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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

EUA- Eleições Primárias

    Ontem, dia 13 de Maio de 2008, foi dia de eleições em West Virginia. Como era previsível houve uma significativa vitória da Senadora Clinton. Com 67% dos votos expressos conquistou 20 delegados. Obama teve 8.

Foi a sua 17ª vitória nestas primárias. Obama conta 33. Faltam 5 actos eleitorais (Kentucky e Oregon em 20 de Maio, Puerto Rico em 1 de Junho e Montana e South Dakota em 3 de Junho).

Vejamos, com números:
                  
14 de Maio. Depois de se contarem os delegados eleitos em West Virginia.
  • Clinton. 1443 DE. 276,5 SD. Total: 1719,5.
  • Obama. 1602 DE. 289,5 SD. Total: 1891,5 (+172).
  • Faltam 188 DE e 230 SD.
  • Clinton precisa de 305,5 (73,1%).
  • Obama precisa de 133,5 (31,9%).
  • Um dos superdelegados que hoje endorsou Obama foi John Edwards. Se os seus 19 delegados eleitos decidirem seguir o mesmo caminho, Obama alargará a sua vantagem e aproximar-se-á dos 2025 delegados necessários para ganhar a Convenção.
20 de Maio. Mais dois actos eleitorais: Kentucky (vitória previsível de Clinton) e Oregon (vitória previsível de Obama). Até lá é de prever, como tem vindo a acontecer diariamente, que mais superdelegados apoiem Obama. É previsível que Obama consiga a maioria depois desta 3ª feira.
                   
Fernando
                 

Questões sobre o direito de votar nos EUA

    Respondendo a esta pergunta:

                               

Olá A...

1
Não se paga taxa. É preciso ir ao Serviço Público correspondente à nossa Junta de Freguesia, fazer prova de cidadania e de residência e inscrever-se.
Só que este acto não é promovido pelos serviços públicos ou pelo Estado. Em nome da liberdade de cada cidadão poder estar inscrito ou não, que é a explicação oficial. Em nome do afunilamento do processo democrático, da eternização de poderes estabelecidos, da exclusão dos menos preparados e das minorias, que é a realidade. A isto junta-se uma coisa extraordinária de que, por aqui, poucos falam: as eleições são, por tradição, às terças feiras. Como é que pode votar um cidadão que trabalha, que se levanta de madrugada e chega à noite? Há processos vários permitidos: voto por correspondência, por exemplo. Mas, tendo em conta tudo isto, é precisa uma elevada consciência cívica para se participar em qualquer acto eleitoral.
Conheci um "Maire", o equivalente ao nosso Presidente de Câmara Municipal, que me falava (e se queixava) da ausência de participação popular. Quando lhe perguntei qual tinha sido a abstenção quando ele tinha sido eleito não sabia. Eles aqui nunca medem a abstenção! Disse-me que tinha sido eleito com 800 votos! Num "Council" com dezenas ou centenas de milhares de pessoas!
Durante estas primárias já se inscreveram 3 milhões e meio de pessoas, por iniciativa dos activistas do Partido Democrático e seus "compagnons de route".
Depois de estares inscrito nos cadernos eleitorais da zona da tua residência, passas a poder votar em todos os actos eleitorais (eleições locais, Congresso, Senado, Presidente). Se mudares de residência deverás mudar o teu registo para essa nova zona, como é óbvio.
2
Como Residente Permanente (com cartão verde), que é o meu estatuto, não posso votar, nem ser eleito. Mas posso participar em todos os actos públicos. Sou praticamente equiparado a um cidadão. Isto só acontece, um ou dois anos depois de se estar cá com cartão verde de Residente. Passado esse tempo, se não houver problemas criminais ou outros, passa-se automaticamente, como eu passei, à categoria de Residente Permanente. Cinco anos depois (ou três, se se for casado/a com um americano/a) pode solicitar-se a nacionalização. Passa-se a ser "citizen".
Estou a tratar da minha cidadania. Talvez consiga ter dupla nacionalidade até Setembro ou Outubro. Se o conseguir (o que, agora, é cada vez mais difícil porque estão a levantar cada vez mais problemas, tendo em conta as questões da imigração legal e clandestina) talvez consiga votar em Novembro. A partir daí poderei ser eleito para qualquer cargo público, excepto para Presidente dos EUA, porque uma das condições é a de se ter nascido no país.
3
Não estou inscrito no Partido Democrático e penso que dificilmente o farei. Não concordo com este sistema bipartidário que, de certo modo, "esmaga" tudo o que é diferente.
Há muitos outros Partidos (Verdes, Libertários, Comunista, etc) que têm uma reduzida influência social e política e uma reduzidíssima ou nula representação política. Para além disso, há inúmeros movimentos de opinião, sobre os mais diversos assuntos: ecologia, mulheres, jovens, homossexuais, mães solteiras, etc, etc.
E há a web, uma realidade que não existia há uns anos atrás. O Youtube, os emails, os blogs, tudo o que conhecemos e praticamos mas que milhões de americanos (os mais pobres e os mais isolados) ainda desconhecem.
Poder-se-á dizer que o quarto maior Partido (que, obviamente, não é Partido) é o dos Independentes.
Em segundo e terceiro lugar estão os conhecidos partidos tradicionais: Democrático e Republicano, em que os próprios nomes têm uma origem histórica conhecida, mas são confusos. A esmagadora maioria dos membros do Partido Democrático serão republicanos; e a maioria dos membros do Partido Republicano serão democratas. Como, em Portugal, haver um Partido Socialista que é social democrata e um Partido Social Democrata que é populista...
É por isso que não uso as expressões "os Democratas" ou "os Republicanos". Porque me arranha os ouvidos. Porque não corresponde a valores que, verdadeiramente, interessam. Dá mais trabalho, eu sei, mas prefiro sempre falar dos "membros do Partido Democrático" ou dos "membros do Partido Republicano".
Em primeiro lugar está o Partido dos que o não têm, dos que não podem votar nem ser eleitos (por nem sequer estarem recenseados), dos que não participam em qualquer acto eleitoral (que é a maioria).
Costumo dar o exemplo do actual Presidente. Foi eleito em 2000 com menos votos populares que Al Gore e através de uma aldrabice eleitoral na Florida, onde o Governador da altura era o seu irmão. Um triste acontecimento que faz parte da história da democracia americana. Mas que, tendo sido eleito por menos de metade de 30% dos americanos que teriam direito a votar, foi, de facto, eleito por menos de 15% dos americanos!
É esta realidade que alguns querem mudar. É neste movimento que me insiro. Fazer com que mais cidadãos participem. Melhorar esta sociedade que está carregada de contrastes, de muitas coisas boas e más, de muitos milhões de pessoas boas cuja maior riqueza é a sua diversidade étnica e cultural, o chamado "melting pot"...
4
Uma última nota interessante para reflexão.
Em Portugal é inconstitucional e ilegal registares o Partido a que qualquer cidadão pertence, ou a religião, ou a raça. Temos, inclusivamente, como é sabido, um Serviço de Protecção de Dados.
Aqui as coisas são diferentes. Quando és cidadão perguntam-te a raça e o Partido Político a que pertences. Mesmo que não pertenças a um Partido, deverás indicar um. Dizem eles que é para mais facilmente seres contactado e organizado pelo Partido. Na maior parte dos Estados tens 3 quadrados para pôr a "cruzinha": Partido Democrático, Partido Republicano, Outro. Há Estados em que esta questão não se põe.
Tudo isto se destina, entre outras coisas, a eternizar o sistema de dois Partidos.

                                  

Fernando

                         

EUA: A participação e a composição do eleitorado

    Embora não seja o assunto central desta mensagem é interessante avançar, desde já, com alguns números que são interessantes. Mais tarde abordarei estes temas com mais pormenor.

              
PARTICIPAÇÃO
Até agora participaram nas Primárias do Partido Democrático, 29 863 484 eleitores.
Nas Primárias do Partido Republicano participaram 17 416 789. Menos 12 milhões e meio!...
É enorme a diferença e corresponde à mobilização dos que estão preocupados com a crise económica e são contra a continuação da guerra (é uma guerra?) no Iraque.
 
                              
IDADE
Os eleitores nas Primárias do Partido Democrático têm a seguinte composição etária: 14% com menos de 29 anos, 25% entre os 30 e os 44, 33% entre os 45 e os 59 e 28% com mais de 60.
Os eleitores do Partido Republicano têm a seguinte composição: 11% com menos de 29 anos, 22% entre os 30 e os 44, 33% entre os 45 e os 59 e 34% com mais de 60.
É interessante notar que, havendo um grupo etário com o mesmo peso em ambos os eleitorados (o das pessoas entre os 45 e os 59 anos, que representam cerca de um terço, 33%), no eleitorado do Partido Democrático, mais de um terço (39%) têm menos de 45 anos, enquanto que no do Partido Republicano se passa o mesmo, mas com as pessoas com mais de 60 anos (34%).
Nestas eleições estão em causa várias coisas. É também uma disputa geracional...
       
                               
SEXO
No eleitorado do Partido Democrático a maioria são mulheres. 58%, contra 42% de homens. Em todos os Estados votaram mais mulheres do que homens.
No eleitorado do Partido Republicano passa-se o contrário: 54% são homens e 46% mulheres (só em 2 Estados é que houve uma ligeira maioria de mulheres a votar).
Em termos estatísticos, as mulheres estão com a mudança, enquanto os homens pretendem conservar o que têm!...
Mas há outro dado interessante. Se, no eleitorado do Partido Democrático, as mulheres representam 58%, isso significa que, até agora, votaram 19 221 771 mulheres e 13 919 213 homens. Isto é, votaram mais 5 302 558 mulheres do que homens!
Apesar disso, Obama tem mais votos do que Clinton. É impressionante como ninguém fala disto, quando referem que a Clinton conta com o apoio das mulheres, dos brancos, dos mais idosos e dos iletrados... Se, nos EUA, há mais mulheres, mais brancos, mais idosos e mais iletrados, porque raio é que, mesmo assim, a Clinton não ganha?
Em todo o mundo há agentes dos "media" que, honestamente, procuram informar e formar. Mas... pergunto-me. Em que categoria (vendedores de notícias? lutadores por tempos de antena? classificadores do que é ou não é interesse jornalístico? anunciantes? parte interessada? propagandistas? exploradores de escândalos e desastres? vistas curtas? baralhadores de ideias? ignorantes?) estarão os jornalistas e as jornalistas, os comentadores e as comentadoras, os criadores de factos políticos e as criadoras de factos políticos, que se entreteem mais a distrair as atenções do que a falar verdade!...

                         

Fernando

                          

O direito de votar nos EUA

    Pela primeira vez, participei, nos EUA, num acto de campanha eleitoral. Tratava-se de ir para a rua, falar com as pessoas e tentar que se registassem como votantes para que, em futuras eleições, estarem em condições de exercerem este direito cívico.
Aqui vão algumas notas relativas a esta experiência.

  • Éramos cerca de 30 pessoas. De todas as idades (sentei-me entre um jovem que teria 20 anos e uma senhora que deveria ter cerca de 80). De todas as cores (cerca de metade eram brancos, sendo os restantes, pretos ou mulatos). De ambos os sexos, embora houvesse maioria de mulheres (aliás, em quase todos os actos eleitorais, tem havido mais participação de mulheres).
  • Dividimo-nos em grupos de 3 e partimos para vários locais. Sábado de calor. Um sol quente que queimava. O auto-colante OBAMA'08 ao peito, um monte de fichas na mão presas a uma prancheta, uma esferográfica, uma garrafa de água. No meu grupo ía o jovem ao lado de quem eu me sentara e uma senhora que talvez andasse perto da minha idade. Teve piada saber que ele tinha passado por Lisboa numa viagem que tinha feito à Europa. "A beautiful place..." disse-me.
  • O primeiro lugar onde o meu grupo esteve foi numa paragem de autocarros. Desde que não estivessemos dentro das instalações, podíamos falar com as pessoas que se aproximavam ou chegavam. Uma estranha sensação de estar num país com dezenas de milhões (quantas?) de pessoas que não estão, sequer, inscritas nos cadernos eleitorais e que, portanto, na prática, têm vedado o seu direito de votar. E que o que deveria ser um dever do Estado (tratar deste assunto) estar a ser assumido por pessoas como eu...
  • Depois fomos para as imediações de uma biblioteca e, daqui, para um enorme parque, carregado de árvores, um imenso lago, espaço para as pessoas levarem os seus cães, mesas estrategicamente colocadas para pic-nic espalhadas pela relva, etc. "Are you registered to vote?" recebia as mais diversas respostas. Mas, o que mais chocava era saber que a maioria de pessoas com quem falávamos não estavam inscritas e não queriam estar. A maior parte afastava-se e não queria abordar o assunto. Mas algumas falavam, perguntavam, afirmavam as suas opiniões.
  • A política é para os ricos!... Alguma vez poderá ser eleito, aqui na América, um Presidente que seja mulher ou preto?... Nunca votei e não quero votar!... Vocês andam a perder tempo!... Não percebem que quem manda é o dinheiro?... Não estou interessado... Você é de alguma religião? É "scientologist", não é verdade?... Não posso votar porque não sou cidadão...
  • Um taxi aproxima-se de mim. O motorista negro aponta para o auto-colante e pergunta "Tem um para mim?". Damos-lhe uma folha e ele retira dois. Cola um no tablier e guarda o outro. E vai contando. Que levou 5 semanas para conseguir inscrever-se. Que a funcionária responsável por esse serviço, levanta inúmeros problemas a todos os negros que procuram inscrever-se nos cadernos eleitorais. Que há milhares de pretos, famílias inteiras, que não estão inscritas.
  • Um casal com dois filhos já tinha o seu almoço preparado na mesa, por baixo de uma árvore, à beira do lago. Dirigi-me a eles. Sorriram. "I know, you are encouraging people to vote!... Good!... We are with you!... We support Obama!..."
  • Quando, 3 horas mais tarde, voltámos, levávamos 5 fichas de novos eleitores. Fomos o segundo grupo a chegar. Os primeiros, com sorrisos, disseram "Conseguimos 7!"... Os outros grupos íam chegando... Quando me despedi, deixámos todos a promessa "No próximo sábado continuamos..."
  • Tudo isto num país onde não há, praticamente, estatísticas sobre a abstenção. Quando há eleições diz-se quem ganha e perde, contam-se os votos e as percentagens dos que votaram. Mas nunca se diz qual a percentagem dos que não votam. Os resultados oficiais de anteriores eleições presidenciais (as mais concorridas) apontam para uma abstenção que varia entre os 50% e os 60%. Como há milhões que nem votantes são, poderemos dizer que um Presidente pode ser eleito por metade mais um votos, de uma minoria de cidadãos. Metade de uma minoria pode ser uma escassa minoria, não concordam?
  • Aqui está onde me encontro. Numa democracia mitigada. Que alguns procuram tornar melhor. Utilizando parte do seu tempo para trazer outros para um processo de mudança que não pára, mesmo que muitos não o descortinem...

                                       

Fernando

               

Primárias em Pennsylvania: A participação eleitoral

    Um traço dramático da democracia americana é a reduzida participação popular nos actos eleitorais. Apesar da mobilização extraordinária que foi feita, dos 4,2 milhões de eleitores do Partido Democrático, votaram nos dois candidatos pouco mais de 50%.

    

     No campo do Partido Republicano a falta de participação é ainda mais chocante. Dos 4 milhões de eleitores republicanos, votaram em McCain um pouco mais de 580 mil (cerca de 12%). A propósito, sabiam que neste mesmo dia [22/4] se realizaram as Primárias do Partido Republicano na Pennsylvania?

                                 

Os EUA em tempos de crise e de eleições

    «As eleições intercalares nos EUA em finais de 2006 ditaram o regresso do Partido Democrata (PD) à condição de maioria na Câmara de Representantes e Senado, depois de doze anos de domínio do Partido Republicano (PR). A viragem foi favorecida pela crescente taxa de desaprovação do Presidente Bush, ditada, em parte, pelo agravamento das condições económicas domésticas e pelo agravamento da ocupação militar do Iraque.

O eleitorado mandatava claramente o Congresso para planear a saída das tropas estadounidenses do Iraque o mais rapidamente possível. Mas em Janeiro, Bush anunciava uma escalada no contingente militar e recusava um calendário de retirada. Uma sondagem da AP-Ipsos revelava que 71% da população se opunha à escalada e as duas câmaras federais aprovaram medidas não-vinculativas nesse sentido. Mas após o veto de Bush, muitos congressistas do PD juntaram-se aos republicanos e aprovaram, em Maio, um suplemento ao orçamento da guerra no Iraque e no Afeganistão, abandonando a exigência de uma plano de retirada. O caso exemplifica como, apesar de deter a maioria na Casa de Representantes, o PR tem continuado a ditar a política interna e externa. Existe hoje um clima de grande expectativa face aos resultados das eleições para a presidência dos EUA

                                      

Ler Texto Integral

                                                  

O PAÍS QUE BUSH HERDOU, O PAÍS QUE DEIXA ATRÁS DE SI

 

 

Documento recebido de um amigo português a residir nos EUA, em Março de 2008
Fonte ECONOMIA EM 20 DE JANEIRO DE 2001 HOJE, DEPOIS DE BUSH
1 Crescimento do PIB 4,09 % nos últimos 8 anos 2,65 % nos últimos 7 anos
2 Dívida Externa 5,7 milhões de milhões de dólares 9,2 milhões de milhões de dólares
3 Défices no Orçamento 431 milhares de milhões de dólares 734 milhares de milhões de dólares
4 Novos empregos no sector privado 1,76 milhões por ano, nos últimos 8 369 mil por ano, nos últimos 7
5 Americanos abaixo do nível de pobreza 31,6 milhões 36,5 milhões
Fonte QUALIDADE DE VIDA EM 20 DE JANEIRO DE 2001 HOJE, DEPOIS DE BUSH
6 Americanos sem seguro de saúde 38 milhões 47 milhões
6 Alteração do nível de seguro 4,5 milhões menos em 2 anos 8,5 milhões mais em 6 anos
7 Custo do prémio anual total 6.230 dólares / família 12.106 dólares / família
8 Receita familiar média 49.163 dólares 48.023 dólares
8 Alteração da receita familiar 6.000 dólares de aumento, nos últ. 8 1.100 dólares de redução, nos últimos 6
9 Preço da gasolina 1,39 dólares por galão 3,07 dólares por galão
10 Custo da universidade 3.164 dólares por ano 5.192 dólares por ano
11 Taxa de poupança individual  + 2,3 %  - 0,5 %
12 Dívida no consumo a crédito 7,65 milhões de milhões de dólares 12,8 milhões de milhões de dólares
Fonte OS EUA E O MUNDO EM 20 DE JANEIRO DE 2001 HOJE, DEPOIS DE BUSH
13 Défice domercial americano 380 milhares de milhões de dólares 759 milhares de milhões de dólares
14 Força do Dólar 1,07 Euros por Dólar 0,68 Euros por Dólar
15 Prontidão de resposta militar Todas as Divisões classificadas ao mais alto nível Nenhuma Divisão ou Brigada de Reserva preparada
16 Dependência do petróleo importado 52,75 % 60,38 %
17 Opinião ácerca dos EUA (10 países) 58,3 % favorável 39,2 % favorável
17 Idem no Reino Unido 83 % favorável 56 % favorável
17 Idem na Indonésia 75 % favorável 30 % favorável
17 Idem na Turquia 52 % favorável 12 % favorável
17 Idem na Alemanha 78 % favorável 37 % favorável
FONTES
1 Bureau of Economic Analysis
2 Department of Treasury
3 Congressional Budget Office
4 Bureau of Labor Statistics
5 United States Census Bureau
6 United States Census Bureau
7 Kaiser Study of Employer Health Care Benefits
8 United States Census Bureau
9 Energy Information Administration
10 Higher Education Coordinating Board of Washington State
11 Bureau of Economic Analysis
12 Insurance Information Institute
13 United States Census Bureau
14 OANDA.com: The Currency Website
15 Speaker of the House Fact Sheet, 11/29/07
16 Energy Information Administration
17 Testimony of Andrew Kohut, President of Pew Research Center, 3/17/07  

            

Comentários para quê?

                    

Obama vs Clinton

Texto de John Catalinotto
        
          
«(...)
Nada disto altera o carácter de classe em que assentam as eleições norte-americanas. Que as primárias ocorram em dia de trabalho, que cada estado tenha diferentes métodos de selecção, que menos de metade dos possíveis eleitores participe, que muitos imigrantes e afro-americanos não possam votar, tudo faz com que o processo assente na exclusão dos pobres e dos trabalhadores. Mais importante ainda, os que conseguem angariar mais fundos são normalmente os vencedores. Isto transforma os candidatos em agentes assalariados dos doadores da classe dominante. A disputa presidencial continua firmemente nas mãos da classe dirigente e os seus políticos em dois grandes partidos capitalistas, os republicanos e os democratas.

Os candidatos que lideram este ano os dois partidos têm sido ao longo das suas carreiras políticas firmes defensores dos interesses do imperialismo norte-americano e do grande capital.
(...)
Ninguém deve esperar alterações profundas nas políticas dos EUA através desta eleição. Tendo isto presente, resta saber qual a lição a tirar destas votações.
(...)
Os observadores estrangeiros podem subestimar o impacto das questões raciais e de género nos EUA. Pela primeira vez um afro-americano ou uma mulher pode ser eleito presidente, e eles estão em competição (...).»
(sublinhados meus)
                 
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