Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011

Sobre a crise económica capitalista e a dívida

1- A escalada sem precedentes da ofensiva contra os rendimentos e os direitos que o povo está a experimentar não se deve à inflação real da dívida pública. A linha política do "memorando contínuo" está a ser implementada em todos os estados membros da UE. Isto leva o povo tanto à destituição relativa como absoluta e assegura força de trabalho mais barata, acelera a acumulação e concentração de capital.

O objectivo mais profundo da escalada na ofensiva anti-povo é o reforço da competitividade dos grupos monopolistas europeus no mercado capitalista internacional, onde a competição inter-imperialista é aparente. Todos os estados membros da UE enriquecem o Programa de Reforma Nacional e o Pacto de Estabilidade (National Reform Programme and the Stability Pact) com novos e duros compromissos anti-povo, os quais especializam directamente os rumos do Euro Pacto.

Em França, Grã-Bretanha, Áustria a idade de reforma e as contribuições dos trabalhadores para a segurança social estão a aumentar. Na Itália, Espanha, Irlanda injustos impostos indirectos aumentaram dramaticamente. Na Áustria, Polónia, Roménia, República Checa, Irlanda, os salários dos trabalhadores estão a ser significativamente reduzidos bem como o número de empregados do sector público.

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Sábado, 2 de Julho de 2011

Chantagem sobre a Grécia

O Conselho Europeu de 23/24 de Junho foi bem ilustrativo da natureza de classe da União Europeia e de como as suas instituições e políticas estão inteiramente ao serviço do grande capital e das grandes potências e, mais especificamente, ao serviço do grande capital financeiro (cada vez mais corrupto, especulativo e parasitário) e das ambições da Alemanha. E confirmou o que de há muito bem sabemos: que a ruptura com o processo de integração capitalista que, do Tratado de Roma aos objectivos da «Estratégia Europa 2020» e ao «Pacto para o Euro Mais», vem reforçando o seu carácter neoliberal, federalista e militarista é necessária para defender as aquisições civilizacionais de décadas de duras lutas populares. 

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Domingo, 26 de Dezembro de 2010

Mobilização massiva paralisa Grécia - Pela mudança radical

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Os trabalhadores gregos voltaram a paralisar o país no dia 15, naquela que foi a 14ª greve geral no espaço de um ano convocada pela PAME e a oitava que teve a adesão das centrais reformistas.

Em 17 de Dezembro de 2009, a Frente Sindical de Todos os Trabalhadores (PAME) convocou a primeira greve geral contra o primeiro pacote de medidas antipopulares anunciado pelo então recém-eleito governo do PASOK.

Desde essa data não houve praticamente uma semana que não tenha ficado marcada por protestos dos mais variados sectores e profissões. Face aos ataques consecutivos do governo contra os salários e prestações sociais, os direitos laborais e sociais, a PAME, frente sindical apoiada pelos comunistas, desencadeou um movimento de massas que se foi ampliando, redobrando de força e firmeza.

(sublinhados meus)

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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010

A Grécia e o FMI (Fundo Monetário Internacional)

Γεώργιος Παπανδρέου: βόμβα αυτοκτονίας / Georgios Papandreou: Suicide Bomb

Desenho de Carlos Latuff

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George Papandreou: George Papandreou (em grego, Γεώργιος Παπανδρέου) é o primeiro-ministro grego.

ΔΝΤ são as iniciais, em grego, de Διεθνές Νομισματικό Ταμείο (Fundo Monetário Internacional, FMI)

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Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010

Primeira volta das regionais gregas: Comunistas, os únicos a subir

Comunistas, os únicos a subir

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Grécia: Os resultados das eleições

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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

Luta pelo poder e economia populares, pelo Socialismo

O KKE sempre manifestou que era um engano acreditar num desenvolvimento contínuo do capitalismo, que resultaria num suposto benefício comum para trabalhadores e capitalistas. O KKE previu a crise, a inexorabilidade de um surto agudo, repentino e profundo que tornaria claras todas as contradições inter-imperialistas e sociais.

Frente aos dilemas que o inimigo de classe ao povo em torno da crise, a resposta do KKE é que não existe saída da crise a favor do povo, sem que se toque drasticamente nos lucros, no domínio e no poder dos monopólios.

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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

Para nós o Poder Popular não é outro senão o Socialismo

Carlos Lozano Guillén (CL): - Quais são as causas da actual situação na Grécia?
Aleka Papariga (AP): - A causa da profunda crise em que a Grécia se encontra é a mesma de todos os países capitalistas desenvolvidos. Trata-se de uma clássica crise cíclica da economia capitalista. De facto, é uma crise generalizada e profunda. Independentemente da forma em que se manifesta neste ou naquele país, é o resultado da sobre-acumulação de lucros e capitais e da dificuldade em encontrar novas saídas, sem obstáculos, de rentabilidade contínua, o que é impossível de ultrapassar sem uma depreciação do capital.

Isto é o que os governos, os organismos internacionais imperialistas e os vários analistas, utilizando todos os meios, tratam de ocultar aos povos.

Na Grécia, a crise apresenta-se como um problema de grande dívida pública e de grande défice estatal. Vale a pena mencionar que no nosso país, nos últimos 15-20 anos, houve altas taxas de crescimento, com um aumento escandaloso dos lucros de todos os sectores da plutocracia. Este «milagre» grego foi levado a cabo por governos social-democratas e liberais, tendo como guia uma estratégia comum que foi apoiada pela União Europeia (UE): medidas contra os trabalhadores, reformas reaccionárias em todos os sectores, reformas laborais e na segurança social, privatizações, mercantilização da saúde e da educação, financiamento estatal e provocadoras medidas de isenção de impostos para o capital.

O objectivo foi o de fortalecimento dos monopólios, tanto gregos como europeus, nas suas actividades dentro e fora da UE.

Ao povo grego foi dito que esta é a via, que esta estratégia assegura o desenvolvimento contínuo e que o resultado final beneficiará também o povo. Os factos vieram dar razão ao Partido Comunista da Grécia [KKE, sigla em grego], que desde o princípio advertiu que esse caminho só ia trazer problemas ao povo e crise.

Agora, a classe burguesa e os seus partidos políticos cooperam para que o povo pague a crise e os impasses do capitalismo. Querem descarregar nas costas dos trabalhadores e dos sectores pobres do povo os novos empréstimos públicos para financiar a concentração de capitais que se asfixiam e correm o risco de desaparecer. Ao mesmo tempo, utilizam a crise para aplicar medidas reaccionárias que queriam implementar há vários anos, a fim de embaratecer a força de trabalho e retirar da produção grandes sectores de trabalhadores autónomos e pequenos empresários.

A crise capitalista não é a doença, mas um sintoma da incurável doença do capitalismo, cujo desenvolvimento continua a ser anárquico e desigual, em todos os sectores da economia e na fase em que prevalecem os monopólios. As medidas anti-populares dos governos, na fase de desenvolvimento, bem como na própria crise, são uma demonstração evidente de que o capitalismo está obsoleto. Todas as suas contradições se agudizaram ao máximo e sobretudo a contradição fundamental entre o capital e o trabalho.

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Sábado, 12 de Junho de 2010

O KKE e o Povo Grego Contra As Políticas Liberais da União Europeia

Francesco Maringiò: - Mas donde nasce esse “buraco” nos orçamentos do Estado?
Aleka Papariga: - O défice público e as dívidas foram criados pelo facto de o financiamento estatal ter ido todo parar aos cofres dos monopólios: dinheiro em catadupas para os capitalistas, uma verdadeira provocação. É este o motivo por que hoje é desferido um ataque sem precedentes aos direitos dos trabalhadores e se pede dinheiro em empréstimos porque assim se continuam a manter os lucros dos do costume com o dinheiro do Estado. A verdadeira questão na ordem do dia torna-se portanto: o que irá entrar em crise, a vontade do povo ou o sistema plutocrático?

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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Um rio de pessoas, vermelho e emocionante

O Vídeo

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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

A Grécia mais uma vez ocupada!

Greece under occupation again - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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E. U. são as iniciais (em inglês) de União Europeia

ΔΝΤ são as iniciais, em grego, de Διεθνές Νομισματικό Ταμείο (Fundo Monetário Internacional, FMI)

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A Grécia foi ocupada pelas tropas nazis na primavera de 1941:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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