TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
Penalva do Castelo: A Nossa luta obtém uma primeira Vitória!

Penalva-médicos-de-familia1

 

Mais de duas mil assinaturas recolhidas em defesa das nossas reivindicações sobre o Centro de Saúde.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, entregou no passado dia 7 de Novembro o abaixo-assinado em Viseu.

Nesse dia, em reunião com a Comissão de Utentes, o Director Executivo do ACES Dão Lafões, Dr. Luís Botelho foi-nos transmitido o seguinte:

  • O Centro de Saúde de Penalva do Castelo tem direito a um quadro de 5 clínicos;
  • Desde 30 de Outubro foi colocado um médico com horário partilhado (28h/semana em Penalva do Castelo e 12h/semana em São Pedro do Sul), que permanecerá até 31 de Dezembro;
  • Dentro de 7 a 10 dias será colocada uma nova médica permanente;
  • Em Janeiro de 2018 será colocado um clínico permanente, completando-se assim o quadro médico do Centro de Saúde.

Significa isto que, fruto da nossa luta expressa no abaixo-assinado obtivemos uma primeira vitória. Estaremos atentos ao cumprimento integral dos compromissos assumidos. E dispostos à luta se os mesmos forem esquecidos.

Provou-se mais uma vez que: «Quem luta pode ganhar ou perder, mas quem não luta perde sempre».

VALE A PENA LUTAR!

Penalva do Castelo, 8 de Novembro de 2017

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

 

Nota: Durante o dia de ontem a Comissão de Utentes recebeu do director executivo do Aces Dão Lafões a seguinte informação:

«Adianto que, em resultado de recentes desenvolvimentos do concurso de mobilidade “geográfica”, a vaga a que me referi como vindo a ser ocupada em janeiro/2018 será ocupada ainda durante o ano em curso.»

 


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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
Centro de Saúde - Dirigentes do ACES Dão Lafões, não honram compromisso

Penalva-médicos-de-familia1

 

Nos últimos 10 anos, dirigentes e responsáveis do ACeS Dão Lafões assumiram repetidamente dois compromissos. Quer perante a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde, quer perante deputados do PCP, quer perante a população de Penalva do Castelo.

  1. Nenhum médico seria autorizado a sair, a menos que estivesse garantida a sua substituição;
  2. Estaria fora de causa alterar os horários das urgências.

Infelizmente NENHUM destes compromissos foi cumprido.

Assim:

  1. Continuamos a ter utentes sem médico de família.
  2. O horário de atendimento foi reduzido.
  3. O Serviço de Atendimento Complementar foi extinto.

Com a saída de 2 médicos nos últimos 2 meses e com as férias de um terceiro, a partir da próxima semana, na prática, haverá apenas 2 médicos - quando deveriam ser cinco - a assegurar todo o serviço!

Hoje já há receitas de medicamentos para doenças crónicas por passar.

Esta situação é absolutamente insustentável, inadmissível e desrespeitadora do direito à saúde!

Os dirigentes do ACeS Dão Lafões e da Administração Regional de Saúde do Centro tiveram conhecimento prévio, com pelo menos 60 dias de antecedência, dos pedidos de saída dos dois clínicos.

Os utentes do Centro de Saúde, esses, foram apanhados de surpresa. A população de Penalva do Castelo merece mais respeito.

O que é que a Câmara está a fazer? Sabendo da situação, não se conhece nenhuma posição pública. E como quem cala, consente, ficamos ainda mais preocupados.

Estas políticas põem em causa o espirito e o objectivo central do Serviço Nacional de Saúde: prestar cuidados de saúde de proximidade, com qualidade e eficiência a todos os utentes.

É urgente e imperioso que os responsáveis pela manutenção deste estado de coisas assumam as suas responsabilidades. E sejam penalizados pelos seus actos.

A saúde dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo não pode andar ao sabor de erros de burocráticos e de gestão.

De imediato será lançado um abaixo-assinado com as nossas exigências. 

Basta de políticas que só querem poupar dinheiro!

Queremos ser tratados como cidadãos de primeira!

Há que repor desde já o normal funcionamento do Centro de Saúde!

 

Penalva do Castelo, 11 de Outubro de 2017

Comissão Concelhia de Penalva do Castelo do Partido Comunista Português

AQUI

 

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publicado por António Vilarigues às 16:12
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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013
Miguel Tiago em Penalva do Castelo

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publicado por António Vilarigues às 09:22
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
O Governo e os dirigentes da ARS Centro não têm vergonha na cara?
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A Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde de Penalva do Castelo teve conhecimento em Novembro, pela comunicação social, que a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro ia celebrar novo contrato com o médico Ivan Colesnic para que se mantivesse como médico de família no Centro de Saúde de Penalva do Castelo.

Seria uma boa notícia a demonstrar que a luta neste caso dos penalvenses valeu e vale a pena e dá frutos para manter os direitos sociais e pela melhoria das nossas condições de vida.

Mas, ao mesmo tempo, estranhámos e repudiámos publicamente a afirmação dos dirigentes da ARS Centro de que «O clínico ficaria ausente temporariamente até que a celebração do novo contrato fosse autorizada pelo ministério [da Saúde]». A ARS, bem como o ACES Dão Lafões III, sabiam perfeitamente que o contrato terminava a 31 de Dezembro de 2012. Mas nada fizeram para ultrapassar este espaço de tempo sem médico.

Entrámos no mês de Abril e passaram mais de 3 meses e a situação não se alterou! E perguntamos, qual seria a situação se o médico em causa tivesse ficado em casa em vez de se apresentar todos os dias ao trabalho? Seriam mais de 1.500 doentes sem consulta!!! E teríamos apenas 3 (três) clínicos para mais de 8 mil utentes. Quem pagou estes meses de trabalho? A Câmara Municipal? Mas não é da sua responsabilidade e está assim a fazer o frete ao Governo e ao Ministério da Saúde.

Sobre isto a ARS Centro nada diz. A mesma ARS que em Novembro foi veloz em tentar desvalorizar e descredibilizar a reclamação e a luta da população deste concelho em defesa do normal funcionamento do seu Centro de Saúde. Por outro lado a direcção do ACES nada sabe. Mas consta, no entanto, que o contrato está para assinar desde Janeiro no Ministério das… Finanças (!!!).

Isto tudo vindo do mesmo governo e do mesmo ministro que arranjaram em menos de 24 horas 1.500.000.000€ para acudir a um banco (Banif) que valia em bolsa 500.000.000€, mas que está há mais de três meses para rubricar um contrato com um médico. Dois pesos e duas medidas: tudo para os ricos, nada para os do costume, os pobres e desfavorecidos deste país.

A saúde dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo não pode andar ao sabor de erros de burocráticos e de gestão. É um erro os utentes estarem sem médico de família. Por isso reafirmamos que a situação só voltará à normalidade quando voltarmos a ter o mesmo número de médicos e de enfermeiros.

 Penalva do Castelo, 04 de Abril de 2013

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Penalva do Castelo

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publicado por António Vilarigues às 08:40
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
A incrível resposta da Administração Regional de Saúde do Centro
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Ao ouvir a resposta da ARS Centro nem queria acreditar: «O clínico deverá ficar ausente temporariamente até que a celebração do novo contrato seja autorizada pelo ministério [da Saúde]».

Mas estamos a falar de quê? De papéis ou de pessoas de carne e osso, com os seus problemas de saúde? E os utentes, enquanto esperam, que se lixem!!! É essa a lógica da ARS? E as consultas já marcadas? E...

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publicado por António Vilarigues às 08:55
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
Até a Saúde nos estão a roubar! Não vamos Permitir!

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Já não bastava o aumento brutal das taxas moderadoras.

Já não bastava a diminuição do apoio ao transporte de doentes.

Já não bastava a falta de médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, no nosso Centro de Saúde.

Já não bastava o aumento do tempo de espera para cirurgias e consultas de especialidade.

Agora o Ministério da Saúde pretende retirar-nos mais um médico, o doutor Ivan Colesnic. Médico esse que presta serviço no Centro de Saúde desde 2005, há 7 anos. O pretexto é a não renovação do contrato de avença. Sem qualquer justificação.

Em 7 anos Penalva do Castelo passou de 7 para 4 médicos. Pelos vistos ainda não estão satisfeitos! Agora pretendem reduzir para 3!!!

Num contexto que vem provar, se necessário fosse, como a desculpa da «falta de médicos» (e enfermeiros) é uma rematada aldrabice.

Quantos penalvenses vão morrer fruto destas políticas criminosas que se traduzem na falta de assistência médica e na diminuição da esperança de vida?

A população de Penalva do Castelo não aguenta mais!

Vamos defender o Serviço Nacional de Saúde, única forma de garantir o acesso de todos os portugueses aos cuidados de saúde.

Vamos manifestar junto da Direcção do ACES Dão Lafões III, junto da ARS Centro, junto do Ministério da Saúde, por todas as formas, a nossa firme oposição à saída de mais um médico do Centro de Saúde.

Penalva do Castelo, 20 de Novembro de 2012

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Penalva do Castelo

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publicado por António Vilarigues às 10:40
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2012
A saúde é um direito – Não é um negócio!

A saúde é um direito – Não é um negócio!

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publicado por António Vilarigues às 18:05
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2012
Penalva do Castelo: Até a saúde nos estão a roubar, não vamos permitir!

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Pelo segundo fim-de-semana seguido e pelo terceiro dia, os utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo depararam-se com as portas encerradas. O pretexto invocado é o da falta de médicos.

Não houve qualquer aviso prévio, nem do ACES Dão Lafões III, nem da Administração Regional de Saúde do Centro. População e autarcas foram apanhados de surpresa.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, manifesta o seu mais veemente protesto e frontal oposição estes encerramentos.

Esta situação é absolutamente inadmissível e criminosa!

As únicas alternativas para os utentes são os Centros de Saúde do Sátão e de Mangualde, ou as urgências do Hospital de Viseu. Percursos entre 15 a 30 Km distantes do centro da vila e sem transportes públicos.

As verdadeiras causas deste encerramento, que vai continuar, são as políticas economicistas deste Governo. Políticas de Saúde que desprezam os cidadãos. Para os bancos há dinheiro, mas para os portugueses não.

É urgente e imperioso que os responsáveis pela manutenção deste estado de coisas assumam as suas responsabilidades. E sejam penalizados pelos seus actos.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, está certa e segura que a população do concelho saberá dar a resposta necessária.

Desde já comparecendo na Concentração a realizar no próximo dia 14 de Abril, em Coimbra, pelas 15h00m, na Rotunda dos Hospitais da Universidade.

Penalva do Castelo, 6 de Abril de 2012

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

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publicado por António Vilarigues às 12:40
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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
Importante VITÓRIA!

Mais de duas mil assinaturas recolhidas em pouco mais de 15 dias em defesa das nossas reivindicações sobre o Centro de Saúde.

Abaixo-assinado entregue em mão a 18 de Março na maior manifestação realizada em Penalva do Castelo depois do 25 de Abril.

Plenário da população onde foi aprovada por unanimidade e aclamação uma moção reafirmando as nossas reivindicações:

  • Aumento do número de médicos;
  • Reabertura do Serviço de Atendimento Permanente;
  • Melhoria dos procedimentos.

Deslocação desta Comissão, acompanhada de outros utentes, a Coimbra à Administração Regional de Saúde do Centro.

Aí foi-nos transmitido o seguinte:

  • Os quatro clínicos assumem o atendimento dos doentes que não têm médico de família, e passam a acompanhá-los como se pertencessem ao seu próprio ficheiro de utentes;
  • Os procedimentos, nomeadamente marcação de consultas e passagem de receitas serão melhorados.

Significa isto que, fruto da nossa luta expressa no abaixo-assinado, na manifestação, no plenário e na concentração em Coimbra, obtivemos uma importante vitória. Estaremos atentos ao cumprimento integral dos compromissos assumidos. E dispostos à luta se os mesmos forem esquecidos.

Provou-se mais uma vez que: «Quem luta pode ganhar ou perder, mas quem não luta perde sempre».

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VALEU A PENA LUTAR!

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Penalva do Castelo, 29 de Agosto de 2011

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

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publicado por António Vilarigues às 12:06
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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
A informática como instrumento de manipulação

    Como os leitores mais atentos já devem ter reparado (artigo da edição de 31 de Maio "Não há erros informáticos") o info-analfabetismo de alguns dos nossos decisores fascina-me. O mais recente episódio gira em torno da polémica entre o Tribunal de Contas e o Ministério da Saúde sobre os médicos de família.

O coordenador da Unidade de Missão de Cuidados de Saúde Primários (UMCSP), Luís Pisco, afirmou peremptoriamente que «ninguém sabe certamente quantos utentes estão sem médico de família». Ao que parece, segundo ele, não existe um registo nacional de utentes, mas sim 350 bases de dados (tantas quantos os Centros de Saúde). Também não há uma lista nacional de profissionais de saúde. 

Menos de 24 horas depois, o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Manuel Pizarro, falava NUMA «base de dados de utentes que não permite com absoluto rigor conhecer qual é o número de utentes». E defendeu que o Tribunal de Contas tinha a obrigação de ter reparado que a soma do número de utentes era superior à própria população portuguesa. Refira-se que o número de utentes – 11,3 milhões de utentes – foi fornecido por organismos do Ministério da Saúde.

Sublinhe-se que o cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi criado em 29 de Julho de 1995 pelo decreto-lei nº 198/95. Aí se atribuiu às cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) existentes a responsabilidade pelas bases de dados. Mais tarde foi decidido centralizar numa única base de dados os dados do cartão de utente, processo acelerado com a criação do cartão do cidadão.

Existe uma estrutura no ministério da Saúde que deveria assegurar toda esta operacionalização: O IGIF – Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde – entretanto substituído pela ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde.

Em Março de 2008 podia-se ler no sítio na Internet da ARS de Lisboa e Vale do Tejo que a limpeza de ficheiros dos Centros de Saúde apontava para um total de entre 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos. Destes 1,3 a 1,4 milhões de residentes no continente não tinham cartão de utente. Calculava-se que 600 mil pessoas, não tinham médico assistente nos Centros de Saúde.

Estes são os factos (ou os dados, para utilizar linguagem de informático). Agora as questões e responda quem souber.

Como é possível, a ser verdade, que no 30º aniversário do SNS ninguém saiba quantos utentes estão sem médico de família? Como se faz a planificação (“não se pode gerir o que não se pode quantificar”)? Na base de quê andaram durante 30 anos a dizer que havia médicos a mais e que havia que restringir o acesso às faculdades de medicina? O que fez (faz) o coordenador da UMCSP, Luís Pisco, para inverter esta situação? 

Em que ficamos: quantas bases de dados do cartão de utente existem? Uma? Cinco (tantas quantas as ARS)? Trezentas e cinquenta (tantas quantos os Centros de Saúde)? Como se processa a integração dos dados do cartão de utente no cartão do cidadão se, pelos vistos, existem utentes com mais que um cartão? Como foi possível, em menos de 17 meses, passar de 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos para 11,3 milhões (mais 2,5 milhões!!!)? 

Desta vez os decisores não falaram em «erros informáticos». Já é um avanço! Mas a informática foi utilizada, mais uma vez, como instrumento de manipulação da realidade. As contradições, neste caso, são tantas que quase podemos dizer que não estamos perante simples afirmações de info-analfabetos. O grau de probabilidade de alguém nos estar a mentir é muito elevado… 

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                                                          

In jornal "Público" - Edição de 7 de Agosto de 2009

                                                                                           


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publicado por António Vilarigues às 00:02
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