

In Barack Obama's letter to his daughters

2) What do they think as we test out our latest weapons on them, just as the Germans tested out new medicine and new tortures in the concentration camps of Europe?

In Martin Luther King, Jr. Papers Project Speeches: "Beyond Vietnam"

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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Sábado, 14 de Novembro de 2009

Obama, o flautista de Washington

Latuff2 Carlos Latuff

                                                             

Veja referências a Carlos Latuff também no blogue de Juliana Dias BorgesPele da Terra

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                              
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

No ninho do PS: «saem» os passarões, entram os passarinhos

 

«A actriz Inês de Medeiros, que foi mandatária da candidatura de Vital Moreira às europeias, vai ser a número três da lista de Lisboa do PS às eleições legislativas, encabeçada por Jaime Gama. Vera Jardim ocupa o segundo lugar e o sétimo é o ex-dirigente do BE e activista da LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) Miguel Vale de Almeida».

Adeptos de «causas fracturantes» vão entrar no parlamento!

Causas fracturantes como esta? 

(...)

"O que nós vamos fazer é empenharmo-nos mais no Afeganistão nas áreas que são críticas para o sucesso da missão" da NATO no país, disse o primeiro-ministro hoje à chegada a Bucareste para participar na Cimeira da Aliança Atlântica.

(...)

"Estamos muito empenhados no sucesso da operação da NATO no Afeganistão porque isso é fundamental para a credibilidade da Aliança", sublinhou o primeiro-ministro português.

(...)

    E, já agora, quem disse o que a seguir se transcreve?

«A iniciativa dos Estados Unidos e do Canadá ao promoverem o Pacto do Atlântico Norte veio dar o apoio de força indispensável a uma tal ou qual eficiência da defesa da Europa, ao mesmo tempo que se procurou reanimar a respectiva economia com os auxilios directos dos capitais e da técnica americana. Fazem-no os Estados Unidos por compreensível sentimento de solidariedade humana; fazem-no em virtude das responsabilidades na direcção política do Mundo que a grandeza do seu esforço de guerra lhes granjeou e a alteração do valor relativo das grandes potências inegavelmente lhes impôs; fazem-no ainda por bem conduzido cálculo dos seus interesses materiais e morais».

Não, não foi José Sócrates.

    Foi Salazar em 25 de Julho de 1949.

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

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