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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

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TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Só a luta garante direitos: PCP contacta estivadores nos portos

Sector Portuário do PCP_ft 2016-07-13

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Num comunicado dirigido aos estivadores, o PCP sublinha que a força para melhorar salários e condições de trabalho reside nos trabalhadores, na sua unidade e luta.

 

Desigualdades Sociais - Roménia

    Num dos países economicamente mais deprimidos da Europa, a acumulação de riqueza pessoal continua a aumentar de ano para ano. Este tipo de prosperidade avança a tal ritmo que a revista Capital, que chamou a si a tarefa de listar as 300 maiores fortunas do país, apenas incluiu patrimónios superiores a 12 milhões de dólares, contra os 10 milhões que bastavam em 2006 para figurar no clube dos mais afortunados.
No seu conjunto, estes 300 indivíduos detêm 33 mil milhões de dólares, ou seja, 27% do Produto Interno Bruto do país. Entre eles, 121 milionários que residem em Bucarest, centro político e económico da Roménia, concentram um total de 23 mil milhões de dólares.
À cabeça da lista destaca-se o magnata Dinu Patriciu, com actividades ligadas à exploração de petróleo, cuja fortuna é calculada em 3300 milhões de dólares. Recentemente, Patriciu vendeu parte da companhia petrolífera Rompetrol6 ao grupo Kazmunaigaz, do Kazaquistão, por um valor de 2700 milhões de euros.

  

Lá como cá...

           

Desigualdades Sociais - Alemanha

    Entre 2000 e 2006, os lucros das empresas e os rendimentos do capital na Alemanha registaram um aumento médio de 42%. Ao mesmo tempo, de acordo com um relatório do Ministério do Trabalho germânico, os salários apenas evoluíram 4,5%, ou seja, nem sequer acompanharam o ritmo da inflação.
No passado, dia 28 de Novembro, o poderoso construtor automóvel Porsche anunciou que as remunerações dos administradores do grupo aumentaram para mais do dobro em consequência dos resultados recorde da marca obtidos neste ano. Assim, os seis membros do concelho de administração vão embolsar 112,7 milhões de euros, contra «apenas» 45,2 milhões de euros que receberam em 2006.
O aprofundamento das desigualdades na sociedade alemã tem sido tão gritante nos últimos anos que o próprio presidente do país, Hörst Köhler, cristão-democrata e antigo director do Fundo Monetário Internacional, viu-se obrigado a vir a público, quinta-feira, 29, para apelar ao bom-senso dos empresários e ao seu sentido de responsabilidade.
Numa entrevista ao diário Handelsblatt, Köhler manifestou-se preocupado com a «crispação entre as empresas e a sociedade» e alertou os altos dirigentes que «devem compreender que a sua atitude tem consequências sobre a coesão social».
Neste sentido, o chefe de Estado exortou os conselhos de vigilância e os accionistas a se assegurarem de que «os gestores não percam o sentido de comedimento nas suas pretensões salariais».
Isto porque, segundo previne Köhler, há no seio da sociedade «um sentimento compreensível de que algo não está bem quando o rendimento de uns aumenta fortemente, enquanto o dos outros estagna».

Refira-se ainda que a Alemanha não dispõe de um salário mínimo nacional, sendo as tabelas salariais fixadas por negociação em cada sector.

   

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