Domingo, 24 de Julho de 2016

24 de Julho de 2005 – Nasce a Telesul

Telesul

A Nova Televisão do Sul (Telesur, em castelhano) iniciou as suas transmissões no dia de aniversário de nascimento de Simón Bolívar sob o lema «Nuestro Norte es el Sur» (Nosso Norte é o Sul).

Criada por iniciativa do presidente Hugo Chávez, da Venezuela, em parceria com os governos de Cuba, Argentina e Uruguai, a estação nasce para dar resposta a «uma evidente necessidade latino-ameircana: contar com um canal que permita a todos os habitantes desta vasta região difundir seus próprios valores, divulgar sua própria imagem, debater suas próprias ideias e transmitir seus próprios conteúdos, livre e equitativamente».

A Telesul não tem fins lucrativos.

AQUI

 

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24 de Julho de 1783 – Nasce Simón Bolívar

Simón Bolívar Av

Militar, revolucionário e estadista venezuelano, Simón Bolívar, «O Libertador», é um dos vultos maiores da história latino-americana.

Nascido numa família da aristocracia colonial, Bolívar cedo abraçou a causa de independência e unidade dos povos da América Latina.

As muitas batalhas que travou, a fundação da Grande Colômbia (federação que abrangia os actuais territórios da Colômbia, Venezuela, Panamá e Equador) e sobretudo as suas ideias políticas granjearam-lhe inimigos nas oligarquias locais.

Bolívar libertou os escravos, restituiu as terras aos índios, instituiu a educação gratuita, criou hospitais, asilos e creches, protegeu a produção nacional da livre concorrência, incentivou a indústria e o comércio, nacionalizou as minas e decretou o monopólio estatal das riquezas do subsolo, defendeu a soberania nacional.

A Igreja excomungou-o, os inimigos chamaram-lhe «caudilho dos descamisados», «tirano libertador de escravos».

Vencido pela aliança dos que se opunham ao «ideal bolivariano», Simón Bolívar morreu três anos depois da eclosão, em 1827, das guerras civis que levaram ao desmembramento da Grande Colômbia.

Quase 200 anos depois, o projecto revolucionário bolivariano permanece vivo em toda a América Latina.

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Domingo, 29 de Maio de 2016

Imperialismo avoluma ameaças - Bolivarianos resistem

Mapa Venezuela_agresion

 

A defesa da soberania e do progresso da Venezuela recrudesce em resposta à crescente ofensiva das forças golpistas internas e externas num país em estado de excepção.

 

  • Venezuela (Avante!, Edição N.º 2217, 25-05-2016)

«Todas as grandes operações de desestabilização realizadas pelo imperialismo foram antecipadas e acompanhadas por campanhas de desinformação e manipulação, com as quais procura ocultar os seus reais objectivos e acção, assim como descredibilizar e isolar a sua vítima, de modo a neutralizar a natural expressão de rejeição (e solidariedade) face à inaceitável ingerência externa contra um Estado soberano e o seu povo – a República Bolivariana da Venezuela não é excepção.

(...)
Acção de ingerência e desestabilização de que são expressão recente:

  • a derrotada intentona golpista de 2014, que provocou dezenas de mortos e centenas de feridos e cujos responsáveis se encontram justamente detidos;
  • o decreto de Obama, em 2015, declarando a Venezuela uma ameaça para a segurança dos Estados Unidos;
  • a instrumentalização do Parlamento, após as eleições de 2015, para destituir o presidente Nicolás Maduro, paralisar a acção do seu Governo, confrontar a Constituição venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações;
  • o fomentar da violência por parte de grupos criminosos, face à firme defesa da legalidade constitucional e democrática pelas restantes instituições venezuelanas;
  • a tentativa dos Estados Unidos de utilizar a OEA como instrumento de pressão e isolamento da Venezuela;
  • o boicote da economia;
  • o açambarcamento e a especulação de preços, obstaculizando o acesso regular e adequado a bens essenciais;
  • a exploração de dificuldades momentaneamente sentidas pela população;
  • a promoção de um clima artificial de caos, desconfiança, temor e insegurança, de proclamação de uma situação de «crise humanitária»;
  • o apelo feito nos Estados Unidos pelo ex-presidente da Colômbia, com ligações ao narcotráfico e aos paramilitares, Álvaro Uribe, a uma intervenção militar na Venezuela;
  • a orquestrada e sistemática campanha de falsificação e manipulação da informação;

entre outros exemplos da guerra económica, mediática, política, diplomática, criminosa movida contra a Venezuela e que se insere na contra-ofensiva levada a cabo pelos EUA contra os processos de afirmação soberana, de sentido progressista e de cooperação na América Latina.»

 

venezuela 2015

«Um semanário português publica esta semana um vergonhoso texto que desenha o completo caos naquele país. Mentiras são «sustentadas» com «relatórios» forjados pela direita venezuelana. A tese está feita: o povo da Venezuela vive na absoluta miséria, tem fome e é oprimido pela «ditadura» de Maduro que é incapaz de governar o país.

A imprensa portuguesa papagueia a «orientação» de Washington, Miami ou Madrid. E vale tudo. Transforma-se um boicote económico que em 20 meses significou perdas de 20 mil milhões de dólares numa incapacidade do governo venezuelano. Não se diz que a Venezuela está a importar três vezes mais do que necessita para comer porque 2/3 são perdidos em ataques de paramilitares e acções de boicote das empresas de distribuição. Fala-se de «caos» mas não se fala dos paramilitares colombianos infiltrados no país, não se mostra as imagens de golpistas a atacar polícias desarmados, nem se refere as declarações de Uribe sobre uma possível agressão militar a partir da Colômbia.»

 

bandeira venezuela.jpg

«4. Denunciamos as contínuas acções desestabilizadoras promovidas pelo imperialismo contra o legítimo e democrático Governo do Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolas Maduro Moros. Rejeitamos categoricamente qualquer declaração intervencionista, desrespeitosa e que viole os princípios do direito internacional, tais como o decreto do Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, que classifica a Venezuela como "uma ameaça incomum e extraordinária", ou a intromissão europeia através de recorrentes resoluções no Parlamento Europeu, das recentes declarações da Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Federica Mogherini, ou de as intervenções de ingerência de representantes e porta-vozes europeus, considerando-as inaceitáveis no quadro do Estado de direito e do multilateralismo e do respeito pelos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional. Denunciamos estas declarações que, aproveitando-se do desconhecimento da institucionalidade venezuelana, incentivam e promovem elementos anti-democráticos da oposição venezuelana para minar a estabilidade e a paz da Venezuela.

Apoiamos a defesa da democracia participativa, que se promove na Venezuela desde 1999 e rejeitamos, particularmente, a chamada "lei de amnistia", que visa dar cobertura e impunidade à violência terrorista e expressamos a nossa solidariedade e apoio para com o presidente Nicolas Maduro na sua luta contra a guerra económica que se abate sobre o povo venezuelano

 

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016

Mais um contributo da comunicação social para o assassinato da democracia...

Supermercado USA 2011-08-26

Fotografia original

 

Esta fotografia foi tirada no dia 26 de Agosto de 2011, num supermercado em Rockaway Beach, nos EUA, quando do furacão Irene que atingiu a Carolina do Norte e consta da base de dados da Reuters (AQUI).

Durante os anos de 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 - mais ou menos manipulada, recortada e pixelada de forma a não se poder ler os cartazes em inglês - foi utilizada de forma massiva em blogs, na comunicação social e pelo conjunto da oposição venezuelana, como símbolo da escassez de produtos de primeira necessidade na Venezuela.

No póprio Google a foto surgiu durante anos associada às pesquisas sobre «escassez Venezuela».

Supermercado USA 2011-08-26 alterada

Um exemplo de fotografia manipulada

 

Venezuela Abril 2016

Comunicação social que utilizou fotos manipuladas

 

Clicar nas imagens para ampliar

 

Notícias AQUI, AQUI e AQUI

 

Canhalice, velhaquice, pulhice...

 

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Sábado, 30 de Janeiro de 2016

A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (25)

capitalismo-piramidal.jpg

  • São mais de cinco milhões as pessoas de origem portuguesa espalhadas pelos cinco continentes, o que coloca Portugal como o país com a taxa de população emigrada mais elevada da União Europeia e o sexto em número de emigrantes, revela estudo «Três Décadas de Portugal Europeu: Balanço e perspectivas», coordenado pelo economista Augusto Mateus para a Fundação Francisco Manuel dos Santos.
  • Desde 1986, as vagas de portugueses em busca de uma vida melhor terá somado mais de dois milhões de pessoas, que adoptaram como destino as Américas (Brasil, Venezuela, EUA e Canadá), a Europa (França, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Espanha e Reino Unido) ou as ex-colónias (Angola e Moçambique).
  • Vivem hoje no País mais meio milhão de pessoas do que à data de adesão à CEE, há 30 anos, mas após registar um máximo populacional de 10,6 milhões em 2008/2010, a população regrediu uma década encontrando-se agora abaixo dos 10,5 milhões.
  • As projecções europeias apontam para um cenário em que Portugal terá menos de dez milhões de habitantes até 2030 e menos de nove milhões até 2050.

 

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015

Legislativas na Venezuela: A luta continua

Mapa venezuela politico.jpg

«O campo bolivariano saiu vitorioso em 18 dos 20 actos eleitorais. Porém, seria pouco acertado retirar importância ao desaire eleitoral agora sofrido pela revolução venezuelana, primeira derrota em eleições legislativas. Um revés cuja avaliação aturada caberá fazer às forças revolucionárias bolivarianas. Salta à vista que a votação da MUD supera largamente a base social da oligarquia e burguesia venezuelanas. Por outro lado, parte do campo popular que apoia o processo bolivariano absteve-se de votar. As massas têm revelado uma disponibilidade quase incansável de mobilização ao logo destes 16 anos. Contudo, nas urnas acabaram por se expressar os efeitos do desgaste social resultantes da continuada política de chantagem, desestabilização e agressão económica – agravado pela baixa do preço do crude – de que é alvo o poder de Caracas por parte do imperialismo. O que não obsta à necessidade de encarar os sérios problemas, limitações e deficiências no plano interno.»

bandeira venezuela.jpg

«Sendo certo que o regime democrático venezuelano é presidencial e que o mandato de Nicolás Maduro só termina em 2019, estando atribuído ao executivo poderes de condução política e governação da nação, a distribuição e correlação de forças na Assembleia Nacional não é de todo inócua.»

Escudo Venezuela.png

«O PCP salienta que estas eleições se realizaram no contexto de uma conjuntura económica particularmente desfavorável em resultado da baixa do preço do petróleo e no quadro de grandes operações de desestabilização e boicote económico dos sectores mais reaccionários venezuelanos articuladas com a ingerência do imperialismo contra a Revolução Bolivariana.»

mapa_america-sul.jpg

«O desfecho venezuelano confere atualidade à pergunta: é possível pela via institucional transformar radicalmente uma sociedade capitalista, utilizando as instituições criadas pela burguesia para atingir os seus objetivos?»

Mapa Venezuela_agresion

 

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Domingo, 19 de Abril de 2015

Jornada mundial de solidariedade com a Venezuela

venezuela 2015

Jornada mundial de solidariedade com a Venezuela

 

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Segunda-feira, 9 de Março de 2015

Venezuela – operação Jericó: Nome bíblico para uma provocação

mapa venezuela.jpg

A nova tentativa de golpe de Estado na Venezuela – abortada pelas autoridades bolivarianas –com o nome de código Jericó, envolve conhecidas figuras da reacção e tem o patrocínio dos EUA.

Escudo Venezuela.png

«Milhares de pessoas manifestaram-se, sábado, 28, em Caracas, contra nova tentativa de golpe de Estado, protagonizada pela direita venezuelana com o patrocínio dos EUA. No acto, também convocado para assinalar o 26.º aniversário do «Caracazo», o presidente da Venezuela apelou à unidade popular em defesa da paz e da pátria e para derrotar a guerra económica e mediática em curso, revelando não descurar que o imperialismo continuará a promover as condições e os meios da ofensiva antibolivariana.»

 

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Quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Conspiração internacional contra a Venezuela

«A Venezuela não enfrenta um golpe interno mas sim uma conspiração internacional cujos contornos estão cada dia mais claros.»

«Antes, em artigo publicado no New York Times, Maduro já havia denunciado e desmontado a manipulação mediática dos acontecimentos na Venezuela. No texto, o presidente venezuelano voltou a responsabilizar os grupos fascistas financiados pelos EUA pela maioria das mais de três dezenas e meia de mortes registadas nas últimas oito semanas, bem como pela violência e destruição desencadeada contra edifícios administrativos, sedes de partidos, meios de transportes, unidades de saúde, universidades e escolas, instalações de órgãos de comunicação social, centros de distribuição de alimentos, etc.»
«"Sem precedente no país o incêndio de uma universidade: a Unefa. O incêndio da sua biblioteca traz uma imagem dantesca, desoladora. Fizeram-no em nome da ‘Venezuela decente’, da ‘sociedade civil’, dos ‘estudantes pacíficos’. O terror pretende subsistir na memória como uma tatuagem a fogo sobre a pele. Como disse o poeta alemão Henrique Heine: Ali onde se começam a queimar os livros, termina-se a queimar as pessoas."»

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Sábado, 5 de Abril de 2014

O capitalismo é capaz dos maiores crimes

    Uma esclarecedora conversa telefónica foi praticamente silenciada na comunicação social do regime, facto que é igualmente esclarecedor. No início de Março foi colocada no You Tube a gravação dum telefonema entre o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, Urmas Paet, e a Alta Representante da UE para a Política Externa e de Segurança, Catherine Ashton, no rescaldo do golpe de Estado que em Kiev derrubou o presidente eleito da Ucrânia, Ianukovitch. Sobre a autenticidade da gravação não restam dúvidas: foi confirmada pelo próprio MNE estónio. No telefonema, Paet relata à sra. Ashton o que lhe fora dito por Olga Bogomolets, que chefiava os apoios médicos aos manifestantes da Praça (Maidan) da Independência em Kiev, onde dezenas de pessoas foram mortas por franco-atiradores. Segundo o MNE da Estónia «o pertubador é que a Olga disse-me que todos os indícios apontam para o facto de que as pessoas que foram mortas pelos franco-atiradores – dos dois lados, polícias e manifestantes – foram vítimas dos mesmos franco-atiradores, que matavam pessoas dos dois lados. Ela mostrou-me fotos, e afirmou que enquanto médica podia afirmar que as mortes tinham a mesma assinatura, que foram usados os mesmos tipos de balas, e que é realmente perturbador que agora a nova coligação não queira investigar o que na verdade aconteceu». «Existe hoje», continua o ministro estónio Paet, «uma convicção cada vez mais forte de que por detrás dos franco-atiradores não estava Ianukovitch, mas sim alguém da nova coligação».

As afirmações do ministro estónio são claras. Enquanto toda a comunicação social «democrática» procura legitimar o golpe de Estado conduzido pelas tropas de choque fascistas nas ruas de Kiev, acusando o presidente Ianucovitch de ter as mãos manchadas de sangue, um ministro da UE, recém-chegado de Kiev contava à Sra. Ashton que mesmo na Maidan havia outra «convicção cada vez mais forte»: o massacre era obra de provocadores. Mas a sra. Ashton reagiu como a comunicação social: assobiando para o lado. Não foi pela via da UE que se soube do relato do MNE da Estónia. E quando a comunicação social russa chamou a atenção para a gravação, eis como o órgão oficioso da UE reagiu: «Ucrânia: Estónia nega notícia divulgada em ‘media’ russos» (Euronews, 6.3.14). É preciso ler o texto da notícia para saber que «a Estónia confirma a autenticidade da conversa telefónica», desmentindo o próprio título. A conspiração de silêncio sobre factos que questionam toda a «história oficial», num caso cujas consequências podem vir a conduzir a Humanidade para a catástrofe, diz muito sobre a UE e a sua natureza.

Provocação análoga está documentada em imagens dos dias que antecederam o golpe de Estado na Venezuela, em 2002: atiradores da oposição mataram a tiro manifestantes anti-Chávez para logo de seguida acusar o regime de repressão. Há indícios fortes de que o mesmo se passou na Lituânia em 1991, na Bósnia, na Líbia, na Síria e noutros países alvos do imperialismo. Está oficialmente documentado que em 1962 as mais altas chefias militares dos EUA enviaram ao Presidente uma lista de «pretextos que possam justificar uma intervenção militar em Cuba» (a «Operação Northwoods») onde, entre outras provocações sórdidas, se propunha que os EUA desencadeassem «uma campanha de terror […] na zona de Miami, noutras cidades da Florida ou até em Washington […] dirigida contra refugiados cubanos que procuram abrigo nos Estados Unidos» (Avante, 28.12.01). A provocação tem historial antigo. E a mentira belicista também. Para os círculos dirigentes do imperialismo, mesmo a sua tropa de choque é carne para canhão.

É dos últimos dias a divulgação no YouTube doutra conversa telefónica explosiva, entre o MNE turco e o chefe dos serviços secretos desse país, que sugere criar um casus belli com a Síria, através dum falso ataque com mísseis contra Turquia. A Turquia é um país da NATO. Uma eventual guerra aberta entre os dois países poderia conduzir à intervenção militar NATO contra a Síria.

A realidade histórica (distante e recente) comprova de forma brutal que o capitalismo é capaz dos maiores crimes, das maiores mentiras e das maiores provocações, no seu afã de dominar os povos. Não há areia que chegue para fazer como a avestruz.

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