TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Domingo, 14 de Agosto de 2016
O futuro de Israel é aterrador

Duma 2015-08-01

Se em 14 de Maio de 1948, aquando da criação unilateral do Estado de Israel, havia já uma forte identidade palestina, forjada por séculos de história, hoje os quase 70 anos após a partilha colectiva do sofrimento imposto por Israel a todos os palestinos, civis ou militantes de movimentos de libertação armados, homens ou mulheres, adultos ou crianças, tornam o povo palestino invencível aos olhos do mundo.

Há povos que surpreendentemente se tornam invencíveis nas circunstâncias mais difíceis.

É o caso do povo palestino.

A Sociedade israelense está permanentemente a desviar-se para a direita, pelo que todo o paradigma político do país está em constante redefinição. Israel, agora «governado pelo Governo de direita mais extrema da sua história», passou em poucos anos de uma apreciação informada a um cliché sem nexo.

De facto, ultrapassou essa fronteira exatamente em maio de 2015 quando o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, já ele da mais extrema da direita, com uma maioria de pessoas politicamente afins, fanáticos religiosos e ultranacionalistas. Ao trazer para o seu redil o ultranacionalista Avigdor Lieberman, Netanyahu repete a sua arquiconhecida fórmula.

Desde 25 de maio que Lieberman se tornou ministro da Defesa de Israel. Tendo em conta a política ruidosa e violenta de Lieberman – como ficou demonstrado nos seus dois mandatos como ministro das Relações Exteriores (2009-2012 e depois 2013-2015) – agora como ministro da Defesa de Israel do «Governo de direita mais extrema da história» alberga todo o tipo de aterradoras perspetivas.

 

palestina_ilustracao

«De Hollande a Obama, de Clinton a May, de Merkel a Renzi, a frente do combate «contra o terrorismo» é inexpugnável. No meio deles, Benjamin Netanyahu funciona como uma referência dessa grande confraria democrática e pacifista. Ele não hesita em usar a guerra e o terrorismo contra «o terrorismo», nem que tenha de arrasar a vida de crianças, sustentar bandos de criminosos, «islâmicos» ou não, ou fazer gato-sapato do direito internacional e dos mais elementares direitos humanos.

Quando os principais dirigentes mundiais dizem que estão «em guerra contra o terrorismo» ou são favoráveis à existência de dois Estados na Palestina, mentem com quantos dentes têm na boca. E são cúmplices, disso não haja qualquer dúvida, com o terrorismo de Estado tal como é praticado por Israel.»

 

Crianças Palestina Julho 2014

«O general Herzi Halevy, chefe dos serviços de espionagem militar do Estado de Israel, declarou recentemente, numa conferência em Herzlia, que “não queremos a derrota do Daesh (ou Isis, ou Estado Islâmico) na Síria”. Os seus “actuais insucessos colocam Israel numa posição difícil”, lamentou, de acordo com uma transcrição publicada no jornal Maariv, conotado com a direita política sionista.

A última coisa de que o general Halevy pode ser acusado é de usar uma linguagem hermética, hipócrita, ao contrário de tantos dirigentes políticos mundiais, de Hollande a Obama, de Mogherini a Hillary Clinton, do secretário-geral da NATO aos autocratas da União Europeia. Ele é directo, fala com clareza, respeitando, aliás, a prática do seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que se deixa fotografar em hospitais israelitas visitando terroristas da Frente al-Nusra (al-Qaida) feridos durante a agressão à Síria soberana.»

 

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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
Gaza: entrevista com o comunista israelita Dov Khenin

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Para o deputado comunista do Parlamento israelita, membro do movimento Hadash: «Não se trata apenas de um problema entre o Hamas, Israel e a atual escalada, a verdadeira questão continua a ser a da ocupação, o facto de os Palestinianos não terem o direito à autodeterminação, com a criação do seu próprio Estado independente».

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Qual é o objetivo do governo israelita?

Dov Khenin. É uma questão em aberto! Mesmo o situacionismo israelita compreende que é impossível destruir o regime do Hamas em Gaza com uma operação militar. Daí, a questão sobre a verdadeira razão do ataque em curso. Mesmo se o objetivo real era o de conseguir uma espécie de calma no sul de Israel, é necessário recordar que houve operações similares no passado. Há quatro anos, a operação “Chumbo fundido” destinava-se a resolver a questão. Na realidade, ela levou muitos sofrimentos a Gaza – 1.400 pessoas foram mortas e centenas de casas destruídas. E, no final, nada mudou verdadeiramente. O problema da segurança permanece. É preciso, de uma vez por todas, compreender que a via militar não resolverá o problema da segurança dos cidadãos israelitas.

O que pensa dos países que, como a França, pretendem que os palestinianos e israelitas partilhem a responsabilidade do que se passa?

Dov Khenin. É preciso considerar de forma mais ampla a questão palestiniana. Não se trata apenas de um problema entre o Hamas, Israel e a atual escalada. É um problema mais importante e mais amplo. A questão principal não é a de saber quem atira sobre Gaza ou sobre o sul de Israel. A verdadeira questão continua a ser a da ocupação, o facto de os Palestinianos não terem o direito à autodeterminação, com a criação do seu próprio Estado independente. Uma tal situação, como é evidente, não permita avançar no sentido de chegar a um acordo de paz e de pôr fim à escalada militar. Eis aqui a questão central. Infelizmente, a União Europeia não toma uma posição firme sobre a questão da paz.

Existe o perigo de que uma tal operação, por sua vez, enfraqueça Mahmoud Abbas na véspera da sua nova intervenção na ONU para reclamar o estatuto de Estado observador?

Dov Khenin. Antes do início da operação sobre Gaza, o governo tinha desenvolvido a ideia de se desembaraçar de Mahmoud Abbas e da Autoridade Palestiniana. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Avigdor Lieberman, disse-o abertamente. Esta nova guerra é talvez desenvolvida para lançar Abbas num determinado campo político dos combates que se desenrolam na arena israelo-palestiniana.

O partido Comunista e o movimento Hadash organizam manifestações contra a guerra em Gaza. Como são recebidos?

Dov Khenin. Não é fácil! Realizamos a nossa primeira manifestação mesmo na tarde do desencadeamento da operação. Atualmente, lutamos contra uma corrente nacionalista que se desenvolve em Israel. É importante que vozes diferentes se façam ouvir, alternativas que, com o tempo, recebam cada vez mais apoio da parte de diferentes setores da opinião pública israelita.

Entrevista realizada por Pierre Barbancey, L'Humanité

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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012
Idade Média

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A nova guerra de Israel contra Gaza foi – como em 2009 – um massacre de civis. Por muito que a comunicação social fale dos «rockets sobre Israel», um tenebroso balanço não deixa margem para dúvidas sobre quem são as reais vítimas. De 163 mortos, 156 são palestinos. Destes, 104 eram civis, incluindo 33 crianças e 3 jornalistas (Comité Palestino para os Direitos Humanos). O número de feridos palestinos ultrapassou o milhar. O sangue derramado soube a pouco em Israel. O ministro do Interior Eli Yishai declarou durante os bombardeamentos que «o objectivo da operação é fazer Gaza regressar à Idade Média» (notícias em directo do Haaretz e BBC, 17.11.12). O Ministro dos Transportes pediu para «Gaza ser bombardeada tão intensamente que a população tenha de fugir para o Egipto» e um deputado do Knesset afirmou aos soldados: «Não há inocentes em Gaza. Não deixem que um qualquer diplomata que queira fazer boa figura no mundo ponha em perigo as vossas vidas: ceifem-nos!» (RT, 20.11.12). O filho do ex-primeiro-ministro Ariel Sharon (um criminoso de guerra responsável entre outros pelo massacre de muitas centenas de palestinos nos campos de Sabra e Chatila em 1982) escreveu num editorial no Jerusalem Post (18.11.12): «Os residentes de Gaza não são inocentes, elegeram o Hamas. […] Temos de arrasar bairros inteiros de Gaza. Reduzir toda Gaza a escombros. Os americanos não pararam em Hiroshima – os japoneses não se rendiam o suficientemente depressa e por isso atacaram Nagasáqui também». É difícil imaginar que tantas barbaridades criminosas fossem ditas noutro qualquer país sem alarido. Mas Israel goza de um estatuto de impunidade ímpar. Pode comportar-se como se vivesse na Idade Média e continuar a ser tratado como um país normal.

Longe das manchetes e dos telejornais, até se confessam algumas verdades. O New York Times (NYT, 14.11.12) escreve: «Desde então [2009] o Hamas respeitou um cessar-fogo informal, embora frágil, e por vezes procurou também obrigar grupos militantes mais pequenos a respeitá-lo. Mas nos meses mais recentes, sob pressão de parte da população de Gaza [que se queixava] de não haver resposta a mortíferos ataques aéreos israelitas, o Hamas tinha reivindicado a participação nalguns lançamentos de rockets». Vale a pena recordar as palavras do general israelita Moshe Dayan (NYT, 11.5.97) relatando antecedentes da ocupação por Israel, em 1967, dos Montes Golã sírios (ainda hoje ocupados): «Sei como começaram pelo menos 80% dos conflitos na zona. Na minha opinião mais de 80%, mas digamos 80%. Nós enviávamos um tractor para arar um terreno […] na zona desmilitarizada [da fronteira] e já sabíamos que os sírios iriam disparar. Se não disparassem, dizíamos ao tractor para avançar mais, até que os sírios se irritavam e disparavam. Aí utilizávamos a artilharia e depois também a aviação. Era assim». Palavra de general israelita...

A verdade incontornável é que hoje mesmo – 29 de Novembro – passam 65 anos que a ONU decretou a criação de dois estados em território palestino: um judaico e outro árabe. O primeiro foi logo criado, através duma limpeza étnica para usar o título dum livro sobre a Nakba de 1948 do historiador israelita no exílio Ilan Pappe. O segundo, passadas seis décadas e meia, continua a ser objecto de vagas promessas, resoluções da ONU nunca cumpridas, acordos sucessivamente violados – e mais limpezas étnicas. Até mesmo o pedido de reconhecimento da Palestina como Estado não-membro (sic) da ONU (o estatuto do Vaticano) – que hoje vai a votos na Assembleia Geral merece a recusa de Israel e do seu patrão norte-americano. Os dirigentes das potências imperialistas e da comunicação social ao seu serviço não se cansam de repetir que Israel tem «direito à segurança» e a «defender-se». Mas os palestinos parece que não. Apenas lhes reservam o «direito» de morrer em silêncio. Novos ataques contra Gaza se seguirão. E não só. O NYT (22.11.12) titula: «Para Israel, o conflito de Gaza é um teste para um confronto com o Irão». E a julgar pelos tambores de guerra anunciando uma escalada da NATO nas fronteiras da Síria, não é só Israel que quer trazer de volta a Idade Média.

(sublinhados meus)

In jornal «Avante!», edição de 29 de Novembro de 2012

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
Fim ao massacre em Gaza!

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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2012
Está em curso uma operação militar israelita de agressão na Palestina

«A escalada de violência no Médio Oriente é o resultado da actuação das principais potências imperialistas, nomeadamente os EUA e países da União Europeia, como a França que, em aliança com a Arábia Saudita, o Qatar e outras monarquias ditatoriais do mundo árabe e usando o sionismo de Israel como ponta de lança, visa assegurar por via da guerra e da submissão de países soberanos o domínio imperialista sobre os abundantes recursos naturais e energéticos da região

«Quase três anos passados sobre o início da criminosa incursão militar israelita contra a população palestiniana da Faixa de Gaza (17 de Dezembro de 2009), Israel desencadeia mais uma criminosa acção militar, de proporções e objectivos ainda não completamente conhecidos, com efeitos devastadores para o povo palestiniano e com perdas de vidas humanas entre a população civil, incluindo crianças.

Esta acção criminosa é mais uma a juntar às inúmeras provocações e acções contra o povo palestiniano, levadas a cabo pelo governo de Israel com apoio dos USA e de países europeus comprometidos com o militarismo sionista (...)»

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012
Solidariedade com a Palestina

Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente (MPPM)

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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011
Do protesto social para a mudança política

Este comunicado do CC do PC Israel analisa o protesto de massas que se tem verificado em Israel: não se trata de “mais um protesto”, mas de um movimento muito amplo em que convergem as camadas mais pobres da sociedade israelense, profundamente desigual e injusta. E o protesto, na apreciação do PCI, vai mais fundo: é anti-capitalista.

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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
As maiores acções de massas de sempre em Israel

300 mil em todo o país

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«Mais de um quarto de milhão de pessoas protestou em Telavive, e pelo menos outras 50 mil fizeram o mesmo em diversas cidades do país contra os exorbitantes preços das habitações, os privilégios dos colonos nos territórios ocupados da Palestina, a degradação da educação e das condições de vida das camadas laboriosas em geral, entre outras reivindicações.

As manifestações de sábado à noite foram as maiores movimentações de massas de sempre em Israel, tendo surgido na sequência das iniciativas desencadeadas, há cerca de um mês, pelos jovens com baixos salários, precários ou desempregados.»

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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
Israel é um Estado criado pela violência em nome de uma religião

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Em Setembro o povo palestiniano vai tentar que a Assembleia Geral das Nações Unidas acolha o Estado Soberano e Independente da Palestina como membro de pleno direito da ONU. Depois de longas dezenas de anos de cumplicidade das potências da NATO com a ocupação militar israelita, o povo palestiniano vai procurar dar um passo importante para a concretização das suas mais profundas aspirações de paz, liberdade e respeito pelos seus legítimos direitos nacionais. A estratégia sionista até agora conduzida por Telavive e o imperialismo superou em desumanidade não só tudo o que já se conhecia do regime fascista do apartheid, mas introduziu terríveis elementos de opressão inaceitáveis num mundo que se pretende civilizado, promovendo numerosas tentativas para dividir e acicatardivergências entre os dirigentes e movimentos palestinianos; enxameando a Palestina de colonatos ilegais; extorquindo as melhores terras aráveis, fontes e reservatórios de água; demolindo e abatendo sistematicamente casas e plantações árabes e deportando comunidades inteiras.

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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
Israel prepara mais ocupações

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Face ao amplo reconhecimento internacional do Estado Palestiniano por parte de mais de uma centena de países, e a votação do mesmo assunto agendada para Setembro na Assembleia Geral das Nações Unidas, Israel ameaça tomar medidas unilaterais.

O objectivo é impedir que mais um passo seja dado, ainda que formal, no reconhecimento do direito dos palestinianos à constituição de um Estado soberano, baseado nos territórios sob seu controle até 1967.

Segundo o diário israelita Haaretz, numa ofensiva diplomática empreendida nos últimos dias, o governo de Telavive já terá mesmo informado os 15 membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e diversos estados membros da UE da sua posição, sublinhando, cinicamente, que tal enterraria de vez o processo de paz israelo-palestiniano.

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Sábado, 5 de Fevereiro de 2011
Israel e a queda de Mubarak

Netanyahou - Moubarak, Desenho de Large

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- Ainda nos arriscamos a ficar isolados com a queda de Mubarak...

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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011
Braço de ferro: o povo egípcio contra Mubarak e os seus chefes

Iron Arm: Egyptian people versus Mubarak and his masters, Desenho de Carlos Latuff

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Sábado, 29 de Janeiro de 2011
Miséria moral e ética

A «comissão de inquérito» (comissão Turkel) nomeada pelo governo de Israel para analisar o ataque pirata – desencadeado em Maio passado por esse mesmo governo de Israel – contra a flotilha de solidariedade com o povo de Gaza fez entrega do seu relatório. As conclusões são as esperadas. Repetem o que a contra-informação sionista e os grandes média internacionais repetiram desde o início: legitimam a agressão, fazem de vítima o agressor e de agressores os militantes humanitários embarcados na flotilha.

Esta «comissão» constitui uma farsa desde o início. Tendo o governo sionista recusado uma comissão internacional de inquérito, e para fingir que não se tratava de uma operação de branqueamento meramente interna, integrou duas individualidades exteriores: David Trimble, da Irlanda do Norte, e Ken Watkin, do Canadá. Não se podendo dizer que agiram como simples cúmplices nesta operação, não pode ignorar-se que se prestaram a um papel vergonhoso. Aceitaram integrar a comissão sem direito a voto em relação às conclusões finais.

Conclui o relatório que as tropas de elite sionistas agiram em legítima defesa e no quadro da legalidade internacional. Entre as 300 páginas do relatório não devem constar os resultados das autópsias: todas as nove vítimas mortais foram atingidas por balas de 9 mm na parte superior do corpo. Várias foram atingidas com 4, 5 e até seis tiros. Algumas foram mortas com tiros na cabeça disparados à queima-roupa ou a curta distância. Tratou-se de um assassínio em massa, deliberado e executado com precisão profissional.

Este relatório é bem revelador da miséria moral e ética a que chegou o poder sionista. Quando o terrorismo, o racismo e a violência fascista se tornam políticas de Estado, todos os valores humanos, democráticos e éticos são arrasados.

Tiveram pouca sorte os criminosos nazi-fascistas em serem julgados pelo Tribunal de Nuremberga. Tivessem eles sido julgados por uma comissão de inquérito como esta e não apenas teria sido aceite o argumento invocado por tantos desses criminosos de que «apenas cumpriam ordens». Provavelmente teria também sido concluído que agiam em legítima defesa e no respeito pela lei.

In jornal «Avante!» - Edição de 27 de Janeiro de 2011

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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010
A refeição da «paz»...

"Der Semit", Desenho no novo sítio de Carlos Latuff

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Obama serve a pomba da paz, Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, arrota de empanturrado e Mahmoud Abbas, presidente da autoridade palestiniana, pergunta: «posso? dá-me licença?»

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Para Ler:

Rebelión:


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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010
Quem disse que Israel tem alguns dias para atacar o Irão?

Quem disse frases equivalentes à do título pode tê-lo feito com várias motivações. Mas disse-as, não podemos ignorar. Visam gerar um ambiente propício à guerrra.

O homem é um velho conhecido nosso. Foi o mesmo que afirmou  «Eu quero que só um governo possua armas nucleares [os EUA]»...

Para Ler, Ver e Ouvir:

 

Desenho de Martirena, publicado em diario siglo xxi, 16 de Agosto de 2010

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 20 de Julho de 2010
Expulsão dos palestinianos dos seus territórios: Israel continua «limpeza étnica»

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(...)

Neste contexto, falar em política de «limpeza étnica» não é exagerado. Somente nos territórios palestinianos ocupados por Israel desde 1967 – na Faixa de Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Leste – já foram demolidas cerca de 25 mil habitações.

As colónias judias ocupam actualmente 42 por cento do total da terra da Cisjordânia, diz um estudo realizado pela organização de direitos humanos israelita Bet’selem. 21 por cento dos colonatos estão em terras que o próprio Estado de Israel reconhece como terrenos privados palestinianos.

Nos colonatos, a população cresce sem parar. Sem contar com Jerusalém Oriental, o número de judeus residentes em territórios antes ocupados por palestinianos são já mais de 300 mil. Se os projectos de construção de cerca de 40 mil novos fogos habitacionais forem por diante, em breve a população de origem judia na Cisjordânia superará o meio milhão, empurrando os palestinianos para os bantustões que Israel quiser manter.

(...)

(sublinhados meus)

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Domingo, 20 de Junho de 2010
Ataque à Flotilha da Liberdade: O que é que Israel Tenta Esconder

A leitura do questionário de Uri Avnery, israelense e activista da organização israelense Grupo da Paz, ajuda a compreender muito do que se passou durante aquele acto criminoso. Ao longo das 81 perguntas a que qualquer comissão de inquérito independente deve responder, muitas delas, seguramente, baseadas nas imagens filmadas pelas câmaras instaladas no barco e transmitidas em directo para uma estação de TV que já as divulgou, fica evidente a qualificação do assalto ao Rachel Corrie como um acto de terrorismo de Estado, mas também que esta política israelense é coordenada com os EUA.

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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Armas «de brincar» mas que MATAM...

Israeli paintball that KILLS - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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A embaixatriz de Israel em Moscovo disse que os soldados israelitas que atiraram sobre a Frota da Liberdade não tinham a intenção de usar armas e levavam espingardas de "paintball" quando abordaram os barcos!

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À esquerda: voluntários turcos atingidos por "paintballs" israelitas...

Ao centro: criança palestiniana que apedrejava atingida por "paintball" israelita...

À direita: Gaza e Líbano atingidos por "paintballs" israelitas...

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010
O Terrorismo de Estado no divã do psiquiatra

, Rebelión de 12 de Junho  de 2010

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- Foi horrível, doutor! A coberto da noite arrastaram-nos para águas internacionais. Mediante enganos obrigaram-nos a abordá-los e com os seus corações crueis de terroristas e as suas duras cabeças de fanáticos atacaram sem piedade as nossas indefesas balas!

- Coitadinhos!

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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010
Se a Arca de Noé fosse hoje...

Martin Rowson sobre a ataque à frota de Gaza - Desenho de Martin Rowson

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As estórias da Bíblia contadas de novo...

- Ela [a pomba da paz] estava claramente com a intenção de bicar civis inocentes!

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010
Israel recusa levantar o bloqueio a Gaza

Israel recusa levantar o bloqueio a Gaza! - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 8 de Junho de 2010
Os EUA e Israel: Obama, o ataque à Frota da Liberdade e a tradição genuinamente americana

, Rebelión de 6 deJunho  de 2010

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Sr. Presidente: dois barcos da Frota da Liberdade estão registados nos Estados Unidos, pelo que são oficialmente território norteamericano, segundo o direito marítimo, e o seu governo tem a obrigação de intervir se são atacados ou confiscados ilegalmente por Israel. Não pensa actuar nesta situação?

Obama: Se nada fizemos quando Israel atacou o USS Liberty em 1967, assassinando 34 cidadãos americanos e ferindo outros 171, não é agora que vamos romper com esta tradição genuinamente americana!

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 6 de Junho de 2010
Tubarões! (Israel impede chegada de navio irlandês à Faixa de Gaza)

Israel threatens Rachel Corrie - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010
Piratas!...

Netanyahu, o Pirata sedento de sangue! - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Para Ler:

Paco Arnau, Rebelión de 4 de Junho  de 2010

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Amer Shomali, Zan Studio - Ramallah, Rebelión de 3 de Junho  de 2010

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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010
Terrorismo israelita contra internacionalismo humanitário

Para Ler:

As armas da "Frota da liberdade" (Ekrem Çetin e seu filho)

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Terça-feira, 1 de Junho de 2010
Não lhes perdoeis, senhor, que eles sabem o que fazem!

Nuclear Israel - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Andam chefes de estado, e primeiros-ministros, e ministros dos negócios estrangeiros, e diplomatas, a agir como fariseus.

E donos de impérios da comunicação social, directores de televisões, rádios jornais e revistas, chefes de redacção e editores, a comportarem-se como Pilatos.

Todos eles sabem,  mas escondem-nos, que em 1947 (não, não é gralha, é mesmo 1947), na sequência da 2ª Guerra, a ONU aprovou a criação, no território da Palestina, de dois Estados: um árabe e outro judeu.

Sabem, mas não nos dizem, que as leis básicas do Estado de Israel (não há uma Constituição escrita) proclamam o seu carácter teocrático, ou seja, que Israel existe porque Deus assim o quis e quer.

Sabem, mas escondem-nos, que há várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU obrigando Israel a retirar dos territórios ocupados na sequência da Guerra de 1967. Israel não desocupa.

Sabem, mas escondem-nos, que há igualmente várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU proibindo expressamente a Israel a construção de colonatos nesses mesmos territórios. Israel constrói.

Sabem e não actuam. Sabem e não denunciam. Neste planeta há um Estado, Israel, onde sucessivos governos se têm dado ao luxo de tripudiar sobre as resoluções da ONU perante a quase total e completa passividade e impunidade da chamada comunidade internacional. Que outro País se pode gabar do mesmo?

Onde estão os paladinos da liberdade e democracia? Denunciaram a situação? Aplicaram sanções? Bombardearam Israel? Desembarcaram as suas tropas?

NÂO!

Pactuam com sucessivos governos que, ao arrepio do Direito Internacional, rotineiramente bombardeiam e ocupam um país vizinho, o Líbano.

Convivem placidamente com quem se arvora ao mesmo tempo em advogado de acusação, juiz e carrasco, liquidando fisicamente, sem ao menos apresentar provas e levar a julgamento, quem diz serem os culpados dos atentados.

Não reagem quando, a um só tempo, se aniquilam as infra estruturas policiais da Autoridade Palestiniana e se lhes exige que persigam os autores dos atentados.

Assistem plácida e silenciosamente à utilização desproporcional de forças na repressão de manifestações (que outro país as reprimiria com helicanhões e tanques?).

Calam que Israel tem um dos melhores exércitos do mundo e que a Autoridade Palestiniana não só não tem exército, nem força aérea, como já pouco ou nada lhe resta de forças policiais.

Aceitam de bom grado chefes de governo que afirmam alto e bom som que primeiro há que matá-los (os palestinianos) para só depois negociar. Governos onde participam partidos, com vários ministérios, que pura e simplesmente negam TODOS os direitos aos palestinianos.

Neste contexto chegam a ser patéticos alguns apelos feitos aos palestinos. Alguém está a imaginar um presidente de uma nação a dizer algo de parecido com «cidadãos do meu país, por favor não se suicidem com bombas, não o façam!»? Cidadãos esses que acreditaram na Paz e que hoje não têm nada, nem mesmo o mais elementar: água, gaz, electricidade, comida, alojamento, emprego.

Contudo a esperança existe. É redentor saber, que, nesta situação, parte significativa da população de Israel considera que a única solução para a crise é a criação de um Estado Palestiniano. É redentor ver que, à direita, ao centro e à esquerda há quem, em todo o Mundo, exprima a sua indignação.

Felizmente que há quem, dentro e fora de Israel, desmascare os Vendilhões do Templo e esteja disposto a correr com eles.

Adaptação de um artigo meu editado no jornal «Público» na Páscoa de 2002

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Condenação do acto de terrorismo de Estado de Israel

BASTARDS! Gaza aid ship attacked - Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Sexta-feira, 26 de Março de 2010
Conflito Israel Palestina: são os colonatos, estúpido

«São necessárias acções cruéis e poderosas. Se conhecermos a família devemos golpeá-la sem piedade, mulheres e filhos incluídos. De outro modo, a reacção será insuficiente. Não é necessário distinguir entre culpados e inocentes» David Ben Gurion, fundador do Estado de Israel, sobre a questão árabe

 O actual primeiro-ministro de Israel, Benjamin "Bibi" Netanyahu, parece ter estudado bem a lição...

A descoberta de uma Cisjordânia transformada em «arquipélago» por quarenta e dois anos de colonização e de «processos de paz».

O Estado de Israel nasceu, de facto, a partir de uma limpeza étnica. Em 1948, centenas de milhar de pessoas foram expulsas à força das suas casas e das suas terras na Palestina durante uma das mais tenebrosas operações terroristas da história humana. Os campos de concentração onde tantos judeus foram massacrados tinham sido encerrados apenas três anos antes. Centenas de vilas e aldeias da Palestina desapareceram do mapa e nos seus territórios surgiram povoações agora habitadas por judeus chegados de todo o mundo para um novo país chamado Israel. O massacre de Deir Iassin, aldeia nos arredores de Jerusalém, ficou como um símbolo dessa vaga de terror, tal como o de Sabra e Chatila em 1982, o de Jenin mais recentemente, e agora o de Gaza.

Uma nova grande vaga de refugiados foi obrigada a partir da Palestina em 1967 na sequência da chamada Guerra dos Seis Dias, através da qual Israel ocupou Jerusalém Oriental, a Cisjordânia e Gaza. O povo palestiniano ficou então distribuído pelo interior de Israel (onde os que ali permanecem são cidadãos de segunda), pelos territórios ocupados ou bloqueados (como é o caso de Gaza) e pelos numerosos campos de refugiados distribuídos pelo mundo árabe.

Em alguns desses campos situados no Líbano, na Jordânia ou nos territórios ocupados a história regista terríveis massacres cometidos por militares israelitas ou aliados seus em situações de completa impunidade perante civis indefesos, a maioria dos quais crianças ou mulheres.

Apesar de existirem períodos de grandes vagas de refugiados, a fuga de palestinianos da Palestina foi permanente durante as últimas seis décadas. Circunstâncias várias e convergentes provocaram e provocam essa emigração forçada: a confiscação constante de terras árabes por motivos administrativos, quase sempre arbitrários; a proibição imposta a famílias árabes de construírem ou reconstruírem as suas habitações; a permanente implantação de colonatos nos territórios ocupados, violando as Convenções de Genebra e outras normas internacionais elementares, além de imporem a anexação gradual de terras como facto consumado; a criação de dificuldades à vida quotidiana dos palestinianos, desde a multiplicação de postos militares de controlo à construção de estradas proibidas a palestinianos e que, na prática, isolam as suas comunidades umas das outras.

A par do bloqueio a Gaza, a construção do chamado muro de separação na Cisjordânia é um dos mais recentes artifícios para inviabilizar o Estado palestiniano. Através dessa vergonhosa e humilhante barreira física, que reforça o isolamento dos palestinianos entre si e que as autoridades israelitas apresentam como traçado da futura fronteira, o Estado de Israel está a consumar a anexação de 40 por cento da Cisjordânia, uma percentagem que é muito mais elevada quando se lhe soma a área ocupada pelos colonatos.

(sublinhados meus)

 

Ler Texto Integral

 

 

«Dois Estados para dois povos»???
Entretanto, a 10 de Março, começou o julgamento de Mohammad Barakeh, membro da Comissão Política do Comité Central do Partido Comunista de Israel, Presidente do Hadash (Frente Democrática para a Paz e a Igualdade), deputado do Knesset (Parlamento), acusado de «agressão a um polícia»...

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Israel quer a guerra

A decisão de construir mais colonatos ilegais em Jerusalém Leste pelo actual governo israelita de Benjamin Netanyahu, prosseguindo assim a orientação dos governos anteriores, confirma a disposição de Telavive de intensificar a política de opressão do povo palestiniano, de desprezo pelo direito internacional e de provocação aos povos do Médio Oriente. Sentindo-se apoiado pelo imperialismo, apesar de algumas declarações de circunstância, o regime israelita está a criar uma situação cada vez mais perigosa para a paz mundial marcada por uma doutrina de Estado profundamente racista e terrorista. A colonização e limpeza étnica dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados, o estrangulamento da faixa de Gaza e o massacre da população árabe na chamada operação «chumbo fundido» situam-se na continuidade dos massacres de Sabra e Schatila, de Jenin e de outras atrocidades cometidas pelos governos e as tropas israelitas.

(sublinhados meus)


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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
Apelo de Solidariedade

    Nós, os Partidos Comunistas e Operários de todas as regiões do mundo condenamos veementemente os contínuos e assassinos bombardeamentos da força aérea israelita na Faixa de Gaza que já provocaram a morte mais de 300 palestinianos. Estes brutais ataques e outros crimes perpetrados pelo exército israelita, visam alcançar o que não foi conseguido através da imposição do muro sionista, do cerco e do bloqueio: quebrar a resistência do povo palestiniano. 

A política de genocídio praticada pelo governo israelita, sancionada e apoiada pelas forças imperialistas nos EUA, pela maioria dos governos dos países da União Europeia e aceitada por alguns governos reaccionários árabes, é uma nova provocação contra os povos e contra o movimento de solidariedade em todo o mundo. 

Apelamos aos trabalhadores, às mulheres, à juventude e outros sectores, a todas as forças da paz e anti-imperialistas que se mobilizem contra a criminosa política e ataques de Israel exigindo o seu fim imediato e o estabelecimento de sanções contra Israel. Apelamos ao desenvolvimento imediato de acções de solidariedade e de apoio humanitário ao povo palestiniano. 

Os nossos Partidos expressam a sua firme solidariedade com a resistência contra as agressões, com as forças progressistas, anti-imperialistas e comunistas da Palestina e de Israel e com todos aqueles que prosseguem a luta pelo estabelecimento do Estado da Palestina independente com as fronteiras de 1967 e com Jerusalém Leste como sua Capital. 

Liberdade e independência para a Palestina!
                             
O Grupo de Trabalho do Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários

                      

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                   


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publicado por António Vilarigues às 13:42
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