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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Osama bin Laden no dia 11/09/2001 estava no hospital militar de Rawalpindi?!...

«Se a reportagem de Dan Rather na CBS é correcta e Osama foi na verdade admitido no hospital militar paquistanês a 10 de Setembro de 2001, por cortesia do aliado da América, com toda a probabilidade ele ainda estava no hospital em Rawalpindi no dia 11 de Setembro, quando se verificaram os ataques. Com toda a probabilidade, os seus paradeiros eram conhecidos de responsáveis estado-unidenses na manhã de 12 de Setembro, quando o secretário de Estado Colin Powell iniciou negociações com o Paquistão, tendo em vista prender e extraditar bin Laden

«A procura de Osama serve tanto objectivos militares como políticos. Os democratas e republicanos competem na sua resolução por extirpar o "terrorismo islâmico"

«A CBS News foi informada de que na noite anterior ao ataque terrorista do 11 de Setembro Osama bin Laden estava no Paquistão. Ele estava a receber tratamento médico com o apoio dos próprios militares que dias depois juraram apoiar a guerra americana ao terror no Afeganistão.»

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O México, os EUA e o narcotráfico

Mexico, karrycartoons

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Para Ler, Ver e Ouvir:

90% das armas dos carteis da droga do México vêm dos EUA. Reportagem da CBS "60 minutes" a partir dos 5 minutos:

«Drug-cartel fueled violence has turned into a war in Mexico, with thousands of deaths and the government battling well-armed gangs whose military-quality weapons come mostly from U.S. dealers. CNN's Anderson Cooper reports

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Vou para o trabalho e faço coisas más... vou para casa e vou à igreja...

Um ano depois os bombardeamentos repetem-se...

Um documentário da CBS:

"Drones": A Nova Força Aérea dos EUA

«Muitas pessoas conhecem-nos como "drones"; A Força Aérea [dos EUA] chama-lhes "veículos aéreos sem piloto". E, agora memo, há dúzias deles nos céus do Iraque e do Afeganistão [e do Paquistão], abatendo insurgentes, cada minuto de cada dia».

«São controlados por controle remoto, a partir de milhares de quilómetros de distância [nos EUA]».

«De facto estamos a comprar mais "drones" do que aviões pilotados pela primeira vez na história da Força Aérea [dos EUA]».

Para Ver e Ouvir :

«Increasingly, the U.S. military is relying on un-manned aircraft to track and destroy the enemy, sometimes controlled from bases thousands of miles away from the battlefront. Lara Logan reports».

Para Ler:

(CBS) «Every so often in the history of war, a new weapon comes along that fundamentally rewrites the rules of battle. This is a story about a revolution in unmanned aviation that is doing just that.

Most people know them as drones; the Air Force calls them "unmanned aerial vehicles." And right now, there are dozens of them in the skies over Iraq and Afghanistan, hunting down insurgents, every minute of every day.

They've become one of the most important planes in the United States Air Force - and yet, the pilot is nowhere near the aircraft or the battlefield. They are controlled by remote control, from thousands of miles away.

Many of the details of this weapons program are classified, but our 60 Minutes team was given secret clearance and unprecedented access to bring you this story».

(...)

The Air Force now has 28 Reapers, each one costing about $11 million. It can fly as high as 50,000 feet, sit over a target for 15 hours straight, and is as dangerous as a fighter jet.

The Reaper is the Air Force's newest and most lethal unmanned plane, carrying 500 lb. bombs and Hellfire missiles.
(...)

The Air Force also has 116 Predators. The Predator is smaller than the Reaper, but it can stay up in the air even longer, 24 hours at a time. It can be miles away from its target, flying undetected through the clouds, while zooming in on an unsuspecting enemy.

(...)

In spite of that clarity, unmanned planes and Air Force jets are criticized in Afghanistan for killing innocent civilians, including an incident just this week that is under military investigation.

Across the border in Pakistan, where the CIA operates, they're blamed for even more deaths.

(...)

"To go and work and do bad things to bad people is, and then when I go home and I go to church and try to be a productive member of society, those don't necessarily mesh well", Gough told Logan.

(...)

Chambliss told Logan he thinks the power of these unmanned planes is just beginning to be tapped. "Next year is gonna be a watershed year. We'll actually buy more unmanned aircraft than we buy manned aircraft for the first time in the Air Force’s history", he explained.»

(...)

Fatheya al-Jarah, a única sobrevivente da sua família do ataque de um "drone" israelita.

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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«Crimen Sollicitationis» ou incitação ao crime?

Hoje vamos até ao Vaticano para ler uma Instrução da Sagrada Congregação Suprema do Santo Ofício que trata, entre outras coisas, de como a Igreja Católica deve lidar com os crimes de pedofilia. Esta instrução, que só existe em latim..., tem uma tradução em inglês, não totalmente actual, que o Vaticano designa, amavelmente, por, «não oficial». Quem quiser ler o original tem de ir... à CBS: Instructio. De modo procedendi in causis de crimine sollicitationis.

Quem quiser mais referências pode ver AQUI.

O problema é que o diabo (!!!...) da Instrução está em inglês... Senhor Cardeal Patriarca, não podia fazer o favor de traduzir este texto para poder ser lido pelo seu rebanho? Prometendo este, o seu rebanho, que guarda a mais estrita confidencialidade, sob pena de excumunhão, claro.-

Entretanto, e como não há pachorra, aqui vai em inglês (os negritos não estão no original):

«11. Since, however, in dealing with these causes, more than usual care and concern must be shown that they be treated with the utmost confidentiality, and that, once decided and the decision executed, they are covered by permanent silence (Instruction of the Holy Office, 20 February 1867, No. 14), all those persons in any way associated with the tribunal, or knowledgeable of these matters by reason of their office, are bound to observe inviolably the strictest confidentiality, commonly known as the secret of the Holy Office, in all things and with all persons, under pain of incurring automatic excommunication, ipso facto and undeclared, reserved to the sole person of the Supreme Pontiff, excluding even the Sacred Penitentiary. Ordinaries are bound by this same law ipso iure, that is, in virtue of their own office; other personnel are bound in virtue of the oath which they are always to swear before assuming their duties; and, finally, those delegated, questioned or informed outside the tribunal, are bound in virtue of the precept to be imposed on them in the letters of delegation, inquiry or information, with express mention of the secret of the Holy Office and of the aforementioned censure

«13. The oath to maintain confidentiality must always be taken in these causes, also by the accusers or complainants and the witnesses. These persons, however, are subject to no censure, unless they were expressly warned of this in the proceedings of accusation, complaint or questioning. The Defendant is to be most gravely admonished that he too must maintain confidentiality with respect to all persons, apart from his advocate, under the penalty of suspension a divinis, to be incurred ipso facto in the event of a violation

A expressão em Latim «crimen sollicitationis» refere-se a um avanço sexual feito antes, durante ou

imediatamente após a administração (mesmo simulada) do Sacramento da Penitência (Confissão)

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Mais adiante, vem a definição de crimen pessimum em que se equipara os «actos obscenos» com pessoas do mesmo sexo com os «actos obscenos» com crianças pré-adolescentes (impúberes) de ambos os sexos e com animais:

«71. The term crimen pessimum [“the foulest crime”] is here understood to mean any external obscene act, gravely sinful, perpetrated or attempted by a cleric in any way whatsoever with a person of his own sex

«73. Equated with the crimen pessimum, with regard to penal effects, is any external obscene act, gravely sinful, perpetrated or attempted by a cleric in any way with pre-adolescent children [impuberes] of either sex or with brute animals (bestialitas)

(Sem comentários!!!...)

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Para Ler:

«Segundo a BBC, que ontem divulgou a existência desta cartilha num programa televisivo intitulado Crimes sexuais e o Vaticano, o documento de 39 páginas, escrito em latim em 1962 e distribuído pelos bispos católicos de todo o mundo, impõe um pacto de silêncio entre a vítima menor, o padre que é acusado do crime e quaisquer testemunhas ou pessoas a par do ocorrido. Quem quebrasse esse pacto seria excomungado pela Igreja Católica.

Crimen Sollicitationis terá sido mantido no segredo da hierarquia católica durante todos estes anos, marcado como altamente confidencial. Fornece elementos detalhados, segundo a BBC, sobre como proceder em caso de "crime de solicitação de actos obscenos, por palavra ou gestos, no quadro da confissão" - mas também sempre que se verifique "qualquer acto obsceno externo (...) com crianças de ambos os sexos". Os críticos garantem que o documento servia apenas para evitar a eficácia de qualquer acusação judicial por crimes sexuais - e também para silenciar as vítimas.»

«In his capacity as Prefect, Ratzinger's 2001 letter “Crimen Sollicitationis”  which clarified the confidentiality of internal Church investigations into accusations made against priests of certain crimes, including sexual abuse, became a target of controversy during the sex abuse scandal. While bishops hold the secrecy pertained only internally, and did not preclude investigation by civil law enforcement, the letter was often seen as promoting a coverup.»

«Esta tipologia criminal (secção II do Capítulo V do Código Penal) está elencada em cinco categorias: Abuso Sexual de Crianças, Abuso Sexual de Menores Dependentes, Actos Sexuais com Adolescentes, Actos Homossexuais com Adolescentes e Lenocínio e Tráfico de Menores.»

Para esclarecimento (incompleto) do Senhor Cardeal Patriarca e de todo o clero é importante lembrar o Artigo 367º (Favorecimento pessoal) do referido Código Penal:

«Quem, total ou parcialmente, impedir, frustrar ou iludir actividade probatória ou preventiva de autoridade competente, com intenção ou com consciência de evitar que outra pessoa, que praticou um crime, seja submetida a pena ou medida de segurança, é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa

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Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quem disse que «os EUA deviam continuar o seu esforço de guerra e acabar o trabalho»?

     Foi George Brown, político britânico dos anos 60 que chegou a Ministro dos Negócios Estrangeiros, aquele que disse a frase do título há mais de 40 anos e a propósito da guerra do Vietnam: «Immediately after the news of the My Lai massacre broke into the headlines in the United States and Great Britain, Mr George Brown gave an interview, on the BBC’s The World at One, in which, as a former Foreign Secretary, he defended the Americans and urged them to ‘finish the job’ in Vietnam.»

Eis um fragmento da resposta de Bertrand Russell escrita há 40 anos exactos:

«Mr Brown revealed all too clearly his attitude to the war: 1. The United States should continue its war effort and finish the job. (With Goldwater, Mr Brown asks: ‘Why not victory?’) Any interruption of this task is described as American ‘weeping’ and must be stopped. 2. A US defeat in Vietnam would be a threat to freedom’. Mr Brown wants a ‘free South Vietnam; free, I mean, to choose its own decisions’. How grotesque!» 

Em resumo, para George Brown, os EUA deviam continuar o seu esforço de guerra e «acabar o trabalho» no Vietnam, porque uma derrota significaria uma ameaça para a paz. «Que grotesco!», comentou Bertrand Russell.

As palavras de George Brown são repetidas agora, letra por letra, a propósito do Afeganistão, por muito «boa gente». Que grotesco!

     Mais recentemente, foi o Prémio Nobel da Paz de 2009, Barack Obama, que disse que queria «acabar o trabalho» no Afeganistão... Nem uma só vez pronunciou a palavra «guerra», mas é disso que se trata: enviar mais tropas e intensificar os massacres no Afeganistão e no Paquistão. Não é deste Prémio Nobel da Paz que necessitamos... 

In BBC News - Obama says he wants to 'finish the job' in Afghanistan

President Obama on Afghanistan (tem a transcrição da conferência de imprensa)

O vídeo seguinte mostra o momento em que Obama manifesta a sua intenção de «acabar o trabalho», começando e acabando com o seu costumeiro e forjado sorriso(1). Será que para anunciar que vai continuar a bombardear o Afeganistão, que vai mandar para lá mais soldados, que vai matar mais gente (em suma, que vai «acabar o trabalho»), tem de fazê-lo a sorrir porque «é preciso que haja algum humor»

Pedro Méndez Suárez - humor gráfico IV

 

Cangalheiro 1: Diz-se que o presidente duplicará as tropas no Iraque.

Cangalheiro 2: Temos de estar preparados para triplicar o nosso serviço.

Isto era no Iraque. No Afeganistão a proporção deve ser idêntica...

      (1) O riso estudado de Obama:

«Jornalista da CBS: O senhor está aqui sentado. E o senhor - - ri-se. O senhor ri-se de alguns destes problemas. As pessoas vão olhar para isto e dizer: "Pois, ele está ali sentado só a fazer piadas sobre dinheiro". Como é que o senhor responderia, quer dizer, explicaria... 

OBAMA: Bem...

Jornalista da CBS: ...a sua disposição e as suas gargalhadas.

OBAMA: Sim, quer dizer, é preciso que haja...

Jornalista da CBS: O senhor perdeu o juízo?

OBAMA: Não, não. É preciso que haja algum humor (RISOS) ao longo de um dia

In Transcript: President Obama, Part 2 - CBS News 

Neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

Quem disse «esta é uma guerra que temos de ganhar»?

Allan Mcdonald , Rebelión de 12 de Outubro

 

A frase do título - «this is a war that we have to win» - foi dita pelo prémio Nobel da Paz de 2009, Barack Obama.

Para Ler, Ver e Ouvir:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Palestina: Já é impossível a paz? (Uma reportagem muito esclarecedora, da CBS)

    Has peace in the Middle East become nothing more than a pipe dream? As Bob Simon reports, a growing number of Israelis and Palestinians feel that a two-state solution is no longer possible.

Duas Versões:

Texto:

(...)

It's known as the "two-state" solution. But, while negotiations have been going on for 15 years, hundreds of thousands of Jewish settlers have moved in to occupy the West Bank. Palestinians say they can't have a state with Israeli settlers all over it, which the settlers say is precisely the idea.  

Daniella Weiss moved from Israel to the West Bank 33 years ago. She has been the mayor of a large settlement.

"I think that settlements prevent the establishment of a Palestinian state in the land of Israel. This is the goal. And this is the reality," Weiss told 60 Minutes correspondent Bob Simon.  

Though settlers and Palestinians don't agree on anything, most do agree now that a peace deal has been overtaken by events.

"While my heart still wants to believe that the two-state solution is possible, my brain keeps telling me the opposite because of what I see in terms of the building of settlements. So, these settlers are destroying the potential peace for both people that would have been created if we had a two-state solution," Dr. Mustafa Barghouti, once a former candidate for Palestinian president, told Simon.

(...)

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                       

Notícias AQUI 

                         

O inverno do nosso desamparo / Uma cidade em crise (uma reportagem da CBS)

     The town of Wilmington, Ohio has been devastated by the economic crisis and, as Scott Pelley reports, DHL, the town's largest employer, is shutting its domestic operation.

Duas Versões:

Texto:

(...)

«Are we going to lose our home? Are we going to be able to pay our property taxes? What are we gonna do for insurance? What are we gonna do for food? You know, and these are questions that you'd never think that we'd ask yourself. And now they're discussions in the home,» says Mike O'Machearley, who is losing the job that helped support four children and a grandson.

(...)

«You're losin' a lot more than a job,» Pelley remarks.

«Our friends. It's crazy. You'll never understand it. But we loved it,» Rider says.

«I remember people with scarves breathin' through ice in just unreal…eyelashes frozen and I started in '81. And when you worked, you worked. Why weren't we bailed out?» Morris Deufemia asks.

(...)

                                                                       

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                       

Notícias AQUI, AQUI, AQUI e AQUI 

                                                         

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