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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Portugal sobe na lista da competitividade?

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Humor negro ou ironia?

Este Relatório é conhecido num momento e num tempo em que

  • o Governo pretende reintroduzir cortes salariais na Administração Pública;
  • a taxa de desemprego oficial é da ordem dos 14% e mais de 60% dos desempregados são de longa duração;
  • a emigração foi retomada em massa;
  • a contratação colectiva foi drasticamente reduzida;
  • o Governo colocou 4,4 mil milhões de euros no BES, num quadro em que reduz as perspectivas, já antes baixas, de crescimento económico;
  • existe um risco claro de deflação;
  • as remunerações reais caíram quase 10% entre 2010 e 2013, segundo o Banco de Portugal;
  • o país apresenta a mais baixa fertilidade da UE;
  • sucedem-se os cortes na segurança social, na saúde e na educação e aumentam as desigualdades sociais.

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Taxa de desemprego jovem em Portugal continua a ser das mais elevadas da UE

  • Segundo os dados recentes do INE, a taxa de desemprego em Portugal recuou no 2º trimestre. Como a CGTP-IN já demonstrou, estes valores não traduzem a realidade do desemprego em Portugal. Além dos 729 mil desempregados considerados pelo INE, dos quais mais de 308 mil são jovens dos 15 aos 34 anos, existem ainda mais 257 mil inactivos disponíveis que não procuram emprego (desencorajados), que nos jovens atingem cerca de 94 mil e 252 mil subempregados,que trabalham menos tempo do que desejariam, dos quais mais 84 mil são jovens.
  • A estes há que juntar mais 28 mil, dos quais cerca de 14 mil são jovens, inactivos à procura de emprego, mas não imediatamente disponíveis para trabalhar.
  • Mais de 490 mil desempregados estão no desemprego de longa duração, cerca de 173 mil dos quais são jovens, isto num cenário em que menos de 10% têm acesso à protecção no desemprego.
  • A taxa real de desemprego e subemprego nos jovens dos 15 aos 34 anos é pois de 31,3%. Dos 15 aos 24 anos a taxa ronda 52,2% e nos 25 aos 34 anos é de 23,6%.
  • Desde o 2º trimestre de 2013, 67 milhares de portugueses em idade activa saíram do país em busca de melhores condições de vida.

O Governo, na sua tentativa de esconder a realidade do país, lança a ideia da descida do desemprego e volta a mentir. Propagandeia como soluções as medidas activas de emprego, que servem para subsidiar as empresas e criar trabalho precário e mal pago. Ou como o caso dos Contratos Emprego Inserção na Administração Pública e dos Estágios no sector privado, que estão a substituir postos de trabalho permanentes e o valor pago não corresponde ao salário devido.

  • Como consequência da política de direita, com as sucessivas alterações ao Código do Trabalho e sendo o próprio governo a potenciar a precariedade e a permitir o uso abusivo dos vínculos precários no sector privado, são mais de 403 mil os jovens trabalhadores que estão com vinculo precário (132 mil dos 15 aos 24 anos e 271 mil entre os 25 e os 34 anos).

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Taxa real de desemprego foi de 22,5% no 2º trimestre

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Os dados divulgados pelo INE não permitem a leitura optimista que Governo e partidos da maioria se apressaram a fazer. Bom seria que assim fosse!

Algumas notas sobre estes resultados:
  • Não há correspondência entre a redução do número de desempregados e o número de empregos criados entre os segundos trimestres de 2013 e 2014. Enquanto o desemprego se reduziu em 134 700, a criação líquida de emprego foi de 90 mil, ou seja, 44 700 trabalhadores portugueses deixaram de ser considerados desempregados, mas nem por isso encontraram emprego. Como neste período, também de acordo com o INE, a população residente baixou em 62 900, não é difícil perceber que a esmagadora maioria destes trabalhadores terá emigrado. Se assim não fosse, eles manter-se-iam desempregados e o desemprego subiria para, pelo menos, 14,8%.
  • Por outro lado, a taxa de desemprego calculada pelo INE não é imune aos chamados ocupados do IEFP (trabalhadores desempregados em estágios e cursos de formação), a que este Governo tem recorrido como nenhum antes. Só no 2º trimestre deste ano eram 171 528 os trabalhadores nesta situação, mais 65 350 trabalhadores que há um ano. Se não se subtraíssem das estatísticas do desemprego estes e aqueles que deixaram de ser desempregados mas que não encontraram emprego, isso bastaria para que a taxa de desemprego fosse já de 16,1%.
  • O que estes dados não deixam de demonstrar é que a taxa de desemprego jovem é de 35,6%, que o trabalho precário representa 29,1% do trabalho por conta de outrem, que há 256 600 inactivos disponíveis para trabalhar mas que não estão no mercado de trabalho, que há 252 200 trabalhadores que não conseguem um trabalho a tempo completo e são obrigados a trabalhar a tempo parcial, que há 660 mil trabalhadores isolados a trabalhar a recibo verde e que a esmagadora maioria do emprego criado é precário e de salários muito baixos. Por todas estas razões, a taxa de desemprego real é ainda muito superior aos 13,9% agora apresentados e atinge de acordo, com estes dados, os 22,5%.

Um desenvolvimento económico sustentado capaz de dinamizar um mercado interno e de criar emprego qualificado e com direitos é, do nosso ponto de vista, incompatível com a acção deste Governo e com uma política subordinada aos critérios da troika e da União Europeia.

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As Estatísticas do Emprego no 4º trimestre de 2013 e do ano de 2013

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Os dados das Estatísticas do Emprego agora divulgados revelam uma situação a todos os títulos anómala e que é bem demonstrativa da situação degradante em que se encontra a nossa economia e o nosso país, já que a redução do número de desempregados em Portugal não tem correspondência na criação de empregos e não é consequência do crescimento económico da nossa economia, que não se verifica, já que continuamos em recessão.

Aquilo a que se assiste hoje é ao abandono do mercado de trabalho, por desistência de milhares e milhares de trabalhadores que caíram no desemprego, é à saída maciça de centenas de milhares de portugueses, em especial jovens, que procuram no estrangeiro resposta para as suas necessidades de emprego e é à ocultação de perto de 150 000 desempregados, através de programas de emprego e formação por parte do IEFP, que fazem reduzir artificialmente a taxa de desemprego, manobra que custou ao Estado, só em 2013 e até Novembro, 423 milhões de euros.

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Realidade sobre a taxa de desemprego é bem mais preocupante

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O Eurostat estima uma taxa de desemprego de 15,7% em Outubro, a quinta mais alta da União Europeia a 28. Segundo este organismo a taxa terá descido em relação ao mês de Setembro e ao mês homólogo. Entre os jovens a taxa foi de 36,5% e aumentou em relação ao mês anterior.

Esta variação não se explica pela melhoria da situação económica, como o Governo tem vindo a afirmar, mas antes pelo  retorno dos portugueses à emigração em massa, que num ano fez diminuir a população activa em 135 milhares, bem como pelo aumento dos desempregados desencorajados (os que já não procuram emprego embora estejam disponíveis para trabalhar) em 57,5 milhares, e ainda dos desempregados inseridos em contratos emprego inserção, estágios e formação profissional que cresceram mais 56 mil desde Outubro de 2012.

A realidade é bem mais preocupante do que fazem crer os números do Eurostat. Basta ter em conta que o desemprego de longa duração aumentou 12% no último ano, tendo um peso superior a 64% no total no 3º trimestre, e que mais de metade dos desempregados não tem acesso a qualquer prestação de desemprego, nomeadamente os mais jovens. Estes dados demonstram que o número de desempregados não diminui por via da redução da protecção no desemprego, como o Governo fez em 2012 reduzindo o tempo de atribuição da prestação. Pelo contrário, os desempregados mais jovens e (teoricamente) com mais possibilidades de encontrar emprego saem em massa do país e os restantes desempregados arrastam-se nas filas dos centros de emprego de mês para mês porque não há criação de emprego.

Há que pôr termo a esta situação. O país precisa de uma nova política, de Esquerda e Soberana, que rompa com o programa de agressão, que aponte para a renegociação da dívida, que promova o investimento produtivo e o desenvolvimento sustentado, que crie riqueza e empregos de qualidade, que aumente os rendimentos, nomeadamente dos salários e pensões e que reforce a protecção social.

Ver VÍDEO

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Desemprego - A realidade e a Propaganda

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Nota sobre as Estatísticas do Emprego no 3º trimestre de 2013

 

1. O INE divulgou os resultados das Estatísticas do Emprego do 3º trimestre de 2013, os quais revelam uma estimativa da taxa de desemprego neste trimestre de 15,6%, valor inferior em 0,2 pontos percentuais ao trimestre homólogo do ano anterior e 0,8 pontos percentuais abaixo do registado no 2º trimestre do ano. De acordo com estes dados o número de desempregados em sentido restrito era no 3º trimestre do ano de 838.600, menos 32.300 desempregados do que no trimestre homólogo e menos 47.400 desempregados do que no trimestre anterior.

2. Ao mesmo tempo que estima uma redução do número de desempregados no 3º trimestre do ano comparativamente ao trimestre homólogo de 2012, o INE estima também que a população empregada neste trimestre se reduza em cerca de 103 mil pessoas comparativamente com o trimestre homólogo. Ou seja, no 3º trimestre do ano comparativamente com o trimestre homólogo de 2012 o desemprego caíu, mas o emprego também caíu, o que fez com que a população activa se tenha reduzido em 135.000 pessoas.

3. Ao mesmo tempo que a população activa sofreu esta redução em termos homólogos a população inactiva aumentou no 3º trimestre em 30.000 pessoas. A partir daqui podemos concluir que entre o 3º trimestre de 2012 e o 3º trimestre de 2013, 30 mil portugueses que perderam o seu emprego desistiram de procurar emprego e passaram a inactivos, enquanto 105 mil desempregados se viram forçados a emigrar.

4. Os dados das Estatísticas do Emprego agora divulgados revelam uma situação a todos os títulos anómala e que é bem demonstrativa da situação degradante em que se encontra a nossa economia e o nosso país, já que ao mesmo tempo que o desemprego baixa, o que é aparentemente bom, o emprego baixa 3 vezes mais, o que é muito mau.

5. A redução do número de desempregados em Portugal não é consequência hoje do crescimento económico da nossa economia, que não se verifica já que continuamos em recessão, mas do abandono do mercado de trabalho por desistência de milhares e milhares de trabalhadores que caíram no desemprego e da saída maciça de centenas de milhares de portugueses em especial jovens, que procuram no estrangeiro resposta para as suas necessidades de emprego.

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A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (17)

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Boletim de Outono do Banco de Portugal:

  • em 2011 e 2012, observou-se um aumento da fracção de trabalhadores com reduções de remuneração, que ascendeu a 22,2% e 23%, respectivamente;

  • em 2011 e 2012, 15,4% dos trabalhadores tiveram variações nulas [nos salários] nos dois anos e 39,4% teve pelo menos uma variação negativa (o que significa que mais de metade dos trabalhadores em Portugal sofreram perdas salariais);

  • a remuneração média dos que entraram [no mercado de trabalho] em 2012 foi mais baixa, em cerca de 110 euros, ou 11%, do que a remuneração média dos trabalhadores que cessaram contrato em 2011;

  • dos 886 mil desempregados registados no final do segundo trimestre apenas 388 mil (43,9%) tinham direito a um apoio;

  • o desemprego de longa duração continuou a crescer e o de muito longa duração (mais de 25 meses) continuou a crescer a taxas elevadas;

  • entre 2011 e 2013 o PIB português perdeu 6% do seu valor; continuará o processo de divergência real entre Portugal e a média da área do euro, com o alargamento do diferencial negativo acumulado desde o início da união monetária para mais de 10% (para ser preciso, 10,7%).

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Sinais positivos... para o capital

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Sinais positivos...

  • A economia continua em recessão

  • A situação financeira piora de dia para dia

  • O défice não desce e a dívida não pára de crescer, ultrapassando já 130 por cento do PIB. Os encargos com a dívida são uma das principais despesas do Estado (representam 4,4 por cento do PIB este ano, uma parcela superior ao orçamento da Educação).

  • Há um milhão e meio de pessoas sem emprego. Só no período entre 2010 e 2013, foram destruídos 571 mil postos de trabalho.

  • A maioria dos desempregados não recebe qualquer subsídio e a taxa de desemprego jovem atingiu os 37,1 por cento no segundo trimestre de 2013.

  • Foram forçados a sair do País cerca de 142 mil jovens, com idades até 34 anos, o que significa uma diminuição da população activa jovem superior a sete por cento.

  • Mas as fortunas das sete empresas mais ricas do PSI-20 subiram 621 milhões de euros, em 2013. Ou seja, os maiores grupos económicos e financeiros da Bolsa ganharam quase tanto como aquilo que o Orçamento do Estado destina ao abono de família (660 milhões).

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Tudo mentiras, tudo aldrabices!

     De acordo com o chamado «memorando» assinado pelas duas troikas (portuguesa e estrangeira) por estes dias a dívida deveria estar a baixar, o défice orçamental rondaria os 3,2%, o desemprego estaria pelos 12,5% e a recessão teria sido de «apenas» 0,3%.

Tudo mentiras, tudo aldrabices!

A dívida pública ultrapassou os 130% (!!!) do PIB de Portugal. Valor para o qual todos os especialistas de todos os quadrantes ideológicos consideram que a dívida é impagável. E em 2012 os juros representaram nas Contas Públicas 69% do défice do Estado; em 2013 segundo previsões do governo no Orçamento do Estado atingiriam cerca de 100% do défice do Estado.

Quanto ao desemprego temos milhão e meio de desempregados, cerca de 37% de desemprego jovem, nos últimos 2 anos, foram destruídos em Portugal 387.400 postos de trabalho, 211.000 trabalhadores foram para o desemprego, mais de cento e cinquenta mil foram forçados a emigrar e a taxa de desemprego em sentido restrito passou de 12,1% para 16,4%.

Sobre a recessão estamos conversados! Um nível de PIB que em volume recuou para valores do início do ano 2000 e com um nível de investimento que se aproxima do registado em 1996. Dez trimestres em queda, mais tempo do que a própria Grécia, e que fez recuar o PIB para os seus níveis de há 12 anos atrás.

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Por tudo isto e muito mais domingo 29 de Setembro, é fácil votar na CDU.

Procure a sigla PCP-PEV. A seguir ao símbolo da Foice e Martelo e do Girassol, faça a sua cruzinha e já está!

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Cortes adicionais na despesa pública causarão mais recessão, desemprego e pobreza

«A análise do período 2007-2013 e, em particular, do da “troika” e do governo PSD/CDS, revela uma destruição maciça do emprego em Portugal (gráfico 1). Em 6 anos (2007/2006) foram destruídos 702,4 mil, mas com a “troika” e o governo PSD/CDS tal tendência acelerou-se tendo sido destruídos 403,6 mil empregos nos dois últimos anos (65,6% do total). E nos últimos 2 trimestres (4ºT-2012 e 1ºT-2013) foram destruídos 232 mil empregos o que revela que o ritmo de destruição está a aumentar. Por essa razão, o número de portugueses com emprego tem diminuído significativamente (gráfico 2). Entre o 1º Trim. 2011 e o 1º Trim. 2013, portanto em 2 anos de “troika” e de governo PSD/CDS, passou de 4.865 mil para 4.435 mil, ou seja, diminuiu em 432,6 mil, o que determinou que dezenas de milhares de famílias tenham ficado sem qualquer rendimento. Outro aspeto que o estudo mostra (gráfico 3), é uma forte correlação positiva entre a variação do PIB e do emprego (o emprego cresce apenas com aumentos significativos do PIB), e uma forte correlação negativa entre o PIB e a taxa de desemprego (quando o PIB cai a taxa de desemprego dispara não se verificando qualquer alteração significativa nesta tendência com aumentos reduzidos do PIB). Isto é esquecido por incompetência ou para enganar os portugueses por Vítor Gaspar e “troika” nas suas previsões.

Estes ensinamentos da experiência dramática para os portugueses e para Portugal da politica seguida pela “troika” e pelo governo PSD/CDS nos dois últimos anos são esquecidos pelo governo ao anunciar cortes adicionais e brutais na despesa pública sem avaliar as consequências quer económicas quer sociais. E os alvos principais desses cortes são novamente os trabalhadores da Função Pública e os pensionistas o que terá também consequências dramáticas para a restante população, já que determinarão mais cortes nos serviços públicos essenciais. Para compreender as consequências dos cortes anunciados pelo governo é necessário analisar o “Documento de Estratégia Orçamental 2013-2017” (Q2) do Ministério das Finanças e a “carta” (Q1) enviada por Passos Coelho à “troika” em 3.5.2013.»

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