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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Cimeira da NATO em Varsóvia: Provocação belicista

Nato Guerra petroleo

A cimeira que a NATO realiza em Varsóvia nos próximos dias representa, pelos seus objectivos, mais um ousado e perigoso passo no sentido da intensificação da sua acção agressiva e, nomeadamente, já forte pressão militar sobre a Federação Russa.

Em Portugal, como noutros países, ecoará uma vez mais a exigência e a urgência de dissolução deste bloco político-militar agressivo.

(...)

O aperto do cerco à Rússia, sendo porventura um dos principais objectivos da cimeira de amanhã e depois, não é o único. O próprio secretário-geral da NATO, na já referida entrevista a um órgão de comunicação social polaco, referiu-se ainda ao alargamento da presença e acção da NATO no Médio Oriente e Norte de África, ao aumento dos gastos militares dos países membros europeus para dois por cento do PIB e ao reforço da cooperação entre a NATO e a UE como outros pontos constantes da agenda da reunião de Varsóvia. Todos eles desenvolvem decisões assumidas em cimeiras anteriores

(...)

Ler texto integral

 

Bandeira Nato hastA NATO tem hoje 28 membros e projecta-se em praticamente todos os pontos do mundo

 

Sim à Paz! Não à NATO!

acto_publico_sim_a_paz_nao_a_nato

Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

 

No âmbito desta campanha, foi publicado um folheto em que as organizações promotoras denunciam o pendor agressivo da NATO e apresentam as suas propostas para pôr termo às ameaças à paz que ela constitui, que pode ler aqui.

De igual modo foi criado um Jornal em que pode ler aqui os seguintes artigos: “Não aos objectivos belicistas da Cimeira de Varsóvia”, “Não às armas nucleares: desarmamento!”, “Tentáculos da destruição”, “Cimeira de Varsóvia: ameaça aberta à segurança e à paz”, “Escudo anti-míssil: grave ameaça à paz”, “Os povos querem a paz”, “Milhões para a guerra” e “Dissolução dos blocos político-militares: princípio constitucional”.

Está, também, a circular um abaixo-assinado que pode subscrever aqui.

 

sim_a_paz_nao_a_nato_2

 Clicar na imagem para ampliar

 

Provocadores NATOs

Mapa nato_expansao1

As alegadas razões para a criação da NATO há muito que deixaram de existir. Mas a NATO nunca foi aquilo que alegou. Longe de ser uma organização defensiva, foi sempre um instrumento de dominação imperialista que, nas próprias palavras do seu primeiro secretário-geral, o inglês Lorde Ismay, visava «manter os russos fora, os americanos dentro, e os alemães em baixo» (New York Times, 16.9.13).

 

acto_publico_sim_a_paz_nao_a_nato

 

Acto Público "SIM À PAZ! NÃO À NATO! PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO DE VARSÓVIA"

 

Mapa nato_expansao

«No quadro da estratégia da NATO tendo como foco principal a Rússia, decorrem desde o dia 6 de Junho os maiores exercícios da Aliança Atlântica após a chamada «guerra fria». Pela primeira vez desde o início da invasão da URSS pelas tropas nazis, a 22 de Junho de 1941, tanques de guerra germânicos atravessam a Polónia em direcção a Leste.

As manobras realizadas com o sugestivo nome de Anaconda, mobilizam 31 mil militares e milhares de veículos de 24 países. Os EUA contribuem com 14 mil soldados, a Polónia com 12 mil e a Grã-Bretanha com 800, sendo os que mais empenham as respectivas forças armadas nestes «jogos de guerra».

Paralelamente, no Báltico, continua a registar-se intensa actividade por parte de aviões de espionagem norte-americanos. Domingo, 5, justamente um dia antes do início do simulacro da NATO na Polónia, uma aeronave militar dos EUA foi detectada na fronteira do enclave russo de Kaliningrado. Tratou-se da 16.ª operação semelhante nas últimas semanas.»

(sublinhados meus)

 

O problema foi que «eles» não se calaram...

   

                                                              

A propósito desta notícia, ler AQUI e AQUI.

                                  

Hugo Chávez na cimeira de Santiago do Chile em Novembro de 2007

                                                                                                                      Discurso completo (réplica a Zapatero) de Hugo Rafael Chávez Frías Presidente de la República Bolivariana de Venezuela:

                                                             

                                                                                                  

                                                  

Na cimeira de Santiago, o problema foi que «eles» não se calaram...

    Os «nossos» media só exploraram a disputa entre Chávez, Zapatero e Juan Carlos. Mas jamais informaram sobre o discurso de Daniel Ortega. Mas foi este que mais os incomodou a ponto de Juan Carlos abandonar a sala.

O que disse Ortega que tanto incomodou o rei Juan Carlos:
                      
  • Discurso de Daniel Ortega em Santiago do Chile em 11 de Novembro de 2007 AQUI 

                                                         

                               

  • Hugo Chávez explica o que se passou e o que estava em causa AQUI

                  

Adenda em 06/06 às 10:55: Texto integral do discuro de Daniel Ortega AQUI 

                                                         

 

Iraque


                        
                                                                                                             
Memória histórica
                          

Iraque: posições do PCP em Março-Abril de 2003


                                     

                            
In Partido Comunista Português e jornal «Avante!»
                                                                    
Memória histórica é necessária...
                     

Hoje: Os 5 anos da Cimeira dos Açores


                                                                                                           
  • Vídeos sobre a Cimeira da Guerra e da Mentira de 2003 clicar AQUI
                           

                              
  • As mentiras de uma guerra I - montagem de noticiários dos dias  anteriores à invasão clicar AQUI
                                                           

                                                 
  • As mentiras de uma guerra II - montagem de noticiários clicar AQUI
                                                                                         

Passados cinco anos e mais de seiscentos mil mortos (há quem avance com 1 milhão), 4 milhões de deslocados, 2 milhões de refugiados depois (números que aumentam todos os dias), o Iraque é um país no caos, à beira da guerra civil e sem solução à vista.

O conflito israelo-palestiniano agravou-se. A situação em toda a região é mais instável. O mundo está mais perigoso.

Mas as grandes empresas, sobretudo dos EUA e Inglaterra, petrolíferas, de construção civil, de logística de segurança, etc., etc., etc., estão com os bolsos muito, mas mesmo muito, mais cheios.

             

Foram os únicos que lucraram com a guerra.

                  

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