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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Últimas novidades do Congresso Internacional Marx em Maio

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O Congresso Internacional Marx em Maio, perspectivas para o séc.XXIorganizado pelo Grupo de Estudos Marxistas, terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos próximos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2012. Congresso multidisciplinar, incluindo participantes das áreas da filosofia, da história e da economia, mas também das ciências naturais, das artes plásticas, da política e do mundo sindical, o seu fio condutor será a actualidade e fertilidade do pensamento marxista enquanto instrumento fundamental de análise crítica. Num contexto de crise generalizada, pautada pela desconsideração do papel da racionalidade, da teoria e da cultura como elementos fundamentais de transformação, individual e colectiva, o Congresso Marx em Maio procurará contribuir para o aprofundamento de problemáticas centrais dos nossos dias e para o estímulo de um pensamento científico guiado por uma racionalidade crítica e dialéctica.

PARA MAIS INFORMAÇÕES: grupodeestudosmarxistas@gmail.com

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Congresso Internacional Marx em Maio

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O Congresso Internacional Marx em Maio, perspectivas para o séc.XXIorganizado pelo Grupo de Estudos Marxistas, terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos próximos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2012. Congresso multidisciplinar, incluindo participantes das áreas da filosofia, da história e da economia, mas também das ciências naturais, das artes plásticas, da política e do mundo sindical, o seu fio condutor será a actualidade e fertilidade do pensamento marxista enquanto instrumento fundamental de análise crítica. Num contexto de crise generalizada, pautada pela desconsideração do papel da racionalidade, da teoria e da cultura como elementos fundamentais de transformação, individual e colectiva, o Congresso Marx em Maio procurará contribuir para o aprofundamento de problemáticas centrais dos nossos dias e para o estímulo de um pensamento científico guiado por uma racionalidade crítica e dialéctica.

PARA MAIS INFORMAÇÕES: grupodeestudosmarxistas@gmail.com

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Artigo 38.º: Preconceito e desinformação

«O Estado assegura a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social

perante o poder político e o poder económico.»

in Constituição da República Portuguesa.

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A semana passada ficou marcada pela apresentação do dirigente do PCP Francisco Lopes como candidato à Presidência da República. No próprio dia da apresentação como nos seguintes, muito se falou da candidatura comunista, em várias notícias, reportagens, entrevistas e comentários.

Mas, à semelhança do que aconteceu noutros momentos da história do Partido, a generalidade dos comentadores, analistas e politólogos que por aí andam logo trataram de desvalorizar a candidatura comunista, recorrendo aos preconceitos e caricaturas de sempre: da origem social do candidato à sua pretensa ortodoxia, passando pela sensibilizadora preocupação com um (desejável, para eles) mau resultado obtido por Francisco Lopes nas próximas eleições presidenciais. Da declaração de candidatura, dos seus objectivos e propostas, muito pouco se disse.

Nada de novo, portanto. E nada que surpreenda: estes propagandistas da política de direita não conseguem ver para além do esquema imposto pela ideologia dominante e esta determina que se silencie, deturpe e caricature os comunistas e as suas propostas de ruptura e de mudança. Os interesses dos seus patrões assim o exigem.

Este seu labor anticomunista, se bem que intenso e esforçado, não teve o resultado que desejavam, pois a candidatura do PCP, apesar de ser ainda uma novidade, está já a conquistar o seu espaço entre aqueles que são prejudicados pela política que o Governo – em conluio com o PSD e com o Presidente da República – tem vindo a prosseguir.

O mesmo sucedeu com a apresentação, na segunda-feira, da campanha do PCP Portugal a produzir. Salvo algumas excepções, a generalidade dos órgãos de comunicação social ignorou por completo esta iniciativa do Partido (alguns dos quais, diga-se, estiveram presentes na conferência de imprensa e não trataram o assunto). Não sendo raro este silenciamento, é ainda mais sentido quando em causa estão questões que abalam frontalmente os fundamentos da política de direita: é assim com a defesa da produção nacional; foi assim quando o assunto foi a banca, os seus privilégios e a defesa da sua nacionalização…

A poucos dias da abertura da Festa do Avante! e quando tanto se fala de reentrées lá começam a surgir notícias sobre aquela que é a maior iniciativa político-cultural que se realiza em Portugal. Mas uma análise mais fina dessas notícias revela algo que seria inacreditável se não fosse normal: não se fica a saber quase nada do seu conteúdo, dos espectáculos de música, dança ou teatro; das exposições de artes plásticas; dos debates políticos; das modalidades desportivas; da gastronomia.

Só se refere – o que tendo um significado profundo não é suficiente – que a Festa é construída de forma voluntária e abnegada por milhares de militantes e simpatizantes do Partido. Fica é a parecer que a constroem como um fim em si.

E não é por falta de matéria ou de insistência do PCP, que produziu nas últimas semanas várias notas e conferências de imprensa sobre aspectos concretos da programação da Festa do Avante!. Mas uma vez mais, quando as portas da Atalaia abriram, serão muitos e muitos milhares os que, apesar de todo este denso manto de silêncio, ali estarão para usufruir dos três dias da Festa.

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In Jornal «Avante!» - Edição de 2 de Setembro de 2010

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Nicolás Guillén / Paco Ibañez: Guitarra en duelo mayor (Soldadito Boliviano)

GUITARRA EN DUELO MAYOR

I

Soldadito de Bolivia,
soldadito boliviano,
armado vas con tu rifle,
que es un rifle americano,
soldadito de Bolivia,
que es un rifle americano.

II

Te lo dio el señor Barrientos,
soldadito boliviano,
regalo de mister Johnson,
para matar a tu hermano,
para matar a tu hermano,
soldadito de Bolivia,
para matar a tu hermano.

III

¿No sabes quien es el muerto,
soldadito boliviano?
El muerto es el Che Guevarra,
y era argentino y cubano,
soldadito de Bolivia,
y era argentino y cubano.

IV

El fue tu mejor amigo,
soldadito boliviano,
el fue tu amigo de a pobre
del Oriente al altiplano,
del Oriente al altiplano,
soldadito de Bolivia,
del Oriente al altiplano.

V

Esta mi guitarra entera,
soldadito boliviano,
de luto, pero no llora,
aunque llorar es humano,
aunque llorar es humano,
soldadito de Bolivia,
aunque llorar es humano.

VI

No llora porque la hora,
soldadito boliviano,
no es de lagrima y pañuelo,
sino de machete en mano,
sino de machete en mano,
soldadito de Bolivia,
sino de machete en mano.

VII

Con el cobre que te paga,
soldadito boliviano,
que te vendes, que te compra,
es lo que piensa el tirano,
es lo que piensa el tirano,
soldadito de Bolivia,
es lo que piensa el tirano.

VIII

Despierta, que ya es de día,
soldadito boliviano,
esta en pie ya todo mundo,
porque el sol salió temprano,
porque el sol salió temprano,
soldadito de Bolivia,
porque el sol salió temprano.

IX

Coge el camino derecho,
soldadito boliviano;
no es siempre camino fácil,
no es fácil siempre ni llano,
no es fácil siempre ni llano,
soldadito de Bolivia,
no es fácil siempre ni llano.

X

Pero aprenderás seguro,
soldadito boliviano,
que a un hermano no se mata,
que no se mata a un hermano,
que no se mata a un hermano,
soldadito de Bolivia,
que no se mata a un hermano.

In Poemas de Nicolás Guillén 

Nicolas Guillen / Paco Ibañez

Para ver e ouvir Paco Ibañez a cantar «Guitarra en duelo mayor (Soldadito Boliviano)» de Nicolas Guillen:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

Nicolás Guillén / Emilio Grenet: Tú no sabe inglé

TÚ NO SABE INGLÉ


guajira, son cubano

 

Con tanto inglé que tú sabía,

Vito Manué,

con tanto inglé no sabe ahora

decir ye;

La americana te busca,

y tú la tienes que huir.

 

Con tanto inglé que tú sabía,

Vito Manué,

con tanto inglé no sabe ahora

decir ye;

La americana te busca,

y tú la tienes que huir.

 

La americana te busca,

y tú la tienes que huir.

Tu inglé era detrai guan,

detrai guan y guan tu tri.

 

Tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé.

Tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé.

 

No te enamore más nunca,

Vito Manué, si no sabe inglé

 

Si no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé,

tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé.

Nicolas Guillen / Emilio Grenet

Para ver e ouvir várias interpretações da «Tú no sabe inglé» de Nicolas Guillen:

  • "Vito Manué". Poema de Nicolás Guillén, Cantado por Ignacio Villa (Bola de Nieve)

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Nicolás Guillén / Amaury Pérez: Soneto

Soneto


Cerca de ti, ¿por qué tan lejos verte?
¿Por qué noche decir, si es mediodía?
Si arde mi piel, ¿por qué la tuya es fría?
si digo vida yo, ¿por qué tú muerte?
 
Ay, ¿por qué este tenerte sin tenerte?
Este llanto ¿por qué, no la alegría?
¿Por qué de mi camino te desvía
quién me vence tal vez sin ser más fuerte?
 
Silencio. Nadie a mi dolor responde.
Tus labios callan y tu voz se esconde.
¿A quien decir lo que mi pecho siente?
 
A ti, François Villón, poeta triste,
lejana sombra que también supiste
lo que es morir de sed junto a la fuente.

Nicolás Guillén / Amaury Pérez

Para ouvir Amaury PérezAna Belén a interpretar «Soneto» de Nicolas Guillen clicar AQUI e AQUI

Para Ver:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Nicolás Guillén / Quilapayún: La muralla

LA MURALLA


Para hacer esta muralla,
tráiganme todas las manos:
Los negros, su manos negras,
los blancos, sus blancas manos.
Ay,
una muralla que vaya
desde la playa hasta el monte,
desde el monte hasta la playa, bien,
allá sobre el horizonte.

—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—Una rosa y un clavel...
—¡Abre la muralla!
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—El sable del coronel...
—¡Cierra la muralla!
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—La paloma y el laurel...
—¡Abre la muralla!
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—El alacrán y el ciempiés...
—¡Cierra la muralla!

Al corazón del amigo,
abre la muralla;
al veneno y al puñal,
cierra la muralla;
al mirto y la yerbabuena,
abre la muralla;
al diente de la serpiente,
cierra la muralla;
al ruiseñor en la flor,
abre la muralla...

Alcemos una muralla
juntando todas las manos;
los negros, sus manos negras,
los blancos, sus blancas manos.
Una muralla que vaya
desde la playa hasta el monte,
desde el monte hasta la playa, bien,
allá sobre el horizonte...
 

Nicolas Guillen / Quilapayun

Para ver e ouvir várias interpretações da «La muralla» de Nicolas Guillen:

  • "La muralla". Poema de Nicolás Guillén, Cantado por Ana Belén

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

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