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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O Código do Trabalho e o espírito do Natal

Alfredo MartirenaRebelión de 22 de Dezembro

                                                                      

- Perdemos o espírito do Natal...

- ...eu diria que perdemos o trabalho que nos permitia ter o espírito do Natal.

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Media, pluralismo e consciência social

Fernando Correia

     Os ideólogos dos media alinhados com o sistema capitalista assim como os donos e os gestores dos próprios media dominantes gostam de dizer que na sua comunicação social existe diversidade política e ideológica, todas as sensibilidades e correntes de opinião têm oportunidade para se exprimir e, em suma, existe um verdadeiro pluralismo. Esta afirmação é recorrentemente corroborada pelos dirigentes dos partidos ao serviço do sistema, quer sejam dele convictos defensores quer se «limitem» a ser seus solícitos gestores. Só deixa de ser assim, pontualmente, quando um desses partidos está na «oposição» e encontra motivos para se queixar dos «abusos» e «interferências» na comunicação social dos que estão no poder – sendo que, quando a alternância os faz trocar de posição, a mesma cena inevitavelmente se repete…

O mesmo se passa dentro dos próprios media dominantes, onde a maioria da elite jornalística, composta por directores e outros responsáveis editoriais, funciona como charneira entre as administrações e as salas de redacção e como responsável directa pela transformação dos interesses patronais em «produtos» jornalísticos. Mesmo que, neste ou naquele caso individual, o faça de forma contrariada e mesmo tente ser o mais fiel possível aos bons princípios do profissionalismo jornalístico.

Ler Texto Integral

                             

Código do Trabalho (VI)

Pedro Méndez Suárez - A Crise do Capitalismo no traço de Pedro Méndez Suarez

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                  

Código do Trabalho (V)

Pedro Méndez Suárez - Trágicomix

 

- Para si não temos trabalho, mas já para o miúdo podemos chegar a um acordo

                           

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                  

Código do Trabalho (IV)

Josetxo Ezcurra  Rebelión de 22 de Outubro

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

Código do Trabalho (III)

Recuperación económica, por Martirena

                             

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

Código do Trabalho (II)

 Josetxo Ezcurra

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

Código do Trabalho (I)

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

Um lutador indispensável - Manuel Rodrigues da Silva

     Por ocasião do centenário do nascimento do camarada Manuel Rodrigues da Silva, um daqueles lutadores que Brecht consideraria «indispensável», transcrevemos o artigo sobre o camarada, publicado em O Militante, N.º 182, de Julho de 1990.

Manuel Rodrigues da Silva foi um exemplo de militante dedicado, destacado dirigente do Partido na clandestinidade, tendo consagrado toda a sua vida à luta contra o fascismo e pela liberdade, luta pela qual pagou um pesado tributo: clandestinidade, torturas e longos anos de cadeia. Preso por duas vezes, foi um dos presos políticos que mais tempo seguido passou nas cadeias fascistas (14 anos) e que mais anos teve de prisão (23 anos), enfrentando sempre com grande firmeza e coragem os esbirros da polícia política e os carcereiros fascistas.

Manuel Rodrigues da Silva faz parte, muito justamente, do núcleo de camaradas construtores do Partido.

Incluímos ainda extractos da sua intervenção de abertura ao VI Congresso do PCP, em 1965.

       

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Soeiro Pereira Gomes - Um militante que era escritor

     Soeiro Pereira Gomes é o nome de um escritor que era militante comunista ou de um militante comunista que era escritor? Soeiro Pereira Gomes foi alguém, um indivíduo concreto, que foi indissociavelmente uma e outra coisa, que construíu com a sua vida essa unidade íntima de duas qualidades distintas, num período histórico difícil mas exaltante.

Joaquim Soeiro Pereira Gomes nasceu há 100 anos, em 14 de abril de 1909, em Gestaçô, concelho de Baião, no distrito do Porto. Morreu há 60, em 5 de Dezembro de 1949, em Lisboa. Morreu relativamente jovem, alguns meses depois de ter feito 40 anos.

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