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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Venezuela: o que a comunicação social dominante não vai informar

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Poucos projectos políticos no mundo (para não dizer nenhum) se sujeitaram em tão pouco tempo a um tão grande número de consultas populares como o processo bolivariano. Nenhum dos líderes das principais potências capitalistas foi tantas vezes escrutinado no campo eleitoral como o presidente Hugo Chávez e seus aliados.

Os factos mostram que nunca como antes ocorreram na Venezuela actos eleitorais que procuraram, permanentemente, legitimar nas urnas as opções seguidas:

  • 6 de dezembro de 1998 - Hugo Chávez vence as presidenciais.

  • 25 de Abril de 1999 – Venezuelanos aprovam a convocação de uma nova Assembleia Constituinte.

  • 15 de Dezembro de 1999 - É aprovada a nova Constituição Bolivariana.

  • 30 de Julho de 2000 - Hugo Chávez é reeleito para a presidência e os bolivarianos obtêm a maioria dos deputados no parlamento e importantes posições em regiões e municípios.

  • 3 de Dezembro de 2000 – Consulta popular sobre a renovação dos dirigentes sindicais nas estruturas representativas dos trabalhadores.

  • 15 de Agosto de 2004 – Hugo Chávez vence referendo revogatório do seu mandato, convocado por iniciativa da oposição que havia falhado em destituí-lo através de um golpe de Estado, em 2002, e através de uma paralisação patronal, em 2003.

  • 31 de Outubro 2004 – Bolivarianos vencem regionais em 20 estados.

  • 7 de Agosto de 2005 – Bolivarianos vencem autárquicas no país.

  • 4 de Dezembro de 2005 – Bolivarianos triunfam nas legislativas, às quais a oposição não compareceu.

  • 3 de Dezembro de 2006 – Hugo Chávez é reconduzido na presidência por larga maioria.

  • 2 de Dezembro de 2007 – Reformas constitucionais propostas pelos bolivarianos são rejeitadas nas urnas.

  • 23 de Novembro de 2008 – PSUV elege 18 governadores e vence 80 por cento dos municípios.

  • 15 de Fevereiro de 2009 – Venezuelanos aprovam em referendo o fim da limitação dos mandatos de representação popular, proposto pelos bolivarianos.

  • 26 de Fevereiro de 2010 – Aliança PSUV-PCV obtém maioria dos deputados no parlamento.

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Legitimidade democrática

Poucos projectos políticos no mundo (para não dizer nenhum) se sujeitaram em tão pouco tempo a um tão grande número de consultas populares como o processo bolivariano. Nenhum dos líderes das principais potências capitalistas foi tantas vezes escrutinado no campo eleitoral como o presidente Hugo Chávez e seus aliados.

Os factos mostram que nunca como antes ocorreram na Venezuela actos eleitorais que procuraram, permanentemente, legitimar nas urnas as opções seguidas :

  • 6 de dezembro de 1998 - Hugo Chávez vence as presidenciais.

  • 25 de Abril de 1999 – Venezuelanos aprovam a convocação de uma nova Assembleia Constituinte.

  • 15 de Dezembro de 1999 - É aprovada a nova Constituição Bolivariana.

  • 30 de Julho de 2000 - Hugo Chávez é reeleito para a presidência e os bolivarianos obtêm a maioria dos deputados no parlamento e importantes posições em regiões e municípios.

  • 3 de Dezembro de 2000 – Consulta popular sobre a renovação dos dirigentes sindicais nas estruturas representativas dos trabalhadores.

  • 15 de Agosto de 2004 – Hugo Chávez vence referendo revogatório do seu mandato, convocado por iniciativa da oposição que havia falhado em destituí-lo através de um golpe de Estado, em 2002, e através de uma paralisação patronal, em 2003.

  • 31 de Outubro 2004 – Bolivarianos vencem regionais em 20 estados.

  • 7 de Agosto de 2005 – Bolivarianos vencem autárquicas no país.

  • 4 de Dezembro de 2005 – Bolivarianos triunfam nas legislativas, às quais a oposição não compareceu.

  • 3 de Dezembro de 2006 – Hugo Chávez é reconduzido na presidência por larga maioria.

  • 2 de Dezembro de 2007 – Reformas constitucionais propostas pelos bolivarianos são rejeitadas nas urnas.

  • 23 de Novembro de 2008 – PSUV elege 18 governadores e vence 80 por cento dos municípios.

  • 15 de Fevereiro de 2009 – Venezuelanos aprovam em referendo o fim da limitação dos mandatos de representação popular, proposto pelos bolivarianos.

  • 26 de Fevereiro de 2010 – Aliança PSUV-PCV obtém maioria dos deputados no parlamento.
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Venezuela: Uma vitória da Revolução!

Em 2006, o candidato da oligarquia venezuelana, Manuel Rosales, obteve 4,3 milhões de votos. Com essa votação, teria ganho qualquer eleição presidencial realizada na Venezuela até à altura (para dar uma ideia, Caldera foi eleito presidente em 93 com 1,7 milhões votos, e Lusinchi (83), Andreas Perez (88) e Chavez (98 e 2001), foram-no com menos de 4 milhões de votos). E no entanto, Rosales sofreu a maior derrota de sempre, já que Chavez reuniu o voto de 7,3 milhões de venezuelanos, obtendo uma votação que superava mesmo o total de votantes em qualquer eleição anterior na Venezuela.

No passado domingo, realizaram-se eleições parlamentares na Venezuela. As forças que estão com a Revolução (a coligação PSUV/PCV) venceram porque reuniram o apoio de 5,25 milhões de venezuelanos. Para termos uma ideia, nas anteriores eleições parlamentares já no marco da Constituição Bolivariana, em 2000 e 2005, o então MVR de Chavez vencera-as, mas com um resultado próximo dos 2 milhões de votos. A própria Constituição, aprovada por mais de 80% dos votos expressos, reuniu algo como 3,3 milhões de votos favoráveis. E isto sem comparar com as paupérrimas participações no regime bipartidarista imposto até 1998, onde a AD (o PS lá do sítio) venceu as eleições parlamentares de 1995 com apenas 1,5 milhões de votos. Como em 2006, as forças da oligarquia obtiveram agora um número de votos suficiente para vencer por maioria absoluta qualquer eleição anteriormente realizada no país – mas foram derrotadas!

(sublinhados meus)

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