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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato efectivo

Intervenção de Jerónimo de Sousa em Molelos, Tondela

 

«Temos uma ideia fundamental, a um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato efectivo.

É uma condição fundamental e a lei deve prever isso: que esse trabalhador num posto permanente passe, de facto, para um contrato de trabalho efectivo»

 

A libertação do país da submissão ao Euro...

 Sessão «A libertação do país da submissão ao Euro, condição para o desenvolvimento e soberania nacional»

 

«Uma segunda observação para sublinhar que esta iniciativa fecha um ciclo de três debates que promovemos.

Em Março, sobre o controlo público da banca, em Abril sobre a renegociação da dívida e agora, este, sobre a libertação da submissão ao Euro.

Três questões de fundo, que estão no centro da necessária ruptura com a política de direita e da política alternativa patriótica e de esquerda que o PCP propõe.

Três opções que se relacionam entre si:

  • uma banca privada, crescentemente detida pelo capital estrangeiro, sorvedouro de recursos públicos, fonte de processos danosos e fraudulentos, incapaz de responder às necessidades de crédito do País;

  • uma dívida pública insustentável, garrote financeiro do País, fonte de especulação e chantagem e factor de empobrecimento nacional;

  • e uma moeda única, contrária aos interesses nacionais e que amarra o País à submissão e dependência externa.»

 

Intervenções de Jerónimo de Sousa, João Ferreira, João Ferreira do Amaral, Jorge Bateira, Paulo Sá  e Vasco Cardoso

 

25 de Abril de 1974 / 25 de Abril de 2016

 

«Comemorarmos a Revolução do 25 de Abril e neste acto de elevação dessa gloriosa madrugada e do processo que se seguiu, celebramos, a luta heróica de anos e anos de resistência e combate ao fascismo, o sacrifício e a coragem de gerações de portugueses. A todos esses combatentes democratas e antifascistas a nossa sentida homenagem e o nosso reconhecimento!

Celebramos o feito valoroso dos capitães de Abril que nessa inolvidável madrugada abriu as portas à liberdade e à democracia e aos quais, mais uma vez e sempre, renovamos o nosso apreço e gratidão.

Celebramos o levantamento popular que imediatamente irrompeu nessa manhã libertadora, que transformou a acção militar num processo que abriu caminho a uma verdadeira revolução democrática.

Celebramos a energia combativa e a criatividade revolucionária das massas populares no apoio e na defesa da Revolução, na consolidação e construção da democracia e na sua decisiva luta na concretização de profundas transformações económicas, sociais, políticas e civilizacionais que se traduziram em grandes conquistas dos trabalhadores, do povo e da Revolução de Abril.»

 

Para Ver e Ouvir:

Renegociação da dívida, condição para o desenvolvimento e soberania nacional

Renegociação dívida 2016-04-06

Sessão «Renegociação da dívida, condição para o desenvolvimento e soberania nacional»

 

«Saudações aos nossos convidados e a todos os presentes nesta Sessão Pública em que debatemos um dos principais e mais graves constrangimentos ao desenvolvimento do País - o problema da enorme dívida pública portuguesa e o sufocante e paralisante serviço dela resultante.

Um problema que há muito identificámos e para a superação do qual apresentámos, nesse ido dia 5 de Abril de 2011, praticamente sozinhos no panorama partidário nacional, uma solução que tem vindo a fazer caminho, porque cada vez mais portugueses compreendem que este é um problema real que urge enfrentar com outra determinação, no quadro de uma política verdadeiramente alternativa, se queremos resolver os problemas de fundo do País, onde pesam, entre outros a degradação acentuada do tecido produtivo nacional, um enorme défice de produção e emprego, os baixos níveis de investimento público e privado, uma sangria permanente de recursos humanos, o aumento da pobreza e das desigualdades sociais e uma crescente dependência do País.»

 

Intervenções de Jerónimo de Sousa, Paulo Sá, Agostinho Lopes e José Lourenço

 

Seminário «Controlo público da banca, condição para o desenvolvimento da soberania nacional»

Seminário controlo público banca 2016-03-18

 

Num contexto político e social como o actual, em que a propriedade pública de uma tão importante alavanca económica pode determinar a capacidade de financiamento da economia, promover o crescimento económico e a construção de uma alternativa à constante subordinação e submissão a instituições estrangeiras, o «Controlo público da banca, condição para o desenvolvimento e soberania nacional», é determinante para uma política que fixe no horizonte o crescimento económico e o bem-estar social e promova a defesa da soberania nacional.

 

Intervenções de:

 

É imperiosa a necessidade de inverter a política de transportes

 

As opiniões que aqui foram expressas confirmam a gravidade da situação em que se encontra o sector dos transportes, particularmente dos transportes públicos e a existência de bloqueios agudos à mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa com evidentes prejuízos para a qualidade de vida das populações e com impactos muitos negativos no plano social, ambiental, energético e na economia.

Uma grave situação que é resultado, como igualmente aqui se afirmou, de uma errada política de transportes que tem vindo a concretizar-se nos últimos anos, particularmente desde o início da década de noventa e que se acelerou nestes anos de PEC e de Pacto de Agressão.

«ESTA É A REALIDADE que temos aí.

Foi neste contexto, REAL, que durante quatro anos a política para os transportes assentou pura e simplesmente no objectivo de entregar a totalidade do sector dos transportes aos privados, a mesma gestão privada que, um pouco por todo o lado, de falência em falência, originando crises das quais não consegue sair, mesmo ao nível dos transportes ferroviários e rodoviários, mostrou a sua incompetência e má gestão, apenas nos seus próprios interesses e sem ter em conta a mobilidade das populações.

Que transportes temos, a que ponto se chegou e o que pode ser feito é o desafio que temos!»

 

Publicado neste blog:

 

Mais direitos, mais futuro. Não à precariedade

campanha_direitosfuturo_logo_201602

«Não é aceitável que mais de 60% dos jovens trabalhadores estejam condenados a trabalhar em regime de precariedade permanente, trabalhando em part-time, com falsos recibos verdes, hoje mais de 600 mil, com contrato a prazo e outras formas de trabalho precário sempre mal remuneradas. Uma realidade que continua em expansão como o provam os contratos de trabalho realizados nos últimos dois anos e que representam quase 85% do total dos contratos e que, em muitos casos, é acompanhada da desregulação dos horários de trabalho. Uma desregulação que assume as mais diversas formas como a da “adaptabilidade horária”, o banco de horas ou a fórmula de “horários concentrados” que mais não visam que aumentar o horário, através de trabalho não remunerado.

Não é aceitável que os mais de 130 mil jovens inscritos nos centros de emprego não tenham acesso a uma qualquer prestação de desemprego e que cerca de 500 mil jovens estejam numa situação de não conseguir, nem ter condições para estudar.

Falamos de números, mas cada um destes números representa um homem, uma mulher, um jovem, vidas em suspenso!»

 

 

1,2 milhões trabalhadores precários

252 mil trabalhadores em trabalho parcial

600 milfalsos” recibos verdes

84% dos contratos de trabalho celebrados entre Outubro de 2013 e Junho de 2015, foram precários

95% dos trabalhadores em call centres têm vínculos precários

61,5% dos jovens trabalhadores têm vínculos precários. Este nível de precariedade, instabilidade e insegurança pressiona os salários para baixo

130 mil dos jovens desempregados inscritos nos centros de emprego não têm acesso a nenhuma prestação de desemprego, sendo os mais afectados pelos cortes nestas prestações

2/3 dos jovens entre os 18 e os 34 anos vivem em casa dos pais, consequência visível da perda de direitos, dos contratos a prazo, salários de miséria e desemprego

 

Não tem de ser assim!

É necessário e possível o trabalho com direitos!

Juntos somos uma força imensa e capaz de pôr a vida a andar para a frente!

 

85.º aniversário de «Uma voz ímpar a levar mais longe»

Avante dia_estudante1962

 

Detentor de uma história heróica, órgão de informação único no País e instrumento de organização e luta do Partido Comunista Português, o Avante! faz 85 anos no próximo dia 15, consciente da sua importância e dos desafios que tem pela frente. O principal é, desde logo, chegar mais longe para melhor cumprir a sua função de jornal comunista, órgão central do PCP e tribuna dos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo. A campanha de difusão que está em preparação, visando evidentemente os militantes e amigos do Partido, dirige-se também aos trabalhadores, aos reformados, aos pequenos e médios empresários e agricultores, às mulheres e aos jovens – a quem o Avante! dá voz e, como nenhum outro, defende.

Aumentar consideravelmente a venda do Avante!, tanto na organização como junto dos trabalhadores e do povo, é não apenas a melhor forma de comemorar este expressivo aniversário como constitui, igualmente, uma medida fundamental para alargar o prestígio do Partido, reforçar a sua organização, unidade e coesão, e travar de forma mais consistente a dura batalha ideológica que os comunistas e os seus aliados têm perante si. É com esta consciência que, em todo o Partido, se está a debater os caminhos para alcançar tão ambicioso e necessário objectivo: no sábado, dia 13, Jerónimo de Sousa participa, em Lisboa, num encontro regional de quadros do Partido sobre esta questão e nas próximas semanas terão lugar em diversos pontos do País iniciativas comemorativas do aniversário do Avante! onde ela estará no centro das preocupações; em breve será lançada uma campanha de difusão.

Como qualquer outra tarefa do Partido, a distribuição e venda do Avante! deve ser assumida com o entusiasmo revolucionário que é devido a algo que contribui de forma tão decisiva para a construção, resistência, desenvolvimento e permanente reforço do Partido Comunista Português com as suas características e natureza singulares. Juntamente com a recolha da quotização e a distribuição de propaganda, ela exige persistência e tenacidade, algo que os comunistas portugueses deram já provas de possuir em doses inesgotáveis.

É de tudo isto que dão mostras aqueles que, já hoje, todas as semanas levam o jornal às casas e aos locais de trabalho de milhares de camaradas e o vendem junto às empresas, estações e paragens de transporte público, mercados e ruas. Estes são exemplos que importa generalizar e multiplicar em todas as organizações partidárias.

Um jornal único

A imprensa é, desde sempre, um instrumento fundamental da luta revolucionária: Marx e Engels criaram e dirigiram a Nova Gazeta Renana, considerada por Lénine «o melhor, insuperável órgão do proletariado revolucionário»; o próprio Lénine foi o grande responsável pela criação de dois dos mais importantes jornais comunistas do mundo, a Iskra e o Pravda, o primeiro dos quais com a função de ser o «sopro de um enorme fole de forja que avivaria cada chispa da luta de classes e da indignação popular, convertendo-a num grande incêndio»; poderosos partidos comunistas editaram sempre os seus jornais, alguns deles alcançando tiragens que faziam deles alguns dos mais lidos jornais dos seus países.

O PCP não foi excepção e deu sempre um grande destaque à imprensa: o seu primeiro órgão central, O Comunista, nasceu quase em simultâneo com o próprio Partido. Da reorganização de 1929 nasceu o Avante!, ao passo que a de 1940-41 tornou possível a sua saída regular até ao 25 de Abril, tornando-o no jornal comunista com mais anos de clandestinidade ininterrupta. Nas novas condições da Revolução, o Partido necessitava de um jornal legal e teve-o a 17 de Maio, menos de um mês após o derrubamento do fascismo: em tempos de complexa luta ideológica, tanto de avanço e conquista como de retrocesso e resistência, o Avante! legal foi um instrumento decisivo para guiar os comunistas, a classe operária e as massas em duras batalhas políticas e de classe.

Hoje, numa época marcada pelo poder avassalador dos media na formação de opiniões, gostos e opções políticas e ideológicas, a importância do Avante! não é menor. O controlo dos principais meios de comunicação social por grandes grupos económicos, ligados ao capital financeiro, tem repercussões na informação (e no entretenimento) produzida e difundida de forma massiva: a aceitação da exploração, do empobrecimento e da submissão como naturais e inevitáveis, o silenciamento e deturpação das análises, acções e propostas dos comunistas e do movimento operário e popular e a promoção de falsas alternativas são apenas algumas das linhas de ofensiva ideológica propagadas pela maioria dos órgãos de comunicação social, em Portugal e no mundo.

À imprensa comunista está, assim, colocado o desafio de, uma vez mais, noticiar o que outros calam, desmontar mensagens veiculadas pela restante comunicação social e apresentar os vários assuntos da actualidade nacional e internacional não na perspectiva da classe que domina política, económica, cultural e ideologicamente a sociedade mas do ponto de vista dos comunistas, da classe operária, dos trabalhadores e dos povos.

Dias Coelho

 

Instrumento de luta

Órgão de informação por excelência, um jornal comunista como o Avante! é, ele próprio, um instrumento da luta do Partido Comunista Português pela concretização do seu Programa «Uma Democracia Avançada – Os Valores de Abril no Futuro de Portugal», parte integrante e constitutiva da luta pelo socialismo e o comunismo, objectivo supremo e razão de existir do PCP.

Como se lê no Programa, a Democracia Avançada é «inteiramente correspondente aos interesses da classe operária, dos trabalhadores e das outras classes e camadas antimonopolistas e às necessidades nacionais». Nas páginas do Avante!, estas classes e camadas vêem plasmados os seus problemas, lutas e aspirações e a actividade e propostas das suas estruturas associativas. O Avante! assume-se, assim, como um indispensável veículo de aumento do prestígio e influência do PCP.

Em todas as fases e etapas da luta revolucionária, o PCP coloca o seu reforço como elemento central e o Avante! tem, também neste campo, um importante papel a desempenhar. Semana após semana, surgem nas suas páginas as análises, posições e propostas do PCP, a actividade das suas organizações e o conteúdo do seu Programa.

Mas o jornal comunista – o «organizador colectivo» de que falava Lénine» – dá também um contributo fundamental para a formação política e ideológica dos membros do Partido e, por consequência, para uma mais qualificada militância. Não é exagero afirmar que um militante que leia e estude regularmente o Avante! está mais preparado para desempenhar as suas tarefas, quaisquer que estas sejam. Porquê? Porque conhece as análises e orientações do Partido, sem silenciamentos e deturpações; porque está informado das lutas que se travam no País, dos seus objectivos e resultados; porque está mais confiante e é capaz de transmitir essa confiança; porque sabe que também por esse mundo fora, e por vezes em condições dramáticas, os povos resistem e, não raramente, vencem e avançam.

Para lá do que representa na promoção da unidade de pensamento e acção do Partido, o Avante!, pela forma como é distribuído, maioritariamente através da organização partidária, constitui ainda um vínculo semanal entre o Partido e os seus militantes e simpatizantes.

Todas estas virtudes do órgão central do PCP – como órgão de informação alternativo, voz dos explorados e instrumento de luta do Partido – serão tão mais potenciadas quanto maior for a venda, distribuição e difusão do Avante!. Está nas mãos dos comunistas, com a sua dedicação e tenacidade, levá-lo mais longe!

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