TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 21 de Setembro de 2016
Sobre as contradições antagónicas e as rupturas necessárias...

Cartaz_8x3_emprego_direitos_producao_soberania_201

 

«Os desenvolvimentos mais recentes evidenciam o carácter inconciliável entre a submissão a imposições da União Europeia e uma política capaz de dar resposta sólida e coerente aos problemas nacionais»

 


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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016
Turquia: Convenientes e elucidativos exercícios de hipócrita «amnésia»…

Erdogan Lat

 

A evolução da situação em torno da Turquia continuará a exigir toda a atenção, sendo múltiplos os factores em jogo e suas repercussões, incluindo para o Médio Oriente.

No entanto, não pode passar em branco o imenso cinismo daqueles que – como a União Europeia, que negoceia a adesão da Turquia – fingem ter descoberto no rescaldo do golpe falhado o carácter repressivo e autoritário da política de Erdogan e do AKP, procurando assim não só influenciar a evolução imediata da situação na Turquia, como encobrir o seu amplo conluio com as autoridades turcas e a sua política, de que é exemplo

  • a ocupação ilegal de território de Chipre;

  • a repressão da população curda;

  • a restrição de liberdades, direitos e garantias fundamentais;

  • a agressão e saque da Síria e do Iraque, promovendo e protegendo grupos terroristas e apoiando a sua sangrenta acção;
  • ou a instrumentalização da dramática situação de milhões de refugiados e a negação dos seus mais elementares direitos.

Assinale-se que muitos dos que agora apontam o dedo às autoridades turcas por terem decretado o Estado de emergência e suspendido temporariamente a aplicação da Convenção para a Protecção dos Direitos Humanos e Liberdades Fundamentais, são os mesmos que justificaram as medidas de restrição de liberdades, direitos e garantias impostas pelas autoridades francesas após os atentados em Paris, em Novembro passado, que incluíram, precisamente, estas duas medidas.

Convenientes e elucidativos exercícios de hipócrita «amnésia»…

 

Bandeira União Europeia_2011

«É por isso que as reacções do establishment europeu aos acontecimentos na Turquia tresandam a hipocrisia e a mentira.

É que o que ali aconteceu está intimamente relacionado com o papel dado à Turquia – e a Erdogan – no extremamente perigoso jogo imperialista, que cruza o objectivo de domínio e redivisão do Médio Oriente com o crescente e cada vez mais insano rumo de enfrentamento directo com países como a Federação Russa. Um papel que alimentou a deriva reaccionária e ditatorial das elites turcas – sejam elas do AKP ou da «velha» hierarquia militar.»

 

Bandeira Nato hast

«O governo turco tem repetido que o golpe falhado, que causou 246 mortos e mais de 2 100 feridos, foi organizado por seguidores de Gulen, de 74 anos.
(...)
O certo é que, desde que a rebelião militar foi derrotada, há menos de 15 dias, as autoridades turcas detiveram, suspenderam, demitiram ou colocaram sob investigação cerca de 60 mil pessoas – militares, incluindo altas patentes, polícias, juízes e magistrados, professores, estudantes, funcionários públicos. No início desta semana, foi anunciado também o afastamento de um número não especificado de embaixadores e a prisão de pelo menos 42 jornalistas.
(...)
No quadro da purga em curso, o regime turco instaurou o estado de emergência, suspendeu a adesão à Convenção Europeia dos Direitos Humanos, estendeu de quatro para 30 dias o período máximo de detenção sem culpa formada e encara a reintrodução da pena de morte. Ordenou o encerramento de 15 universidades e 1043 escolas privadas e residências de estudantes. E ilegalizou 1229 fundações e associações, além de 19 uniões sindicais e de 35 instituições médicas.
(...)
A Guarda Presidencial será dissolvida. Por suspeita de envolvimento no golpe falhado de 15 de Julho, 283 dos 2500 membros desse corpo do exército foram presos.»

 

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Sábado, 2 de Julho de 2016
2 de Julho de 1925 – Nasce Patrice Émery Lumumba

Patrice Lumumba 1960-01

«Nem as brutalidades, nem as sevícias, nem as torturas me obrigaram alguma vez a pedir clemência, porque prefiro morrer de cabeça erguida, com fé inquebrantável e confiança profunda no destino do meu país, do que viver na submissão e no desprezo pelos princípios sagrados. A História dirá um dia a sua palavra; não a história que é ensinada nas Nações Unidas, em Washington, Paris ou Bruxelas, mas a que será ensinada nos países libertados do colonialismo e dos seus fantoches.»

As palavras são de Patrice Lumumba, herói da luta anticolonial e primeiro chefe do governo da República do Congo, antiga colónia belga que conquistou a independência a 30 de Junho de 1960.

Apenas dois meses depois, como veio a revelar uma comissão do Senado norte-americano em meados da década de setenta, a CIA organizou uma conspiração com militares golpistas comandados pelo coronel Mobutu com o «objectivo urgente e prioritário» de assassinar Lumumba, considerado «um perigo grave» para os EUA.

Mobutu viria a assumir mais tarde a liderança do país, rebaptizado como Zaire, implantando uma ditadura sangrenta onde reinou despoticamente até 1997, como um fantoche dos Estados Unidos e das potências ocidentais.

Lumumba foi preso em Novembro e barbaramente torturado e assassinado a 17 de Janeiro de 1961.

Tinha 35 anos.

 

Patrice Lumumba prisioneiro2

 

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016
UPP: As lutas das mulheres no cinema

UPP Mulheres Africa

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A cineasta holandesa Ike Bertels, com uma dissertação sobre “As mulheres nos conflitos e nos movimentos sociais”, é a primeira oradora do Colóquio Internacional sobre as Lutas das Mulheres no Cinema de África e do Médio Oriente, que decorre na próxima semana na Faculdade de Letras da Universidade do Porto - FLUP.

De uma resistência à outra: o duplo olhar das realizadoras magrebinas pós coloniais», é o título do trabalho da francesa Michele Lefranc no painel de abertura, a que se seguem Paula Franco (“Mulheres da Palestina em luta”), Beti Ellerson (“A evolução do cinema africano feito por mulheres nos últimos vinte anos”), e Robbin Steedman (“Lutas e sucessos das cineastas do Quénia”) – entre outros.

O Colóquio, organizado pelo Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto - CEAUP, desenrola-se nas próximas quinta e sexta feiras, dias 12 e 13. Fernando Branco Correia será o primeiro orador do segundo dia com um trabalho sobre “Violências de género”. Diana Andringa falará sobre “As Mulheres e os filmes de guerra”. Alemanha, Argélia, Bolívia, Brasil, Espanha, França, Gana, Irão, Nigéria, Portugal, Reino Unido, Tunísia e Turquia são as origens dos participantes no Colóquio que enviaram comunicações.

Da mostra de cinema que completa o Colóquio, destacam-se as películas “Femmes du Caire”, de Yousry Nasrallah, “Guerrilla Grannies”, de Ike Bertels, “A Alcaidessa”, de Midyat Sermiyan, e "Women in struggle”, de Buthina Khoury.

As sessões (noite de 12 e tarde de 13) decorrem na UPP Universidade Popular do Porto.

Informação permanente sobre o Colóquio em www.africanos.eu

 


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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016
A Crise do Sistema Capitalista: regresso das soberanias nacionais...

GEAB_104

 

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016
De Lesbos com ardor... (I)

Mapa UE28_2014

 

Em 2015, vindos do Norte de África e Médio Oriente, foram registadas 1 015 078 entradas na Europa, via Mar Mediterrâneo, sendo a Grécia a principal porta de entrada com 851 319 entradas registadas, a que se segue a Itália com 153 600. Um aumento superior a quatro vezes relativamente a 2014 onde se havia registado 229 430 entradas, 170 mil pela Itália. Até 13 de Fevereiro deste ano, estavam já registadas 82 636 entradas, a larga maioria pela Grécia, correspondendo a um aumento de mais 640 por cento em relação ao período homólogo de 2015. Os países que mais contribuem para este fluxo migratório, quanto à origem dos refugiados e migrantes, são a Síria, o Afeganistão e o Iraque respectivamente. Importa sublinhar que cerca de 30 por cento dos migrantes são crianças, muitas viajando desacompanhadas.

Um fluxo diário contínuo de milhares de pessoas que abandonam os seus países, fugindo à fome, à miséria, à perseguição, à guerra. Uma viagem que pode levar vários meses até que alcancem o seu destino, desafiando a morte.

A travessia do Mediterrâneo vitimou 3500 refugiados/migrantes em 2014 e 3771 em 2015. Em 2016 a contagem ultrapassa já os 400 mortos. Estes são números registados que não contabilizam as mortes invisíveis seja em terra seja no mar, pelo que o número real é desconhecido.

(sublinhados meus)

AQUI

 


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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016
UPP: «Inhaminga o último massacre»

UPP JRibeiro

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Segunda-feira, 11 de Março de 2013
Mali: o que faz correr a França? (2)

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Mali: o que faz correr a França? (1)

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Mali: o que faz correr a França?

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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013
Mais uma guerra imperialista

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O Mali está a ser alvo de uma intervenção militar estrangeira imperialista. A França, a sua aviação e legião estrangeira são a face mais visível de uma intervenção que envolve várias outras potências da NATO – como a Alemanha e os EUA. A guerra é apresentada como uma «ajuda» às autoridades do Mali para combater organizações que espalham o terror e impõem a Sharia no Norte do Mali, ou seja mais uma «guerra contra o terrorismo». Nada mais longe da verdade.

É um facto inegável que várias organizações radicais islâmicas, com ligações que vão desde a CIA até às monarquias do Golfo, passando por serviços secretos de países africanos, actuam desde há muito no Norte do Mali, tirando partido dos movimentos independentistas protagonizados por movimentos Tuareg, originalmente laicos e seculares, cuja expressão política e militar mais recente é o MNLA – Movimento de Libertação do Nacional de Azwad (a região Norte do Mali), e que mais recentemente se «converteu» ao islamismo, se aliou às suas organizações e por elas foi esmagado. Mas é também inegável, e já comprovado, que aqueles que são hoje considerados terroristas no Mali, são os mesmos que foram «rebeldes libertadores» e aliados da França na guerra de agressão à Líbia e que são considerados a «oposição democrática» na Síria.

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«Em mais uma aventura imperial em África, a França conta, naturalmente, com a ajuda dos seus habituais aliados. Os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a Dinamarca e «outros países» não especificados apoiam a intervenção militar com «ajuda logística» em matéria de transporte e telecomunicações.»

«Com uma importante presença militar na região, há muito que a França desempenha o papel de gendarme de África, apoiando-se nos «regimes amigos». Assim boa parte do material e efectivos militares foram deslocados de países vizinhos como o Burkina Faso e a Mauritânia, mas sobretudo do Chade, onde o exército gaulês conta com um importante contingente, instalado «provisoriamente» em 1986..»

«A intervenção militar em curso no Mali, protagonizada pela França e envolvendo outras potências imperialistas, é indissociável da deriva militarista e intervencionista da NATO, da União Europeia e das suas principais potências que, num quadro de aprofundamento da crise do capitalismo e na sequência de vários processos de incremento da ingerência externa, de militarização do continente – de que se destaca o Comando Militar norte-americano para África AFRICOM – e de desestabilização de vários países, visam acentuar o domínio económico, político e geo-estratégico do imperialismo neste continente e pôr em causa a soberania e integridade territorial de vários dos seus Estados.»

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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012
África cobiçada
  • «A corrida para participar no crescimento africano já começou», concluiu o grupo de estudos económicos da revista The Economist. De acordo com um relatório elaborado sob a égide da publicação norte-americana, intitulado «Para dentro de África: Oportunidades de negócio emergentes», a agricultura e a agroindústria, a construção de infra-estruturas, o fornecimento de bens e serviços de consumo são as áreas que apresentam maior potencial para os investidores estrangeiros.

  • No documento apontam-se ainda 28 países que deverão crescer acima dos cinco por cento do respectivo PIB nos próximos cinco anos, entre os quais Angola, que os peritos dizem que até 2016 pode vir a ultrapassar a África do Sul em termos de peso económico regional, a par da Nigéria, e Moçambique, com uma taxa de crescimento estimada entre os 7,5 e os 10 por cento ao lado de países como a Etiópia, Libéria, Níger ou Uganda.

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Domingo, 19 de Agosto de 2012
China: monopólios, investimento em África e rendimentos da população
  • A China é o segundo país do mundo, logo a seguir aos EUA, com mais empresas na classificação das 500 maiores, da revista norte-americana Fortune. A lista, divulgada, terça-feira, 10 de Julho, mostra que a Sinopec e a State Grid, parceiras das portuguesas Galp e REN, ocupam o 5.º e o 7.º lugar, pertencendo o 6.º lugar ao gigante petrolífero China National Petrolium.

  • A classificação, elaborada em função das receitas de 2011, inclui 73 empresas chinesas, mais 12 do que em 2010, e mais cinco que o Japão, país que passou para a terceira posição. Há uma década, havia apenas 11 empresas chinesas na «Fortune 500».

  • A anglo-holandesa Royal Dutch Shell lidera o ranking com receitas de 484,5 mil milhões de dólares (394,5 mil milhões de euros), seguida pelas norte-americanas Exxon Mobil e Wal-Mart, tendo esta última descido para o terceiro lugar, perdendo a posição cimeira que deteve nos dois anos anteriores.

  • O investimento directo em África cresceu 60 por cento nos últimos dois anos, revelam dados oficiais. De acordo com informações divulgadas pelo Ministério do Comércio chinês na véspera do início do Fórum para a Cooperação entre China e África, em 2011 aquele montante ascendeu a 14,7 mil milhões de dólares.

  • A China é hoje o principal parceiro comercial do continente africano e o maior investidor nos seus territórios com forte expressão na criação e requalificação de infra-estruturas.

  • Os rendimentos dos habitantes das zonas urbanas crescem a um ritmo mais rápido que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), indicam estatísticas oficiais relativas ao primeiro semestre deste ano. De acordo com os mesmos dados, na maioria das regiões consideradas, o aumento do rendimento disponível da população chinesa ronda os 10 por cento, em média, contra uma subida de cinco por cento no IPC, o que se traduz num reforço do poder de compra.

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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012
Os conflitos esquecidos

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Os «conflitos esquecidos» (e chamo-lhes propositadamente «esquecidos» porque de tão banalizados que foram, já ninguém fala deles), os «conflitos esquecidos», dizia, na África sub-sahariana, matam em média três mil pessoas por ano, representando um dos maiores dramas que a humanidade atravessa hoje.

Ler Texto Integral 

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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
Síria e Irão no centro da campanha de mentiras

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Imersas nas contradições de um sistema em crise profunda, as potências imperialistas procuram nas guerras de agressão garantir a sua hegemonia planetária. Síria e Irão são os alvos que mais sobressaem numa campanha de mentiras cujo guião recorda o seguido nos casos da ex-Jugoslávia, Iraque e Líbia.

Na Síria, as botas cardadas que na última década o imperialismo fez soar nos Balcãs, Médio Oriente e Norte de África já ecoam. Episódio mais próximo foi a conferência de imprensa que a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, promoveu antes da sessão especial do Conselho dos Direitos Humanos, realizada sexta-feira, dia 2, em Genebra.

(...)

No Irão, a investida militar encontra-se em fase menos acelerada, embora, como sublinhou, quinta-feira, à rádio pública do país o ministro da Defesa israelita, Ehud Barak, todas as opções se encontrem em cima da mesa.

(...)

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Quarta-feira, 30 de Março de 2011
Um visão vinda dos EUA sobre África

Black Agenda Report

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011
Patrice Émery Lumumba (2 Julho 1925 / 17 Janeiro 1961)

Patrice Lumumba foi assassinado há 50 anos

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(...) Faz agora em Janeiro 50 anos que Patrice Lumumba, herói da luta anticolonial e primeiro-ministro do Congo independente, foi brutalmente assassinado pela CIA. Mas se morreu o revolucionário que deu o nome à Universidade da Amizade dos Povos fundada em Moscovo para apoiar a formação de combatentes da liberdade de todo o mundo, as razões do seu combate persistem. Lumumba como tantos outros revolucionários africanos não surgiu por acaso, foi produto de circunstâncias históricas prenhes de contradições a exigir superação. Os valores e os ideais por que lutou não desapareceram, vivem na consciência e aspirações dos povos oprimidos que acabarão por forjar as forças que conduzirão uma segunda vaga libertadora, de carácter nacional mas ainda mais profundamente anti-capitalista. E certamente também ainda mais estreitamente convergente e aliada com a luta da classe operária e das massas trabalhadoras dos países capitalistas.

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Sábado, 15 de Janeiro de 2011
Desenvolvimento da luta revolucionária e a construção da alternativa


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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Milhares de africanos morrem afogados todos os anos tentando chegar à Europa...

... o saqueio internacional empobrece e causa o êxodo... A União Europeia quer as riquezas mas NÃO as pessoas

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Areito (areito imagen), Rebeliónde 3 de Janeiro

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 1 de Março de 2010
«Portugal não é um país pequeno», os depoimentos de Fausto e Chico Buarque

     Sobre este assunto, eis em seguida os depoimentos de dois especialistas na matéria: Fausto Bordalo Dias e Francisco Buarque de Holanda

Eu cá sou dos Fonsecas / Eu cá sou dos Madureiras / De ferro o puro sangue / O que me corre nas veias / Nasci da paixão temporal / Do porto dos vendavais / Cresço no fragor da luta / Numa força bruta / P’ra além dos mortais / (...) / Somos capitães / Somos Albuquerques / Nós somos leões / Os lobos do mar / De olhos pregados nos céus / De cima dos chapitéus // Somos capitães / Somos Albuquerques / Nós somos leões / Os lobos do mar / E na verdade o que vos dói / É que não queremos ser heróis

In Fausto's album: Por Este Rio Acima

«Sabe, no fundo eu sou um sentimental / Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dose de lirismo / (além da sífilis, é claro) / Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar, trucidar / Meu coração fecha os olhos e sinceramente chora...»

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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«Portugal não é um país pequeno», na versão do nosso bem-AMADO governo

Onde estão as fronteiras de segurança de Portugal?

Esta é uma pergunta a que tentaremos agora responder pela voz sempre autorizada e clarividente dos nossos governantes. Eis as angustiantes respostas que fariam roer-se de inveja os governantes (fascistas...) de outrora.

 

1. Nuno Severiano Teixeira, Junho de 2006 e 30 de Outubro de 2006: 

Porque o conceito de segurança do nosso tempo não pára nas fronteiras nacionais, nem nas fronteiras regionais. Extravasa essas fronteiras, porque se trata de uma segurança global. (...) Hoje as sociedades são abertas, as fronteiras são fluidas, multiplicam-se os actores nacionais (empresas,organizações da sociedade civil, redes científicas, associações profissionais, etc.) que se relacionam, interna e externamente, sem recurso à intervenção do Estado. (...) No passado, a fronteira da segurança europeia estava em Berlim. Hoje, transferiu-se para o Médio Oriente. É lá que está o centro de gravidade dos conflitosinternacionais e das ameaças à segurança europeia. E ontem como hoje, na guerra fria como nos nossos dias, a fronteira da segurança portuguesa é a fronteira da segurança europeia. (...) A presença portuguesa na Bósnia-Herzegovina significa que a defesa nacional é, hoje, inseparável da defesa europeia e que as fronteiras da segurança portuguesa são as fronteiras da segurança europeia. (...) A iniciativa do Presidente Medvedev sobre segurança colectiva no espaço euro-atlântico é, à partida,um passo no bom sentido, que pode e deve consolidar o status quo na região,no respeito pela soberania de todos os Estados e pelas fronteiras estabelecidas no fim da Guerra Fria. A NATO continuará a ser o principal garante da segurança dacomunidade euro-atlântica. (...) Os militares portugueses estão presentes na ISAF, sem caveats que prejudiquem o seu emprego como forças combatentes, porque a fronteira de segurança nacional está no Afeganistão. (...) Temos o dever, em momentos solenes como o que vivemos hoje, de evocar a história do Exército português, que se confunde com a história da fundação do Estado, com a definição e a defesa das fronteiras de Portugal. Somos um dos mais antigos Estados da Europa; um dos Estados europeus que soube preservar, durante mais tempo, as suas fronteiras externas, sem nunca olhar a sacrifícios. Soubemos garantir a nossa independência, porque nunca desistimosd e lutar pela nossa liberdade. (...) A política de Defesa Nacional tem o dever de garantir a integridade do território português, mas os seus objectivos não estão confinados aos estritos limites das fronteiras do Estado. A nossa independência, a nossa credibilidade e os nossos interesses defendem-se em fronteiras de segurança que não coincidem, hoje, com as fronteiras geográficas do Estado nacional. (...) Para além disso, a UE tem a obrigação de assumir crescentes responsabilidades na segurança e na defesa não só dentro das suas fronteiras, no território europeu,mas também na produção de estabilidade na designada “vizinhança próxima”, em particular em África e no Mediterrâneo. (...) É um sinal de que a fronteira entre a paz e a guerra se esbateu. (...)

In Contributos para uma politica de defesa

[Baralhados? Mas quem não estaria? No mínimo este homem é um grande teórico e um valentaço... O problema é se os do Médio-Oriente, os bósnios, os afegãos, os africanos, etc., acharem também que "as fronteiras são fluidas" e que "a fronteira entre a paz e a guerra se esbateu", e decidirem que as fronteiras de segurança deles passam por Portugal...]

2. Nuno Severiano Teixeira, 5 de Dezembro de 2006:

«Mas é preciso reconhecer que a fronteira de segurança de Portugal já não é a sua fronteira geográfica. É a fronteira de segurança europeia. E essa fronteira está hoje no Médio Oriente.» 

In Portal do Governo

3. Nuno Severiano Teixeira, 28 de Abril de 2009:

O ministro da Defesa considerou hoje que as fronteiras de segurança de Portugal "jogam-se na África subsaariana e no Mediterrâneo", razões pelas quais é "estratégico" reforçar áreas de cooperação novas como a economia da defesa. "O que é importante perceber é que de um lado, na África subsaariana, e do outro, no Mediterrâneo, se jogam as nossas fronteiras de segurança e Portugal, naturalmente, tem interesse em ter aí relações fortes no plano multilateral", disse Nuno Severiano Teixeira.

In Defesa: Economia de defesa é estratégica para região do Norte de África

  

4. Luís Amado, 26 de Março de 2009:

Luís Amado defende "recentramento" no Atlântico e sublinha papel de Portugal pelas relações com África e Brasil

Nessa lógica, o chefe da diplomacia portuguesa salientou o papel que Portugal pode vir ... "no desenvolvimento de um sistema de segurança" neste espaço. ... "Há aqui um erro gravíssimo e uma fronteira que temos de gerir", ..

[Há um erro gravíssimo... lá isso, há... Há muitos erros gravíssimos...] 

5. Luís Amado, 28 de Janeiro de 2010:

«Fronteira da segurança de Portugal está no Afeganistão» Luís Amado diz que há uma «batalha a travar» para explicar o envio de tropas para o território

[Este, além de ir dar tiros para o Afeganistão ainda pretende "travar uma batalha" connosco para nos explicar isso! Não se incomode, senhor ministro, nós já percebemos!]

Por este andar o próximo governo vai editar um mapa intitulado "Portugal não é um país pequeno" e vai proclamar que a fronteira da segurança de Portugal está na Índia. Voltaremos a ouvir aos microfones da Emissora Nacional que “os sinos da Velha Goa e as bombardas de Diu serão sempre portugueses”!!!

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
Patrice Lumumba foi assassinado há 49 anos (17 de Janeiro de 1961)

Allan McdonaldRebelión de 7 de Fevereiro

«Ni brutalités, ni sévices, ni tortures ne m’ont jamais amené à demander la grâce, car je préfère mourir la tête haute, la foi inébranlable et la confiance profonde dans la destinée de mon pays, plutôt que vivre dans la soumission et le mépris des principes sacrés. L’histoire dira un jour son mot, mais ce ne sera pas l’histoire qu’on enseignera à Bruxelles, Washington, Paris ou aux Nations Unies, mais celle qu’on enseignera dans les pays affranchis du colonialisme et de ses fantoches

Da carta de Patrice Lumumba à sua «companheira querida»: Le Testament politique de Lumumba

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge



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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
«Campanhas de pacificação» e «missões de paz»

    Não confundamos as coisas. Ora vamos lá a uma lição de História de quem não tem lições para dar.

    No fim do século XIX, princípios do século XX é que havia «campanhas de pacificação». Era o nome que se dava às primeiras guerras coloniais! Querem ver um bom e definitivo instrumento de pacificação? Aqui: Maxim (metralhadora)

    Foram sobretudo em África. Ver AQUI que não estou a inventar. Normalmente os povos, então como agora, não gostavam muito de ser «pacificados».

    Também houve campanhas em Cuba, China, Filipinas, Madagáscar, etc.  E Afeganistão, Índia, etc.

    Bem, a coisa continuou pelo século XX, sempre pura e bem intencionada, passámos pelas segundas guerras coloniais (Argélia, Angola, etc.), sempre a «pacificar».

     Agora, no fim do século XX, princípios do século XXI a «coisa» modernizou-se e também fez uma operação estética ao nome - pasou a chamar-se «missões de paz». Todos as conhecemos. Há «missões de paz» em todos os sítios e para todos os gostos.

    É assim que é possível ouvir um ilustre político (é este mas podia ser outro) dizer "A missão do Afeganistão é uma missão de risco, não podemos esquecer, mas está a contribuir para missão de paz na região, para a redução, assim esperamos, do terrorismo no mundo e também no combate ao narcotráfico", Não era Salazar que falava aproximadamente assim? 

    Podemos dizer que estas «missões de paz» fazem parte das terceiras guerras coloniais? Se calhar, podemos.

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009
Lumumba, um filme de Raoul Peck (outra versão)

Outra versão (legendada em castelhano) em doze partes.

A primeira parte é uma introdução (para esquecer... fala até na «guerra fria» (*)) feita por um canal da televisão argentina.

    O filme começa na segunda parte.

A célebre reunião que decidiu da morte de Lumumba é na parte 11 a partir dos 3m 55s.

Para saber mais, e com verdade, é aqui:

(*) Como se a "guerra fria" justificasse os crimes dos colonialistas belgas (e não só...).

Ver aqui Leopold II of Belgium esta fotografia (revoltante) anterior a 1905.

                                                                    

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      


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Domingo, 26 de Abril de 2009
Lumumba, um filme de Raoul Peck

Patrice Émery Lumumba (né le 2 juillet 1925 à Onalua, Congo belge - assassiné le 17 janvier 1961 au Katanga) est le premier premier ministre du Congo (de nos jours République démocratique du Congo) de juin à septembre 1960. Il est une des principales figures de l'indépendance du Congo.

Patrice Émery Lumumba est considéré au Congo comme le premier «héros national».

Para Ver e Ouvir (em francês com legendas em inglês, mas com o som dessincronizado):

Lumumba, 2000, um filme de Raoul Peck (prémios) 

Ver, sobre este filme, a seguinte controvérsia...

A propósito desta «controvérsia» ver este vídeo a partir dos 6m e 20s:  

CIA - Ajax (Iran-Mossadegh) / Guatemala / Congo Lumumba

(Claro que todo o vídeo é «instrutivo»)

A reunião em que participou Carlucci, e que decidiu o assassinato de Lumumba, está todavia no vídeo, na parte 6, a partir dos 2m e 40s:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                 


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Domingo, 18 de Janeiro de 2009
O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade (II)

O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade, praticado pelos serviços secretos belgas em 17 de Janeiro de 1961.

Para Ver e Ouvir:

   

 

 

O discurso de Lumumba que os belgas não gostaram de ouvir: 

 

Para LER:

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                          

                                 


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Sábado, 17 de Janeiro de 2009
O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade (I)

O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade, praticado pelos serviços secretos belgas em 17 de Janeiro de 1961.

Para Ver e Ouvir (um fime de Thomas Giefer - Politische Morde: Mord im Kolonialstil):

   «Patrice Lumumba was the first Prime Minister of the newly independent African state, The Congo. To fellow Africans he was a hero - the man who had won his country's independence from the Belgians. But for the secret services of the western powers he was a threat. It was at the height of the Cold War, and Congo was vital to Western interests because of its vast mineral resources. CIA agent Larry Devlin received 100,000 dollars from the Agency along with telegraphed instructions to make the "elimination of Lumumba" the "priority goal" of his covert action. Within months of becoming Prime Minister, Lumumba was ousted by an army coup, inspired by the West. In early December, 1960, Patrice Lumumba and two of his Ministers were killed by members of the Belgian Secret Service. None of the murderers - or the men behind them - has ever been indicted, but Lumumba's voice still echoes throughout Africa today.» 

   

Para Ver e Ouvir (outra versão):

 

Lumumba 

                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge        

                                           

Adenda em 17/01/2009 às 22h55m:

Mais duas versões do documentário 

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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
Uma nova ameaça para África: "United States Africa Command"

Em vez de médicos, professores, técnicos, etc. - MILITARES!

África dispensa bem estes tipos de "ajudas"...

   

                                                                

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                       

                               


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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
IL GATTOPARDO: "Noi fummo i Gattopardi, i Leoni..."

    «Noi fummo i Gattopardi, i Leoni; quelli che ci sostituiranno saranno gli sciacalletti, le iene; e tutti quanti Gattopardi, sciacalli e pecore, continueremo a crederci il sale della terra.»  

(We were the Leopards, the Lions; those who'll take our place will be little jackals, hyenas; and the whole lot of us, Leopards, jackals, and sheep, we'll all go on thinking ourselves the salt of the earth.)

 

Noi fummo i Gattopardi, i Leoni...

Leopold II Rei da Bélgica

Conferência de Berlim - a divisão de África (1884)

 

quelli che ci sostituiranno saranno gli sciacalletti, le iene...

 

     VÍDEO - IL GATTOPARDO - Visconti 1963 - La Sicilia non vuole cambiare 

                                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                       

                                       


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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008
Sometimes I Feel Like a Motherless Child

    A palavra "Mãe" pode ser vista como uma metáfora para "África" nalguma poesia negra.

 

Sometimes I Feel Like a Motherless Child

 

Sometimes I feel like a motherless child
Sometimes I feel like a motherless child
Sometimes I feel like a motherless child
A long ways from home
A long ways from home
A long ways from home

Sometimes I feel like I'm almos' gone
Sometimes I feel like I'm almos' gone
Sometimes I feel like I'm almos' gone

A long ways from home
A long ways from home
A long ways from home...

 

Para ouvir diferentes interpretações do espiritual negro «Sometimes I Feel Like a Motherless Child» clicar AQUI

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge      

                       


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publicado por António Vilarigues às 12:02
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