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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Hospitais privados reencaminham para o SNS doentes com cancro que ficam sem dinheiro

Hospital_São Teotónio_Viseu

O número de doentes que os hospitais privados enviam para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a aumentar e a criar problemas de funcionamento aos hospitais públicos.

 

«Os hospitais privados deixam de tratar doentes com cancro que ficam sem dinheiro ou sem plafond no seguro, reencaminhando-os para o Serviço Nacional de Saúde.
(...)
O reencaminhamento de doentes que ficam sem dinheiro não é de agora e representa, juntamente com os plafonds dos seguros e os contratos individuais (que podem ser rescindidos pelas companhias ao fim de um ano), mais um de vários aspectos do negócio da saúde privada.»

 

Um crime...

 

A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (38)

 
Portugal tem a energia mais cara da UE
  • A electricidade e o gás para uso doméstico em Portugal são os mais caros da União Europeia, segundo um estudo do Eurostat divulgado dia 27, que compara os preços usando as unidades de paridade de poder de compra padrão (PPC).

  • Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, em Portugal, a electricidade custava, na segunda metade do ano passado, 29,3 PPC e o gás 12,6 PPC por 100 kWh (quilowatt hora).

  • A seguir a Portugal, os preços mais elevados da electricidade verificam-se na Alemanha (28,3 PPC), em Espanha e na Roménia (26,5 PPC cada). A Finlândia (12,3 PPC), a Suécia (14,6 PPC), o Luxemburgo (14,7 PPC) e a França (15,2 PPC) apresentam os preços mais baixos.
  • No gás, depois de Portugal, segue-se a Espanha (10,4 PPC), Grécia e Suécia (9,2 cada PPC), República Checa (9,1 PPC) e Itália (9 PPC). Os preços mais baixos são praticados no Luxemburgo (4 PPC por 100 kWh), Reino Unido (5,1 PPC), Bélgica (5,6 PPC) e Dinamarca (5,7 PPC).

 

Crise aumentou mortes por cancro

A crise económica está associada ao aumento de 260 mil mortes por cancro nos países da Organização para a Cooperação Económica e o Desenvolvimento (OCDE), conclui um estudo publicado, dia 25, na revista científica britânica The Lancet.

Segundo os seus autores, 160 mil mortes por cancro na União Europeia estão relacionadas com o aumento do desemprego e a redução da despesa pública no sector da Saúde.

A investigação, realizada por cientistas das universidades de Harvard, nos EUA, e Oxford, Imperial College London e King’s College London, no Reino Unido, salienta que a cobertura universal de saúde é a única forma de garantir igualdade no tratamento dos pacientes. Por isso restrições no financiamento têm de ser compensadas com o aumento da eficiência, já que os cortes cegos custam vidas.

 

Publicado neste blog:

 

Maçãs Bravo Esmolfe ajudam na prevenção do cancro

Texto de Eduardo Alves
    Compreender os benefícios para o organismo humano através da ingestão de fibras de maças de variedades regionais foi o principal objectivo do “Projecto 930”. Uma pesquisa realizada entre várias instituições vem agora comprovar que a ingestão de maçãs ajuda na prevenção do cancro.

Coma maçãs da Beira, pela sua saúde”. Este poderá muito bem ser um dos próximos slogans publicitários adoptados pelos comerciantes de fruta, sobretudo os da Beira Interior.

Segundo os investigadores da Escola Superior de Saúde Egas Moniz, “as maçãs da variedade Bravo Esmolfe, a mais produzida na Beira Interior, têm propriedades fitoquímicas que ajudam o organismo humano a prevenir diversos cancros”. Esta é a mais importante conclusão retirada do denominado “Projecto 930”.

Um estudo foi realizado pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz (ISCSEM), Pela Cooperativa Agrícola de Mangualde, pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, através da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro e que contou com a colaboração do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET), da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FF/UL) e da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior.

Durante vários meses foram estudadas as propriedades fitoquímicas e as fibras das maçãs de variedades regionais das Beiras e de cultivares exóticas e os seus benefícios para a saúde. As conclusões desta investigação foram tornadas públicas na passada quinta-feira, 31 de Janeiro, na Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, na sessão de encerramento do Programa Agro.

Agostinho de Carvalho professor no Instituto Egas Moniz adianta que “as análises preliminares da maçã Bravo Esmolfe sugeriram que este fruto apresenta uma grande concentração em compostos bioactivos (polifenóis e fibras) e um elevado poder antioxidantes, podendo por isso ter características de alimento funcional, quer dizer, revelar influência positiva na prevenção de determinadas patologias, nomeadamente alguns tipos de cancros e doenças cardiovasculares”.

Para Catarina Duarte, investigadora do IBET, “a variedade Bravo Esmolfe, é a que apresenta melhores características na influência positiva”, existindo, todavia, outras variedades “com resultados bastante positivos”.

Neste estudo foram analisadas mais maçãs cultivadas na região e também algumas variedades exóticas com maior importância no consumo de maçã no País. Entre as espécies analisadas, destaque para as variedades regionais Malápio Fino, Bravo, Pêro Pipio e Malápio da Serra (de Gouveia) e as exóticas Golden, Starking, Fuji, Gala Galaxy e Reineta Parda.

Algumas destas revelaram características que podem ser valorizadas comercialmente, “uma vez que têm riqueza nutricional que responde a algumas das preocupações que muitos consumidores portugueses têm com a saúde”, acrescenta Catarina Duarte.

De entre as várias conclusões desta análise, os investigadores envolvidos no projecto destacam ainda que “em comparação com as variedades exóticas, as maças regionais em estudo apresentam maiores actividades antioxidante e biológica, evidenciando desta forma características de produtos funcionais”.

Apesar do efeito bioactivo não ter sido significativo em 2006 nas variedades Malápio da Serra e Pêro Pio, “os resultados obtidos em 2007 são da mesma ordem de grandeza dos valores da Bravo e Malápio Fino”, atesta a investigadora do IBET.

Numa avaliação global e levando em linha de conta os resultados da análise sensorial e as características agronómicas das variedades que agora foram estudadas “concluiu-se que as variedades Bravo Esmolfe, Pêro Pipo e Malápio da Serra revelam características que podem ser valorizadas comercialmente, pois além das suas qualidades organolépticas, têm riqueza nutricional que responde a algumas das preocupações que muitos consumidores portugueses têm com a saúde”.

A variedade regional Malápio Fino poderia ser preferencialmente destinada à produção de fármacos, segundo os investigadores. Para além deste tipo de utilização, as maçãs da região “podem ainda dar uma nova face à agricultura da região”.

Agostinho de Carvalho sublinha que “estas novidades levam as pessoas a ter uma outra concepção da agricultura”. Isto porque, ao ficar provado cientificamente que os produtos agrícolas, sobretudo “os da região, trazem benefícios para a saúde e por isso mesmo a sua produção deve aumentar, os cidadãos acabam por apoiar esta actividade”, reitera.

(sublinhados meus)


     

In "Portugal Centro"

                   

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