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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quem usou expressões como «paz», «escapando às guerras», «garras do comunismo ateu», «Cristo-Rei», «jacobinismo maçónico»?

     Não, não foi Bento XVI.

 

O que Joseph Ratzinger disse, numa carta a lembrar as razões para a construção do monumento do Cristo-Rei, foi:

«Pela paz e pela prosperidade em que se encontrava a sua nação, face ao avanço da doutrina comunista no mundo, da predominância da guerra civil na vizinha Espanha, [...] contra o ateísmo».

As expressões do título foram pronunciadas por Alberto Carlos de Figueiredo Franco Falcão na 2ª sessão legislativa da VII Legislatura (1957-1961) da Assembleia Nacional, no início de Julho de 1959.

Podem ser lidas no Diário das Sessões nº 131, página 1165.

«Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas é o primeiro mandamento da lei de Deus, o qual vive, ardente de fé, na alma do povo português, que, sob o signo luminoso da cruz de Cristo, conquistou as glórias do passado e tem sabido no presente construir a doce paz em que vivemos, escapando às guerras, às paixões dos homens e às garras do comunismo ateu. A invocação do nome de Deus na nossa Constituição não pode deste modo forçar as consciências, pois obedece a imperativos de seculares tradições constitucionais e constitui ainda motivo de reafirmação das nossas crenças religiosas no momento elevado em que Fátima e Cristo-Rei anunciam ao Mundo que reencontrámos a luz esplendorosa de que nos tínhamos afastado por culpa dos erros dos homens, da irreligiosidade do Poder e do jacobinismo maçónico. Com efeito, logo a nossa primeira lei constitucional de 1822 abria sob a invocação da Santíssima Trindade e fixava em quatro os elementos da Nação, território, religião, governo e dinastia. Com a Constituição de 1911 rasgou-se toda a nossa tradição cristã, vítima das alucinantes fúrias demagógicas, onde o respeito por Deus e pela sua doutrina se transformou em repugnante assalto aos templos, em desordenada perseguição aos sacerdotes e violento ataque a todos aqueles que desejavam viver cristãmente no seu seio e coração».

Já uns dias antes tinnha sido afirmado nessa mesma  Assembleia Nacional, Diário das Sessões nº 114, página 0843:

«E quando nos lembramos de que nessa atitude colectiva de amor e de paz se simbolizam as grandes virtudes do povo português, bem expressas nas admiráveis cerimónias em honra de Cristo-Rei, mais se desenha em todas as almas bem formadas o contraste com certas máscaras de ódio de conhecida populaça revolucionária e dos seus responsáveis instigadores- entes que, vivendo dentro ou fora dos nossos muros, realizam há muito, segundo normas e métodos dissolventes adequados, um profundo trabalho de dissolução social.
Têm-se imiscuído esses perniciosos agentes das forças internacionais comunistas e maçónicas
(...)»

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Ódio de conhecida populaça revolucionária e dos seus responsáveis instigadores

    Vitalino Canas sobre o incidente com Vital Moreira:

«(...) o resultado do “ódio” instigado pelos comunistas e pela Intersindical ao longo desta legislatura.»

Na 2ª sessão legislativa da VII Legislatura (1957-1961) da Assembleia Nacional:

«(...) ódio de conhecida populaça revolucionária e dos seus responsáveis instigadores (...)»

                                                                                                      

Ele há coincidências fantásticas, não há?

                                                                                                      

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

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