Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

1 de Março (sexta-feira): Jornada de Luta Contra as Portagens

  • Viseu – Buzinão e marcha lenta no centro da cidade, com início às 18.00 h, na Avª Europa;

  • Covilhã – Buzinão, às 17.30 h, na Rotunda do Operário;

  • Vila Real – Buzinão, com início às 17.30 h, junto às Piscinas Municipais;

  • Guarda – Buzinão, com início às 17.00 h, no Jardim José de Lemos;

  • Aveiro – Buzinão, com início às 8.00 h, na Estrada Nacional 109, junto aos semáforos de acesso à Póvoa do Paço;

  • Viana do Castelo - Buzinao e distribuiçao de documentos, às 8.00 h, nas rotundas junto ao Hotel Axis;

  • Esposende - Distribuição de comunicado, às 8.00 h, no centro da cidade, junto ao mercado e Igreja Matriz;

  • Vila do Conde - Distribuição de comunicado, às 9.30 h, na EN 13, junto a feira;

  • Porto - Buzinao, distribuição de documentos e afixação de panos e tarjas, às 17.30 h, Rotunda dos Produtos Estrela;

  • Cacia/Aveiro - Buzinão e marcha lenta, às 7.30 h, na EN 109.

 APAREÇA. PARTICIPE.

continuamos a luta contra as portagens porque temos razão !

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

Contra as portagens: dia 1 de Março grande buzinão na cidade de Viseu

www.contraportagens.net

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013

Viseu: Fórum Defender o Interior. Pôr Fim às Portagens

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Textos e imagens do Fórum Defender o Interior. Pôr Fim às Portagens

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(...)

Apenas mais duas questões finais.

Uma sob a forma de pergunta com resposta curta.

O Estado iniciou os contratos de parceria público privada com as empresas concecionárias com rendas muito elevadas. Com a introdução das portagens, as rendas milionárias foram aumentadas. Do valor das portagens cobradas o valor que vai para o Estado é muito pouco. Segundo a consultora Ernst & Young, por cada 8 euros cobrados só um euro vai para o estado através da Estradas de Portugal.

Continuemos a seguir o estudo daquela consultora…. Antes das portagens, o Estado tinha 3.579 milhões de euros de encargos com estas concessões; com a introdução de portagens, mesmo descontando a receita proveniente das portagens, continuou obrigada em 3.216 milhões. O benefício da introdução de portagens para o Estado, é de 363 milhões, até ao fim das concessões. Ou seja, cerca de 12 milhões por ano.

Mas, em 2010, segundo relatório da Estradas de Portugal, só com a introdução de portagens nas ex-SCUT’s do litoral, norte e grande Porto, as receitas das portagens cresceram (na Estradas de Portugal) em cerca de 90 milhões. Ora, podemos estimar que, com o partejamento da A25, A23, A24 e A22, este valor pelo menos duplicou.

Para onde vai a diferença de 12 milhões para as centenas de milhões?

O Tribunal de Contas esclarece … "A negociação destes contratos, tendo em vista a introdução de portagens reais, veio implicar uma alteração substancial do risco de negócio, garantindo às concessionárias um regime de remuneração mais vantajoso, imune às variações de tráfego, traduzindo-se, na prática, numa melhoria das suas condições de negócio e de rendibilidade acionista

O tribunal afirma em relatório recente que “as negociações permitiram às concessionárias uma nova oportunidade de negócio

Mas o Jornal EXPRESSO online, em 31 de Maio de 2012,  vai mais longe “Os contratos paralelos assinados entre a Estradas de Portugal, as subconcessionárias e os bancos financiadores em seis parcerias público-privadas (PPP), representam um agravamento da despesa pública de 705 milhões de euros, refere uma auditoria do Tribunal de contas hoje divulgada

Assim, a pergunta é esta – o Estado não ganha com a introdução de portagens, as populações empobrecem também à custa do pagamento de portagens, a economia e as empresas degradam-se com este custo acrescido na sua atividade…. então quem ganha?

A resposta é curta – ganham os bancos e outras empresas do sector financeiro nacional e estrangeiro que são os acionistas das empresas concecionárias. Os mesmos do costume!

(...)

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Sábado, 13 de Outubro de 2012

Buzinão na cidade de Viseu: a 12 de Outubro foi assim

Vídeo - CONTRA AS PORTAGENS DA A23, A24 E A25 - em VISEU

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

Contra as portagens: dia 12 de Outubro grande buzinão na cidade de Viseu

www.contraportagens.net

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

Manifestação de rejeição das portagens nas ex-SCUT junto à Cimeira Luso-Espanhola

Clicar na imagem para visualizar a ligação

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Sexta-feira, 2 de Março de 2012

Buzinão 24 de Fevereiro cidade de Viseu (II)

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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Buzinão 24 de Fevereiro cidade de Viseu (I)

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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Contra as portagens: dia 24 de Fevereiro grande buzinão na cidade de Viseu

www.contraportagens.net

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Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Os baldios na mira das troikas

    A BALADI, Federação Nacional dos Baldios, realizou no passado domingo, 29 de Janeiro, em Viseu, no Instituto Português da Juventude (IPJ), durante todo o dia um Encontro Nacional dos Baldios / Assembleia-geral da BALADI. Neste encontro participaram perto de 400 compartes dos baldios de todo o país, com particular destaque para os distritos de Viseu, Vila Real, Aveiro, Braga, Viana do Castelo, Santarém e Leiria.

No final da manhã realizou-se uma manifestação que percorreu as ruas da cidade desde o Fontelo aos Paços do Concelho. Aí chegadas as centenas de participantes encontraram as portas da Câmara Municipal fechadas. Isto apesar de ter sido dado conhecimento prévio ao Presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses e presidente da Câmara Municipal de Viseu da intenção de lhe ser entregue um documento aprovado no Encontro. As atitudes, como diz o nosso povo, ficam com quem as praticam…

Os baldios têm profundas raízes históricas. Possuem uma riqueza sociológica e económica imensa. Tiveram e têm um impacto positivo no desenvolvimento das populações.

Como foi sublinhado, os baldios representam para os povos que trabalham a agricultura familiar bens e serviços de fundamental importância. Foi graças a eles que se tem vindo a erguer nas povoações serranas uma obra de inegável valor económico, social e cultural. Uma obra que contribuiu para melhorar as condições de vida e o bem-estar em regiões interiores tradicionalmente abandonadas pelos poderes centrais. Ergueram-se centros culturais, casas do povo, espaços de convívio. Melhoraram-se pastagens e voltou a incrementar-se a pastorícia. Construíram-se infra-estruturas de prevenção e combate aos incêndios e de apoio à actividade agrícola. Melhoraram-se acessos. Exploraram-se novos recursos. Reflorestaram-se grandes áreas. Investiu-se na cinegética.

Afirmam os detractores da propriedade comunitária que os baldios já não têm qualquer interesse para os povos. Proclamam que a modernidade os tornou atrasados, subdesenvolvidos, desnecessários.

Nada mais falso! Aliás é curioso constatar que os que assim se pronunciam são os mesmos que desprezam as inúmeras propostas que, em cinco conferências nacionais e encontros e seminários técnicos os Povos dos Baldios foram construindo e apresentando. Propostas essas que, se tivessem sido respeitadas e atendidas pelo Governo, representariam formas de revitalização dos territórios comunitários e dos seus legítimos e históricos donos – os compartes, levando a um melhor aproveitamento dos múltiplos recursos e potencialidades destes territórios.

Entre muitos outros foram destacadas no Encontro Nacional: as energias eólicas, a biomassa, as águas minero-medicinais, os minérios, o turismo de montanha, o sequestro de carbono, o desporto e lazer, a pastorícia, a floresta, a Agricultura de montanha, a cinegética, a produção de plantas ornamentais, aromáticas e medicinais, a cinegética, a defesa das paisagens rurais e da biodiversidade.

No nosso país os baldios têm resistido às diversas ofensivas. Sejam dos grandes senhores da terra, das grandes empresas da indústria da celulose, dos especuladores imobiliário, dos lobbies de diversas épocas. Sejam das investidas de muitas autarquias locais. Sejam dos ataques às Leis dos Baldios (por parte do PS, PSD e CDS), da ganância dos poderosos.

Os actuais governantes foram alertados para que não se metam em aventuras políticas contra os sagrados interesses dos povos, porque os povos saberão dar a respostas que cada situação exigir. Como é salientado no documento final, aprovado por unanimidade, os povos saberão continuar a defender os baldios, nem que para tanto seja necessário voltar a tocar os sinos a rebate, organizar abaixo-assinados, protestos, concentrações e manifestações, destruir cercas e vedações sobre estas áreas, enfrentar usurpadores, recorrer aos tribunais.

«A serra foi dos serranos desde que o mundo é mundo, herdada de pais para filhos; Quem vier para no-la tirar, connosco se há-de haver!» (Aquilino Ribeiro).

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 10 de Fevereiro de 2012

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