Domingo, 15 de Maio de 2016

O Atrevimento da Ignorância (VII)

capas_cm 2016-05-05

 

O ridículo não está AQUI.

Está no atrevimento da ignorância de quem redigiu as «notícias» (???) e de quem aprova a edição de uma primeira página com este cabeçalho.

Que se saiba a igreja católica apostólica romana nunca contestou a lei da gravitação universal descoberta por Isaac Newton.

De acordo com esta Lei a força da gravidade é diretamente proporcional às massas dos corpos em interação e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles. É a gravitação que mantém os planetas em órbita ao redor do Sol.

Donde se conclui que se as pessoas tivessem de facto visto o Sol a girar vertiginosamente com uma velocidade extrema o planeta Terra teria sido de imediato projectado no espaço cósmico e nenhum de nós estaria vivo.

 

É pressuposto qualquer estudante do ensino secundário saber isto! Mas pelos vistos não é bem assim...

É o «Correio da Manhã» que temos!!!

 

 

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publicado por António Vilarigues às 10:39
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Domingo, 28 de Dezembro de 2014

Aos meus amigos

Aos meus amigos

adaptado de um e-mail enviado pelo Cid

 

Um pouco de humor...

 

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publicado por António Vilarigues às 06:41
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Terça-feira, 22 de Julho de 2014

Cú de Judas

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Para todos os não crentes e que, apesar de todas as evidências em contrário, continuam a duvidar da sua existência a prova cartográfica aqui fica mais uma vez...

É em Portugal, Açores, Ilha de São Miguel, Serra da Tronqueira!

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publicado por António Vilarigues às 18:47
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Sexta-feira, 18 de Outubro de 2013

O que eu aprendo (de vez em quando...)

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Graças a uma série televisiva, «Os Tudor», já tinha aprendido que uma princesa desta dinastia inglesa se tinha casado com o nosso rei D. Manuel I, que andava sempre descalço e que tinha morrido assassinado pela dita cuja.

Esta quarta-feira à noite levei com uma lição de geografia que me deixou à beira das lágrimas de tanto rir.

Em «Apanha-me se puderes», da FOX,  Cabo Verde é apresentado como um arquipélago africano com uma ilha chamada Santa Maria (???), onde um mafioso americano tem todas as autoridades subornadas e por isso serve de refúgio a criminosos de todo o mundo (sem tratado de extradição).

Mas mais. A população é toda branca, assim a atirar para o morenaço, com traços ameríndios e falam castelhano. Negros nem vê-los...

Além disso a autoridade máxima é um sheriff (sic).

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Só visto. Contado ninguém acredita. Valeu pelo desopilanço...

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publicado por António Vilarigues às 11:52
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Sábado, 25 de Maio de 2013

Citações

    Estou em crer que, mais dia menos dia, alguém tomará a iniciativa de organizar e publicar uma selecção de «pensamentos de Cavaco Silva», à semelhança do que, em tempos, foi feito em relação a esse outro insigne pensador que foi Américo Tomás. E há que dizer que, quem o fizer, tem pano para mangas e êxito de vendas assegurado, tal a quantidade, a profundidade, a hilaridade dos «avisos», «alertas», citações», «pensamentos», produzidos pelo actual Presidente da República – sempre irradiando uma inteligência fulgurante, uma acutilância cirúrgica, uma cultura avassaladora.

E uma coisa, pelo menos, é certa: sempre que Cavaco Silva verte pensamento em público põe o País a gargalhar.

Recordo que, aqui há uns anos, num 10 de Junho – «Dia da Raça», por decisão de Salazar e por opção do actual Presidente da República – um jornalista perguntou ao então primeiro-ministro, se sabia quantos Cantos tinha Os Lusíadas. Cavaco, no seu estilo muito ao jeito de Alípio Abranhos, confessou: «Não me recordo, como a maioria dos portugueses estudei a obra no Ensino Secundário» – mas logo acrescentou, lampeiro: «Agora vou a Os Lusíadas quando preciso de encontrar alguma citação, ou quando a minha mulher me faz algum desafio».

De então para cá, foi um fartote de pensamentos e citações, amiúde entremeadas de luzidas confissões culturais: Li, uma vez, um livro: A Utopia, de Thomas Mann…

Há dias, a conselho da esposa, Maria, citou Nossa Senhora de Fátima e fez da referida Senhora uma propagandista das malfeitorias do pacto das troikas – e, no dia seguinte, presumo que novamente inspirado pela consorte, chamou à liça S. Jorge, por tradição portador de boas notícias, citando-o a abençoar as práticas de austeridade do Governo ao serviço da troika ocupante.

É claro que destas invocações e citações não vem mal de maior ao País: o Presidente cita e a malta ri, ou sorri, ou cora…

O mesmo não direi da mais solene de todas as suas citações: aquela em que ele, de mão no peito, diz: «Juro, pela minha honra, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa». E depois faz o que faz.

In jornal «Avante!», edição de 23 de Maio de 2013

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Gostava de ter escrito isto...

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publicado por António Vilarigues às 08:58
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2012

«O nosso país não é corrupto» (Cândida Almeida). Pois não!

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Cândida Almeida, directora do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal) vincou que Portugal «não é um pais corrupto».

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Pois não! Dizer que Portugal é um país corrupto é o mesmo que dizer que Portugal tem calos nos pés!

Depois, mistura três coisas distintas:

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«Digo olhos nos olhos: O nosso país não é corrupto, os nossos políticos não são corruptos, os nossos dirigentes não são corruptos», disse este sábado à noite a procuradora-geral adjunta, na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide.

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Da primeirao nosso país não é corrupto») já falámos.

Quanto à segundaos nossos políticos não são corruptos»), podemos adiantar-lhe o seguinte: vá a senhora directora à Festa do «Avante!», no próximo fim-de-semana e poderá fartar-se de ver gente honesta e politicos que não são corruptos. Agora, quanto aos outros, já não pomos as mãos no fogo…

No que diz respeito à terceiraos nossos dirigentes não são corruptos») não é essa bem a opinião que corre, mas se a senhora directora o diz…

Resta-nos dar uma imensa gargalhada ir ver uns vídeos já antigos:

Senhora directora, dê também uma olhada n’O Padrinho só para perceber como as coisas se passam…

 Já agora, leia também:

Não é por nada, mas num texto fica sempre bem uma fotografia (mesmo que nada tenha a ver com o assunto):

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:05
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Coiso e tal

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Gostava de ter escrito ISTO:

O desemprego é o coiso. Os desempregados andam a coisar. É natural que se sintam fodidos. Os desempregados coisam nos Centros de Emprego. Não admira que os Centros de Emprego tenham má fama. Claro que passar o tempo a coisar também cansa. E, por isso, muitos desempregados acabam por deixar de procurar emprego. Já não coisam. São os inactivos. Outros, todavia, insistem. São os desempregados Viagra. O coiso deles é de longa duração. Quando os desempregados arranjam emprego, deixam de coisar. Fala-se nesse caso de coiso interruptus. O coiso interruptus pode ser provocado por políticas activas de emprego. Trata-se de métodos contracoisivos pouco eficazes. As coisas são o que são. E, mais tarde ou mais cedo, os desempregados voltam a coisar. Normalmente, os políticos não têm coisos de grande dimensão. O coiso dos políticos, quando ocorre, é um coisinho. Há logo um conhecimento ou uma influência que se move para os políticos deixarem de coisar. Apesar disso, os políticos gostam de falar do coiso. É o coisilingus. Alguns políticos pensam que podem influenciar a dimensão do coiso. Ou a penetração do coiso em determinados estratos populacionais ou regiões. Entusiasmados, os políticos vão mexendo no coiso. Tiram disso grande satisfação pessoal. Mas não provocam qualquer benefício a terceiros. Chama-se masturbação. Historicamente, as populações com menos instrução coisavam mais. Agora, os mais instruídos também coisam muito. E os jovens cada vez coisam mais. Em rigor, o coiso devia escrever-se com maiúscula para abranger ambos os géneros. Ou então dizer-se que os homens têm coiso e as mulheres têm coisa. O coiso e a coisa são diferentes. Em regra, a coisa é mais prolongada e pode repetir-se em períodos mais curtos de tempo. Periodicamente, são publicados os números do coiso. Sempre que o coiso aumenta (aqui deveria ter, naturalmente, utilizado maiúscula), gera-se grande agitação. Toda a gente quer ver o tamanho do coiso. E comentar o seu crescimento, embora ninguém tenha solução. No fundo, os comentadores nem coisam nem saem de cima. Em determinada altura, a análise sociológica reflectiu sobre o emprego. Marx teorizou sobre a coisificação do trabalho. Só no século XXI foi dado um salto qualitativo. Álvaro Santos Pereira coisificou o desemprego. Passos Coelho desenvolveu a utopia da oportunidade. Tal como o próprio Marx previra, a história repetiu-se. Como farsa.

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publicado por António Vilarigues às 12:09
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Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Azar do Rei: a prótese era Republicana!

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Estava o Rei reunido com um grande democrata (estava a receber um cheque...) e, pensando que a prótese era uma espécie de "criada" do Palácio que lhe devia obediência, faz um movimento que não devia e zás! Numa atitude escandalosamente republicana a prótese saiu do lugar.

Coitado! O que sofre um monarca!

«Fuentes de la Casa del Rey consultadas por Efe precisaron que el jefe del Estado sufrió la luxación a consecuencia de un mal movimiento después de una reunión en el Palacio de la Zarzuela con el ministro emiratí de Asuntos Exteriores, jeque Abdullah bin Zayed al Nahyan.»

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Ler, neste blogue, sobre este rapaz:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 14:14
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

Portugal vai regressar aos mercados internacionais em Setembro de 2013 (???...)

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Em Portugal, cerca das 09:20, os juros da dívida soberana portuguesa a dois anos desciam para os 9,810 por cento (dos 9,967 por cento de quinta-feira), enquanto a cinco anos aliviavam para os 13,486 por cento (dos 13,553 por cento).

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Recorde-se que Portugal pagou a 16 de Março de 2011 (1 mês antes do «empréstimo» da tróika estrangeira!) uma taxa de 4,33%. E que Teixeira dos Santos afirmou em Outubro de 2010 que 7 por cento era um limiar incomportável para o País.

Escreveu esta semana Pedro Passos Coelho: «Portugal vai provar que os cépticos estão enganados».

Está-se mesmo a ver...

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publicado por António Vilarigues às 16:22
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Sexta-feira, 16 de Março de 2012

Marca Salazar

Bartoon, jornal «Público» - Edição de 15 de Março de 2012

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